• Sonuç bulunamadı

Dava ZamanaĢımının Durması Ġle Ġlgili Diğer Düzenlemeler

2.5. DAVA ZAMANAġIMI ENGELLERĠ

2.5.1. Dava ZamanaĢımının Durması

2.5.1.2. Dava ZamanaĢımının Durması Ġle Ġlgili Diğer Düzenlemeler

O presente trabalho teve como objetivo apreender a percepção dos peritos criminais federais da área financeira (chamada de área 1) sobre as competências mais importantes para o desempenho de suas atribuições na Polícia Federal. Adicionalmente, procurou-se verificar sua percepção sobre o domínio que eles detêm sobre essas competências.

Como resultado, foram identificadas um total de 41 competências, que se apresentaram como de alta importância na percepção dos peritos criminais federais da área 1. Dentre as competências percebidas com mais importantes merece destaque a competência “capacidade de agir com honestidade”, que foi a que obteve o maior grau médio de importância (6,72, numa escala que vai de 1 a 7). Ao avaliar a importância para cada um dos subgrupos da amostra, essa competência também ficou em primeiro lugar em quase todas as verificações: para cada uma das faixas etárias, para ambos os sexos, para ambos os cursos de formação dos peritos, para cada uma das faixas de tempo de experiência e para quatro das cinco regiões do País esta competência foi a mais importante. A única exceção foi para o subgrupo formado pelos peritos da Região Sul, onde esta competência ficou classificada em segundo lugar como a mais importante.

Outro resultado da pesquisa – e, talvez, o mais importante – é o de que, na visão dos profissionais pesquisados, as competências comportamentais aparecem como tendo mais importância que as competências técnicas para o desempenho de suas atribuições e a busca dos objetivos institucionais. Das primeiras 20 competências ranqueadas por ordem de importância, 15 são comportamentais e apenas cinco são técnicas. Se tomarmos as 10 primeiras do ranking de grau médio de importância, esse número torna-se ainda mais significativo: nove são competências comportamentais, contra apenas uma competência técnica.

Esses dados chamam a atenção e, de certa forma, surpreendem, pela contundência com que se evidenciam num ambiente formado por profissionais com perfil eminentemente técnico, no qual as competências técnicas não surpreenderiam se ocupassem o topo do ranking das competências percebidas como mais importantes. Porém, já na fase das entrevistas, que antecedeu à fase de levantamento, alguns dos peritos entrevistados manifestaram sua percepção sobre a importância das competências comportamentais – de que

elas desempenham um papel de maior relevância do que as competências técnicas para o desempenho das atividades do perito criminal federal da área financeira. Essa percepção acontece apesar das atribuições primordiais desses peritos serem pautadas pelo desempenho de tarefas que exigem, praticamente todo o tempo, o emprego de conhecimento científico, mormente os conhecimentos acadêmicos.

Em relação às 41 competências pesquisadas por meio de questionário na fase de levantamento, os peritos criminais federais da área 1 entendem que o domínio de todas está dentro de um nível adequado. A competência com menor grau médio de percepção de domínio ficou classificada como de médio domínio, tendendo a alto domínio. Essa constatação não significa que o domínio das competências não precisem ser desenvolvidas; apenas elas são percebidas como dentro de um domínio condizente ao desempenho de suas atribuições.

Sugestões para a instituição Polícia Federal

Ao tomar as 20 competências percebidas como as mais importantes e comparar o seu grau médio de importância com o seu grau médio de domínio, temos que: 18 competências apresentaram graus de domínio menores do que os graus de importância e duas apresentaram graus de domínio maiores do que os graus de importância. Esse resultado sugere que essas 18 competências são as primeiras candidatas para futuros programas de desenvolvimento a serem conduzidos pelo órgão em relação aos peritos criminais federais da área financeira.

