1.4. Araştırmanın Amacı
2.1.2. Müzik Eğitiminde Çağdaş ÖğrenmeYöntemleri (Oyun, Dans, Müzik Bileşeni)
2.1.2.2. Kodaly Yönteminin Eğitimsel Felsefesi
O modelo do Job Diagnostic Survey gerou vários trabalhos. A maioria deles para se detectar a validade do mesmo em seus vários aspectos e em ambientes organizacionais diferentes. Com relação a isso, podemos citar os trabalhos abaixo:
Pierce e Dunham (1976), em trabalho de revisão sobre a literatura referente a desenho de tarefas, consideram o JDS como o mais refinado dentre os utilizados e que várias pesquisas comprovam sua validade. Entretanto, ficam dúvidas no que se refere a diferenças individuais e de grupos de trabalhadores com respeito à resposta às dimensões da tarefa que, segundo eles, altera-se muito de amostras para amostras de acordo com as pesquisas.
Rousseau (1977), em trabalho em que observou a relação entre o modelo e aspectos tecnológicos36, também enfatiza a importância do JDS. Ficam duvidas sobre a influência de algumas variáveis das dimensões da tarefa sobre outras. A variedade e significado da tarefa foram as características que mais influenciaram satisfação e motivação.
Reilly III (1979), em trabalho experimental, manipulou situações junto a 42 estudantes graduados em administração. Seus achados colocam a importância da informação social como moderadora para os resultados, além da modificação das características do trabalho.
Orpen (1979), através de uma pesquisa junto a uma agencia federal, procurou observar os efeitos do enriquecimento de tarefa sobre a satisfação, motivação, envolvimento e desempenho. Foi utilizado o JDS e as conclusões principais mostraram que o enriquecimento da tarefa de forma objetiva teve correspondência na percepção dos trabalhadores, levou a significativo aumento na satisfação, envolvimento e motivação, e diminuição do absenteísmo e turnover. Em termos de aumento de produtividade, outras variáveis psicológicas devem ser observadas, pois o aumento, a partir apenas do enriquecimento de tarefas, não elevou substancialmente a produtividade.
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Kiggundu (1980) procurou investigar a validade do JDS através de uma pesquisa junto a trabalhadores de uma instituição financeira canadense. De forma geral, os autores aprovam o modelo, consideraram-no consistente, verificaram correlações entre as dimensões da tarefa, os estados psicológicos e os resultados do trabalho. Segundo eles, a única variável que apresentou problemas foi a de feedback do próprio trabalho que, em certas situações, mostrou baixas correlações. Foi aconselhado que se fizessem mais verificações com relação a essa variável.
Roberts e Glick (1981), em trabalho de revisão dos estudos sobre o modelo de Hackman e Oldham, apontam para cerca de 80 trabalhos conhecidos. Sua revisão apóia as relações entre percepções das dimensões da tarefa, Potencial Motivacional da Tarefa e Necessidades Individuais de Crescimento com relação à satisfação. As maiores críticas são feitas não ao modelo, mas aos vários trabalhos realizados que não conseguiram, a seu ver, uma validação apropriada de várias peculiaridades do modelo.
Dunham (1984), numa revisão geral dos trabalhos de desenho de cargos, afirma que, a partir do JDS, várias pesquisas já haviam sido feitas e que ofereciam suporte, de maneira geral, ao modelo. Que a intermediação dos estados psicológicos não tinha ainda sido verificada apropriadamente e que a força das necessidades de crescimento eram ainda objeto de muita controvérsia. A despeito disso, o autor afirma que os americanos respondem muito positivamente aos altos níveis das dimensões da tarefa. Ele afirma ainda que pessoas com alto nível em necessidade de crescimento respondiam mais fortemente às modificações nas dimensões da tarefa.
Loher, Noe, Moeller e Fitzgerald (1985), utilizando uma metodologia estatística baseada em meta-análise, resgataram os dados de vinte e oito trabalhos importantes que utilizaram o JDS, alguns deles citados anteriormente. Os autores procuraram achar a verdade sobre a relação entre características do trabalho e satisfação com o trabalho. Seus achados demonstram que, para empregados com alto valor nas variáveis de necessidade individual de crescimento, a relação é altamente positiva. Entretanto, para os indivíduos com baixo índice no conjunto de variáveis relacionadas à necessidade individual de crescimento, as características situacionais são mais importantes na determinação da satisfação. A FIG. 7 explica a situação.
