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Kamu Gözetim, Muhasebe ve Denetim Standartları Kurumu Düzenlemeleri Düzenlemeleri

BAĞIMSIZ DENETİM VE İÇ KONTROL SİSTEMİNE İLİŞKİN TEMEL KAVRAMLAR

6.2. Bağımsız Denetime İlişkin Ulusal Düzenlemeler

6.2.4. Kamu Gözetim, Muhasebe ve Denetim Standartları Kurumu Düzenlemeleri Düzenlemeleri

Quanto às afirmações referentes à Criação de Valor pelas Academias e Valor Percebido pelos Atlestas de Jiu Jitsu, os resultados também serão apresentados através de gráficos para que, dessa forma, os resultados presentes sejam visualizados da melhor forma.

A primeira afirmação, que trata da vontade dos atletas de levarem um bom resultado para a academia com o objetivo de obter o reconhecimento dos mestres, teve 63% dos respondentes concordando plenamente, 26% concordando parcialmente, 9% discordando parcialmente e 10% discordando plenamente, conforme gráfico 4 abaixo:

Gráfico 4 – Quero levar um bom resultado para a academia com o intuito de obter o reconhecimento dos meus mestres.

Fonte: Dados da Pesquisa

Nesta afirmação, verifica-se que 63% dos atletas dão muita importância em obter o reconhecimento dos mestres. Ou seja, procuram por uma experiência de relacionamento, por um benefício social e com satisfação baseada na consequência, conforme as teorias de Schmidit (2000), Churchill (2003) e Woodruff (1997), respectivamente. Apenas 9% discordam parcialmente, os quais podem não considerar tanto o reconhecimento dos mestres ao participar de um campeonato. Além disso, ao considerar conjuntamente as categorias “Concordo totalmente” e “Concordo parcialmente”, obtem-se um total de 89% dos respondentes.

Na segunda afirmação, referente à maior satisfação dos atletas por honrar os mestres e a equipe ao ganhar uma medalha do que pelo próprio fato de vencer, 51% dos

respondentes concordam plenamente, 35% concorda parcialmente, 5% discorda parcialmente e 9% discordam plenamente.

Gráfico 5 – Ao ganhar uma medalha, me sinto mais satisfeito por honrar meus mestres e minha equipe do que pelo próprio fato de vencer.

Fonte: Dados da Pesquisa

Nesta afirmação, 51% dos atletas se sentem mais satisfeitos pelo resultado de um campeonato por honrar os mestres e a equipe em que estão inseridos, o que significa que procuram por uma experiência de sentimento, por um benefício social e por uma satisfação baseada na consequência, concordando com os autores Schmidit (2000), Churchill (2003) e Woodfrudd (1997), respectivamente. Esse resultado torna-se ainda mais expressivo verificando a soma do percentual de respondentes que concordaram plenamente e parcialmente, o qual chegou a 86% do total. Enquanto apenas 5% discordam parcialmente, o que provavelmente consideram importante honrar os mestres e a equipe, mas pode não ser o fator que os leva a ficar mais satisfeitos, e 10% discordam totalmente.

Na terceira afirmação, referente ao fato de uma nova experiência já ser um fator motivador muito forte para o atleta, 68% concordam plenamente, 18% concorda parcialmente, 2% discordam parcialmente e 12% discordam plenamente.

Gráfico 6 – O fato de ser um novo desafio já é um fator motivador muito forte para mim.

Fonte: Dados da Pesquisa

Na afirmação 3, pode-se verificar que 68% dos atletas concordam que só o fato da participação criar um novo desafio para eles já é um fator motivador muito forte. Com isso, é possível entender que estes procuram por experiências que os fazem perceber a atratividade dela, podendo ser por um benefício social e/ou pessoal, tendo uma maior probabilidade de ser social, considerando que 63% dos atletas procuram o reconhecimento dos mestres e 51% desejam vencer mais pelo fato de poder honrar os mestres e a equipe do que o próprio benefício pessoal de ganhar a luta. Neste caso, a satisfação do atleta será focada no objetivo, que é a nova experiência que se propõe a vivenciar. Apenas 2% destes atletas responderam que discordam parcialmente, o que pode significar que um novo desafio não é um motivador, mas que pode interferir na decisão de lutar.