O resultado da pesquisa também sugere um caminho para futuras abordagens na capacitação dos peritos criminais federais da área financeira, com indicações para que sejam mais voltadas para a postura, o comportamento e as atitudes dos profissionais, ou seja, suas competências comportamentais. A pesquisa indica que são as competências com essa abordagem que podem fazer a diferença para um planejamento estratégico efetivo para a consecução dos objetivos da instituição. A Diretoria de Gestão de Pessoas, por meio da Academia Nacional de Polícia, responsável pela capacitação dentro da Polícia Federal, tem papel decisivo nesse rumo, tendo em vista que é ela que assume o papel de promover o treinamento e a capacitação dos funcionários, que deve estar alinhado com os objetivos da instituição.

Também é Diretoria de Gestão de Pessoas a responsável por estabelecer as diretrizes para a seleção e a capacitação dos novos peritos criminais federais. O próprio processo seletivo pode ser aperfeiçoado – e esse aperfeiçoamento deve ser buscando constantemente, conforme pudemos verificar na ampla literatura revisada neste trabalho – levando-se em conta as informações colhidas ao longo desta pesquisa. Esta conclusão se baseia, principalmente, na percepção dos sujeitos pesquisados sobre a importância e o domínio das competências, e da constatação de que as competências comportamentais têm um peso maior do que as competências técnicas na busca dos objetivos dos trabalhos realizados.

Relação entre o resultado da pesquisa e o referencial teórico

A constatação de que os peritos da área financeira da Polícia Federal percebem as competências comportamentais como mais importantes do que as competências técnicas para o desempenho de seu trabalho e, consequentemente, para o alcance dos objetivos institucionais, encontra guarida no referencial teórico utilizado para o embasamento deste trabalho. Os autores que se debruçaram sobre a temática, tendo como linha de pesquisa as competências técnicas em comparação com as competências comportamentais, mostram um panorama semelhante ao verificado nos resultados desta pesquisa, pois eles concordam que, desde há algum tempo, as competências comportamentais passaram a ser mais valorizados e, atualmente, possuem maior importância para o alcance dos objetivos institucionais do que as competências técnicas (REIS, 2003). Essa tendência se manifesta, inclusive, nos processos seletivos das organizações, que evoluíram para acompanhar essa nova realidade. Os novos processos de seleção de candidatos buscam mecanismos que possam identificar e valorizar as características pessoais mais do que o próprio conhecimento técnico. Assim, as entrevistas que eram conduzidas buscando-se aferir o grau de conhecimento dos candidatos, agora buscam uma análise do perfil, para captar os valores pessoais que mais se adequam ao que as organizações precisam, em termos de ações e resultados.

Sugestão para novas linhas de pesquisa

Talvez a percepção dos peritos de que as competências técnicas sejam menos significativas para o desempenho de suas atribuições decorra do fato de estes conhecimentos estarem totalmente entranhados em sua personalidade, a tal ponto de não terem a percepção de sua importância. Ou seja, seria tão básico para os peritos que os conhecimentos técnicos são imprescindíveis que nem precisasse ser mencionada sua importância. Essa é uma hipótese

que pode ser objeto de outras pesquisas, para ampliar o conhecimento sobre o perfil das competências dos peritos criminais da Polícia Federal. Fica a sugestão para se buscar um detalhamento maior sobre a percepção dos peritos sobre as competências que lhe são importantes e, talvez o mais importante: as razões pelas quais sua percepção tem essa característica, embora seu trabalho primordial seja eminentemente técnico e demandem tanto os conhecimentos acadêmicos.

BIBLIOGRAFIA

AMARAL, R. M. Gestão de pessoas por competências em organizações públicas. XV Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias. 2008. São Paulo. Anais eletrônicos. Trabalhos Orais. São Paulo: Nov. 2008, p. 10-14. Disponível em: <http://www.sbu.unicamp.br/snbu2008/anais/site/ pdfs/2594.pdf >. Acesso em 27 dez. 2013.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 1977.

BITENCOURT, C. C. A gestão de competências gerenciais – a contribuição da aprendizagem organizacional. Tese de Doutorado. Porto Alegre, 2001. Disponível em < http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/1793>. Acesso em 10 Jan. 2013.

BOOG, Gustavo. O Desafio da Competência. São Paulo, Editora Best Seller, 1991.

BOYATZIS, R. E. The competent manager: a model for effective performance. New York: John Wiley and Sons, 1982.

