I. TBMM’DE MUŞ MİLLETVEKİLLERİ VE MECLİS FAALİYETLERİ 30
2.2. Ahmet Hamdi Bey (BİLGİN) 59
2.2.3. Ahmet Hamdi Bey’in Meclis Çalışmaları 60
2.2.3.2. Meclis Konuşmaları 87
Com o objetivo de financiar a inovação e o desenvolvimento científico e tecnológico do País, o FNDCT foi instituído pelo Decreto-Lei nº 719 de 31 de julho de 1969, restabelecido pela Lei nº 8.172 de 18 de janeiro de 1991 e alterado pela Lei nº 11.540, de 12 de novembro de 2007 (BRASIL, 2007).
Os recursos do FNDCT são provenientes do pagamento de
royalties, de parcela da receita das empresas beneficiárias de incentivos
fiscais, Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE), compensação financeira, direito de passagem, licenças e autorizações, doações, empréstimos e receitas diversas.
Tabela 1 - Linhas de ação, modalidades e programas da FINEP
Linha 1: Apoio à inovação nas empresas
Modalidades Programas Foco
FINEP Inova Brasil
Programa de Incentivo à Inovação nas Empresas Brasileiras com encargos reduzidos
(a) Financiamento às empresas
Juro Zero
Financiamento ágil para atividades inovadoras de produção e comercialização em pequenas empresas atuantes em setores priorizados PITCE.
Inovar Sement e
Programa de Investimentos à Criação de Empresas de Base Tecnológica
(b) Programas de capital de risco
Inovar
Promove o desenvolvimento das pequenas e médias empresas de base tecnológica com o desenvolvimento de instrumentos para o seu financiamento (capital de risco).
Subvenção Econô mica
Permite a aplicação de recursos públicos não- reembolsáveis diretamente em empresas.
Prime
Programa Primeira Empresa Inovadora apóia por 12 meses empreendimentos nascentes com até dois anos de vida com recursos de subvenção econômica.
(c) Apoio financeiro não- reembolsável e outras formas de atuação
PNI
Programa Nacional de Incubadoras e Parques Tecnológicos - Apoio ao planejamento, criação e consolidação de incubadoras de empresas e parques tecnológicos.
Linha 2: Apoio às Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs)
PROINFRA
Programa de Modernização da Infraestrutura das ICTs: apoio a projetos de manutenção, atualização e modernização da infraestrutura de pesquisa de ICTs.
(a) Apoio financeiro não- reembolsável
MODERNIT Programa Nacional de Qualificação e Modernização dos institutos de pesquisa tecnológica (IPTs).
Tabela 2 - Linhas de ação, modalidades e programas da FINEP Continuação...
PROPESQ
Programa de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica: apoio a projetos de pesquisa científica e tecnológica e desenvolvimento em áreas e setores do conhecimento considerados estratégicos
Eventos
Apoio financeiro para a realização de encontros, seminários e congressos de CT&I e feiras tecnológicas.
(b) Financiamento reembolsável para ICTs privadas
PIESP
Programa de Apoio a Instituições de Ensino Superior Privadas: promoção da qualidade do ensino e da pesquisa nas Instituições de Ensino Superior Privadas.
Linha 3: Apoio à Cooperação Empresas e ICTs
COOPERA
Programa de Cooperação entre ICTs e Empresas: apoio financeiro a projetos cooperativos de P&D e inovação entre empresas brasileiras e ICTs.
PPI-APLs
Programa de Apoio à Pesquisa e à Inovação em Arranjos Produtivos Locais (APL): apoio financeiro a atividades desenvolvidas por ICTs APL.
ASSISTEC
Programa de Apoio à Assistência Tecnológica: assistência e consultoria tecnológica por IPT a micro e pequenas empresas.
PROGEX
Programa de Apoio Tecnológico à Exportação: apoio à assistência tecnológica por IPT para melhoria do desempenho exportador de pequenas empresas. (a) Financiamento reembolsável para empresas e apoio não-reembolsável para ICTs PRUMO
Programa Unidades Móveis: apoio à assistência e prestação de serviços tecnológicos por IPT a micro e pequenas empresas por meio de unidades móveis.
