1. BÖLÜM
2.1.1. İbn Kuteybe'nin Kurʼân Kelimeleri Üzerine Çalışmaları
Na área mapeada ocorrem principalmente muscovita-biotita granitos a muscovita granitos de anatexia, isotrópicos a variadamente deformados. Inseridos nestes granitos são encontrados enclaves centimétricos a fragmentos hectométricos (englobados in
loco pelos granitos) de rochas metamórficas para- e ortoderivadas, constituídos
principalmente de muscovita-biotita xistos com ou sem granada, gnaisses, metarcóseos, migmatitos, metadioritos e, mais raramente, quartzitos.
O estudo petrográfico dos muscovita-biotita granitos mostrou que, em todas as seções delgadas analisadas, parte da biotita encontra-se alterada para muscovita, embora muscovita primária seja também encontrada em grande quantidade. Isto indica que os muscovita granitos são produtos da alteração (provavelmente deutérica) dos muscovita-biotita granitos. Esta hipótese é corroborada pelo tipo de contato sempre gradativo observado a nível de afloramento entre os termos extremos e pelo fato dessa substituição também estar presente nos muscovita-biotita granitos não deformados da área.
Intrusões aparentemente tardias (com relação à Dn) de rochas gabróicas, praticamente não deformadas/metamorfizadas, na forma de blocos arredondados alinhados na direção de Sn, são encontradas nos muscovita-biotita granitos e nos metassedimentos do Grupo Ceará nas porções SW e NW da área.
Sn é a foliação que se encontra impressa nos granitos que ocorrem mais próximos da zona de cisalhamento Senador Pompeu, e nos mega-enclaves/fragmentos das supracrustais. Ela tem uma direção variando em torno N-S e mergulho forte (geralmente >65o) para W e supostamente teria sido gerada numa fase de deformação do Ciclo Brasiliano.
Os principais pegmatitos da área mapeada ocorrem intrudidos principalmente nos mega-enclaves/fragmentos de muscovita-biotita xisto do Grupo Ceará que foram englobados in situ, frequentemente ao longo de fraturas de direção em torno de 240o Az. Contudo, os pegmatitos Isidoro e Bom Jesus ocorrem intrudidos nos muscovita-biotita granitos, este último ao longo de uma falha normal com a mesma direção acima citada. A constatação de que a maioria desses corpos se encontra preenchendo fraturas/falhas que têm aproximadamente a mesma direção sugere que os mesmos são sincrônicos e originados a partir de uma fusão silicatada única. Fraturas com esta direção são localmente encontradas também em alguns afloramentos de muscovita-biotita granitos, mostrando que os mesmos já se encontravam consolidados quando ocorreu esta fase de deformação rúptil.
O fato de os granitos (lato sensu) mapeados e de o pegmatito Várzea Torta poderem ser enquadrados no sistema LCT da classificação de Cerny (1991) implica que ambos se originaram a partir de uma fusão silicatada comum, mediante um processo de cristalização fracionada. Este processo é também sugerido quando se compara o conteúdo de vários elementos incompatíveis encontrados nos granitos com aqueles encontrados nos k- feldspatos e micas coletados nas diversas zonas do pegmatito Várzea Torta.
O balanço da distribuição de diversos elementos feito nas diversas zonas do pegmatito Várzea Torta mostra que o processo de cristalização fracionada (lato sensu) foi importante durante a formação destas zonas. Contudo, os processos de alteração metassomática superimpostos provocaram mudanças significativas na assinatura geoquímica de alguns elementos envolvidos neste processo, mediante a remobilização dos elementos K, Li e Na, culminando com a formação de uma zona de substituição rica em albita, muscovita e lepidolita.
Várzea Torta é um pegmatito da classe de elementos raros, provavelmente mineralizado em Cs na forma de polucita, sendo bastante evoluído.
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