BOXALL, Peter. Achieveing competitive advantage through human resource strategy: towards a

theory of industry dynamics. Human Resource Management review. Vol. 8, nr. 3, p. 265 – 288,

Stamford, Connecticut: Jai Press Inc, 1998.

BRANDÃO, Hugo P. Aprendizagem, contexto, competência e desempenho: um estudo multinível. Tese (doutorado) — Universidade de Brasília, Brasília: UnB, 2009. Disponível em <http://repositorio.unb.br/handle/10482/8322>. Acesso em 30 jun. 2013.

BRANDÃO, Hugo P.; GUIMARÃES, Tomás de A. Gestão de competências e gestão de desempenho: Tecnologias distintas ou instrumentos de um mesmo constructo? Revista de Administração de Empresas, v. 41, n. 1, p. 8-15, 2001. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/rae/v41n1/v41n1a02 .pdf >. Acesso em 12 Nov. 2012.

BRANDÃO, Hugo P. et al. Gestão de desempenho por competências: integrando a gestão por competências, o balanced scorecard e a avaliação 360 graus. Revista de Administração Pública, v. 42, n. 5, p. 875-898, out. 2008. Disponível em < http://www.scielo.br/ scielo. php?script=sci_arttext&pid=S0034-76122008000500004&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt>. Acesso em 09 Out. 2012.

BRASIL. Código de Processo Penal. Decreto-Lei nº 3.689, de 03 de outubro de 1941. Disponível em < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del3689.htm >. Acesso em 15 Jan. 2013. _________. Constituição Federal. 1988. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/constituicao/constituicao.htm > Acesso em 15 jan 2013.

_________. Decreto nº 5.707, de 23 de fevereiro de 2006. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Decreto/D5707.htm>. Acesso em 27 dez. 2013.

_________. Lei 12.030, de 19 de setembro de 2009. Disponível em <http:// www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L12030.htm >. Acesso em 15 Jan. 2013.

CAETANO, P. F. Construção e Validação do Inventário de Competências Pessoais para o Trabalho – ICPT. Dissertação de Mestrado. Universidade de Brasília, 2007. Disponível em <http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/6356/1/Dissert_Patricia%20Caetano.pdf>. Acesso em 17 Abr. 2013.

CARBONE, Pedro P. et al. Gestão por competências e gestão do conhecimento. 2ª. Ed. Rio de Janeiro: FGV, 2006.

CARDOSO Filho, Jair C. Sistema de informação em gestão de competências: proposta de um modelo de mapa do conhecimento aplicado à Câmara Legislativa do Distrito Federal. E-Legis, n.4, p. 87 - 113, 1º semestre 2010. Disponível em < http://bd.camara.leg.br/ bd/handle/bdcamara/3949 >. Acesso em 17 Abr. 2013.

CASSANDRE, Marcio P.; ENDRICI, João O. M.; VERCESI, Cristiane. Gestão por competências nas pequenas empresas do APL de bonés da cidade de Apucarana (PR): seu entendimento e suas práticas em confronto com as perspectivas teóricas. Revista de Administração Mackenzie, V. 9, nr. 8, Ed. Esp. Nov-dez 2008. Disponível em < http://www.scielo.br/pdf/ram/v9n8/a03v9n8.pdf >. Acesso em 09 Out. 2012.

DAWES, John. Do data characteristics change according to the number of scale points used? International Journal of Market Research. 2008. Vol. 50. Issue 1. p.61-77. Disponível em <http://web.ebscohost.com/ehost/pdfviewer/pdfviewer?sid=9a8cc66c-a5e4-4b35-874d-def64

e34d925%40sessionmgr113&vid=5&hid=124 >. Acesso em 20 ago. 2013.

DURAND, Thomas. Forms of incompetence. Proceedings of the Fourth International Conference on Competence-Based Management. Oslo: Norwegian School of Management, 1998.

______. L’alchimie de la compétence. Revue Française de Gestion – nr. 160. p. 261 - 292. Lavoisier: Paris, 2006.

DUTRA, Joel S. Gestão de Pessoas com Base em Competências in FISCHER et al. Gestão por competências – um modelo avançado para o gerenciamento de pessoas. São Paulo: Gente, 2001. _________. Competências – Conceitos e instrumentos para a estão de pessoas na empresa moderna. São Paulo: Atlas, 2004.

