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2. Bölüm Kuramsal Çerçeve

2.8. Kültürlenme

2.8.1. Kültürlenme stratejileri

Keynes

De qualquer maneira, será em tal contexto histórico e político que se desenvolve um tipo especial de Keynesianismo1e afirma-se como sendo um Estado de Bem Estar Social passível de ser estendido para a economia mundial. O keynesianismo internacionalista do pós 2ªGuerra Mundial foi alavancado pela demanda desses gastos militares, indicando sua condição bélica, tal qual havia sido antecipadamente condenado, como a pior via da sustentação da demanda, pelo próprio Keynes.

Um primeiro desvio ossificador da teoria contida dos programas que deveria aparecer como uma prática econômica inovada por parte do Fundo, insinua-se já na origem desse. Algo que, em função disso, não pode ficar sem considerações. Sabe-se que as condições iniciais de onde surgem as trajetórias do FMI, a recriação dos organismos internacionais com a falência da Liga das Nações e capitaneada pela nova Organizações das Nações Unidas, os seus programas de trabalho, modelos teóricos macroeconômicos e sua configuração institucional.

Todos esses instrumentos encontram-se embutidos, por sua vez, na criação de um conjunto de organismos internacionais no após a 2ª Guerra além do próprio Fundo Monetário Internacional (FMI): o Banco Mundial (BIRD), o Acordo Geral sobre Tarifa e Comércio (GATT) vinculados diretamente aos problemas de retomada do desenvolvimento econômico mundial e, deve-se sublinhar, uma estratégia em geopolítica que confronta a construção de uma área econômica particular aos países socialistas.

Essa nova área, avessa aos objetivos centrais das economias capitalistas, dá materi- alidade e unicidade a um conjunto de normas e regras que definem, por oposição e confronto, esse conjunto de instituições, abrigando-as no interior de um mesmo desdobramento. Com especificações e objetivos complementares, atuam de maneira diversificada para que se possa dar a devida abrangência e validade universal às suposições e fundamentos que possuem e para que possam partir, coordenadamente, remando no interior desse novo contexto.

A bordo de uma nave peculiar coube ao FMI, composto pela adesão de várias sociedades e economias distintas entre si, assegurar uma navegação tranquila, no sentido de que as instabilidades provocadas pelas disputas nacionalistas, em torno de um câmbio flutuante, e pelas barreiras existentes ao comércio internacional – motivos das disputas militares que levam à primeira guerra mundial – fossem superadas por uma nova regra e novas condutas, entre os países, sob o auspício da adoção generalizada de um câmbio fixo e ajustável, atendendo aos interesses maiores do crescimento econômico comum e pacífico da economia internacional.

Rumo, remo e âncora seriam, ademais, assegurados pela relação das divisas nacionais para com o valor do dólar, pelo principio da paridade e, não menos importante, pela presunção da liberdade comercial para todos os Estados envolvidos por essa nova regra internacional.

A bordo dessa nave e navegando por mares, ainda, a serem desbravados deveria se garantir o cumprimento interno das demandas sócio-econômicas, no front interno dos países capitalistas, provenientes das conquistas em políticas econômicas por parte das classes sociais produtoras de valor e da pressão exercida pelas sociedades não-capitalistas que recai sobre os países que estão navegando, a bordo, em função daquele desdobramento geopolítico.

Daí a urgente tarefa ao FMI: exercer controle e coordenar tanto os déficits como os excedentes em balança de pagamentos e a pressão em políticas sociais internas, evitando que economias nacionais deficitárias incorressem em medidas de políticas macros, constrangedoras da demanda agregada, com efeitos perversos e rejeitados para aquele momento histórico, sobre o nível do emprego e dos investimentos. Porta-se, nessa tarefa desde esse momento, como um Mestre que tem por responsabilidade inibir e punir as possíveis recessões econômicas e mudanças políticas radicais, as quais poderiam advir da conjuntura histórica na qual navega.