Na afirmação 4, referente ao fator de já terem sofrido ou presenciado alguém sofrer algum tipo de punição, 23% dos atletas concordam plenamente, 14% concordam parcialmente, 9% discorda parcialmente e 51% discordam plenamente.

Gráfico 7– Já sofri uma punição e/ou já presenciei alguém sofrendo algum tipo de punição por não participar de um campeonato.

Fonte: Dados da Pesquisa

Neste caso, o maior número de respondentes discordou plenamente sobre o fato de já terem sido punidos ou já terem presenciado uma punição. Portanto, não se verificou um custo psicológico na maioria, conforme teoria de Churchill (2003). Por outro lado, 23% concordaram plenamente e 14% concordaram parcialmente, totalizando 37% que concordaram em algum aspecto, podendo terem sido ou visto alguém ser penalizado por isso.

Na afirmação 5, que diz respeito aos atletas que já haviam recebido incentivos financeiros, 30% concordaram plenamente, 23% concordaram parcialmente, 12% discordaram parcialmente e 35% discordaram plenamente.

Gráfico 8 – Já tive incentivos financeiros da academia para participação em campeonatos.

Fonte: Dados da pesquisa

Nesta afirmação, pode-se verificar uma distribuição muito parecida entre os atletas que concordam e discordam terem recebido incentivos financeiros da academia. Dessa forma, a experiência de agir, de acordo com Schmidit (2000), abordando o cliente com incentivos financeiros, benefício funcional proporcionado pela academia, pode ser uma das estratégias para levar o cliente a competir. Contudo, as academias tem usado esse fator de forma muito específica. Não há um padrão entre elas. Algumas utilizam o recurso financeiro para incentivar os atletas e outras não.

Na afirmação 6, a qual deseja analisar se os clientes vão para campeonatos para subir de faixa, 40% dos respondentes concordaram plenamente, 32% concordaram parcialmente, 11% discordaram parcialmente e 18% discordaram plenamente.

Gráfico 9 – Desejo participar mais de campeonatos, pois sei que me ajuda a subir de faixa.

Fonte: Dados da pesquisa

Nesta afirmação, 40% dos respondentes concordaram plenamente que desejam participar de campeonatos para subir de faixa, portanto, a experiência de agir abordando o cliente confirmando este fato, é uma estratégia possível para as academias. Assim, o cliente poderá ter um benefício pessoal, por obter algo almejado por ele, e sua satisfação será focada no objetivo de conseguir mais rápido a faixa. De forma ainda mais notória, com a soma dos atletas que concordaram plenamente e parcialmente, 72% destes afirmam que participam de campeonatos para subir de faixa mais rapidamente, mesmo que alguns não concordem em algum aspecto. A minoria, os 11%, que discordaram parcialmente, provavelmente não consideram participar de campeonatos para ganhar a faixa mais rapidamente, mas isso pode ser um fator influenciador.

A afirmação 7, diz que os mestres informam que participar de campeonatos também satisfaz desejos pessoais como aumento de resistência e novos conhecimentos, com observação de 68% dos atletas que concordaram plenamente, 23% que concordaram parcialmente, 2% discordaram parcialmente e 7% discordaram plenamente.

Gráfico 10 – Os mestres afirmam que participar de campeonatos satisfaz desejos pessoais como aumento da resistência, novos conhecimentos, entre outros.

Fonte: Dados da pesquisa

Pode-se verificar que 68% dos atletas afirmam que os mestres dizem que o campeonato também satisfaz os desejos pessoais descritos. Portanto, os mestres estão fazendo o papel de agir, colocando os clientes em contato com experiências físicas, os abordando para mostra-los os benefícios pessoais e uma satisfação por consequência, após a frequência de campeonatos competidos, conforme teorias dos autores Schmidit (2000), Churchill (2003) e Woodruff (1997), respectivamente. Percebe-se um resultado ainda mais expressivo se observado o total de respondentes que concordaram parcialmente associado aos que concordaram plenamente, totalizando 91% dos respondentes, Apenas 2% dos respondentes discordam parcialmente, o que pode significar que os mestres não afirmam sobre o alcance destes desejos pessoais, mas pode ter sido percebido isso de alguma forma.

