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BÖLÜM 2: SULTAN II. ABDÜLHAMİD DÖNEMİ DONANMA STRATEJİSİ . 44

2.4. Jeune École Stratejisi’nin Düşüşe Geçmesi ve Buna Mukabil Osmanlı Savunma

2.4.2. Boğazların ve Payitaht’ın Müdafaasına Yönelik Planlar

O Grau de Impacto Ambiental Relacionado à Erosão foi determinado através da avaliação por critérios múltiplos (MCE – Multi Criteria Evaluation), aplicando-se o método de Combinação Linear Ponderada (WLC – Weighted Linear Combination). A atribuição de pesos aos parâmetros ambientais foi realizada através do módulo WEIGHT, que utiliza o processo analítico hierárquico (AHP – Analytical Hierarchy Process), onde os parâmetros são comparados de acordo com sua importância relativa (ver Tabela 8) através de uma escala de comparação pareada (Quadro 7). Desta forma, considerou-se que os parâmetros declividade e erodibilidade têm a mesma importância no desencadeamento de processos erosivos. Já o parâmetro litologia, é moderadamente menos importante que a declividade e a erodibilidade.

Tabela 8. Atribuição de pesos para análise do grau de impacto

relacionado à erosão

Declividade Erodibilidade Litologia Declividade 1

Erodibilidade 1 1

Litologia 1/3 1/3 1

Quadro 7. Escala de comparação pareada

1/9 1/7 1/5 1/3 1 3 5 7 9

Extremamente Muito

fortemente Fortemente Moderadamente Moderadamente Fortemente Muito

fortemente Extremamente

Menos importante

Igualmente

Importante Mais importante

A comparação entre os três parâmetros resultou nos seguintes pesos a serem atribuídos na análise do grau de impacto relacionado à erosão:

Declividade: 0,4286 Erodibilidade: 0,4286

Metros 4000.00 0 15 30 45 60 75 90 105 120 135 150 165 180 195 210 225 240 255

7

7..22..II

NNDDIICCAADDOORRDDEEGGRRAAUUDDEEIIMMPPAACCTTOOAAMMBBIIEENNTTAALLRREELLAACCIIOONNAADDOOÀÀPPEERRDDAADDEE B

BIIOODDIIVVEERRSSIIDDAADDEE

Este indicador reflete a relevância de impactos decorrentes da supressão e fragmentação de remanescentes de vegetação natural que são inerentes a toda e qualquer atividade de mineração, exceto aquelas realizadas em áreas onde a vegetação natural já foi substituída por outros tipos de uso antrópico.

Com base em conceitos de ecologia da paisagem, foram selecionados parâmetros que pudessem refletir a importância ambiental, em termos de grau de conservação e biodiversidade, dos diversos remanescentes de vegetação que ainda ocorrem na área de estudo. Desta forma, quanto maior o grau de conservação e importância ambiental de um determinado remanescente, maior será a relevância do impacto relacionado à sua supressão ou fragmentação, e, conseqüentemente, maior será o grau de impacto ambiental.

VIANA & PINHEIRO (1998) consideram que o desafio de conservar a biodiversidade regional em paisagens intensamente cultivadas tem como principal limitante o processo de degradação de fragmentos florestais. Tamanho, forma, grau de isolamento, tipo de vizinhança e histórico de perturbações apresentam relações com fenômenos biológicos e, conseqüentemente, afetam a dinâmica dos fragmentos florestais. Isto se reflete no mosaico de eco-unidades que diferem entre si quanto à diversidade, mortalidade e natalidade de espécies arbóreas. A análise destes fatores e da estrutura e dinâmica de eco-unidades é fundamental para identificar estratégias conservacionistas e prioridades para pesquisa.

VIANA & PINHEIRO (1998) afirmam ainda, que, a fragmentação de hábitats introduz uma série de novos fatores na história evolutiva de populações naturais de plantas e animais. Essas mudanças afetam de forma diferenciada os parâmetros demográficos de mortalidade e natalidade de diferentes espécies e, portanto, a estrutura e dinâmica de ecossistemas. No caso de espécies arbóreas, a alteração na abundância de polinizadores, dispersores, predadores e patógenos alteram as taxas de recrutamento de plântulas; e os incêndios e mudanças microclimáticas, que atingem de forma mais intensa as bordas dos fragmentos, alteram as taxas de mortalidade das árvores.

