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Manastır’ın Osmanlı İdari Teşkilatındaki Konumu

1.2. Manastır’ın Osmanlı Hâkimiyetine Geçişi ve Sonrası

1.2.2. Manastır’ın Osmanlı İdari Teşkilatındaki Konumu

O período de cobertura da temática educação brasileira na base de dados Francis é 1961-2003, sendo que os anos de 1961 e 1969 apresentam apenas um registro e esses

se referem ao tipo documental “livro”, referentes a duas publicações editadas em inglês com editores da Inglaterra e EUA, respectivamente. A etnologia foi o assunto atribuído às duas obras.

A primeira delas é de autoria de W. Benton e A. Stevenson e intitula-se “The voice of latin-america”. O resumo informa que a obra faz de um balanço político- econômico e social de uma América Latina “impaciente” nos anos 1960 e proposições para o futuro.

A segunda publicação é de autoria de E. Galvão e C. Wagley, intitulada “The Tenetehara indians of Brazil: a culture in transition”. Os autores focalizam a sobrevivência da cultura dos Tenetehara no momento em que perdem sua identidade como tribo indígena e se fundam na cidadania brasileira.

Na base de dados Francis o primeiro registro de artigo de periódico refere-se ao ano de 1978.

Os artigos desse ano são todos da revista Cadernos de Pesquisa, editada pela Fundação Carlos Chagas. Seis autores (A. J. Gouveia, Jacques Velloso, Heraldo Marelin Vianna, Iria Ghelen Closs, Cristina Bruschini e Pierre Furter) tratam de temáticas como a democratização do ensino, ensino supletivo e educação permanente, crise do ensino, educação superior, mulher e trabalho, política educacional.

A partir do ano de 1978 os registros são anuais e referem-se, em sua maioria (84%) a artigos de periódicos, conforme destacado anteriormente na Tabela 2 e totalizam, no período de cobertura da base, 1.501 publicações.

Conforme esclarece Okubo (1997 p.24), a contagem de publicações é um indicador bibliométrico que fornece uma primeira medida, simplificada e aproximada, da quantidade de trabalho produzido por um cientista, um laboratório, uma faculdade,

um grupo de pesquisa em P&D nacional ou internacional, um país, etc. Esse valor de base pode ser utilizado em combinação com outros e no caso de um número excessivamente elevado de publicações.

É preciso assinalar também que este indicador não fornece, a priori, nenhuma indicação sobre a qualidade das publicações. Essa lacuna pode, em parte, ser reduzida considerando os tipos de documentos (artigo científico, atas de congresso, obras de síntese, capítulos etc), a natureza do conteúdo (estudo prospectivo, histórico etc) e igualmente a revista na qual a publicação apareceu.

Para verificar o crescimento e a distribuição anual dessas publicações referentes à temática da educação brasileira na base de dados Francis construímos o Gráfico 1.

Gráfico 1 – Distribuição anual das publicações na base de dados Francis . 6 26 31 38 45 53 42 31 20 52 26 39 60 43 40 45 29 54 68 58 84 98 116 126 101 12 6 26 46 66 86 106 126 1978 19791980 19811982 1983 1984 1985 19861987 19881989 19901991 19921993 1994 19951996 19971998 1999200020012002 2003 Ano R e g is tr o s

Observando-se o Gráfico 1 verifica-se que a distribuição anual dos artigos não é uniforme, dado que nos primeiros anos se evidencia um crescimento (1978-1983), alcançando seu ponto máximo em 1983, para logo começar um descenso de três anos, até 1986, e novamente empreender um crescimento em 1995. Assim, temos picos de crescimento e queda, distribuídos ao longo do período 1978-1995.

A partir de 1996 até 2001 o crescimento das publicações é contínuo, notando-se apenas um discreto decréscimo em 1997. Os anos de 2002 e 2003 apresentam um decréscimo acentuado e uma possível explicação para isso é que a inserção dos registros das publicações nas bases de dados não é imediata, ou seja, exige um tempo de processamento para o sistema de informações.