Na afirmação 8, procura verificar se os atletas são tratados de forma diferente na academia pelo fato de participarem de campeonatos, com 12% concordando plenamente, 30% concordando parcialmente, 14% discordando parcialmente e 44% discordando plenamente.

Gráfico 11 – Participo de campeonatos porque assim sou tratado de forma diferenciada na academia.

Fonte: Dados da pesquisa

Na afirmação 8, 44% dos atletas discordam plenamente que são tratados de forma diferenciada na academia por participarem de um campeonato. Portanto, essa forma de criar uma experiência através do relacionamento e de um benefício social, não foi retratada pela maioria, a qual, somando aqueles que discordaram plenamente e parcialmente, totaliza 58% dos atletas. Somente 12% concordam plenamente com esta diferenciação dos mestres para com os competidores, o que significa que, em boa parte, essa estratégia não é muito utilizada. De certa forma, essa informação contraria a teoria de Churchill (2003) e Schmidit (2000), pois os atletas não procuraram pelo benefício e experiência descritos, respectivamente.

A afirmação 9, diz que o dinheiro é um fator que pode impedir os atletas de participarem de um campeonato, tendo que 58% concordam plenamente, 21% concordam parcialmente, 7% discordam parcialmente e 14% discordam plenamente.

Gráfico 12 – O desembolso de dinheiro é um fator que pode me impedir de participar de um campeonato.

Fonte: Dados da pesquisa

Na afirmação 9, 58% dos atletas concordaram plenamente que o desembolso de dinheiro é um fator que pode impedir a participação em um campeonato. Ou seja, é uma experiência que os fazem pensar, cria-se um desafio intelectual para que estes possam resolver, pelo fato de existir um custo monetário envolvido. Apenas 7% discordaram parcialmente, que este custo não os faz deixar de participar de um campeonato, mas pode ter alguma influencia. Dessa forma, uma estratégia da academia pode ser justamente oferecer esse beneficio monetário para que o atleta possa competir.

A firmação 10 diz respeito à não interferência na vontade de lutar dos atletas mesmo com as dificuldades e desgastes pré-campeonato, os quais 51% concordaram plenamente, 28% concordaram parcialmente, 4% discordaram parcialmente e 18% discordaram plenamente.

Gráfico 13 – Dificuldades como esperar muito pelo momento de lutar e/ou outros desgastes pré-campeonato não tiram minha vontade de lutar.

Fonte: Dados da pesquisa

Na afirmação 10, 51% dos atletas concordaram plenamente que as dificuldades e desgastes antes do campeonato não tiram a vontade deles de lutar. Portanto, esta experiência de pensar se devem ou não participar de um campeonato os faz chegar à conclusão de que os custos temporais e comportamentais não interferem em sua decisão, o que nos permite dizer que não existe custo temporal nem comportamental para a maioria, que inclui aqueles que concordam de alguma forma, tanto plenamente como parcialmente, totalizando 79%. Como minoria, 4% dos respondentes discordaram parcialmente da afirmação, considerando os custos da afirmação, mas provavelmente não com todos eles.

Na afirmação 11, procura-se medir se os atletas se sentem satisfeitos após a participação em um campeonato, os quais 61% concordaram plenamente, 21% concordaram parcialmente, 11% discordaram parcialmente e 7% discordaram plenamente.

Gráfico 14 – Sinto-me extremamente satisfeito ao participar de um campeonato.

Fonte: Dados da pesquisa

Nesta afirmação, 61% dos atletas concordaram plenamente que se sentem satisfeitos ao participar de um campeonato, e 21% concordaram parcialmente, somando 82% de concordância em algum aspecto. Portanto, pode-se dizer que a maioria procura por uma experiência de sentimento com o intuito de obter um benefício pessoal, o fato de sentir-se satisfeito. Portanto, não só a academia os influenciou na decisão, pois esta afirmação mostra que os clientes também procuram por seus benefícios pessoais. Apenas 7% discordaram plenamente, sendo assim, a minoria não se sente satisfeita em participar de campeonatos.

Na última afirmação, diz que se não fosse por incentivos dos mestres, os atletas não participariam de campeonatos, com 44% concordando plenamente, 21% concordando parcialmente, 11% discordando parcialmente e 25% discordando plenamente.

Gráfico 15 – Se não fosse por incentivos dos meus mestres, não participaria de campeonatos.

