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1. BÖLÜM

1.4. FRANSIZ ROMANTİZMİNİN KISA TARİHİ

1.4.3. İlk Romantikler ve Hernani Savaşı

A longa história do homem, mesmo em seu curso atual, é marcada em diversos pontos por antagonismos contraditórios constantes, os quais, muitas vezes, se precipitam em conflitos que revelam a irascível impossibilidade de convivência pacífica com a alteridade, com o diferente. Normalmente, aquilo que identificamos como “diferente” é rechaçado ou deslocado para a periferia de nossas mentes ou da nossa comunidade. No entanto, não sendo em si um valor, ao menos que seja dinamizada num inconformismo producente, a diferença é capaz de desenvolver-se em “Pequenas Histórias” com poder de ressonância no tempo. "Que vejo quando penso na história?”, pergunta-se Eugenio Barba, e diz:

Vejo a dança do grande o do pequeno. Seu ritmo grotesco, terno, ao final sempre cruel, impede que o tempo flua de maneira uniforme, e em troca o arranha e sacode, enchendo nossas vidas de essência e substância, de perfumes e paixões. Nesta dança há momentos em que somos arrastados e momentos em que somos nós que influímos no curso do tempo. Então, parece quer nossas mãos conduzem nosso destino. Muitos pensam que essa possibilidade de modelar o próprio destino é uma mera ilusão. Na realidade, é a ilusão de uma ilusão. Existe a Grande História que nos arrasta e nos submerge, e sobre a qual sentimos muito freqüentemente que não podemos intervir. (...) No entanto, na Grande História é possível recortar pequenas ilhas, minúsculos jardins onde nossas mãos podem ser eficazes, onde podemos viver nossa Pequena História. A Pequena História, tecida com recusas e superstições, é a de nossa vida, a de nosso lugar e de nossa família, a dos malenterndidos, encontros e coincidências, que nos tem conduzido ao ofício e ao ambiente aos quais decidimos pertencer. É evidente que a Grande História e as Pequenas Histórias não são independentes. Porém, as Pequenas Histórias não são simples porções da Grande. Os meninos constroem um pequeno dique às margens da corrente de um grande rio para fazer uma pequena piscina onde se banhar e não brincam na impetuosa corrente. Porém tampouco estão numa água diferente da que flui no meio do rio. 3

O Tupã Teatro é, para mim, esse “pequeno dique” à beira do rio, em fase de construção.

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VÍDEOS:

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ANEXO I