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Değerlerin Sınıflandırılmasına ĠliĢkin Kuramcılarım YaklaĢımları

2.1 Değerlerin Toplum Ġçindeki Yeri ve Önemi

2.1.5 Değerler Eğitiminde YaklaĢımlar

2.1.5.3 Değerlerin Sınıflandırılmasına ĠliĢkin Kuramcılarım YaklaĢımları

Também foi perguntando aos entrevistados sobre a integração nas fases do APQP. Quanto à integração na fase de Projeto e Desenvolvimento de Processo, que

geralmente é realizada pelas áreas de qualidade, engenharia, manufatura, planejamento de produção e materiais, 80% dos entrevistados responderam que esta integração ocorre, apesar de todos terem dado sugestões de melhoria. A tabela 7.11 mostra os resultados em números das respostas dadas pelos entrevistados.

Smith e Reinertsen (1998) apud Rozenfeld (2006) já citam que um dos fatores que impacta diretamente no PDP é a integração das áreas funcionais da empresa, que através da colaboração e troca de informações, permite a prevenção e a resolução antecipada de problemas em todas as fases do desenvolvimento.

Tabela 7.11 – Integração na fase de Projeto e Desenvolvimento do Processo automotiva.

Integração na fase de Projeto e Desenvolvimento do Processo Automotivo

Sim 4

Não 1

Geralmente, são os líderes de projeto que convocam as reuniões e nem sempre todos os envolvidos participam de todas elas juntos. Às vezes reuniões ocorrem simultaneamente dependendo da tarefa relacionada. O entrevistado que mencionou ser fraca a integração justificou sua colocação, com os prazos apertados e o alto volume de projetos. Na opinião dele, todas as reuniões deveriam acontecer com a participação de todos os envolvidos. Em outra empresa entrevistada, a distância colabora ainda por atrapalhar esta integração, já que alguns envolvidos ficam sediados na matriz e esta integração acontecer via telefone. Desta maneira, a informação não é uniforme, existindo bastante retrabalho.

Neste caso, um sistema de apoio que possibilite o registro das tarefas e os

feedbacks de cada departamento é importante, já que ajudaria em muito a minimizar este

problema. Isto é ainda mais evidenciado com a citação de Morgan e Liker (2008) de que a maior força de um Sistema Enxuto de Desenvolvimento de produto consiste na integração do mesmo, além da cultura em comum que funciona como o principal suporte do sistema.

Também foram questionados quanto à integração na fase de produção do APQP e os resultados foram tabulados na tabela 7.12. Cerca de 80% dos entrevistados responderam que a integração nesta fase ocorre, mas poucas vezes com a presença do cliente. O representante do cliente dentro da empresa está sempre ativo na equipe em todas as etapas. Geralmente, o líder de projeto realiza reuniões para avaliação dos pontos críticos, recursos, tempo e diretrizes para produzir o produto dentro dos parâmetros pré-estabelecidos e especificados no plano de controle. O entrevistado que informou não ter integração nesta fase é devido à inexistência de reuniões formais para a liberação da produção, embora geralmente exista a troca de informação nas reuniões diárias com a manufatura.

Tabela 7.12 – Integração na fase de Produção automotiva.

Integração na fase de Produção Automotivo

Sim 4

Não 1

Os entrevistados também foram questionados quanto à utilização em suas empresas das ferramentas relacionadas à produção enxuta, que conta com algumas ferramentas como o Cell Design, que se trata da localização de etapas de processamento para um produto similar a outro, de modo que as peças possam ser processadas em um fluxo muito próximo de contínuo, o Kanban, que é um dispositivo sinalizador que autoriza e dá instruções para a produção e o Mapeamento do Fluxo de Valor, que é um diagrama simples de todas as etapas envolvidas nos fluxos de material e de informação necessárias para atender aos clientes.

