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1.4. İNSAN KAYNAKLARI YÖNETİMİNİN FONKSİYONLAR

1.4.1. İnsan Kaynakları Planlaması

Para este estudo foram utilizados cinco cães da raça Beagle de uma mesma ninhada, apresentando 1 ano de idade, provenientes do Biotério Central da Universidade Federal de Santa Catarina. Os animais permaneceram sob os cuidados dos médicos veterinários e tratadores especializados durante todas as etapas do estudo, recebendo alimentação adequada e monitoramento do quadro geral de saúde, com especial atenção ao peso corporal. Semanalmente, estes animais foram pesados para verificar se houve perda de peso o que poderia indicar dificuldade de se alimentar devido a um quadro de desconforto ou dor.

Todas as exigências éticas e legais foram respeitadas, tendo este estudo recebido o parecer favorável do Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos e Animais da Universidade Luterana do Brasil. Este parecer está baseado nas Leis 6.638/79 e 9605, no Decreto 24.645/34, nos Princípios Éticos na Experimentação Animal (COBEA), nos Princípios para Pesquisa Envolvendo Animais (Genebra,1985), e em outras instruções que tratam da matéria. (Anexo 1)

Os cães, ao chegarem no laboratório, receberam injeção intramuscular de Rompum®* e Ketalar® ** (1/1), buscando o efeito sedativo e de relaxamento muscular, tornando o animal mais tolerante, e permitindo um procedimento anestésico seguro.

O bloqueio anestésico geral foi realizado com uma solução de Thionembutal®*** a 5%, aplicada de forma endovenosa na proporção de 0,2 ml / Kg de peso corporal do animal. Durante os procedimentos clínicos, os animais foram mantidos hidratados com soro fisiológico, e houve suplementação anestésica, sempre que necessária, respeitando a necessidade individual de cada cão. O período médio de duração do efeito do anestésico foi registrado, de modo a fornecer o reforço necessário no momento adequado, evitando qualquer forma de sofrimento do animal e a interrupção do procedimento operatório.

Pulpotomias foram realizadas nos segundos, terceiros e quartos pré-molares, num total de doze dentes para cada animal, sempre que não houvesse ausência ou comprometimento prévio do elemento dentário (Anexo 2).

* - Bayer do Brasil S.A. – São Paulo / Brasil.

** - Parke-Davis – Ache Laboratórios Farmacêuticos S.A. – São Paulo / Brasil.

Prévio ao procedimento clínico, todos os dentes foram tratados para eliminação de depósitos calcificados, recebendo raspagem, alisamento, e polimento com pasta profilática. Os dentes foram previamente radiografados para avaliar as condições das raízes.Para facilitar o procedimento de pulpotomia, as bordas da superfície oclusal dos pré-molares foram desgastadas utilizando pontas diamantadas no. 3071 *, em alta velocidade, sob abundante refrigeração (Figuras 1,2 e 3). Então, os dentes foram isolados com dique de borracha ** (Figura 4). Quando necessário, o isolamento foi mantido com grampos no. 00 ***. A assepsia do campo operatório foi realizada com álcool 70%. Obtidas as condições adequadas de trabalho, os três pré-molares de cada hemi- arcada foram preparados e receberam os materiais capeadores com uma distribuição randomizada. De modo a permitir uma visualização do estudo em todas as suas etapas, foi elaborada uma tabela detalhada, a qual pôde receber acréscimos de colunas, à medida que novos testes eram feitos e novos dados obtidos. Nesta tabela, as amostras foram listadas na seguinte ordem: identidade do cão > quadrante trabalhado > dente trabalhado. Os dentes receberam uma numeração crescente do primeiro ao último cão, e quando apresentavam duas raízes, as letras “a “ e “b “ representavam os condutos (Tabela 1).

* - KG Sorensen – São Paulo / Brasil

** - Dental Dam – Henry Schein – Nova Iorque / EUA *** - Ivory Company – Filadélfia / EUA

O Hidróxido de Cálcio Pró Análise – Ca(OH)2 * foi utilizado como

grupo controle, sendo o Agregado de Trióxido Mineral ** - MTA e o

PROROOT® MTA *** os materiais experimentais avaliados como agentes capeadores.

Após redução da borda oclusal dos dentes, uma broca de aço carbide no. 2 **** foi posicionada em turbina de alta velocidade. Então, o teto das câmaras pulpares foi cuidadosamente removido, sob constante e abundante refrigeração água / ar, de tal maneira que o tecido pulpar foi exposto. A hemorragia foi controlada através de irrigação da ferida pulpar com soro fisiológico *****.

Curetas afiadas e esterilizadas no. 17 ******, previamente adaptadas para as dimensões da câmara pulpar, foram empregadas na curetagem e remoção do remanescente da polpa coronária (Figura 5).

