• Sonuç bulunamadı

2. Bölüm Kuramsal Çerçeve

2.6. Kültürel Zekâ

2.6.1. Kültürel zekânın boyutları

Parece fundamentada a concepção de que, no período QUE antecede a construção do SBW, o capitalismo e a sociedade que se haviam criados teriam esgotadas suas reais possibili- dades de existência, frente a uma crise de proporções nunca vista. Parece, igualmente, coerente propor que os atores à época tivessem pautado suas ideias, ideologias e expectativas futuras sob o crivo das incertezas as mais radicais, considerando as consequências sociais e humanas desencadeados pelos efeitos da 1ªGuerra Mundial e aprofundadas, em uma década mais tarde, por uma crise política e econômica que foi se constituindo nas décadas posteriores ao final da Guerra, tomando toda a economia mundial, como uma grande depressão ao longo dos anos de 1920 e também anos depois.

Isso decorreu, por certo, devido a diversas transformações produzidas por um movi- mento de esgotamento e de tentativas de refundação da vida material e da própria sociedade, ao longo de todo esse período, chamado por E. Hobsbawm de Era dos Impérios, a qual em seus

termos (HOBSBAWM, 1988, p. 461).

ruiu sob o impacto de explosões que ela mesma gerara em silêncio durante os longos anos de paz e prosperidade. O que ruiu é evidente: o sistema mundial liberal e a sociedade burguesa do século XIX como norma à qual, por assim dizer, qualquer tipo de ‘civilização’ aspirava.

e o futuro, algo mais trágico ainda,1

. . . só ficou claro em meados do século e, mesmo então, o desenrolar dos fatos, embora talvez previsível, era tão diferente daquele com que as pessoas tinham se acostumado na era das convulsões, que elas demoraram quase uma geração para identificar o que estava acontecendo.

Assim, tudo indica, que os acontecimentos firmaram presença em todas as dimensões políticas e sociais, impondo uma refutação generalizada, também, das certezas contidas nas práticas decorrentes das explicações teóricas mais gerais para o funcionamento daquela sociedade, bem como em função de uma maior participação política dos povos, pressionando os limites daqueles regimes liberais, até então constituídos.2

Naquelas dimensões, por certo, destacaram-se as revisões e refutações, das visões liberais sobre o trabalho e a formação do próprio mercado de trabalho; as práticas informadoras das condutas próprias à tradição liberal no mundo das finanças; aquelas daí decorrentes sobre a concepção da moeda e da maneira pela qual essa deve ser socialmente apreendida; a revisão sobre as origens e os efeitos do pauperismo e da pobreza individual e nacional; a composição política para a direção do Estado e a redefinição de sua atuação no interior das políticas econômicas; e assim por diante.

Algo tão drástico, posto que vincula o trágico ao dramático, tende a colocar na cena da história todos os atores políticos, segundo sua posição de classe, seus interesses e concepções sobre o mundo passado e, ainda, segundo os termos de cada um, de sua capacidade de enfrentamento dos demais e da gestão das estratégias para os confrontos ou concórdias.

Assim, várias sortes de interrupções, distendimento e oportunidades colocam-se, pelo contexto, para indivíduos, Estados e classes sociais, no plano das ideias e, de acordo com as suas respectivas capacidades políticas de buscar, em sua especificação prática,(GRENVILLE,

2005, caps. II-IV), formas de dominação e de hegemonia políticas e sociais, construindo e desconstruindo cenas e cenários, representações e atores, numa velocidade desconcertante, indicando o parto de uma nova era.