O resultado está na tabela 7.13, de onde se pode concluir que 80% dos entrevistados estão utilizando tanto a ferramenta de VSM (Mapeamento do Fluxo de Valor) quanto Cell Design, TPM e Kanban. Além disso, 60% dos entrevistados têm utilizado a ferramenta de 3P (Preparação do Processo de Produção) aplicada a novos processos. A ferramenta menos utilizada é a de Engenharia e Análise de Valor e somente uma empresa ainda não começou a utilizar as ferramentas da produção enxuta.

Tabela 7.13 – Utilização das ferramentas relacionadas com a produção enxuta- automotivo.

Ferramentas relacionadas com a produção enxuta Alfa Beta Gama Delta Sigma

a) VSM (Mapeamento do Fluxo de Valor); 1 1 1 1

b) 3P (Preparação do Processo de Produção); 1 1 1

c) EAV (Análise e Engenharia do Valor); 1 1

d) Cell Design, TPM (Manutenção Preventiva Total) e Kanban; 1 1 1 1 e) A empresa não utiliza nenhuma ferramenta relacionada com a produção enxuta. 1

Automotivo

Walton (1999) já citava que a área de desenvolvimento de produtos é rica em oportunidades de melhoria, tais como a diminuição do tempo de desenvolvimento do produto, o grau com que o produto satisfaz as necessidades do consumidor e por último, a facilidade com que os novos produtos possam ser produzidos. O autor ainda cita alguns benefícios que estão sendo alcançados pelas empresas através das práticas do desenvolvimento de produto enxuto, como a redução de 65% no lead time de produção, e isso ainda é mais evidenciado quando a maioria dos entrevistados mostra utilizar as ferramentas da produção enxuta, devido aos benefícios proporcionados.

Quando questionados sobre a utilização das ferramentas da abordagem Seis Sigma, todos os entrevistados representantes do setor automotivo afirmaram utilizá-las. Cerca de 80% dos entrevistados utilizam a Capabilidade do Processo, DMAIC, MSA e FMEA. Somente um dos entrevistados não utiliza a ferramenta DMAIC, mas utiliza todas as outras ferramentas citadas. A tabela 7.14 mostra os resultados desta questão.

Estas ferramentas fazem parte do conjunto de ferramentas do APQP, trabalhando para a estabilidade do processo, a redução da variação dos instrumentos de medição nesta estabilidade e também na redução das possíveis falhas do projeto. O DMAIC ajuda a planejar todo o projeto de melhoria, entre outras funções.

Tabela 7.14 – Utilização das ferramentas relacionadas com a abordagem Seis Sigma – automotivo.

Ferramentas relacionadas com a abordagem Seis Sigma Alfa Beta Gama Delta Sigma

a) Capabilidade do Processo; 1 1 1 1 1

b) DMAIC (Defina, Meça, Analise, Melhore, Controle); 1 1 1 1

c) MSA (Análise do Sistema de Medição); 1 1 1 1 1

d) FMEA (Análise dos Modos e Efeitos de Falhas); 1 1 1 1 1

Sigma.

Automotivo

Por último, os entrevistados foram questionados quanto ao beneficiamento de uma empresa em relação à agilidade e ao conhecimento, ao começar a utilizar o APQP, se já possuir implementadas algumas ferramentas da produção enxuta ou Seis Sigma. A tabela 7.15 mostra os resultados desta questão. Como pode ser visto, 60% dos entrevistados acreditam que ter estas ferramentas já implantadas, a agilidade e o conhecimento necessários para o APQP, podem beneficiar em 100% a empresa. Ou seja, muitas ferramentas citadas já fazem parte do APQP e isso realmente pode colaborar para sua implantação.

Tabela 7.15 – Beneficio da empresa quando produção enxuta e Seis Sigma implantados – automotivo. Automotivo a) Com 20% do aprendizado nas ferramentas da produção enxuta ou 6 Sigma;

b) Com 50% do aprendizado nas ferramentas da produção enxuta ou 6 Sigma; 2 c) Com 70% do aprendizado nas ferramentas da produção enxuta ou 6 Sigma;

d) Com 100% do aprendizado nas ferramentas da produção enxuta ou 6 Sigma; 3 e) Não traz benefício algum à empresa.