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C. KONYA EKONOMİSİ

II. MAKROEKONOMİK GÖSTERGELER

14. HİBE VE DESTEKLER

Foram estabelecidas variáveis de controle como características dos adquirentes e adquiridos, a fim de capturar, analisar e explicar suas implicações na reação do mercado. E, dessa forma, poder verificar os impactos em relação ao valor da empresa. Seguem abaixo as variáveis de controle utilizadas neste trabalho e os autores que as fundamentam:

v) Desempenho passado do adquirente (AYBAR & FICICI, 2009; GUBBI et al, 2010; HALEBLIAN & FINKELSTEIN, 1999; MARKIDES &ITTNER,1994). Essa variável é baseada em que o desempenho passado do adquirente é associado ao retorno anormal positivo da transação em F&A cross border.

Será medida pela margem de lucro líquido médio de 8 trimestres anteriores ao evento. Evidencia-se que para este trabalho, o lucro líquido médio será definido por: (Lucro líquido / Vendas líquidas)*100, conforme Gubbi et al, 2010.

vi) Tamanho da adquirente (AYBAR & FICICI, 2009; GUBBI et al., 2010; UHLENBRUCK, HITT, & SEMADENI, 2006). Essa variável é baseada em que o tamanho da aquirente está relacionado ao retorno anormal em operações de F&A cross border. Essa variável será definida como o logaritmo do ativo total médio dos 8 trimestres anteriores ao evento.

vii) Idade da adquirente (GUBBI et. al., 2010; SAPIENZA, AUTIO, GEORGE, & ZAHRA, 2006). Essa variável é baseada em que a idade da aquirente influencia o retorno anormal em operações de F&A cross border. Para este trabalho, a idade da adquirente será a diferença entre o ano da aquisição e o ano de fundação da firma.

viii) Adquirida listada em bolsa de valores (CAPRON and SHEN, 2007 apud AYBAR & FICICI, 2009; FULLER, NETTER & STEGEMOLER, 2002). Variável baseada em que adquirentes obtêm retornos negativos quando associados à aquisição de empresas de capital aberto; e por outro lado, quando é adquirida empresa de capital fechado, essa transação está associada a retornos positivos à adquirente.

Segundo ainda Gubbi et al.(2010) e Aybar & Ficici, (2009); a pouca experiência de empresas de países emergentes, em aquisições cross border, pode levar a aquirente a pagar um maior prêmio na adquirida, quando esta for de capital aberto. Para este trabalho, a variável listada em bolsa de valores (adquirida) será definida como variável binária: 1, caso a adquirida seja listada, e 0, caso contrário.

ix) Indústria manufatureira (GUBBI et al., 2010; MARKIDES & ITTNER, 1994; entre outros). Essa variável consiste no fato da empresa adquirente ser classificada como manufatureira e pode influenciar no desempenho em aquisições internacionais.

Será adotada a classificação SIC (Standard Industrial Classification) 2000-3999 – Indústria Manufatureira. Para este trabalho, a variável indústria manufatureira será definida como variável binária: 1, caso a adquirente for da indústria manufatureira, e 0, caso contrário.

x) Afiliação em grupo de negócios (CHITTOOR et al., 2009; GUBBI et al, 2010). É verificado na literatura estudada que a afiliação em grupo de negócios pode afetar negativamente o desempenho das adquirentes em transações de F&A cross border, devido às influências que o grupo pode trazer sobre a empresa que está adquirindo.

Para este trabalho, a variável afiliada em grupos de negócios será definida como variável binária: 1, caso a adquirente pertencer ao grupo de negócio, e 0, caso contrário.

xi) Alavacagem financeira da adquirente (GUBBI et al. 2010; HALEBLIAN, KIM, & RAJAGOPALAN, 2006). Essa variável é baseada em que a alavancagem financeira influencia o retorno anormal em operações de F&A cross border, devido à hipótese dado pela literatura pertinente sobre folga financeira e sua associação à ocorrência de F&A (IYER & MILLER, 2008).

Para este trabalho, a variável alavancagem financeira será medida como logaritmo da razão passivo total/P.L. médio dos dos 8 trimestres anteriores ao evento, conforme Gubbi et al (2010).

xii) Crise e recessão econômica (GUARITA, 2002; MADURA, 2000). Essa variável está associada à influência sobre o retorno anormal que o período de crise e recessão global e/ou local traz para operações de F&A cross border.

Para este trabalho, a variável crise e recessão será definida como variável binária: 1, caso a transação for realizada em período de crise ou recessão, e 0, caso contrário.

Salienta-se que foram considerados os períodos de janeiro de 2000 a dezembro de 2004, como anos de crise e recessão, de janeiro de 2005 a julho de 2007, como período de bonança, e de agosto de 2007 a outubro de 2011, como período de crise e recessão.

xiii) Alianças anteriores (VILLALONGA & MCGAHAN, 2005). Essa variável está associada às vantagens que uma aliança anterior com a adquirida podem trazer para o desempenho em F&A cross border da adquirente, minimizando os riscos de assimetria de informação e avaliando melhor as sinergias existentes.

Para este trabalho, a variável alianças anteriores será definida como variável binária: 1, caso a adquirente tenhaaliança anterior com a empresa adquirida, e 0, caso contrário. Para efeito de classificação de aliança anterior, este trabalho pautou-se na necessidade de existência prévia de propriedade acionária minoritária anterior à aquisição de maior porcentagem de propriedade acionária na adquirida.

xiv) Adquirente serial internacional (GUBBI et. al., 2010; HARZING, 2002; LAAMANEN & KEIL, 2008; VILLALONGA & MCGAHAN, 2005); esta variável está baseada em que experiência anterior está associada a retornos anormais positivos.

Para este trabalho, a variável adquirente serial internacional, será definida como: variável binária; 1 caso a firma adquirente tenha executado ao menos 3 F&A cross border, durante o período da amostra, e 0, caso contrário.

xv) Aquisição majoritária (AYBAR & FICICI, 2009; CHARI, OUIMET & TESAR, 2004). Essa variável consiste em que aquisições majoritárias (controle das ações ordinárias em mais de 50%) em F&A cross border, realizadas por empresas advindas de país emergente, estão relacionadas ao retorno anormal positivo, devido ao maior controle da operação, viabilizando a internalização e melhor exploração dos recursos estratégicos.

Outrossim, coaduna-se com os argumentos anteriores a perspectiva teórica do RBV (PENROSE, 1959), onde somente com controle majoritário é possível ter efetivo acesso aos recursos estratégicos de forma plena, possibilidade de combinação dos ativos da adquirida com os da adquirente, de forma otimizada e internalização dos conhecimentos da adquirida (CHEN, 2008).

Para este trabalho, a variável aquisição majoritária será definida como variável binária: 1, se for aquisição majoritária, e 0, caso contrário.

Benzer Belgeler