Por demais conhecido, caberia ao FMI caberia, estabelecer as condições de regulação internacional do câmbio praticado entre os países, cujo teto limite seria de 10%, para que ninguém fugisse as regras de desvalorização das moedas nacionais, muito menos para impor, unilateralmente, qualquer medida restritiva ao comércio internacional entre os bens e, se preciso, caberia a este injetar liquidez ao sistema.

Assim, seu estatuto previa em seu primeiro e mais importante Artigo I, que seriam seus propósitos: promover emprego e aumento da renda real, como objetivo primário da política econômica dos países membros, facilitar a expansão e o crescimento equilibrado do comércio internacional, auxiliar no estabelecimento de um sistema multilateral de pagamentos relativo às transações correntes entre os membros e na eliminação das restrições a trocas externas, dar suporte, em última instância, a esses países, na correção dos desequilíbrios da balança de pagamentos e guiar as economias nacionais para esses propósitos mais gerais.

Ora, tais posturas não eram meras posições de princípios, posto que ao mesmo tempo em que esses propósitos rompiam com a situação própria da economia, no início do século XX, efetivadas nas circunstâncias geradoras da 1ª Guerra Mundial, sinalizavam, igualmente, um conjunto de procedimentos para se gestar o novo sistema monetário internacional adequado aos novos tempos, onde, no qual, deveria ser jogada sua âncora.

A responsabilidade do Fundo em torno das normas internacionais, na qual a Idade de Ouro do Capitalismo Moderno poderia ser ajustada, inicia-se aqui. Mas, se assim, um primeiro desvio que ossifica a teoria contida nos seus programas e propostas de trabalho para a contenção das rivalidades e disputas a bordo, insinua-se já na origem desses propósitos.

Uma primeira fricção decorreria dos ruidosos efeitos das constantes negociações em torno do câmbio entre os bancos centrais da época, motivadas pelo movimento do capital entre EUA e Europa. Contribuía para o arrefecimento dessa disputa as possibilidades do crescimento econômico do pós-guerra, tendo em vista a retomada da atividade industrial europeia, que exerce pressão positiva sobre o nível de emprego nesses países europeus. Enquanto que esses efeitos nos EUA eram oscilantes, repercutindo sobre as demais nações, dependentes, de uma forma ou de outra, do comércio exterior voltado para essas economias. (TRIFFIN, 1972, p. 54-61).

Logo, se existia uma coordenação como um objetivo do Fundo, necessária à nave- gação, essa era defensiva e justificava-se frente ao contexto passado para legitimar as medidas tomadas no contexto presente, surgida do desempenho e funcionamento das próprias regras

concebidas para navegar-se nos novos tempos. Na formulação de Eichengreen2:

Taxa de câmbio fixas mas ajustáveis eram factíveis somente porque os controles de capital protegiam os países que buscavam defender suas moedas contra os fluxos de capital desestabilizadores e asseguravam o espaço de manobra necessário para que os ajustes fossem feitos de modo ordenado. Os fundos do FMI eram recursos extras de defesa para os países empenhados em manter o câmbio fixo em face de pressões do mercado. E a monitoração do Fundo desencorajava o tipo de mudanças nas paridades e controles que poderiam resultar em aproveitamento indevido do sistema.

Portanto, a primeira batalha a bordo dava-se em torno do problema da construção da legitimidade para a melhor forma de atuação do Fundo, ancorada no (SBW) como um todo. Questionada e pressionada pelo ambiente de disputa entre as economias socialistas e capitalistas, de um lado, e de outra abalada frequentemente por problemas internacionais de liquidez, na forma do Dilema de Triffin ou, ainda, demostrando-se incapaz em obter recursos e poder para influir sobre o ritmo da acumulação ou os desequilíbrios nas balanças de pagamentos, resultantes das deteriorações nos termos das trocas entre os países e os demais problemas de coordenação econômica à época, via-se forçado a fazer valer-se frente aos objetivos históricos maiores, nos quais fazia parte.