DUTRA, Joel S.; FLEURY M. T; RUAS, R.. Competências: conceitos, métodos e experiências. São Paulo: Atlas, 2008.

DUTRA, Joel S.; HIPÓLITO, J. M.; SILVA, C.M. Gestão de pessoas por competências. Anais do Encontro Nacional da Associação Nacional de Pós Graduação e Pesquisa em Administração, 22, Foz do Iguaçu, PR, Brasil, 1998.

FAGUNDES, M. Modelos de Habilidades e Competências. Disponível em <http://www3. catho.com.br/salario/action//artigos/Modelos_de_Habilidades_e_Competencias.php.>. Acesso em 15 jul. 2013.

FERREIRA, Aurélio Buarque Holanda. Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. 3 ª. Ed. Curitiba: Positivo, 2004.

FISCHER, André L. A constituição do modelo competitivo de gestão de pessoas no Brasil: um estudo sobre as empresas consideradas exemplares. Tese (Doutorado em Administração de Recursos Humanos) - Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1998. Disponível em: <http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/12/12132/tde-03042009- 125228/>. Acesso em: 27 abr. 2013.

_________. O conceito de modelo de gestão de pessoas – modismo e realidade em gestão de recursos humanos nas empresas brasileiras in FISCHER, A.L. et al. Gestão por competências – um modelo avançado para o gerenciamento de pessoas. São Paulo: Gente, 2001.

FLEURY, Afonso; FLEURY, Maria T. L. Estratégias empresariais e formação de competências. São Paulo: Atlas, 2000.

GALLON, Alessandra V.; ENSSLIN, Sandra R. Potencial de liderança criativa em equipes de trabalho de empresas de base tecnológica incubadas. Revista de Administração e Inovação. Vol. 5 nr.1 (2008). Disponível em <http://www.revistarai.org/rai/article/view/170>. Acesso em 23 out 2013.

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5ª Ed. São Paulo: Atlas, 2010.

GLÓRIA Jr, Odair de S. Competências e habilidades relevantes para um chefe de unidade descentralizada de perícia da Polícia Federal. Dissertação de Mestrado. FGV. Rio de Janeiro, 2012. Disponível em < http://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/handle/10438/9410 >. Acesso em 23 Out. 2013.

GRAMIGNA, M.R. Modelo de competências e gestão de talentos. São Paulo: Makron Books, 2002. HAIR Jr., Joseph F. et al. Fundamentos de métodos de pesquisa em administração. São Paulo: Bookman, 2005.

HOUAISS, Antônio; VILLAR, Mauro; FRANCO, Francisco M. de M. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de janeiro: Objetiva, 2009.

IENAGA, Celso H. Competence-Based Management: Seminário Executivo. São Paulo: Dextron Consultoria Empresarial, 1998.

Le BOTERF, G. Desenvolvendo a competência dos profissionais. Porto Alegre: Artmed Editora, 2003.

_________. Competènce et navigation professionnelle. Paris: Éditions d’Organisation, 1999.

LEME, Rogerio. Aplicação prática de gestão de pessoas por competência: mapeamento, treinamento, seleção, avaliação e mensuração de resultados de treinamento. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2005.

_________. Avaliação de Desempenho com Foco em Competência: a base para remuneração por competências. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2006.

MAGALHÃES, Mônica L.; BORGES-ANDRADE, Jairo E. Auto e hetero-avaliação no diagnóstico de necessidades de treinamento. Estudos de Psicologia. 2001, 6 (1), p. 33 – 50. Disponível em < http:// www.scielo.br/pdf/epsic/v6n1/5331.pdf >. Acesso em 10 jun. 2013.

MARCONI, Marina de A.; LAKATOS, Eva M. Fundamentos da Metodologia Científica. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.

McLAGAN, Patricia. The changing world of work. Human Resource Management International Digest. Vol.8, nr. 3, p. 6-8. Bradford, England: MCB Business Strategy Publications, 2000.