Ou mesmo sua contraparte, qual seja, a perda de capacidade de dominação e de hegemonia por parte de atores recém-estabelecidos, em função da amplitude desses mesmos eventos, que uma postura política de mais longa duração poderia vir a sujeitar. Caso explícito do

2A lista das mudanças que atravessam esse contexto é significativa, podendo ser acompanhada nos diversos

capítulos constantes em,(BALL; BELLAMY, 2005). Mas evidente que houve, igualmente, nesse contexto a formulação

de novas compreensões sobre a realidade que iria ai surgindo, tendo curso na entrada do novo Século XX. Um caso que parece simbólico o suficiente, é o da discussão sobre o surgimento da psicologia em detrimento do arcabouço da Filosofia Moral, que ocorre ao final do séc. XIX, veja S. REED in, (TEN, 2005, p. 248-96), e toma corpo no início do séc. XX, como fonte de justificativas e entendimentos das conflituosas condutas observadas nos comportamentos dos indivíduos.

domínio liberal no campo das finanças, tal qual registrado em HELLEINER. op. cit. p.28. Ainda que o ambiente, portanto, fosse de incerteza radical, tanto os elementos políti- cos desaparecidos com a velha ordem, como os receios derivados de uma concepção inovadora de revolução social proletária iminente e as respostas cruzadas, a ambos, desempenharam cada quais, segundo os historiadores, suas especificidades no rearranjo da arquitetura de ideias e de propostas políticas para os novos tempos, definindo as possibilidades gerais da formação das coalizações políticas durante o período aproximado da grande depressão até o momento da formação do Sistema de Bretton Woods, com delimitadores impactos sobre o reordenamento após a 2ª Guerra Mundial.

Cabe frisar, foram os condicionamentos reais que embalaram as diversas ideias, supo- sições e alternativas frente à crise. A agenda global, nesse sentido, compreendia, em uma mesma medida, tanto os esforços pragmáticos de salvação do capitalismo, como a consequente recusa da regressão a situações políticas e históricas passadas, vistas com justificadas desconfianças. E também formas de reconciliações, olhando-se para o passado ou para o futuro, desenhando-se um tipo de Consenso político na forma de uma reação contra as forças do mercado adotada por toda uma sociedade, para que esta não seja aniquilada por aquelas forças.

Ou o desenrolar consensual de uma mesma atitude comum entre intelectuais, ati- vistas e cidadãos comuns no sentido da recusa ao liberalismo econômico, pressionada que foi

pelos efeitos e consequências da grande depressão (HOBSBAWM, 1996) sendo, provavelmente

Keynes(KEYNES, 1974), um dos melhores expoentes deste caminho Consensual ao indicar, frente

à crise, a necessidade de um Estado socialmente regulador.

Também se encontrava, na ordem do dia, a tomada do poder político pela classe operária, ideias desenvolvidas no bojo de formulações novas, tanto portando aspectos liberais da velha ordem, como aspectos essencialmente inovados, segundo os termos de uma revolução socialista, como em (HOBSBAWM, 1985) e, (ANDERSON, 1985), para um período histórico maior. Finalmente, as concepções e práticas de retomada da velha ordem, umbilicalmente associada aos movimentos de ruptura e independência colonial, colocavam-se como possibilidades efetivas de ruptura na ordem política mundial.

Incluíam-se, nessa agenda, concepções suficientemente flutuantes, distanciadas tanto das concepções liberais quanto das socialistas, pela síntese em inovadas formulações, fruto das impossibilidades de mudanças radicais, de um lado, e da impossibilidade de retorno ao passado, de outro. Em resumo, as críticas ao liberalismo, por parte dos antiliberais da época, junto com a plataforma política das esquerdas e os esforços políticos de manutenção da ordem, apareciam,

nesse contexto, motivados por ideias surgidas da e na conjuntura prática, nas várias dimensões nacionais, que solicitavam encaminhamentos teóricos práticos.

