1. GİRİŞ
1.4. Sağaltım Seçenekleri
1.4.2. Operatif Sağaltım
1.4.2.2. Fiksasyon Yöntemleri
1.4.2.2.4. Os Ischii Kırıklarında Uygulanan Fiksasyon Yöntemleri
O estudo de fatores, como: a reciprocidade de tratamento entre os grupos representativos; o mérito de certos indivíduos que canalizando seus dotes naturais colaboram para o incremento do princípio da diferença em favor dos grupos inferiores; o princípio da separação e sua consequente atenção com um tratamento igualitário na proporção de igualdades de oportunidades; princípio da fraternidade e os valores morais por ele condensados, conduzem a uma apreciação de que necessitamos fixar as bases coerentes da igualdade. O primeiro passo para a realização das bases da igualdade conglomera esforços no sentido de criar um sistema público de regras que compile as nuances exordiais da justiça como equidade, sob a forma da justiça procedimental pura. O tratamento desta nesse esquema atribui o tom da igualdade que figura como característica a consecução de um processo justo
para o alcance de um resultado igualmente correto e justo devido, dentre outros, da correção que acompanhou a efetivação do procedimento próprio.
Aproximando-se desta ilustração da justiça como regularidade, surge com igual força outra base para igualdade, consistente na estrutura substantiva das instituições, o que importa dizer, que a igualdade passa a ser especificada pelos já explicitados princípios da justiça que gozam, por excelência, da proteção de direitos básicos iguais atribuídos a todas as pessoas sob a intervenção do princípio da diferença. A última base para a caracterização da igualdade se refere à questão dos destinatários das garantias da justiça. Estes levam em conta a postura ética que cada um adota quando submetido à eficácia dos princípios da justiça.
Sob o entendimento da justiça igualitária, identificamos as pessoas éticas por meio de duas características distintas. Uma delas considera que aquelas são capazes de possuir uma compreensão do próprio bem, consistente na elaboração de um plano racional de vida. Paralelamente a esta característica, salientamos que as pessoas éticas conquistaram na concatenação de direitos e liberdades básicas, na posição original, um senso de justiça que se volta à aplicação dos princípios da justiça que foram escolhidos sob o véu da ignorância. Essa igualdade junto aos três níveis ora mencionados tratam da capacidade de participar da situação inicial e de agir de acordo com o entendimento comum. A observância de uma potencialidade ética do indivíduo auxilia nas suas percepções e as reivindicações da justiça, mantendo uma valoração do princípio da diferença e sua diretriz de auxílio aos grupos menos privilegiados.
Os níveis de igualdade e sua propensão à construção de uma teoria da justiça acondicionam-se à maturidade da personalidade moral do indivíduo, haja vista que não existe etnia ou grupo de seres humanos que não contenham o atributo moral para a afeição ao senso da justiça. Poderíamos supor, neste caso, que os indivíduos contam com capacidades variáveis para aferição do senso da justiça não significando, porém, que os mesmos sejam privados da proteção que as liberdades básicas trazem a todos os indivíduos sem exceção – desde que um certo mínimo de conduta ética a escolha racional de um plano de vida possa ser satisfeito. É claro que os dotes naturais já debatidos fazem
diferença não apenas na percepção de vantagens, na distribuição de renda e riqueza, como também na formulação de julgamentos imparciais de integridade, quanto ao fortalecimento das instituições e sua missão de propagar a justiça. Por mais que camadas sociais venham a pensar que a diferença da distribuição dos benefícios à sociedade e a efetiva garantia dos direitos e liberdades básicas são justificadas pelos dotes naturais dos indivíduos, a justiça como equidade caminha em sentido oposto a essa afirmação, de maneira que satisfazendo os requisitos mínimos para uma personalidade ética, a pessoa fará jus a todas as garantias da justiça.
O princípio da igualdade pauta-se nos princípios da justiça, observando que a tendência à isonomia determina que diante da constatação da capacidade minimamente ética não se obriga a realização da mesma, bastando apenas a sua existência para que a proteção dos princípios da justiça seja garantida; pois, na estrutura básica da sociedade, situações hipotéticas são consideradas, permitindo, por conseguinte, a participação de todos no âmbito de um sistema igualitário. Nesta etapa do entendimento, o princípio da reciprocidade não se volta à dupla maximização dos grupos mais privilegiados pelas contingências naturais e sociais, restringindo, assim, a uma relação de reciprocidade firmada pela retribuição que a concessão da justiça deve merecer em contrapartida, também sob o prisma de justiça enveredado à correção do princípio da reciprocidade.
As vantagens que proposições relacionadas aos dotes naturais possuem, por vezes, cegam a compreensão comum de que a igualdade não fora efetivamente implementada no esquema de cooperação social. A esperança de que cada indivíduo execute no decorrer de sua vida o melhor plano individual que seja capaz de formular permite que, dotes naturais que tenha recebido ao longo de sua existência, façam a diferença no momento de executar tais planos.
O princípio da diferença e a base da igualdade na justiça nascem para contornar as imperfeições que a estrutura social venha a praticar por discrepâncias de ordem subjetiva e que desalinhem os objetivos morais que o senso de justiça exige de cada. A priorização dos dois princípios configura as duas formas sobre as quais podemos dividir a igualdade. A primeira considera
o segundo princípio da justiça regulando as instituições e as parcelas distributivas, fazendo com que a cooperação social seja eficiente e equitativa frente a toda coletividade. Contudo, a personalidade moral dos indivíduos provoca a reflexão de prevalência do primeiro princípio da justiça, lecionando que direitos, deveres e liberdades iguais devem ser concedidos aos seres humanos compreendidos como pessoas morais, eticamente responsáveis pelo processo de escolha dos mesmos na posição original.
As bases para a fixação da igualdade levam notadamente a uma apreciação dos princípios da justiça, genericamente considerados, diante das vicissitudes sociais que obrigam no contexto social fático, a uma interpretação teleológica de sua esquematização teórica. Muito se pronunciou também sobre os dotes naturais e sua influência no processo da capacitação moral dos indivíduos para que o princípio da diferença encontre espaço na tarefa de correção das imperfeições existentes. Uma especificidade da igualdade como base de compreensão da justificada teoria da justiça nos remete a um desmembramento quanto aos princípios correlatos apenas aos indivíduos, e que merecem uma digressão teórica por conta da dinâmica interação que este exerce perante a coletividade, e que parte de um encadeamento de pensamentos com elevado teor de subjetividade.