Com uma legitimidade a ser conquistada a cada batalha, por derivação da sustentação do Sistema de Bretton Woods, coube a todos a bordo a reconhecerem no FMI a consecução daqueles objetivos e de colaborarem com este na promoção de um sistema cambial estável e em assegurarem, através da nova instituição, a implantação de arranjos coordenados para os possíveis desajustes cambiais produzidos em sua seara.

Observa-se que, de saída, haveria o desafio de tornar compatível, esses propósitos gerais, com as possibilidades antevistas pelo Artigo IV, onde o Fundo aparece como instituição financiadora e fiscalizadora de fato, quanto à necessidade de uma correção de rumo, sempre que entendesse como necessário à estabilidade global do sistema econômico. O que poderia produzir, e produziu, mudanças macroscópicas em sua trajetória.

A tensão entre o programa do FMI e o contexto prático de sua ação fica assim estipulada em sua origem: por um lado um frequente exercício de detenção da realidade pelas ideias movedoras de seus propósitos, sempre pressionadas pela condição histórica evolvente em que atua, e, por outro lado, um ambiente de crise e de disputa que deve impor a adesão às regras institucionais para aqueles que se demonstravam não perfiladas com aqueles supostos gerais.

E, no decorrer dessa tensa navegação e instável direção das coisas, mais pelo que sua presença espelha e não pelo aquilo que produz, inicialmente o Fundo Monetário vai ter como equipamento teórico dissuasivo os tradicionais instrumentos conceituais gestados pelo

Mainstream da época. Devendo fazer uso desses, ao longo de todo o período histórico por onde vai navegar, como artefato instrumental e motivo de legitimidade para suas rotineiras intervenções.

Uma extensão da sua busca, passo a passo, por legitimidade que ao não se esgotar pela simples presença das regras do (SBW), o remete para uma dinâmica em sua operação e de constantes mudanças de rumo que se submete ao buscar reafirmar, de maneira sempre contraditória, esses seus propósitos políticos, morais, intelectuais e legítimos de origem.

Em suma, necessário reconhecer que o aspecto fundamental aí assentado pela constru- ção da institucionalidade do SBW, foi o de ter colocado, o FMI, como parte vital das articulações em poder e em economia entre os diversos países e suas economias nacionais. Instituindo-o como instrumento de referência necessário ao cálculo monetário e político, para decisões econômicas centradas em termos de trocas externas, constituição de reservas e investimentos externos, por parte, pelo menos, dos países membros, qual seja, dos países que subiram a bordo.

Como também, para viabilizar rearranjos mais específicos, na transição do anterior regime monetário existente no tempo do padrão Ouro-Libra, para a nova hierarquização entre as diversas moedas nacionais no pós-guerra, referenciada pela liderança do padrão Dólar-Ouro que ai toma corpo. Destaca-se, nesse movimento, a indução pela escassez que condiciona a forma de inserção dos países de moeda não conversíveis a esse recente mercado monetário internacional, dirigido e configurado pela nova moeda de reserva mundializada.

Note-se desde já, que a ação fiscalizadora do Fundo, nessa condição inicial, será acionada em condições de crise informada pela situação dada pelo comportamento dos meios de pagamento da balança comercial dos países membros. É essa visão de mundo, onde as a quantidade das trocas de mercadorias deve dar o rumo do ajuste do balanço de pagamentos e o fluxo fundamental por onde fluem as divisas, que indicará, por sua vez, a natureza do entendimento da política cambial e dos acertos e propósitos pelos quais o FMI deve mover-se, neste momento.

Aliás, daí também deriva uma postura que possibilita a autonomia das políticas domésticas, assentada pacificamente, em sua auto adequação aos propósitos da instituição, o que incluía a formalização de solicitações a empréstimos acima da quota, com pouca tensão na tomada das condicionalidades estatutariamente previstas pelo organismo. Isto porque as linhas de facilidades de crédito, definidas e apresentadas à frente, operavam no sentido de diminuir os custos das infrações cometidas pelos países membros ou, simplesmente, eram desconsideradas pelo Fundo, no caso da violação da regra de equilíbrio, mantendo-se uma

diplomática cordialidade na disputa entre os países membros.