Pode-se ilustrar o quanto a crise implicou na exigência de revisão de valores e de práticas políticas e posicionamentos sociais, exatamente sobre a oferta de dole para os desempregados da crise. Essa oferta despertou versões sobre a distorção do espírito empreendedor dos indivíduos e sua dependência anômica para com o Estado e o seu oposto, igualmente encarado como vital para a recuperação do corpo e, em consequência, do próprio espirito e da consequente capacidade de trabalho de todos, tal qual consistiu em uma das ações do New Deal. Bem como, as questões de auto interesse dos indivíduos ou de uma presença maior da atuação estatal, pública, sobre os processos práticos de reprodução da vida social os quais, por certo, indicavam tanto questões práticas como teóricas normativas.3

Limitando-se as visões para a época, seria provável que houvesse diversas visões de mundo concorrentes, que formulassem alternativas distantes dessa tríade de alternativas teóricas, frente ao mundo que, se certamente incerto, era passível de reconstrução. E é mais provável, ainda, que, ao se contemplar a luta política interna e externa, naquele contexto prévio ao mundo de BW, perceber-se-ia as diferenças entre os diversos planos de reconstrução da economia e da sociedade da época, filtradas por posições, não de classes, suficientemente legítimas para apresentarem, por onde se inseriam o mundo do trabalho, da política e da cultura.

Isto em razão do fato de não parecer ser de todo improvável que as diferenças reais entre credores e devedores produzissem visões, ideologias e práticas políticas específicas para fazer vingar uma ou outra concepção, no quadro político, mesmo que as relações entre setores diversos das economias nacionais, provavelmente produzissem visões únicas sobre as saídas da crise, principalmente em função da maior participação do setor industrial na produção da riqueza de diversos países, em detrimento do seu setor agrícola, despontando-se para as condições econômicas dominantes no pós-conflito.

Ou mesmo as concepções produzidas pelas ideias e práticas dos atores voltados a seu mercado interno e aqueles voltados ao mercado mundial, certamente gerando diferentes expectativas sobre o futuro, todas muito reais e, portanto, aptas a colocarem-se no tablado das discussões.

Tanto a questão do gênero, como da mestiça formação dos espaços nacionais, le-

gitimamente colocavam-se à Época, nem sempre por ideias ou práticas unilaterais. (CHAFE,

2003) também (ELEY, 2002) Porém, parece ter sido suficientemente ampla a constatação do

esgotamento do capitalismo liberal daquele período e, de uma forma de outra, de uma concepção fragmentada sobre a necessidade da reconstrução de uma nova época, menos conflituosa, mais livre, mais igualitária ou mais funcional, a qual se refutou o livre cambismo anterior, refundou o protecionismo e as diversas formas de nacionalismo os quais se insurgiram como tendência prática à Época.

O contexto novo, por seu lado, surge da maneira pela qual vai se dando a prática política entre o Estado e a classe trabalhadora, onde os termos do Político passarão a ser filtrados pelos termos de uma política nacional exercida no âmbito do Estado, especialmente de uma política econômica voltada às questões, num tempo mais longo, dos direitos sociais de cidadania, da presença dos partidos políticos operários, mais tarde, sobrepondo-se a essas as políticas de

defesa da renda e do emprego(EICHENGREEN, 2000, p. 73).

Nesse sentido, respeitadas, ainda, as diversidades nacionais e suas respectivas tempo- ralidades na construção dessa nova relação, a questão da democracia política e os nacionalismos, no amplo intervalo que o conceito possui, juntamente com as pressões revolucionárias, revelavam- se como uma aspiração mais ou menos comum para todas as classes sociais e surgiam como visões aceitáveis para a reconstrução da crise do capitalismo liberal.

É evidente, também, que tanto a ação dos sindicatos, na maioria dos países capi- talistas, quanto à elaboração programática e atuação dos partidos de esquerda, principalmente na Europa, frente às conjunturas da época, já no tempo da II Internacional, bem como a ação econômica organizada pela classe capitalista e seus partidários, na apropriação concentrada e cen- tralizada do capital, pelos diversos tipos de oligopólios competitivos, os quais encaminham sua centralidade para a dinâmica da reprodução ampliada do capital, serão eles próprios, igualmente, fonte de mudanças críticas e novas referências para a prática política que vai se emergindo.