Fonte: Dados da pesquisa

Apesar de muitos atletas sentirem-se satisfeitos com a participação em um campeonato, 44% deles concordam plenamente que não participariam se não fosse por incentivo dos mestres, procurando por uma experiência de relacionamento com estes e por um benefício social. Percebe-se este resultado de forma ainda mais expressiva com a soma dos percentuais daqueles que concordaram plenamente e parcialmente, o qual demonstra que 65% concordam de alguma forma que só participam de campeonatos por conta de incentivos destes incentivos, contra 35% que discorda de alguma forma, sendo 11% discordando parcialmente, os quais podem não considerar os incentivos dos mestres fator tão importante para a participação em um campeonato, mas que de certa forma talvez pode ajudar, e o restante discordando plenamente, os quais não consideram o incentivo dos mestres para participação em campeonatos.

Com a aplicação do questionário, pode-se chegar a algumas conclusões. Primeiramente, verificou-se que as estratégias de criação de valor das academias não

são voltadas para a punição, e sim para o reforço, considerando teoria de Skinner (1953; 2007). Essa informação foi retirada a partir da maioria de respondentes que concordaram não ter sofrido ou visto alguém sofrer punição pelo fato de não participar de campeonatos. Além disso, em outras afirmativas, os atletas mostram satisfação tanto de forma social como pessoal, repetindo seu comportamento de participação em campeonatos por serem reforçados por isso.

Como estratégia para criação de valor, verifica-se que é possível utilizar benefícios pessoais como forma de incentivo, pois este leva a um sentimento de satisfação, como é o caso da obtenção de faixa de graduação de forma mais rápida, e aumento de resistência e conhecimento, conforme os mestres afirmam que os campeonatos podem propiciar, vide gráficos referentes às afirmações 6 e 7.

Pode-se verificar também, que não somente os benefícios pessoais, mas também os sociais influenciam de forma significativa, visto que 44% dos atletas só participam de campeonatos por incentivo dos mestres, 63% procuram por um bom resultado com intuito de obter reconhecimento e 51% se sentem mais satisfeitos por honrar os mestres e a equipe do que pelo próprio fato de ganhar. Contextualizando o resultado com a hierarquia das necessidades de Maslow, pode-se verificar que os atletas procuram por: i) necessidades pessoais, ao esperar o reconhecimento dos mestres e por desejarem honrá- los; ii) necessidades de estima: pelo fato de se sentirem capaz para um novo desafio , por subirem de faixa mais rápido e poderem ter um “status” mais elevado dentro do tatame; iii) necessidades de auto-realização: marcado pela motivação que mostraram apenas por ser um novo desafio, se sentem satisfeitos após a participação, o que significa que se auto-realizaram naquele momento.

Dessa forma, podemos dizer que a academia precisa fazer com que, através de experiências como relacionar-se, sentir, pensar e agir, conforme teoria de Schmidit (2000), os clientes percebam a atratividade de um campeonato, tanto pelos benefícios sociais quanto pelos pessoais que este proporciona, baseados na teoria de Churchill (2003).

Com a percepção desses benefícios pessoais e sociais, aumenta-se a criação de valor pelo cliente. Portanto, para que este valor percebido seja melhor identificado, é preciso reduzir ao máximo os custos. Com a aplicação do questionário, pode-se perceber a inexistência de custos temporais e comportamentais, mas, por outro lado 58% dos atletas deixam de competir pelo desembolso financeiro. Contudo, a academia deve procurar diminuir o único custo observado, relacionado ao custo monetário, ao passo em que for possível e viável para ela.

Quanto ao processo decisório, foi visto que o incentivo dos mestres influencia de alguma forma 65% dos atletas, o que significa que existe uma grande participação no momento da decisão. Mas, por outro lado, verificou-se que também procuram por benefícios pessoais, tendo, então, influencia de desejos e anseios pessoais, os quais também influenciam na decisão final.

Conforme teoria de Woodruff (1997), conclui-se que os clientes procuram a satisfação tanto por consequência, ao obter o reconhecimento dos mestres, poder honra- los com uma medalha e ao buscar resistência e novos conhecimentos com a participação de campeonatos, como também satisfação por objetivo, ligada a obtenção mais rápida de faixa de graduação e pela procura por um novo desafio.