Firmar posição em relação ao cenário internacional, apoiando-se em considerações teóricas que legitimem suas ações, portanto, que partam de uma visão de mundo para a economia mundial capitalista decorrente, essencialmente, das trocas comerciais entre os países, traçou a maneira pela qual dos Clássicos o Fundo chegaria aos modelos da síntese neoclássica de Keynes, por meio do Equilíbrio Geral de Walras. Mesmo estando o ponto de partida identificado com a economia clássica, as alterações conceituais e as releituras buscavam um enquadramento da para suas ações e legitimidade intelectual já nesses novos termos.

Na pluralidade das teorias clássicas sinteticamente, de uma forma ou de outra, o ponto central da discussão é o esforço feito para o entendimento da maneira pela qual o comércio internacional acarreta ou não o enriquecimento das Nações. Nessa perspectiva, o veículo da riqueza será visto, não apenas, como a detenção da moeda pelo Estado, no caso o ouro, que definiria os termos de sua soberania, mas também, a quantidade de trabalho incorporada na mercadoria que poderá ser internacionalmente transacionada.

Dessa forma, o debate indica muita coisa. Ressalve-se, primeiro, que se trata de compreender a qualidade e o tipo de recursos que os estados, soberanamente, possuem no embate que travam naquele plano, fluído, internacional. Segundo, traduz a maneira pela qual se deram as mudanças internas e externas aos países, que giram em torno das economias capitalistas centrais, na passagem do Século XIX ao Séc. XX.

Centrando-se sobre as diferenças entre recursos, naturais e sociais, acompanham a configuração dessas economias e os efeitos que esses recursos, tomados como dados pelo debate, trariam para as relações políticas externas, supondo-se conhecidos os seus efeitos internos. O objetivo e a importância dessas explicações para o Fundo e os demais navegantes é o de captar a desigual e a relevância da distribuição desses recursos entre os países, que passam a ser encaradas como possível fonte de vantagens comparativas, em função das variáveis que componham o custo total da produção de bens do país.

Igualmente, traz embutido nessa nova explicação e regra de conduta, seguindo aquele mesmo caminho perseguido pela síntese de S. Mill, de um lado, a necessidade do estabelecimento de uma diferença interpretativa que recai sobre a recusa do papel do Estado na configuração das questões relativas ao comércio internacional e proteção interna.

E adiciona, por outro lado, sobre essa, a concepção de que o melhor caminho para um comércio pacificado entre os países seria dado pela aceitação da regra da mais ampla

mobilidade dos fatores produtivos internos em relação aos fatores externos, convergindo-se, natural e legitimamente, ao cumprimento dos supostos contidos na teoria ricardiana das vantagens

comparativas.3 Aqui uma troca sútil insinua-se ideologicamente nos termos do debate, com

longo alcance sobre a visão de mundo propiciada pela entrada em cena da teoria dos custos comparativos que vai orientar os propósitos, navegantes, do Fundo.

É que todo o entendimento anterior, sobre esse tema, supunha a expansão da teoria do valor trabalho, nos termos clássicos, ajustada para o quadro internacional externo, sem perda de sua validade. Isto é, a criação de uma teoria internacional do valor sujeita às condições simultâ- neas da presença dos impactos decorrentes da divisão internacional do trabalho, especialmente no campo distributivo proporcionado pela industrialização, da urbanização das diversas economias nacionais, da criação do seu mercado interno e a questão política implícita ao entendimento desse processo, isto é, se haveria ai um ou não um maior ganho, em poder e riqueza nacionais, frente aos termos da concorrência internacional, à luz de sua dinâmica política interna.