Assim, mudanças operadas na esfera do Estado, em função das conjunturas políticas da Época, especificamente nesses termos da intervenção pública na gestão da força de trabalho, através do aparato fiscal e monetário, bem como na gestão da moeda, especialmente na definição política dessa, em sua operação no interior do sistema econômico(BRUNHOFF, 1985), revelaram-

se centrais ao andamento de todo esse processo. Dois tipos de movimentos também se faziam presentes no interior desse processo.

Uma contestação, frente às mudanças da ação do Estado em especial, veio dos esforços da retomada da velha ordem, especialmente por tentativas de manutenção da prevalência dos termos mais gerais do laissez-faire, naquilo que, de vital, possuíam da presunção dos benefí-

cios de um mercado perfeitamente competitivo e da consequente trava para a ação do Estado. Tanto naquilo que se refere aos aspectos monetários, quanto em relação a sua presumida ação fiscal, basicamente, em torno de uma intervenção tributária transferidora da renda, socialmente produzida.

Outro grupo de movimentações adveio da luta política dos trabalhadores, buscando caminhos reais para a transformação política das sociedades e economias da época, suficiente- mente abrangente para, nela, incorporar os países europeus e também ecoar por sobre a sociedade norte-americana. Uma propagação desigual desses movimentos traduziu as condições específicas de cada sociedade, porém convergindo todos para sintetizar a ação política por sobre o Estado e na natureza de suas ações.

Em resumo, uma tríade específica atua fortemente nesse período, num verdadeiro silogismo, que conta também com as práticas específicas geradas no contexto das descolonizações com as criações de novos Estados independentes, cada qual à sua maneira, impondo dinâmica única para os respectivos processos de submissão, de coexistência, de engajamentos recíprocos e de alargamento, a cada momento nas diversas conjunturas.

As diferenciações entre os termos desse silogismo, por seu lado, foram postas pelos contextos históricos nacionais e/ou locais, ora aproximando-se das pulsões desse processo mais geral, dinamizado pela especiação ou especificação prática, as quais tendiam a convergir, em espírito e na prática, para os resultados obtidos na confrontação daquelas correntes formadoras da tríade, ora buscavam uma afirmação única em relação a uma das três ou quatro grandes possibilidades que se abriam.

Tudo indica que o pensamento e a atividade política de Keynes, qual seja sua filosofia política, sintetiza da melhor forma possível todas essas dimensões e influencia através da sua militância as verdadeiras razões da aceitação das mudanças em torno da ação estatal, em função das proposições contidas por seu trabalho, frente às lutas políticas observadas em todas as economias nacionais da época. O objetivo de sua filosofia encontra-se na atualização do Liberalismo, renegando o laissez-faire nele contido, de um ponto de vista antimarxiano, sendo, portanto, algo adequado, como uma resposta à crise.

Claro que o elemento político estratégico de sua formulação foi vital para o êxito de sua contribuição ideológica. Primeiro, buscando caminhos conciliatórios e de continuidade no encaminhamento dos efeitos revolucionários da sua TGE frente à condição intelectual da época. Segundo, não menos importante, ao não explicitar nesta sua obra postulações, conceitos e tratamentos teóricos na forma de um sistema metodologicamente aberto e com nova ontologia

social,4que, certamente, deflagariam os mesmos embates ideológicos que, hoje, observa-se entre as diversas escolas de pensamento keynesiano, em especial na tradição dos pós-keynesianos.

Posto de outra forma, por que Keynes e seus pressupostos tornam-se dominantes?

A visão de mundo engendrada no âmbito dos trabalhos de Keynes5, a economia capitalista

como uma economia monetária sujeita a crises causadas pela insuficiência da demanda, possuem tamanho significado político, porque atinge a expressão prática do seu tempo ao sintetizar, em seus trabalhos, as mais variadas concepções em política e economia da época à luz de uma análise concreta sobre as causas que levaram a civilização da época para a grande depressão. Nessa análise, o elemento chave é a demonstração de que as teorias práticas, ainda que inoperantes, frente ao mundo real, exercem um poder de atração sobre os atores fundamentais do sistema, as quais podem ser vistas como cimento das crises, demandando, portanto, desmistificação.

