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1.2. DEMOKRAT PARTİNİN İKİNCİ BÜYÜK KONGRESİ (20 Temmuz-

1.2.2. Demokrat Parti Kongresinin Toplanması ve Görüşülen Konular

Dentre os vários locais procurados para acolher os encontros, diferentes fatores e possibilidades foram apresentadas, e a escolha do local para sediar o grupo se deu pelo CCPC (Centro de Cultura Popular da Consolação), que ficava situado na Rua da Consolação, em frente ao Cemitério da Consolação. Hoje esse Centro Cultural não existe mais. Talvez o fator mais determinante para a escolha do CCPC tenha sido o fácil acesso para todos por ficar próximo ao metrô, também por passarem várias linhas de ônibus bem em frente ao edifício e pelo fato de termos um bom espaço para desenvolver as atividades. Inicialmente, o grupo era formado por quatro integrantes, a Terapeuta Ocupacional Naiada Dubard Barbosa e os participantes João Silva de Brito, Fernando Ribeiro e Antônio Carlos Rodrigues Pereira. Depois de eles terem se instalado nesse espaço, fui convidado a integrar esse grupo como artista convidado

e permaneço até hoje, assim como o João, o Antônio e podemos dizer que o Fernando também. Agora, porém, ocupo a posição de coordenador, juntamente com a terapeuta ocupacional e artista plástica Nara Isoda.

Desde a sua criação, muitas pessoas já fizeram parte do grupo, algumas passaram, outras voltaram, outros ficaram e há aqueles que simplesmente desapareceram. Irei listar aqui o nome de todos que de alguma forma já compuseram seus momentos de produção artística com o Coletivo, espero não estar esquecendo de ninguém: Naiada, João, Antônio (também conhecido como Toninho), Fernando, Milton, Hudson, Pilar, Ródnei, Alex, Camilo, Pablo, Márcia, Tárcio, Rafael, Gabi, Alê, Letícia, Karina, Miguel, Nara, Claudinha, Camila, Viví, Olívia, Dani Oliveira, Marcela, Giovana, Marina, Dani Gerolomo, Ju, Paula, Ariel, Letícia, Jéssica, Fernanda, Barbara, Elô, Natalie, Tiago, Adriane e Rosana. Essas foram todas as pessoas que já passaram pelo grupo e ficaram um tempo, independente de qual o motivo que as levava ali. Hoje, os participantes assíduos somos eu, Nara, Toninho, João, Milton, Tárcio, Camilo, Rosana, Rafa, Karina, Márcia, Elô, Paulinha, Tiago, Letícia e Fernando, tentando voltar. Foram muitas as atividades desenvolvidas durante os encontros ao longo dos anos:

desenho, pintura, fotografia, vídeo, escultura em pedra, marchetaria, encadernação, gesso, carimbos, arte postal, graffiti, intervenção e isso sem falar na organização de portfólio, saídas para exposições, conhecer a cidade, cafés, conversas, filmes, modelo vivo, montagem de estúdio fotográfico etc.

Quando o grupo se iniciou, as propostas de atividades eram levadas pelos coordenadores e trabalhadas por todos, mas isso já com grande autonomia dos participantes, dessa forma, o caráter do grupo já se desenhava para algo mais participativo quanto às sugestões de atividades. Sendo assim, hoje em dia o grupo é quem decide o que será feito, não há apenas um propositor, todos propõem as atividades e todos decidem o que fazer. Cada um expõe as suas vontades, elas são discutidas nos encontros e analisadas quanto a sua viabilidade, e sendo coerente com o que o grupo deseja e aceita, é colocada em prática. Sempre guardamos todas as ideias, mesmo as não escolhidas, pois independente de sua viabilidade, em algum momento elas podem ser colocadas em prática.

Às vezes não temos algum material necessário para realizarmos a proposta e, nesse caso, vamos todos juntos comprar o que precisamos, pois dessa forma todos aprendem o que e onde comprar. Caso alguém queira produzir algo

em outro lugar, fora do grupo, saberá onde encontrar o que precisa, ou mesmo, caso venhamos a precisar de mais materiais, não é necessário ir o grupo inteiro fazer compras, podem ir apenas uma ou duas pessoas.

Em relação ao armazenamento do material e das produções do Coletivo, temos certo problema pela falta de um local físico próprio. Nas sedes anteriores isso era, de certa forma, contornado, mas atualmente não temos uma parceria oficial com o local onde nos encontramos, o Centro Cultural São Paulo, e não temos onde guardar as produções e os materiais. Tanto o material para se trabalhar a cada encontro, como algumas obras antigas estão guardadas na minha casa ou na casa da Nara. Sendo assim, a cada encontro discutimos o que iremos trabalhar na próxima semana e cada um leva o material do grupo que está na sua posse.

Estamos na nossa terceira sede e a primeira com a qual não possuímos nenhum tipo de parceria, nós ocupamos uma área com mesas destinadas a qualquer usuário do local e, para desenvolver as atividades, levamos os materiais a cada encontro. A primeira sede, que foi o Centro de Cultura Popular da Consolação, nos disponibilizava um armário onde era possível deixarmos tintas, pincéis, lápis, papéis, tecidos, telas, cafeteira e o que mais

precisássemos, porém, com o fechamento desse espaço, fomos obrigados a sair de lá, e inclusive alguns materiais e trabalhos se perderam pelo caminho. Depois fomos para o Museu da Imagem e do Som (MIS - São Paulo), local onde eu trabalhava na época como coordenador do núcleo educativo e isso nos possibilitava o uso do espaço do museu para guardar os materiais e nos encontrarmos. Quando o grupo começou a se reunir nesse espaço, devido à gestão da época, não podíamos trabalhar com qualquer tipo de material. As diretrizes do museu eram voltadas para as mídias digitais e, com isso, fizemos um aprofundamento maior nas técnicas de fotografia e de vídeo, também dando atenção especial aos portfolios. Foi nessa época que nos inscrevemos para o prêmio Arthur Bispo do Rosário, mas nenhum dos participantes do Coletivo foi premiado com um trabalho inscrito por lá. O Milton recebeu menção honrosa por uma foto inscrita pelo MAM e o Camilo por um vídeo produzido em conjunto com um grupo de outro lugar.