As alterações ambientais decorrentes da fragmentação referem-se não só à redução da área florestal, mas também à qualidade do ambiente remanescente. Destaca-se neste sentido o efeito de borda – alterações microclimáticas que ocorrem nos limites dos fragmentos e que afetam toda a região periférica, acarretando em maior luminosidade, menor umidade relativa do ar e maiores danos mecânicos provocados por ventos, entre outros. Estas alterações criam um novo mosaico ambiental, tendo reflexos na composição de espécies (TURNER, 1989; MURCIA, 1995; TURNER & CORLETT, 1996; TABARELLI et al., 1998; SILVA & TABARELLI, 2000; HILL & CURRAN, 2001),

favorecendo espécies heliófitas, generalistas e típicas de áreas abertas em detrimento das espécies típicas do interior de florestas, mais exigentes quanto ao padrão microclimático e, em geral, dependentes de interações com animais para polinização e dispersão.

A fauna também é afetada pela fragmentação, o que pode provocar um efeito em cascata nos processos de extinção (SILVA & TABARELLI, 2000; TABARELLI & PERES, 2002). As alterações na composição de espécies têm reflexo nas guildas de sucessão e dispersão (TABARELLI et al., 1998, 1999; TABARELLI & PERES, 2002).

Para VIANA et al. (1992), os principais fatores que afetam a dinâmica de fragmentos florestais são: tamanho, forma, grau de isolamento, tipo de vizinhança e histórico de perturbações.

KOTCHETIKOFF-HENRIQUES (2003) realizou o diagnóstico da vegetação natural do município de Ribeirão Preto, revelando a ocorrência de 102 fragmentos florestais. A riqueza de espécies encontrada em cada fragmento variou de 13 a 134 espécies, havendo um grande número de espécies com ocorrência rara – 275 espécies (52,38%) ocorrem em menos de 5% dos fragmentos, e nove espécies (1,71%) ocorrem em mais de 50% dos remanescentes. Há espécies com ocorrência rara em todos os fragmentos, mas elas tendem a ocorrer em maior número nos fragmentos maiores. Cada fragmento apresenta uma pequena porcentagem do total de espécies da formação, indicando que, para conservar a diversidade de espécies, todos os fragmentos são importantes.

Em sua pesquisa, a análise do componente principal (PCA) mostrou que a área e a área core (área nuclear), fator de forma e dimensão fractal, e os índices de proximidade e similaridade são, respectivamente, os principais fatores atuantes nos três primeiros eixos. A área e a área core apresentaram correlação significativa e positiva com a riqueza de espécies nas Matas Mesófilas e Decíduas. A forma e o isolamento não apresentaram correlação com a riqueza de espécies. O autor chegou às seguintes conclusões:

o espécies mais freqüentes ocorrem na maioria dos fragmentos, independente da sua área. As espécies com ocorrência rara, por outro lado, tendem a concentrar-se nos fragmentos maiores. Desta forma, a riqueza mais elevada observada nos fragmentos maiores pode ser relacionada com a maior ocorrência de espécies com distribuição restrita a poucos fragmentos;

o fragmentos maiores e com maior área core geralmente apresentam maior número de espécies. Áreas maiores também tendem a apresentar maior número de espécies dos estágios finais de sucessão, zoocóricas e com ocorrência rara;

o a forma do fragmento não apresentou correlação clara com a riqueza ou ocorrência de espécies de guildas de sucessão ou dispersão. Entretanto, a forma do fragmento influi na proporção de área core (formas alongadas apresentam menor proporção de área core); o o isolamento apresentou pouca influência na riqueza de espécies, embora os dados de

literatura indiquem que a conectividade seja um parâmetro importante relacionado com a riqueza (METZGER, 1997).

A partir destes pressupostos, foram selecionados os seguintes parâmetros ambientais para compor o indicador de grau de impacto ambiental relacionado à perda de biodiversidade: área dos fragmentos, área nuclear dos fragmentos, forma dos fragmentos e isolamento entre os fragmentos.