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Havayolu TaĢımacılığında Yapılan Yatırımlar

Com relação ao papel do professor no processo ensino-aprendizagem, apenas uma partícipe mencionou a criação de situações favorecedoras de desenvolvimento da criança, o planejamento, finalidade e intencionalidade como elementos importantes no desenvolvimento de suas funções. As demais se situam na posição de meras orientadoras ou condutoras no processo de adaptação, socialização e integração da criança com seus pares.

O papel do professor é de promover situações onde a criança aprenda. Promover situações, planejar aulas significativas onde a criança aprenda. Ver qual é o objetivo, você planejar suas aulas sempre na intenção de adquirir, de alcançar aquele objetivo com a criança. Rosa

O papel do professor, ele é um orientador, ele ajuda a criança a adquirir novos conhecimentos e aperfeiçoar o que ele já tem, então ele vai ajudar a criança a construir conhecimento acima daquilo que ele já tem. Hortência

É o que eu já falei. É observar, participar, juntamente com a criança. Tulipa

Eu acho assim, que o professor da educação infantil ele tem que ta assim bem consciente, ele deve gostar do que faz, ele deve gostar de criança, gostar realmente da sua profissão, mostrar que esse trabalho dele desenvolve a criança assim em todos os aspectos afetivo, psicomotor, cognitivo. Girassol

O professor ele procura mais é... primeiramente vem o lado da criança, estuda aquela criança vê como é que ela é, saber quais as necessidades que ela está necessitando e daí é que a gente vai procurar trabalhar em cima dessa pesquisa que a gente faz, como é essa criança, de onde ela veio, vê como é que ela é aí é que a gente vai procurar uma maneira que possa atender as necessidades. Violeta

Eu acho que o ensino infantil é a base de tudo, deve ter um certo cuidado em tudo, nas palavras, nos atos, no olhar, então qualquer gesto que a gente fizer pra criança vai afetar, vai até mesmo bloquear ele, pra prosseguir nas outras séries, nas outras etapas. Uma palavrinha que a gente diga pode bloquear essa criança, ela vai ficar tímida pelo resto da vida então e gente deve ter muito cuidado. Cravo

O papel do professor não é só de facilitador ele também vai ser um mediador ele não vai ter a função assim só de professor, mas também de amigo de pai e ele vai ser quem vai fazer com que a criança descubra todo o que ela precisa de base para sua educação, ele vai ser o auxiliador na sua formação de pensamento. Papoula

O papel do professor é muito importante porque em primeiro lugar o professor, ele precisa gostar muito de criança, principalmente o professor de pré-escola. Se ele não gostar muito de criança ele jamais vai desenvolver um trabalho bom. A gente precisa estar junto com ela, brincar com ela, tudo que se desenvolver tem que ser junto com ela. Jasmim

O papel dele é de ficar sempre atento diante do momento em que a criança está brincando e também ta realizando as tarefas o papel dele é de observar é...se a criança avançou ou se ela regride. Ai mediante essa observação ai eu acho que ele deve interferir. Assim, pra que ela possa construir seu conhecimento, mas sempre através assim, de brincadeira, de coisa que esteja relacionada com a educação infantil. Margarida

O papel do professor é de ensinar, de ensinar a criança. Orquídea

Orientar, deixar que eles também tenham sua própria criatividade. Estimular os alunos pra que eles possam desenvolver melhor esse papel na escola, é incentivar a integração dos alunos na escola. Muitas coisas. Lírio

O papel do professor, primeiro é socializar a criança. Tem que primeiro socializar e adaptar bem também a criança e educar bem também. Pra que elas cresçam também educadas. Crisântemo

Negrine (2002) adverte que, para atuar na educação infantil, é extremamente necessário que o profissional tenha ampla compreensão das teorias que tratam do desenvolvimento humano, e, de posse desse conhecimento, relacionar a teoria que adota com a prática desenvolvida. Ou, de modo contrário, refletir sobre suas ações para compreender a(s) teoria(s) que lhe serve(m) de base.