Tudo isso, ainda, antevisto por sobre os caminhos da expansão da economia capita- lista, do ponto de vista da teoria, à luz de seus resultados sobre o salário e a riqueza nacional, o poder militar e o econômico, de suas formas de concorrência, estagnação e crises.

Concorrência, que nesse sentido, vai significar criar rivalidades por fatores inter- namente escassos ou indisponíveis em função da concorrência e da divisão internacional do trabalho. Que indicam, por seu turno, a capacidade pela qual as economias nacionais, seu grau de avanço econômico e histórico, seu nível de salário, emprego e renda, podem conseguir usufruir dos recursos econômicos necessários à sua benigna entrada nesse processo concorrencial internacional, que se dá apenas no longo prazo.

Com todo esse aparato em andamento, o comércio mundial apareceria como estável, assegurando para o regime internacional do padrão ouro, a estabilidade necessária às trocas internacionais entre os países. Enquanto que a busca de um certo igualitarismo corresponderia ao alcance de um equilíbrio e harmonia para o cenário internacional, contemplador de uma certa estabilidade dos preços e de uma consequente estabilidade para o valor das divisas internacionais, parecido, portanto, ao estipulado para uma pressuposta paridade de poder de compra entre os países.

Ocorre que, nos termos dos modelos neoclássicos dos custos comparativos absorvido pelo Fundo, cede-se à concepção de que os ganhos comerciais provêm, não desses aspectos

virtualmente politizáveis, colocados pelos clássicos, mas sim de uma suposta melhor realocação de seus recursos produtivos internos. Sendo que esses lhe aparecem como naturalmente distri- buídos, pela sorte ou qualquer outra forma de acaso, aos países que não podem modificar essa situação por ação direta sobre sua suposta escassez.

Nesse caso, os objetivos igualitaristas das nações se vêm deslocados e compreendidos especificamente pela capacidade que terá cada nação, dados seus recursos internos, de partilharem dos ganhos distributivos ao nível internacional. Quando equivalentes ou idênticos a um ponto de equilíbrio para as trocas internacionais, a equitatividade entre as partes, segundo o grau de suas participações, surge naturalmente, sem conflitos, fricções ou práticas políticas externas demandadoras de exercícios de soberania. E com a vantagem de poder ser medida, bastando, para tanto, o conhecimento das quantidades, relativas, dos fatores produtivos que cada sociedade possua.

Em sua forma mais avançada, à época, foi racionalizada e proposta por Ohlin,4e vai

afirmar como um princípio assegurador para essa nova situação que naturalmente:5

um país prestes a entrar em comércio internacional, . . . , já possui um sistema econômico altamente desenvolvido e flexível que ajusta seus métodos de pro- dução e combinações de fator para fazer frente a uma vasta gama de possíveis variações em ofertas relativas de fator.

O necessário a ser observado aqui é que se pôde excluir, portanto, dos supostos avanços teóricos, o quadro pelo qual os estímulos internos ao crescimento para fora, demanda tanto uma política de proteção às indústrias internas, quanto uma política comercial e cambial facilitadoras dessa internacionalização –com seus efeitos para o incremento da renda nacional, etc.

Retira-se, igualmente, os termos políticos e históricos pelos quais essa inserção possa ser realizada sob o domínio das economias centrais. E, também,se oculta das análises dessa dinâ- mica mundial, a presença dos fatores estagnadores e expansivos do sistema econômico, os quais, de uma forma ou de outra, partilham a visão de mundo dos Clássicos, sobre o comportamento cíclico da economia capitalista, com seus impactos sobre o comércio internacional.

Finalmente, ao mover-se nesse plano de análise internacional, anula-se um dos

4Para a suposição desse tratamento, nos termos de MYINT, (A “teoria clássica” de comércio internacional e os

países subdesenvolvidos, in (SAVASINI JOSé A. A. MALAN, 1979, p. 309-33).

aspectos caros a essa tradição própria à teoria do valor trabalho, qual seja, a de que o trabalho é o fator primário na criação da riqueza social e é algo que se encontra muito distante da premissa