2. YAŞLANMANIN POLİTİK EKONOMİSİ VE AKTİF YAŞLANMA
2.1.4. Kırsal Yaşlılık
b) Respeitar seus pais e professores, cumprir suas tarefas escolares, cuidar de seus materiais, obediência e outros.
c) Respeitar regras estabelecidas pelo grupo e freqüência diária. d) Respeitar pais, professores, colegas, estudar, participar. e) Respeitar os superiores, assistir às aulas.
f) Na escola, respeitar, fazer toda (lição) tarefa.
g) Ir todos os dias à escola, tratar com respeito a todos, fazer os deveres escolares, cuidar das coisas pessoais, chegar na hora certa para as aulas, estar sempre asseado.
h) Ir â escola, ter condições dignas de moradia e alimentação. i) Freqüentar regularmente as aulas.
j) Freqüentar as aulas, respeitar os outros.
l) Em relação à educação, ser responsável, ter disciplina, cumprir horários, respeitar os colegas.
m) Deveres de cumprir o combinado em sala de aula, de freqüentar as aulas regularmente, cumprir e conhecer o regulamento escolar e o ECA.
n) De estudar, freqüentar as aulas, cuidar do material, respeitar os outros.
o) Cuidar do material, conservar a escola, conhecer o cumprimento do ECA, comparecer às aulas, cumprir o combinado na escola.
Na análise dos deveres das crianças e dos adolescentes apresentados pelos professores constata-se a coerência com o que foi apresentado no Gráfico 13, quando afirmaram conhecê-los “mais ou menos”, já que, da mesma forma que apontam deveres que, realmente, são pertinentes às crianças e aos adolescentes, acabam por relacionar outros que não guardam a mesma relação. Por conseqüência, as mesmas observações que foram lançadas em relação à atuação do professor e os direitos têm relevância nesta oportunidade. Pois, aqueles professores que apontaram para situações que não guardam relação com os deveres das crianças e dos adolescentes, ou que os conhecem superficialmente, terão dificuldades em desempenhar o seu mister como professor intelectual crítico reflexivo, pois lhe faltará a base teórica, que não pode ser desconsiderada, conforme esclarece PIMENTA.
Deve-se ressaltar que muitos problemas que ocorrem na sala de aula e na própria escola derivam do desconhecimento, ou do conhecimento superficial dos direitos e deveres dos alunos, que acabam por prejudicar a prática docente.
Quando se abordou, no Capítulo II, a questão dos direitos e deveres (a figura do direito tem como correlato à obrigação) e a indisciplina (que segundo Taille, pode se traduzir de duas formas: 1- Na revolta contra as normas;
2- No desconhecimento delas) buscou-se, exatamente, firmar a relação entre esses temas e a atuação do professor, como agente de mudança social. O desconhecimento do professor daquilo que foi estabelecido na norma legal pode contribuir para a ocorrência de problemas como a indisciplina. Daí porque o seu conhecimento, em relação a esta questão, é de fundamental importância para o bom desempenho de seu mister e, principalmente, insiste-se, para atingir os objetivos propostos para a educação.
3.3. O ECA e o princípio da proteção integral.
Como exposto na segunda parte deste trabalho, o princípio da proteção integral constitui-se no eixo norteador do Estatuto da Criança e do Adolescente, projetando-se como referencial obrigatório para análise do conhecimento do professor em relação à referida lei e de sua atuação docente.
Na verdade, trata-se de princípio adotado pela Constituição Federal, revelando daí a importância do seu conhecimento, pois devem segui-lo todas as demais regras que tratem da questão envolvendo a criança e o adolescente (leis complementares, ordinárias, normas internas, resoluções, pareceres, regimentos escolares, etc.). A título de exemplo, pode-se afirmar que, da mesma forma que o princípio da proteção integral, o princípio da ampla defesa adotado pela Constituição Federal também deve ser obedecido pelo regimento escolar, para aplicação de qualquer sanção a um aluno faltoso.
Quanto ao princípio da proteção integral adotado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, deve-se registrar que ele se assenta nos seguintes paradigmas:
• Criança e adolescente como sujeitos de direito – deixam de ser objetos passivos para se tornarem titulares de direito.
• Destinatários de absoluta prioridade.
• Respeitando a condição peculiar de pessoa em desenvolvimento.
Esse novo paradigma é do conhecimento do professor? Como ele traduz este princípio? Qual o reflexo dele, na sua atuação docente?
Dos professores investigados, 60,38% afirmaram não conhecer o significado de tal princípio, enquanto, 24,06% declararam conhecê-lo e 15,57% sabem mais ou menos (Gráfico 14).
0% 20% 40% 60% 80% 100% total (%) 24,06% 60,38% 15,57%
Sim Não Mais ou Menos Não Entendi a Pergunta
Gráfico 14 – Distribuição dos professores quanto conhecimento do significado do princípio da proteção integral.
Fonte: Questionários aplicados nas escolas Base: 212 questionários respondidos.
Verifica-se, pelos números apresentados, um destaque especial para aqueles que não conhecem o significado do princípio (60,38%) ou que conhecem mais ou menos (15,75%). Em face desta constatação, será que os professores tratam seus alunos como sujeitos de direitos? Será que admitem que os alunos sejam destinatários de absoluta prioridade? Respeitam a condição peculiar dos alunos como pessoas em desenvolvimento?
Observa-se que este princípio é de extrema importância, quando analisado em face da atuação do professor, pois é ele que deve orientar toda a ação voltada para as crianças e os adolescentes. O fato de tratar os alunos como sujeitos de direito (e não como objetos), destinatários de absoluta prioridade, respeitando a sua condição de pessoa em desenvolvimento é fundamental e se traduz em uma prática que revela o professor como um intelectual crítico e reflexivo.
Conceber o aluno como sujeito de direitos é reconhecê-lo como um ser humano dotado de sentimentos e limitações. Respeitar sua condição como pessoa em desenvolvimento é compreender o processo de transformação e evolução por que passam a criança e o adolescente, proporcionando-lhes um tratamento adequado a cada uma destas fases. Destinatário de absoluta prioridade revela que a criança e o adolescente devem receber um papel de destaque em qualquer ação escolar, ou seja, é colocá-los em primeiro lugar, como o centro da atuação profissional do professor.
Caso não seja essa a atuação do professor, certamente os objetivos traçados para a educação não sejam atingidos e o aluno, dificilmente, terá um desenvolvimento adequado ou será preparado para o exercício da sua cidadania.
É certo que os professores que responderam conhecer o significado do principio da proteção integral (24,06%) traduziram seus pensamentos, demonstrando, a grande maioria, o pleno conhecimento do princípio. Porém, em número bem menor, outros professores apresentaram, em suas respostas, um certo equívoco na questão conceitual, que compromete a sua atuação docente.