_________. Competencies: the next generation. Training and development, 51 (5), 40-47. 1997. McCLELLAND, David C. Testing for competence rather than intelligence. American Psychologist, 28, p.1-14, jan. 1973.

McCLELLAND, David C.; DAILEY, C. Improving officer selection for the foreign service. Boston: McBer, 1972.

McCLELLAND, David C.; SPENCER, L. M. Competency assessment methods: history and state of

the art. Hay McBer Research Press, 1990.

MILLS, J. et al. Competing through competences. New York: Cambridge Press, 2002. MINTZBERG, H. Criando organizações eficazes. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2003.

MORAES, Roque. Análise de Conteúdo. Revista Educação, v. 22, nº 37, p. 7 - 32. 1999. Disponível em <http://cliente.argo.com.br/~mgos/analise_de_conteudo_moraes.html>. Acesso em 10 jun. 2013.

MOSCOVICI, Fela. Competência interpessoal no desenvolvimento de gerentes. Revista de Administração de Empresas. 1981, vol. 21, n. 2, pp. 17-25. Disponível em <http://rae.fgv.br/ rae/vol21-num2-1981/competencia-interpessoal-no-desenvolvimento-gerentes >. Acesso em 15 ago. 2013.

_________. Equipes dão certo. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1994.

NORDHAUG, Odd. Competence Specificities in Organizations: a classificatory framework. International Studies of Management & Organization. Spring 98, Vol. 28 Issue 1, p. 8-29. Disponível em < http://web.ebscohost.com/ehost/detail?vid=11&sid=2d752beb-baa9-45fd-b913-4c59 cba9023a%40sessionmgr115&hid=118&bdata=Jmxhbmc9cHQtYnImc2l0ZT1laG9zdC1 saXZl#db= bth&AN=633812>. Acesso em 16 ago. 2013.

PRAHALAD, C. K.; HAMEL, G. The core competence of the corporation. Harvard Business Review, Boston, v. 68, n. 3, p. 79-91, May/Jun 1990.

PIERRY, Felipe. Seleção por competências: o processo de identificação de competências individuais para recrutamento, seleção e desenvolvimento de pessoal. São Paulo: Vetor, 2006. RABAGLIO, Maria O. Ferramentas de avaliação de performance com foco em competência. 3ª Ed. Rio de Janeiro: QualityMark, 2010.

RABECHINI JR., Roque; CARVALHO, Marly M. de. Perfil das competências em equipes de projetos. Revista de Administração de Empresas. São Paulo, v. 2, n. 1, Jun 2003 . Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1676-56482003000100013&lng=en&nrm= iso>. Accesso em 15 Abr. 2012.

RABELO, Eraldo. Curso de Criminalística. Porto Alegre: Sagra, 1996.

REIS, Valéria dos. A Entrevista de seleção com foco em competências comportamentais. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2003.

SPENCER, L. M.; SPENCER, S. Competence at Work. New York: Jonn Wiley & Sons, 1993. TAYLOR, F. Winslow. Princípios da administração científica. São Paulo: Atlas, 1976.

TENÓRIO, Fernando G. Tem razão a organização? Ensaios de teoria organizacional. 3ª. Ed. Rev. e Ampl. Ijuí: Unijuí, 2008.

THÉVENET, Maurice. In DUTRA, Joel de S et al. Competências: conceitos, métodos e experiências. São Paulo: Atlas, 2008.

TRESCA, Rosemary P.; DE ROSE JR, D. Estudo comparativo da motivação intrínseca em escolaes praticantes e não praticantes de dança. Rev.Bras.Ciên.e Mov. Brasília v. 8 nr. 1 p. 9-13. Disponível em <http://portalrevistas.ucb.br/index.php/RBCM/article/view/349/401> Acesso em 23 Out. 2013.

VELHO, Jesus A.; COSTA, Karina A.; DAMASCENO, Clayton T. M.; Locais de crime. Campinas: Milennium, 2013.

VERGARA, Sylvia C. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 11ª. São Paulo: Atlas, 2009.