Após a curetagem, a hemostasia foi alcançada com bolinhas de algodão autoclavadas, iniciando com as umedecidas em soro fisiológico até chegar nas secas (Figura 6).

* - J.T. Baker – São Paulo / Brasil

** - Loma Linda University – Loma Linda, CA / EUA *** - Tulsa/Dentsply – Tulsa, OK / EUA

**** - SSWhite – Rio de Janeiro / Brasi ***** - Beker - Embu / Brasil

Com as cavidades secas, o tecido pulpar radicular exposto foi recoberto com os materiais experimentais ou controle (Figura 7).

Após capeamento pulpar, os agentes capeadores foram recobertos com uma fina camada de cimento de hidróxido de cálcio (Dycal®)*, e as cavidades restauradas com amálgama de prata (liga esférica - Tytin®, Sybron Kerr) ** (Figura 8), brunidas e o isolamento removido (Figura 9).

Ao final dos procedimentos operatórios, os dentes foram novamente radiografados, empregando a técnica periapical, no sentido vestíbulo-lingual, para avaliação das condições do capeamento pulpar (Figura 10).

Finalmente, os animais retornaram para o canil, em cativeiros isolados, mantidos com água em abundância e alimentação adequada, sempre supervisionado por equipe técnica especializada.

O sacrifício dos animais ocorreu no período mínimo de noventa dias e máximo de 105 dias após a realização da etapa clínica. Este procedimento foi realizado através de injeção de uma sobre-dose de Thionembutal.

Imediatamente as mandíbulas e as maxilas foram cirurgicamente removidas e lavadas em água corrente. As peças foram então submersas em formol tamponado a 10 % (formalina), e então mantidas em geladeira pelo período de 72 horas.

* - Dentsply – Rio de Janeiro / Brasil ** - Sybron Kerr – Michigan / EUA

Os dentes foram separados do osso alveolar e colocados em recipientes individuais, identificados com o número do cão, o quadrante e o número da amostra. Estes dentes foram novamente colocados em formol a 10%, onde permaneceram por um período adicional de 72 horas, quando foi removido o material restaurador e o agente capeador. Quando limpos, os dentes puderam ser estocados em água destilada, até que todas as peças estivessem devidamente reduzidas para observação em microscopia eletrônica de varredura. A primeira redução das peças dentárias foi realizada mediante a secção da porção coronária e radicular utilizando disco de diamante * sob refrigeração à água.

A segunda redução foi realizada manualmente, com o emprego de lixas d’água de granulação fina até a espessura média de dois milímetros. O cuidadoso e lento desgaste dos espécimes, ora pelo lado coronário, ora pelo lado apical, foi realizado até que a área da entrada dos condutos radiculares pudesse ser observada.

As amostras foram imersas em uma solução de glutaraldeído a 2,5% em meio tampão de cacodilato de sódio a 0,1 M, com pH de 7,4, por um período de 12 horas a 40 C. Após a fixação, as peças foram lavadas com 20 mL de cacodilato de sódio a 0,2 M, com pH de 7,4, por um período de uma hora, com três trocas, seguido de água destilada por um minuto. Os espécimes foram, então, desidratados em trocas ascendentes de concentração de etanol (25% por 20 minutos, 50% por 20 minutos,

75% por 20 minutos, 95% por 30 minutos e 100% por 60 minutos).

Finalmente as amostras foram montadas em stubs e submetidas à metalização com ouro, para posterior avaliação em microscopia eletrônica de varredura – MEV* .

Todas os espécimes foram avaliados na superfície voltada para porção coronária do dente.

Com o objetivo de visualizar a área da perfuração e sua obliteração, bem como analisar detalhadamente as características do tecido reparador formado, os espécimes foram avaliados com dois aumentos principais de 250 a 300 vezes e 3.000 vezes, respectivamente. As imagens obtidas no microscópio eletrônico foram armazenadas como arquivos digitais, em formato TIFF.

Notadamente, a microscopia eletrônica de varredura possui algumas limitações, inerentes à técnica, entre estas a dificuldade de observar estruturas que estejam em planos diferentes. A revisão da literatura mostrou que a barreira de tecido duro reparador não é, necessariamente, um fenômeno contínuo e linear. Portanto, a leitura das imagens unicamente através da MEV poderia gerar um viés negativo para àqueles espécimes onde a barreira fosse formada em um plano distante da superfície coronal, ou seja, mais apicalmente.

Por este motivo e buscando a validação dos resultados da MEV,

um estereomicroscópio ou lupa estereoscópica*, e um microscópio de luz** foram empregados, constituindo um total de três métodos de avaliação. O estereomicroscópio permitiu uma visão mais abrangente da amostra, com uma maior profundidade de campo, enquanto o microscópio de luz ofereceu uma imagem da luz captada nas áreas sem formação de barreira.

