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Beslenme bozukluklarının değerlendirilmesi, çözümleri ve aile önerileri

BÖLÜM 2. KONU İLE İLGİLİ GENEL BİLGİLER VE ALANYAZIN

2.4. Çocukluk Çağı Beslenme Problemleri

2.4.3 Beslenme bozukluklarının değerlendirilmesi, çözümleri ve aile önerileri

A construção das categorias de análise foi resultado da observação prévia e contínua dos dados sempre balizadas pela teoria utilizada como referencial para o trabalho. Primeiramente foram realizadas as transcrições para que pudéssemos ter acesso ao texto proveniente das falas dos participantes dos vídeos. Em seguida foi efetuada a primeira leitura a fim de fixar alguns critérios e identificar alguns padrões que apareciam durante o diálogo e consequentemente pudessem se transformar em futuras categorias de análise. Foi utilizado como base para a definição destes critérios de seleção, todo o nosso referencial teórico, com foco específico em alguns autores (CARVALHO, et al., 1998; ALEIXANDRE e BUSTAMANTE, 2003; AZEVEDO, 2004; BYBEE, 2006; CARVALHO, 2011), neste sentido buscamos

56 identificar algumas ideias sobre o planejamento da aplicação de uma atividade investigativa, sobre a metodologia do EI e sobre avaliação, a princípio da construção de conhecimento dos alunos.

A partir disto, foi realizada a primeira análise do material, com o objetivo de testar e verificar a existência de categorias mutuamente excludentes, o que nos levou então a um esboço mais elaborado de toda a codificação que seria utilizada para a análise dos dados trabalhados. Neste ponto, percebemos a necessidade de acrescentar, alterar categorias e de melhor defini-las, para que se tornassem compreensíveis.

Com as novas definições de cada categoria em mãos, reanalisamos parte dos dados selecionados e levamos tal análise para a discussão com o grupo de pesquisadores do LaPEF, com a intenção de validar as categorias criadas. Durante esta reunião houve algumas modificações em nomes e definições de algumas categorias, bem como a criação de uma nova, que tratava sobre a experiência docente.

Após isto, foi feita a descrição detalhada de cada uma das categorias e, em seguida, uma nova análise dos dados selecionados e apresentação e discussão com o grupo de pesquisadores do LaPEF, validando assim a construção das categorias. Os resultados desta análise poderão ser encontrados em um capítulo posterior deste trabalho. Tais categorias estão apresentadas sucintamente no quadro abaixo e a forma como foram construídas é descrita a seguir.

Categorias Subcategorias Sumário das Ideias

Ideias sobre o planejamento didático (I.1) Antecipação de problemas e/ou questionamentos durante a aplicação da atividade (I. 1).

Durante o planejamento da atividade o professor é capaz de prever questionamentos que os alunos poderão trazer em sala de aula ou problemas relacionados à aplicação da atividade.

Atenção aos pré- requisitos dos alunos (I.

1).

Preocupações que o professor deve ter sobre os pré-requisitos, de conteúdo ou cognitivos, necessários ao aluno para que ele possa reconstruir conhecimento com base na atividade proposta.

Atenção aos objetivos

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Quadro 7 – Categorias de Análise

Ao observarmos as categorias podemos perceber uma nítida separação temporal entre elas. As três primeiras ideias, sobre planejamento didático (I.1), sobre planejamento metodológico (I.2) e organizacionais (I.3) são esperadas nas reuniões que discutem o planejamento da aplicação da atividade investigativa, já as ideias sobre a construção de conhecimento dos alunos (I.4) e para o replanejamento e avaliação das atividade aplicadas (I.5) surgem quando há discussão sobre o que já foi aplicado, ou seja, quando os professores estão fazendo uma reflexão a respeito do que ocorreu durante o desenvolvimento da atividade. A última categoria, relatos

Ideias sobre o planejamento metodológico (I.2) Sugestões ou observações sobre as interações entre professor, alunos e material (I. 2).

Ideias sobre como abordar os conteúdos para que a aula se caracterize metodologicamente como investigativa, mantendo os pressupostos do EI.

Sugestões ou observações sobre o uso do material (I. 2).

Orientações a serem dadas aos alunos sobre a utilização dos recursos didáticos necessários à realização da atividade.

Sugestões ou observações sobre as ações procedimentais

(I. 2).

Organização e orientação dos alunos para que a atividade se desenvolva seguindo seu planejamento e seus objetivos finais.

Ideias Organizacionais

(I.3)

Atenção aos recursos didáticos: disponibilidade,

manipulação e características (I. 3).

Necessidade de o professor planejar o uso dos materiais a serem utilizados durante a atividade, quanto a sua disponibilidade e quanto ao conhecimento de seu manuseio. Planejamento de tempo

para a realização da atividade (I. 3).

Preocupação durante o planejamento com a disponibilidade de tempo de aula para a realização das atividades propostas.

Atenção à construção do conhecimento

pelo aluno (I.4)

O professor relata que o aluno constrói conhecimento a partir das interações em sala

de aula (I. 4).

Busca identificar nas falas do professor, situações nas quais o aluno conseguiu evoluir em sua linha de raciocínio após a interação com o professor, com os outros alunos ou com o material didático. Ideias para o replanejamento e avaliação das atividades aplicadas (I.5) Reflexão e avaliação sobre os resultados da aplicação da atividade investigativa (I. 5).

Ideias ou observações que surgem quando o professor avalia suas ações, ou a própria atividade, e a partir disto é capaz de tirar conclusões sobre os resultados.

Sugestões ou observações sobre as

atividades (I. 5).

Ideias ou observações que tinham como objetivo propor alguma modificação na atividade com o objetivo de melhorá-la.

Relatos ou observações a

partir da experiência docente (I.6)

58 ou observações a partir da experiência docente (I.6), não nos parece que siga algum padrão temporal como o apresentado anteriormente, logo o aparecimento dela é esperado a qualquer momento das reuniões.

3.7.2. Ideias relacionadas ao planejamento da aplicação das atividades