II. TBMM Hükümeti Dönemi Türk Dış Politikası
2.2. Montreux (Montrö) Boğazlar Sözleşmesi (20 Temmuz 1936)
2.2.2. Montrö Görüşmeleri ve Sözleşmenin İmzası
Neste item são apresentados os dados coletados, necessários para a análise de ventos e a elaboração dos mapas, e sua fonte de consulta.
5.1.1 Dados de Vento
O estudo acerca da intensidade e direção dos ventos incidentes no lago de Ilha Solteira baseou-se em um conjunto de dados formados por uma série histórica de 14 anos de registro (1977-1990), disponibilizada em formato digital pela CESP para a UNESP. Estes dados foram registrados na estação meteorológica de Ilha Solteira que era operada pela CESP, nas vizinhanças do canteiro de obras da construção da usina, a jusante da barragem, situada a 326,00m de altitude, nas coordenadas: Latitude 20° 25' 23,5'' S e Longitude 51° 21' 12,6'' W. Os dados disponíveis são a direção predominante do vento diário, em (%), e velocidade média diária, em (m/s).
5.1.2 Mapa de Declividade
O mapa de declividade das margens do reservatório de Ilha Solteira foi elaborado a partir de imagens fornecidas no banco de dados geomorfométricos do Brasil – Projeto TOPODATA, obtidas como resultado das etapas de processamento dos dados SRTM.
As imagens foram previamente identificadas no banco de dados a partir do mapa do Brasil (Figura 14), que apresenta a articulação das folhas com os respectivos prefixos. A escolha das imagens se baseou na necessidade de cobrir toda a área de estudo.
As imagens selecionadas foram a 19s525, 19s51_, 20s51_ e 20s525, com a variável numérica declividade em extensão (.tif). Salienta-se que estas imagens já se encontravam georreferenciadas.
Figura 14 - Banco de dados geomorfométricos do Brasil. Articulação das folhas com os respectivos prefixos.
Fonte: (INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS, 2009)
5.1.3 Mapa de Cobertura do Solo
O mapa de cobertura do solo das margens do reservatório de Ilha Solteira foi elaborado a partir das imagens fornecidas no banco de dados da Divisão de Gestão de Imagens do INPE.
O critério principal adotado para a escolha da imagem se baseou no nível de detalhe, buscando semelhança com as imagens utilizadas para a elaboração do mapa de declividade das margens. Assim mesmo foi considerada a data de captura da imagem, a pouca presença de nuvens e a necessidade de cobrir toda a área de estudo.
Desta forma, foi escolhida a imagem tomada sobre a área de estudo pelo satélite
Landsat-5, no dia 04 de novembro de 2011. As bandas consideradas para sua composição
5.1.4 Mapa de Tipos de Solos
Pelo fato do reservatório de Ilha Solteira estar localizado na divisa dos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, foram necessários os seguintes mapas para a elaboração do mapa das classes de solos das margens do reservatório:
a) mapa pedológico do estado de São Paulo na escala 1: 500.000; elaborado pelo Instituto Agronômico de Campinas – IAC e pelo Centro Nacional de Pesquisas de Solos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA. Este mapa foi disponibilizado em formato (.dwg) pelo Departamento de Engenharia Civil da Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira da UNESP;
b) mapa de solos do estado de Mato Grosso do Sul na escala 1: 4.500.000; elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE em parceria com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Planejamento da Ciência e Tecnologia do estado de mato Grosso do Sul – SEMAC. O mapa encontra-se disponibilizado
em formato (.pdf) no Relatório Parcial No.1 versão 2 do documento “Consolidação
da Etapa de Diagnóstico do Plano Estadual de Recursos Hídricos de Mato Grosso
do Sul” (SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS E AMBIENTE URBANO,
2008);
c) e o mapa de solos do Brasil na escala 1: 5.000.000; elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE e pelo Centro Nacional de Pesquisas de Solos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA, disponibilizado em formato (.pdf) no site do (IBGE, 2003).
Apesar das escalas generalizadas dos mapas, foi possível a visualização da distribuição espacial e a variação existente dos solos na área em estudo, permitindo o desenvolvimento da pesquisa.
Salienta-se que o mapa de solos do Brasil foi utilizado para extrair as informações de solos relativas ao estado de Minas Gerais.
O mapa pedológico do estado de São Paulo e o mapa de solos do Brasil adotam o novo Sistema Brasileiro de Classificação de Solos, contrário ao mapa de solos do estado de Mato Grosso do Sul, que manteve a antiga Classificação Pedológica.
5.1.5 Mapa de Pistas de Ventos
Os mapas de pistas de vento foram elaborados para as oito direções principais do vento. Para isso foi necessário o contorno do reservatório de Ilha Solteira, que foi disponibilizado em formato (.dwg) pelo Departamento de Engenharia Civil da Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira da UNESP. É oportuno dizer que o nível de detalhe do contorno do lago foi satisfatório para alcançar os objetivos da pesquisa.
5.1.6 Mapa de Altura de Ondas
O cálculo das alturas de ondas geradas pelo vento nos reservatórios de águas interiores está em função de duas variáveis imprescindíveis aos métodos propostos na literatura, que são a velocidade do vento e o comprimento da pista percorrida por ele.
Diante disso, os valores da velocidade do vento utilizados neste cálculo foram os obtidos na análise dos ventos realizada nesta pesquisa. Estes ventos foram considerados constantes, isto é, sopram ininterruptamente com a mesma direção e sentido.
Os comprimentos de pistas para cada direção foram obtidos nos mapas de pista de vento.
5.1.7 Mapas de Fragilidade à Erosão das Margens
Os mapas de fragilidade à erosão das margens do reservatório de Ilha Solteira foram elaborados considerando as variáveis de declividade, tipo e cobertura do solo das margens do reservatório e as alturas de ondas geradas pelo vento no lago, representadas cada uma em cartas temáticas de acordo com a metodologia adotada.