Como produto dessa crítica, Keynes demonstra que todas as concepções teóricas possuem uma política nelas inscrita, a ser apresentada no decorrer da crítica. Apresenta a sua própria teoria não como a única forma política possível, mas apenas a política mais adequada. Esse procedimento faz aparecer frente ao seu trabalho a necessidade de que quaisquer outras teorias sejam apresentadas como uma política, instituindo um procedimento geral. E, não irrelevante, os keynesianismos, em suas diversas versões práticas, resultam de uma possível derrota das opções à esquerda, sendo o experimento da República de Weimar o caso mais

emblemático, (MARRAMAO, 1990), da universalidade dessa derrota.

Em suma, os keynesianismos tornam-se possíveis, como uma visão prática referen- ciadora, porque os trabalhos de Keynes coabitam com tradições liberais anteriores e porque, também, proliferam-se frente à riqueza das contradições políticas e de suas diversidades, devendo dar conta dessas, tanto no âmbito interno das economias, como na projeção externa de seus resultados. Destaca-se aqui, portanto, em duas passagens vitais aos próximos desenvolvimen- tos:(KEYNES, 1983, p. 257).

. . . enquanto a ampliação das funções do governo, que supõe a tarefa de ajustar a propensão a consumir com o incentivo para investir, poderia parecer a um publicista do século XIX ou a um financista americano contemporâneo uma terrível transgressão do individualismo, eu a defendo, ao contrário, como o único meio exequível de evitar a destruição total das instituições econômicas atuais e como condição de um bem-sucedido exercício da iniciativa individual.

4(CHICK, 1993).

5Sínteses e proposições a meio de caminho encontram-se em Keynes, não apenas na TGE, como também, no

Importa ver aí sua dimensão interna aos governos nacionais em sua crítica ao Liberalismo. A condição internacional no seu argumento surge da seguinte formulação e estende o princípio e a política contida em sua teoria da demanda efetiva para toda a economia mundial:6

O crescimento da riqueza mundial tem sido menor, até agora, que o volume agregado das poupanças individuais, e a diferença corresponde às perdas sofri- das por aqueles cuja coragem e iniciativa não foram suplementadas por uma habilidade excepcional ou por uma sorte fora do comum. Se a demanda efetiva for adequada, porém, serão suficientes apenas habilidades e sorte normais. . . . se as nações podem aprender a manter o pleno emprego apenas por meio de sua po- lítica interna [. . . ], não deveria mais haver a necessidade de forças econômicas importantes destinadas a predispor um país contra os seus vizinhos. Haveria o lugar para a divisão internacional do trabalho e para o crédito internacional em condições adequadas . . . por causa do objetivo expresso de alterar o equilíbrio de pagamentos, a fim de criar uma balança comercial que lhe seja favorável.

A fonte da crítica reside na filosofia e na política da política econômica que Keynes formulou. Rapidamente: a dinâmica da acumulação capitalista se dá em um conflito político que se arma entre trabalhadores, empregadores e rentistas, sendo a moeda, o poder simbólico necessário ao exercício da dominação, não a luta de classes, a entrada chave para o entendimento dessa articulação. Em seu entendimento, cada classe social é movida de maneira diversa, na posse e no uso do dinheiro, sempre informada pelo seu aspecto essencial de ser o único ativo que pode manter uma rentabilidade positiva no tempo, em uma economia na qual, ele mesmo, por causa disso, é, também, medida da riqueza, reserva de valor e meio de troca.

Com um registro diverso e resultados diversos do de Marx, Keynes acentua para essa economia o caráter perfeitamente líquido que esse ativo, dinheiro, possui. E, por sua vez, vai se