Deney Yapma
F.6.3.2 Sabit Süratli Hareket (6 Ders Saati)
3.5.2. Deney Grubu Uygulama Süreci
Um certo grau de ansiedade é uma reação normal do ser humano, que acompanha mudanças na vida da pessoa. A ansiedade passa a ser patológica na medida que a pessoa fica ansiosa sem motivo aparente. Sadock et al (2008) consideram que as mulheres têm mais probabilidade de ter um transtorno de ansiedade do que os homens.
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Nos casos de ansiedade em que já não há resposta adequada às tensões do dia-a-dia, seja a nível pessoal, laboral e/ou social, é preciso ajuda, não necessariamente sob a forma de medicação.
Para Sims (2011) o estado de ansiedade é a qualidade de estar ansioso imediatamente, numa circunstância particular, presumivelmente como uma resposta a causas incitadas.
Existe uma diversidade de situações em psiquiatria que podem predispor para a depressão, como certas perturbações da ansiedade, tornando-se esta como um dos sintomas dos quadros depressivos. Estão inseridos nas perturbações da ansiedade a Perturbação de Pânico, Ansiedade Generalizada, Reação Aguda ao Stress, Perturbação de Stress Pós-traumático, Perturbação Somatoformes, Perturbação Factício, Perturbação Dissociativa ou Conversiva, Perturbação Fóbica e Perturbação Obsessivo-Compulsivo, que passaremos a falar de cada um sucintamente.
Petroianu (2002) expõe que a Perturbação de Pânico caracteriza-se pelos ataques de pânico, de início súbito, com ansiedade intensa, sensação de morte iminente, acompanhado por fenómenos como palpitações, sudorese, dispneia, desconforto precordial, vertigens parestesias, tremores. Estes ataques, por norma, são recorrentes, surgem sem motivo aparente e, em geral duram minutos ou, raramente, horas. Para Sims (2011) os ataques de pânico ocorrem como episódios reconhecidos de ansiedade somática ou autonómica associados a uma extrema sensação de medo.
Ansiedade generalizada trata-se de um quadro persistente e em geral de longa duração. É caracterizada por “preocupação excessiva com insignificâncias, que persiste por um período de tempo igual ou superior a 6 meses, acompanhada por sintomas de ansiedade tais como tensão, reações autónomas, irritabilidade e dificuldade de concentração” (Montgomery, 2000, p.41). Para Sims (2011) a preocupação persistente centra-se em assuntos do quotidiano que se desloca de objeto em objeto ao longo do tempo, pelo que o indivíduo raramente permanece livre de ansiedade.
Petroianu (2002) faz também referência à Reação Aguda ao Stress. Trata-se de um quadro ansioso transitório, consideravelmente grave, relacionado com circunstâncias da vida excecionalmente stressantes, tais
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como catástrofes naturais, acidentes, assaltos ou alterações súbitas de condições de vida.
Para o mesmo autor, a Perturbação de Stress Pós-traumático trata-se de um quadro ansioso tardio em resposta a eventos stressantes e extraordinariamente aterradoras, como por exemplo acidentes graves. As queixas dos pacientes são comuns, referindo lembranças intrusivas do facto, sonhos e pesadelos.
Por sua vez, as Perturbações Somatoformes, segundo Petroianu, (2002), caracterizam-se pelas numerosas e variadas queixas de alterações ou sintomas físicos, sem que haja uma fundamentação fisiopatológica que dê conta delas. Estas queixas são normalmente de longa duração e prejudicam a atividade quotidiana da pessoa. Tem outros sintomas associados como angústia e sofrimento.
Relativamente ao Transtorno Factício, Petroianu (2002) refere que a característica deste transtorno é a produção propositada de lesões ou a descrição de sintomas com o objetivo de se fazer de doente e consequentemente conseguir algum ganho, em geral o internamento hospitalar.
Golin et al (2012, p. 480) fala-nos ainda da Perturbação Dissociativo ou Conversiva, do transtorno fóbico e da Perturbação Obsessivo-Compulsivo. A Perturbação Dissociativa ou Conversiva é a “perda parcial ou total das funções normais de integração das lembranças, da consciência, da identidade e das sensações corporais (sintomas neurológicos) ”. O segundo diz respeito a medos irracionais ou excessivos em relação ao objeto, situação ou atividade específico, que criam perturbação na vida do paciente, provocada pelo escape consciente. A Perturbação Obsessivo-Compulsivo é descrita por ideias obsessivas ou por comportamento compulsivos recorrentes. Os termos que melhor caracterizam as obsessões são a contaminação e a dúvida e, as que melhor qualificam as compulsões são lavagem, contagem e verificação.
Para Stuart et al (2002) existem quatro níveis de ansiedade: 1. Ansiedade branda; 2. Ansiedade moderada; 3. Ansiedade grave; 4. O nível pânico da ansiedade:
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1. A Ansiedade Branda está associada à tensão da vida diária e torna a pessoa atenta, aumentando seu campo de perceção;
2. A Ansiedade Moderada permite que uma pessoa evidencie as preocupações imediatas. Reduz a área da perceção do indivíduo.
3. A Ansiedade Grave restringe seriamente a área de perceção da pessoa. Tende a focalizar num pormenor particular, sendo indispensável orientação para focalizar qualquer outra área. “Todo o comportamento é voltado para a obtenção do alívio” (Stuart et al, 2002, p.135).
4. O Nível de Pânico da Ansiedade está associado a pavor, medo e terror. Existe uma desorganização do carácter da pessoa, procedendo um aumento da atividade motora, diminuição da capacidade de se relacionar com os outros, perceções distorcidas e perda do pensamento racional. “Esse nível de ansiedade é incompatível com a vida, e se permanecer por um período longo, resultará em exaustão e morte” Stuart et al (2002, p.135).
A ansiedade interfere na atividade intelectual do indivíduo de uma forma marcada, trazendo-lhe danos de funcionamento que se refletem nas atividades desenvolvidas no quotidiano. Quanto maior for o nível de ansiedade, maior são os danos (Claudino et al, 2006).
Quando um indivíduo não consegue ajustar mecanismos de adaptação eficazes, manifesta comportamentos depressivos e não tem capacidade de responder adequadamente à situação causadora de stress.
Assim, para que haja uma resposta adaptada, Amaral (2010) considera, de acordo com a CIPE versão beta 2, que algumas das intervenções fundamentais num doente com ansiedade, é escutar ativamente, aliviar a ansiedade, assistir na crise, disponibilizar presença e oferecer suporte emocional.
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