VIEIRA, Adriane; LUZ, Talita R. da. Do saber aos saberes: confrontando as noções de qualificação e de competência. ENANPAD, 27, 2003, Atibaia. Anais. Disponível em <http://www.anpad.org.br/ diversos/trabalhos/EnANPAD/enanpad_2003/GRT/2003_GRT1209.pdf > Acesso em 20 abr 2013. ZARIFIAN, Philippe. A gestão da e pela competência. In: Seminário Educação Profissional, trabalho e competências. Rio de janeiro: Centro Internacional para a Educação, Trabalho e Transferência de Tecnologia, Mimeo, 1996.

APÊNDICE A – ROTEIRO PARA AS ENTREVISTAS I - Orientações iniciais

Apresentar-se e falar sobre o curso de mestrado. Falar sobre a pesquisa de campo e de seus objetivos.

Solicitar autorização para que a conversa seja gravada; explicar que a gravação será transcrita e apresentada posteriormente, para que seu teor seja confirmado.

Relembrar a missão da PF: “Manter a lei e a ordem para a preservação da segurança pública, no estado democrático de direito, cumprindo as atribuições constitucionais e infraconstitucionais, mediante estratégias, no exercício das funções de polícia administrativa e judiciária.”

Relembrar a visão de Futuro da PF: “Tornar a Polícia Federal uma referência mundial em segurança pública para, no cumprimento de suas atribuições, garantir a manutenção da lei e da ordem interna e externa, em cooperação com os estados soberanos, como valores fundamentais da dignidade humana.”

Relembrar os objetivos institucionais da PF:

1. Fortalecer a cultura estratégica. 2. Valorizar o servidor

3. Ampliar a credibilidade institucional 4. Reduzir a Criminalidade

5. Promover a cidadania

6. Incrementar os acordos e parcerias 7. Racionalizar a gestão logística

8. Consolidar a governança em tecnologia da informação 9. Integrar o orçamento à gestão estratégica.

Explicar o conceito de Competência.

Explicar os conceitos de conhecimento, habilidades e atitudes:

Conhecimento: “um corpo organizado de informações de natureza técnica ou administrativa, o qual, se aplicado, faz com que o desempenho adequado no trabalho seja possível”. (MAGALHÃES e BORGES-ANDRADE, 2001)

Habilidade: “capacidade de desempenhar operações de trabalho com facilidade e precisão, incluindo comportamentos motores ou verbais que favorecem a realização de tarefas inerentes à função”. (MAGALHÃES e BORGES-ANDRADE, 2001)

Atitude: “predisposição do indivíduo, favorável ou desfavorável em relação a um objeto, pessoa ou fato; denota sentimentos do trabalhador a respeito do que ele faz ou sobre a organização em que trabalha ou alguma pessoa competente da mesma”. (MAGALHÃES e BORGES-ANDRADE, 2001)

II - Dados demográficos:

1. Sexo: ( ) Masc ( ) Fem

2. É PCF há quanto tempo? _____ anos ____meses 3. Qual a sua idade? ____ anos _____ meses

4. Qual a sua área de formação? ( ) Contabilidade ( ) Economia

5. Em quantas unidades você já foi lotado, incluindo sua atual lotação? _____ unidades 6. Em qual (is) destas unidades você já trabalhou como PCF, incluindo sua atual

unidade?

( )INC/DITEC ( )SETEC ( )UTEC/NUTEC ( )Direção geral, outro órgão etc 7. Qual a sua região de lotação atual?

( )Centro Oeste ( )Nordeste ( )Norte ( )Sudeste ( )Sul

III - Baseado em sua experiência como PCF e tendo em vista a missão, a visão de futuro e os objetivos do DPF, responda às seguintes perguntas:

1. Em sua opinião, quais os principais conhecimentos que o PCF da área 1 precisa ter para desempenhar bem as suas atividades periciais?

2. Em sua opinião, quais as principais habilidades que o PCF da área 1 precisa ter para desempenhar bem o as suas atividades periciais?

3. Em sua opinião, quais as principais atitudes (comportamentos) que o PCF da área 1 precisa ter para desempenhar bem as suas atividades periciais?