As possíveis explicações para esse conjunto de dados podem ser buscadas em fatores externos às produções científicas no período de cobertura da base de dados ou em fatores intrínsecos às publicações.

Entre os fatores externos que poderiam ser cogitados estariam: a) a conjuntura política do país (governos militares, abertura, governos José Sarney, Fernando Collor, Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso); b) a política científica e tecnológica vigente no período, ou seja, o sistema de pós-graduação e pesquisa implantado no país após a reforma universitária de 1968.

Já entre os fatores intrínsecos às publicações poderíamos considerá-los de dois pontos de vista: o primeiro, relacionado a aspectos de editoração, tais como, lacunas na publicação de alguns periódicos; publicações que deixaram de ser editadas; títulos que foram substituídos por outros. O segundo, relacionado ao conteúdo das publicações, no caso os artigos científicos. Nessa perspectiva, as explicações sobre as oscilações na

produção científica em educação brasileira na base de dados Francis poderiam ser encontradas investigando-se as temáticas dos artigos.

É razoável supor que ao analisar as principais tendências temáticas das publicações determinados aspectos poderiam ganhar importância, não só em razão da quantidade de vezes com que foram evocados pelos autores, mas também pelo aprofundamento e densidade com que são tratados. A investigação sobre esses aspectos das temáticas poderia conduzir a possíveis explicações sobre a distribuição anual da produção científica em educação brasileira presente na base de dados Francis.

Para tanto seria necessária uma leitura pormenorizada de cada um dos artigos, não bastando apenas a leitura dos resumos ou a quantificação dos títulos e/ou das palavras-chave atribuídas aos artigos, o que reconhecemos como inviável no presente momento, tanto em termos de tempo quanto com relação ao enquadramento da presente pesquisa.

Esses indicadores de análise guardam semelhança com aqueles encontrados por Bastos, Bencostta e Cunha (2002, p.4) para cartografar a história da educação brasileira na região sul do país, a saber: a) a periodização dada pelos marcos consagrados pela história brasileira (República Populista, Período Militar, Redemocratização, entre outros) não considerando, entretanto, que haja “paralelismo sincrônico” entre desenvolvimento sócio-econômico e educação; b) os temas abordados; c) a natureza da produção científica.

Outra possibilidade de análise que se apresenta é explicar a distribuição das publicações em educação brasileira presentes na base de dados Francis entendendo que essa base contém parte dessa produção – aquela que os produtores da base escolheram – e não toda a produção científica brasileira em educação.

Também ficará mais fácil compreender como se dão a distribuição e o crescimento anual das publicações em educação brasileira na base de dados Francis se pudermos compará-los com produções científicas em educação de outras bases de dados.

Com base nessa perspectiva ensaiamos uma tentativa, que pode ser visualizada no Gráfico 2, comparando em termos percentuais o crescimento anual das publicações brasileiras em educação na base de dados Francis e no banco de dados Universitas/Brasil.

Gráfico 2 – Crescimento anual das publicações na base de dados Francis e no banco de dados Universitas/Br.

Embora as temáticas da bases de dados e do banco de dados sejam diferentes – educação brasileira e educação superior no Brasil, respectivamente – o Gráfico 2 evidencia que a distribuição da base de dados Francis equipara-se, e em alguns

0 100 200 300 400 500 600 700 1978 1980 1982 1984 1986 1988 1990 1992 1994 1996 1998 2000 2002 Ano P ub lic õe s U ni ve rs it as 0 20 40 60 80 100 120 140 P ub lic õe s F ra nc is Universitas Francis

momentos, ultrapassa, o do banco de dados Universitas/BR, demonstrando a consistência e representatividade da base. Também é possível verificar que as duas bases têm tendências de crescimento parecidas e apresentam grandes oscilações.