FIGURA 7 – Modelo para relação entre complexidade do trabalho, NIC e satisfação. FONTE – LOHER, NOE, MOELLER e FITZGERALD, 1985.
Montagno (1985), a partir de experimentos que manipularam situações junto a estudantes, procurou observar aspectos mais amplos de influência no modelo de Hackman e Oldham. De forma geral, o trabalho, apoiado na teoria de equidade37, sugere que aspectos de contexto social (como informação social) podem afetar respostas à intervenção de mudança no trabalho.
Fried e Ferris (1986) em pesquisa junto a aproximadamente 7.000 empregados de 876 cargos em 56 empresas diferentes alertam para o que eles chamam de questões negligenciadas em trabalhos utilizando o JDS. Em analise fatorial, constataram que algumas variáveis relacionadas ao significado da tarefa, variedade de habilidade e autonomia redundam em um único fator. As variáveis identidade da tarefa e feedback foram consideradas como legítimas dimensões da tarefa. Complementando o trabalho, acharam variáveis situacionais e pessoais (como idade e educação) com influência na diferenciação entre as características do trabalho.
Glick, Jenkins e Gupta (1986), em trabalho realizado junto a 509 empregados de quatro empresas diferentes, afirmam que os resultados de sua pesquisa apóiam as ligações existentes entre as características do trabalho e os resultados do trabalho e também apóiam a importância de aspectos ligados à informação social.
Complexidade do trabalho Baixo NIC Alto NIC Satisfação Características situacionais
Fried e Ferris (1987) também fizeram uma metaanálise a partir de 200 trabalhos relevantes com a utilização do JDS. Os resultados apontam para relações entre características da tarefa e estados psicológicos e características e resultados comportamentais. Também oferecem suporte à intermediação entre características da tarefa e resultados dos estados psicológicos. (as correlações foram maiores utilizando-se a intermediação). A força de intermediação dos estados psicológicos e performance no trabalho não foi encontrada de forma a suportar a teoria. Sugerem, ainda, a integração de dois estados psicológicos críticos (significado experimentado e responsabilidade experimentada) em um único estado. Constataram a importância das necessidades individuais de crescimento e verificaram que a dimensão feedback do trabalho afeta todos os três estados psicológicos críticos.
Em trabalho junto a 742 trabalhadores de uma empresa química, Zaccaro e Stone (1988) dão suporte ao modelo no que se refere às relações entre características do trabalho, satisfação e intenção de deixá-lo. Seus achados demonstram também a mediação de aspectos como periculosidade no trabalho e necessidades intelectuais para os resultados do mesmo.
Renn e Vandenberg (1995) fizeram um estudo junto a 188 trabalhadores de escritório de certa organização, dispersados geograficamente no sudeste dos Estados Unidos, e mais 90 funcionários de uma companhia de seguros também na mesma região. Seus resultados dão suporte de forma geral ao JDS, principalmente no que se refere à importância dos estados psicológicos críticos como intermediários entre dimensões e resultados.
A partir das pesquisas mencionadas e ainda das considerações de Robbins (1999) e Davis e Newstrom (1992), não resta dúvida sobre a importância do modelo e sua validade em essência. As dimensões do cargo e a intermediação dos estados psicológicos para a satisfação e desempenho são considerados, hoje, como inquestionáveis. As únicas ponderações que podem ser feitas se referem à moderação de outras varáveis como importantes nessa relação como aspectos sociais (informação social) e de equidade percebida.
Entretanto, não se pode esquecer que o modelo de Hackman e Oldham (1975) já afirmava que necessidades contextuais e individuais de crescimento seriam moderadores importantes para o alcance dos resultados do trabalho.
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A teoria da equidade é uma dentre as motivacionais e preconiza a importância do sentimento de justiça em relação a outras referências, sejam outras situações, pessoas, organizações, cargos, organizações etc.
Com relação a validações do JDS em pesquisas no Brasil, o item seguinte apresenta um panorama e resumo do estágio das pesquisas sobre o tema QVT no país. Juntamente com a apresentação de outras pesquisas, serão apontadas algumas que procuraram validar o instrumento.