Acrescentamos, entretanto, que não basta dominar teorias acerca do desenvolvimento, mas também sobre o brincar infantil como atividade principal no período pré-escolar, uma vez que, inevitavelmente relacionados, o brincar propicia as condições para que as crianças pequenas se desenvolvam em diferentes aspectos.

Para Dunn e Wooding (1977), o papel do adulto, enquanto profissional do ensino, é de fundamental importância no desenvolvimento do brincar infantil, pois mesmo que as crianças brinquem livremente com blocos construtores em casa, por exemplo, na escola deve ser diferente. A escola e, por conseguinte, o profissional docente devem garantir que as crianças utilizem a variedade de experiências que trazem de fora para aprender mais no contexto escolar. A aprendizagem, aponta Stevens (1977), ocorre o tempo todo no desenvolvimento dos indivíduos, desde que alguma coisa desperte o interesse para tal.

Desse modo, o professor deve garantir que, no interior da instituição escolar, a aprendizagem seja contínua, incluindo fatores que vão do intelectual ao emocional, social, físico, estético, ético e moral, propiciando a participação ativa das crianças que têm acesso à educação infantil.

Moyles (2002) destaca que os professores em geral sabem o que está acontecendo no interior das salas de aula, de forma bastante intuitiva. No entanto, esse tipo de conhecimento propicia apenas um entendimento limitado, que precisa ser apoiado por uma investigação adicional, no sentido de que as dificuldades, necessidades, e expectativas de aprendizagem sejam compreendidas na sua complexidade.

Nessa perspectiva, a identificação dos conhecimentos prévios das professoras e partícipes propiciou o encaminhamento às sessões de estudo, dos temas considerados pelo grupo como relevantes e necessários ao desenvolvimento da profissão docente. A pré- disposição para aprender e, por conseguinte, melhorar suas práticas, representada pelo depoimento da partícipeLírio, retrata os anseios desse grupo específico de profissionais.

Com o pouco de experiência que já tenho, participar desse projeto pode me levar a realizar um possível sonho de reciclagem para melhor contribuir para o desenvolvimento das crianças, acompanhando cada passo e poder transmiti-los com mais clareza e segurança.

A partir dessas constatações, passaremos à análise do processo de reelaboração dos significados conceptuais enfocados nesse estudo, levando em consideração que, conforme indicam os significados analisados, o caráter preparatório se constitui, ainda, uma tendência

marcante entre as professoras e as partícipes envolvidas nesta investigação, cristalizando uma visão de educação infantil como a área subordinada ao ensino fundamental.

A indefinição quanto ao papel do professor da educação infantil, a ausência de clareza quanto ao caráter educativo e a especificidade da qual esta modalidade de ensino se reveste provocam a sua subordinação à forma de trabalho do ensino fundamental, sendo este o ideal pedagógico a ser levado a efeito com crianças pequenas. Temos, assim, ações educativas que priorizam a escolarização precoce das crianças pequenas, atrelando a educação infantil ao ensino fundamental.

Convém lembrar que no tocante à função social que as caracteriza, a escola surgiu como espaço para socialização do conhecimento, enquanto a educação infantil emerge como substituta da família, modificando-se e adequando-se a novas demandas sociais. Desse modo, embora esteja aliada aos objetivos da instituição escolar, distingue-se desta por funções e aspectos distintos.

Requerendo a integração das ações de cuidado e educação, a educação infantil exige um profissional com formação distinta daquela requerida pela escola elementar. Assumir essa perspectiva, resgata, necessariamente, o potencial do brincar, a estruturação do espaço e do tempo em prol da interação entre crianças e destas com o adulto, de modo que, por meio destas interações, sejam propiciadas às crianças as condições para que se desenvolvam.

No contexto específico da educação infantil, estudos como os de Formosinho (2002); Kramer (2002); Kishimoto (2002); Oliveira Formosinho e Formosinho (2003) propõem a definição de especificidades à profissionalização docente, ressaltando que educar e cuidar são atribuições indissociáveis, devendo atender aos estágios de desenvolvimento afetivo, cognitivo e social das crianças que têm acesso a essa etapa de escolarização.