3. TARİHSEL ÇERÇEVE: MEDENİYETLER ÇATIŞMASI,
3.5 İslâmiyet’te Dinsel Amaçlı Teröre Bakış
3.5.1 Ekonomik etkenler
O método AHP é uma ferramenta utilizada para facilitar a análise, compreensão e avaliação do problema de decisão, dividindo-o em níveis hierárquicos (GOMES; ARAYA; CARIGANANO, 2004, p.41).
Esse método foi desenvolvido para utilização no planejamento de contingência militar e empresarial, para tomada de decisão, alocação de recursos escassos, resolução de conflitos etc.
Para Foman e Selly (2005, p.13), essa metodologia é chamada de AHP levando- se em consideração a seguinte lógica:
ANALYTIC (Analítico) HIERARCHY (Hierárquico) PROCESS (Processo)
O método AHP, também conhecido pela sigla MAH – Método de Análise Hierárquica foi desenvolvido pelo matemático Thomas Lorie Saaty (1980), para auxílio à tomada de decisão, cujas principais características são:
1) Aplicável aos problemas orientados por múltiplos atributos ou objetivos estruturados hierarquicamente;
2) Capaz de considerar simultaneamente atributos quantitativos e qualitativos em sua análise, ao mesmo tempo em que incorpora a experiência e a preferência dos tomadores de decisão;
3) O resultado final permite definir uma seqüência cardinal da importância dos atributos e das alternativas;
4) Aplicável a questões complexas, que envolvam julgamentos subjetivos.
Ainda no entender de Jordão e Pereira (2006, p.3), o método AHP tem aplicações em diferenças áreas, tais como:
Economia/Problemas administrativos: Design, Arquitetura, Finanças, Marketing Benchmarking, Planejamento Estratégico, Seleção de Portfólio, Previsão, Alocação de Recursos, Análise de Benefícios, Análise de Investimentos, Avaliação de Aquisições etc.
Problemas Políticos: Resolução de Conflitos e Negociações; Jogos de Guerra, dentre outros.
Problemas Sociais: Medicina, Educação, Direito, Setor Público, Comportamento, Contratação e Avaliação de Desempenho de Profissionais.
Problemas Tecnológicos: Seleção de Mercado, Tecnologia de Transferência, Seleção de Fornecedores, Satisfação do Cliente, Qualidade Total, Engenharia da computação e Tecnologia da Informação em Geral.
Segundo Iañez e Cunha (2006), a característica principal que distingue o método AHP diz respeito à forma com que a técnica define o problema a ser analisado. A premissa básica do AHP é que o sistema decisório complexo deve ser definido segundo uma estrutura hierárquica composta de vários níveis, que compreendem os elementos cujas características podem ser consideradas similares. Esse tipo de estruturação do problema sejam facilmente identificadas, especialmente nos casos em que o objetivo do sistema decisório consiste na seleção de alternativas segundo múltiplos atributos.
Para Saaty (1980), a grande vantagem do método AHP é permitir aos seus usuários atribuir pesos relativos para múltiplos atributos, ou múltiplas alternativas para um dado atributo ao mesmo tempo em que e realiza uma comparação par a par entre os mesmos. Isso permite que mesmo quando dois atributos são incompatíveis, a mente humana possa, ainda assim, reconhecer qual dos atributos é mais importante para o processo decisório.
Uma das principais e das mais atraentes características das metodologias do método AHP, é que as mesmas reconhecem as subjetividades como inerente aos problemas de decisão e utiliza julgamento de valor como forma de tratá-la cientificamente. Esta propriedade é extremamente útil quando se tem dificuldade na obtenção de informações oriundas de dados probabilísticos (COSTA, 2002, p.13).
Baseado nos fatos acima se pode afirmar que o método AHP objetiva a seleção/escolha de alternativas, em um processo que considere diferentes critérios de avaliação.
Segundo Costa (2002, p.16), este método se baseia em três princípios do pensamento analítico. São eles:
Construção de hierarquias: No AHP o problema é estruturado em níveis
hierárquicos, como forma de buscar uma melhor compreensão e avaliação do mesmo. A construção de hierarquias é uma etapa fundamental do processo de raciocínio humano. No exercício desta atividade identificam-se os elementos chave para a tomada de decisão, agrupando-os em conjuntos afins, os quais são alocados em camadas específicas.
Definição de prioridades: O ajuste das prioridades no AHP fundamenta-se na
habilidade do ser humano de perceber o relacionamento entre objetos e situações observadas, comparando pares à luz de um determinado foco ou critério (julgamentos paritários).
Consistência lógica: No AHP, é possível avaliar o modelo de priorização
construído quanto a sua consistência lógica. Dessa forma, o ser humano tem a habilidade de estabelecer relações entre objetivos ou idéias, de forma a buscar uma coerência entre eles, ou seja, de relacioná-los entre si e avaliar se La possui
consistência. Nesse caso, o modelo AHP utiliza tanto aspectos qualitativos quanto quantitativos do pensamento de ser humano (IAÑEZ; CUNHA, 2006).
Complementando o pensamento de Iañez e Cunha (2006), podemos afirmar que o modelo AHP trabalha com elementos chaves de hierarquia para o tratamento de problemas de decisão. Dentre eles, pode-se citar: foco principal, conjunto de alternativas viáveis e conjunto de critérios também chamado de “atributos”.
Costa (2002) define “Foco Principal” como sendo o objetivo global. Por exemplo, compra de uma aeronave, um automóvel, escolha de uma moradia, ou escolha de uma estratégica de investimento. O “Conjunto de Alternativas Viáveis” são as possibilidades de escolha. E por último, “Conjunto de Critérios”, é o conjunto de propriedades, atributos, quesitos a serem avaliados para a tomada de decisão.
Para Chankong e Himes (1983 apud COSTA, 2002), o conjunto de critérios deve ser:
Completo: onde todas as alternativas relevantes à solução do problema devem estar “cobertas” pelo mesmo;
Mínimo: nesse caso, não devem ocorrer redundâncias ou superposições.
Operacional: para ser compreendido e utilizado pelo decisor e pelos avaliadores. Iañez e Cunha (2006), afirmam que ao utilizar os três princípios, o Método AHP incorpora tanto aspectos qualitativos quanto quantitativos do pensamento humano: e a qualidade para se definir o problema, a sua hierarquia e os aspectos quantitativos para expressar julgamentos e preferências de forma concisa.
Portanto, ao se estabelecer a comparação paritária para relacionar n atividades, de modo que cada uma seja representada nos dados pelo menos uma vez, é necessário ter n-1 comparações paritárias.
Pode-se exemplificar com as seguintes comparações: se a atividade X1, é 3 vezes mais dominante do que a atividade X2, e a atividade X2 é duas vezes mais dominante do que a atividade X3, então X1 = 6 X3. Nesse caso, o julgamento é consistente.
O julgamento considerado inconsistente é uma violação da proporcionalidade que pode ou não significar violação da transitividade (IAÑEZ; CUNHA, 2006).
Para Saaty (1980), os julgamentos raramente possuem uma relação simples e objetiva o que requer um grau de consistência mais complexo. O autor ainda afirma que isso não é um grande problema.