Assim como na MEV, as imagens obtidas pelos outros dois métodos foram também armazenadas em arquivos digitais, em formato TIFF.

* Modelo A21866, Carl Zeiss, Oberkachen, Alemanha * Modelo 62774, Carl Zeiss, Oberkachen, Alemanha

CÃO Quad. Dente MATERIAL n CÃO Quad. Dente MATERIAL n 178 SD 2PM CAOH 2 180 SE 4PM PROROOT® 40b 178 SD 3PM MTA 3a 180 IE 2PM PROROOT® 42 178 SD 3PM MTA 3b 180 IE 3PM Ausente 43ª 178 SD 4PM PROROOT® 4a 180 IE 3PM Ausente 43b 178 SD 4PM PROROOT® 4b 180 IE 4PM MTA 44ª 178 SE 2PM MTA 6 180 IE 4PM MTA 44b 178 SE 3PM PROROOT® 7a 180 ID 2PM Ausente 46 178 SE 3PM PROROOT® 7b 180 ID 3PM Ausente 47ª 178 SE 4PM CAOH 8a 180 ID 3PM Ausente 47b 178 SE 4PM CAOH 8b 180 ID 4PM CAOH 48a 178 IE 2PM CAOH 10a 180 ID 4PM CAOH 48b 178 IE 2PM CAOH 10b 181 SD 2PM MTA 50 178 IE 3PM MTA 11a 181 SD 3PM PROROOT® 51a 178 IE 3PM MTA 11b 181 SD 3PM PROROOT® 51b 178 IE 4PM PROROOT® 12a 181 SD 4PM CAOH 52a 178 IE 4PM PROROOT® 12b 181 SD 4PM CAOH 52b 178 ID 2PM PROROOT® 14 181 SE 2PM CAOH 54 178 ID 3PM CAOH 15a 181 SE 3PM MTA 55a 178 ID 3PM CAOH 15b 181 SE 3PM MTA 55b 178 ID 4PM MTA 16a 181 SE 4PM PROROOT® 56a 178 ID 4PM MTA 16b 181 SE 4PM PROROOT® 56b 179 SD 2PM MTA 18 181 IE 2PM PROROOT® 58 179 SD 3PM PROROOT® 19a 181 IE 3PM Ausente 59a 179 SD 3PM PROROOT® 19b 181 IE 3PM Ausente 59b 179 SD 4PM CAOH 20a 181 IE 4PM MTA 60a 179 SD 4PM CAOH 20b 181 IE 4PM MTA 60b 179 SE 2PM PROROOT® 22 181 ID 2PM CAOH 62 179 SE 3PM CAOH 23a 181 ID 3PM MTA 63a 179 SE 3PM CAOH 23b 181 ID 3PM MTA 63b 179 SE 4PM MTA 24a 181 ID 4PM PROROOT® 64a 179 SE 4PM MTA 24b 181 ID 4PM PROROOT® 64b 179 IE 2PM MTA 26a 182 SD 2PM PROROOT® 66 179 IE 2PM MTA 26b 182 SD 3PM CAOH 67a 179 IE 3PM Ausente 27a 182 SD 3PM CAOH 67b 179 IE 3PM Ausente 27b 182 SD 4PM Ausente 68a 179 IE 4PM CAOH 28a 182 SD 4PM Ausente 68b 179 IE 4PM CAOH 28b 182 SE 2PM MTA 70 179 ID 2PM Ausente 30 182 SE 3PM PROROOT® 71a 179 ID 3PM MTA 31a 182 SE 3PM PROROOT® 71b 179 ID 3PM MTA 31b 182 SE 4PM CAOH 72a 179 ID 4PM PROROOT® 32a 182 SE 4PM CAOH 72b 179 ID 4PM PROROOT® 32b 182 IE 2PM CAOH 74 180 SD 2PM PROROOT® 34 182 IE 3PM MTA 75a 180 SD 3PM CAOH 35a 182 IE 3PM MTA 75b 180 SD 3PM CAOH 35b 182 IE 4PM PROROOT® 76a 180 SD 4PM MTA 36a 182 IE 4PM PROROOT® 76b 180 SD 4PM MTA 36b 182 ID 2PM MTA 78a 180 SE 2PM CAOH 38 182 ID 2PM MTA 78b 180 SE 3PM MTA 39a 182 ID 3PM PROROOT® 79a 180 SE 3PM MTA 39b 182 ID 3PM PROROOT® 79b 180 SE 4PM PROROOT® 40a 182 ID 4PM CAOH 80a 180 SE 4PM PROROOT® 40b 182 ID 4PM CAOH 80b