Tabela 3 - Linhas de ação, modalidades e programas da FINEP Continuação...
RBT
Rede Brasil de Tecnologia: apoio a projetos entre empresas fornecedoras e ICTs, para a substituição competitiva de importações em setores selecionados.
Linha 4: Apoio a Ações de C&T para o Desenvolvimento Social
PROSOCIAL
Programa de Tecnologias para o Desenvolvimento Social: apoio a projetos de desenvolvimento e difusão de tecnologias de interesse social.
PROSAB
Programa de Pesquisas em Saneamento Básico: apoio a projetos de desenvolvimento e aperfeiçoamento de tecnologias nas áreas de águas de abastecimento, águas residuárias e resíduos sólidos.
HABITARE Programa de Tecnologia de Habitação: apoio a projetos na área de tecnologia de habitação. (a) Apoio financeiro não-
reembolsável
PRONINC
Programa Nacional de Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas Populares: apoio ao desenvolvimento do processo de incubação tecnológica de cooperativas populares realizadas por ICTs.
Fonte: Adaptado de FINEP (2009e)
Seus recursos são destinados ao apoio de programas e projetos de atividades de C,T&I, compreendendo a pesquisa básica ou aplicada, a inovação, a transferência de tecnologia e o desenvolvimento de novas tecnologias de produtos e processos, de bens e de serviços, a capacitação de recursos humanos, intercâmbio científico e tecnológico e a implementação, manutenção e recuperação de infraestrutura de pesquisa de C,T&I (BRASIL, 2007).
A modalidade de recursos reembolsáveis é destinada ao financiamento de projetos de desenvolvimento tecnológico em empresas e operado na forma de empréstimos pela FINEP. Na modalidade recursos
não reembolsáveis financiam-se as despesas correntes e de capital para
(BRASIL, 2007):
i. Projetos de ICTs e de cooperação entre ICTs e empresas; ii. Subvenção econômica para empresas;
iii. Equalização de encargos financeiros nas operações de crédito. Os Fundos Setoriais de Ciência e Tecnologia, criados a partir de 1999, são instrumentos de financiamento de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação no País. Há 17 fundos setoriais, sendo 15 relativos a setores específicos (CT-AERO, CT-AGRO, CT-AMAZÔNIA, CT-AQUAVIÁRIO, CT-BIOTEC, CT-ENERG, CT-ESPACIAL, CT-HIDRO, CT-INFO, CT-MINERAL, CT-PETRO, CT-SAÚDE, CT-TRANSPORTE, FUNTELL e FSA-AUDIVISUAL) e dois transversais. Destes, um é voltado à interação universidade-empresa (FVA – Fundo Verde-Amarelo), enquanto o outro é destinado a apoiar a melhoria da infraestrutura de ICTs (CT-INFRA) (FINEP, 2009b).
As receitas dos Fundos são oriundas de contribuições incidentes sobre o resultado da exploração de recursos naturais pertencentes à União, parcelas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de certos setores e de CIDE incidente sobre os valores que remuneram o uso ou aquisição de conhecimentos tecnológicos/transferência de tecnologia do exterior (FINEP, 2009c).
Com exceção do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (FUNTTEL), gerido pelo Ministério das Comunicações, os recursos dos demais Fundos são alocados no FNDCT e administrados pela FINEP, como sua Secretaria Executiva. Os Fundos Setoriais foram criados na perspectiva de serem fontes complementares de recursos para financiar o desenvolvimento de setores estratégicos para o País (FINEP, 2009c).
Os Fundos Setoriais têm deliberadamente expresso, em seus editais, a preferência por projetos que integrem a pesquisa pública e o
setor privado, na condição de agente financiador e executor de atividades de pesquisa. A constituição de arranjos de pesquisa e inovação entre estes atores permite ainda sensibilizar e conscientizar as empresas acerca de seu papel no desenvolvimento do sistema nacional de inovação.
5.3. Marcos regulatórios da Política Nacional de Ciência, Tecnologia