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3.4. Yönetim Anlayışındaki Dönüşümü Etkilemede Ulusal Bir Örnek

3.4.4. Baskı Unsuru Olarak TÜSİAD

Com a redemocratização do Brasil e a Constituição de 1988, veio a necessidade de se garantirem novos direitos educacionais, e, logo após a promulgação da Constituição Federal de 1988, deu-se entrada, no Congresso Nacional, ao Projeto de Lei (PL 1258/88), formado por um compêndio das diferentes discussões ocorridas desde o início dos anos 1980, com vistas a

dar início ao processo de tramitação da nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). O autor desse projeto foi o deputado federal Octávio Elísio, e o relator, Jorge Hage. Numa correlação de negociação entre as forças políticas e populares, o texto original foi modificado, seguindo para a avaliação do Senado, depois de receber 1.263 emendas, com apenas 298 artigos, quando o relator no Senado Federal, Cid Sabóia (PMDB/CE), emitiu parecer, e a Comissão de Educação do Senado aprovou o então Projeto de Lei 101/93 no dia 20 de novembro de 1994. No entanto, o senador Darcy Ribeiro apresentou um substitutivo a esse projeto, por identificar inconstitucionalidade em vários artigos, sendo o mesmo retirado do plenário do senado, por requerimento do senador Beni Veras.

Nesse contexto, o Presidente do Senado, José Sarney, resolveu retomar a tramitação dos três marcos importantes em discussão rumo à criação da nova LDB: O PL 101/93 da Câmara e o parecer de Cid Sabóia – aprovado pela comissão de educação e o substitutivo de Darcy Ribeiro, sendo nomeado como relator dessa proposta Darcy Ribeiro, que não deixou de tomar como referência seu próprio projeto à luz da sua concepção de educação. O substitutivo Darcy Ribeiro, que continha 91 artigos, foi posto em evidência, tendo sido considerado por consenso entre os senadores como sendo um texto enxuto e não detalhista. O parecer n° 30/96, de Darcy Ribeiro, foi aprovado no plenário do senado em 14 de fevereiro de 1996. Notadamente, tal decisão excluiu o projeto inicial da LDB, negou o processo democrático estabelecido na câmara e em diversos setores da população vinculados à educação e em 20 de dezembro de 1996, foi promulgada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo Presidente da República a Lei de Diretrizes e Bases n° 9.394/96.

Após anos de disputa de projetos diferentes para a educação nacional, foi promulgada, em 1996, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB nº 9.394/1996, sancionada no governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso, conhecida historicamente como Lei Darcy Ribeiro de Educação Nacional. Esta Lei foi apontada como dimensão legal inerente ao processo de expansão, e, nesse aspecto, Castro (2004, p.110-111) coloca que ela “foi aprovada, no contexto da reforma educacional, como um meio de regular as iniciativas e ações necessárias à implementação do novo modelo educacional”. A autora destaca que as discussões acerca da modificação do quadro legal do país no tocante à educação antecedem a Constituição Federal de 1988 e que essas discussões tiveram o envolvimento da participação popular e das entidades de classes ligadas, tendo oferecido contribuições substanciais ao projeto de Lei encaminhado à Câmara dos Deputados. No entanto, a LDB, aprovada em 1996, foi uma lei gestada no MEC pelo Senador Darcy Ribeiro e por técnicos do MEC.

Pode-se observar que a LDB trouxe, em seus princípios, um caráter descentralizador que tomava como referência a reforma neoliberal e gerencial do Estado para definir a estrutura da Educação Nacional, defendendo um sistema articulado e descentralizado de educação nacional, a partir de nítidas atribuições nos níveis da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, previstos na Constituição Federal de 1988. No entanto, apesar dos aspectos legais, pode ser notada uma grande dificuldade de ordem cultural para a implantação de uma educação legitimamente inovadora, para além da estrutura básica de organização da oferta de oportunidades educacionais na educação básica e na educação superior, em suas diferentes etapas e modalidades de educação e ensino.

Segundo Castro (2004; 2007) e Cordão (2012), pode-se dizer que a LDB apresenta alguns entraves difíceis de serem solucionados, entre eles, o entendimento de que as universidades – públicas e privadas – e demais instituições de educação superior ainda não despertaram para a real necessidade de se priorizar a formação inicial e continuada de professores, especialmente para a educação básica e para a educação profissional e tecnológica; uma concepção de avaliação com uma nova função, a de avaliar a aprendizagem, com foco no contexto da verificação da aprendizagem, e não na reprovação; a utilização da modalidade de Educação a Distância tanto no nível da educação básica quanto no nível da educação superior, o que, teoricamente, seria uma conquista, deparando-se, no entanto, com a dificuldade enfrentada na implantação de programas educativos na supracitada modalidade de educação, com os mesmos níveis de qualidade da educação presencial. Um outro entrave a ser destacado seria a dificuldade de as instituições aceitarem o projeto pedagógico como efetivo instrumento de trabalho para o estabelecimento de ensino e suas equipes técnicas e administrativas e, de modo especial, para os seus professores.

Ainda os autores Cordão (2012) e Castro (2007) apontam como conquista o fato de a educação profissional ser tratada de forma integrada com todos os níveis, etapas e modalidades de educação e ensino. Outro capítulo importante é o que trata dos recursos financeiros, definindo com clareza o que pode ser considerado como despesas com a manutenção e o desenvolvimento do ensino, o capítulo que trata “do Direito à Educação e do Direito de Educar”, destacando a exigência da definição de padrões mínimos de qualidade de ensino, a grande alteração em relação à educação profissional, a qual é situada na confluência dos direitos fundamentais do cidadão à própria vida, à educação e ao trabalho.

O relato acima não esgota todas as possibilidades de proposições positivas e negativas, ou conquistas e entraves a serem enfrentados na leitura e operacionalização da nova LDB para

todos os envolvidos. Cabe destacar, no entanto, que a LDB 9.394/96 vigente, em termos de políticas públicas na área educacional, vem legando considerados ganhos para os cidadãos, merecendo alguns destaques: o fato de que “a União deve gastar no mínimo 18% e os Estados e municípios no mínimo 25% de seus orçamentos na manutenção e desenvolvimento do ensino público” (art. 69); o fato de o Ensino fundamental passar a ser obrigatório e gratuito (art. 4) e a educação infantil (creches e pré-escola) tornar-se, oficialmente, a primeira etapa da educação básica (BRASIL, 1996).

No que se refere à educação superior, a LDB 9.394/96, ao longo de sua trajetória, incorporou vários dispositivos, por meio de Projetos de Lei, de Decretos e da reforma constitucional, reformando, juntos, internamente, a educação superior brasileira. A análise das políticas com vistas à educação superior só pode ser entendida, segundo Dourado (2002), com a compreensão integrada dos instrumentos e mecanismos que justificam a reforma desse nível de ensino e de sua relação orgânica com o processo de reforma de Estado no Brasil.

Segundo Castro (2004, p.111),

A nova Lei de Diretrizes e Bases da educação, aprovada em dezembro de 1996, é um documento em sintonia com as orientações de cunho neoliberal, baseadas em princípios minimalistas, em que se prevê a diminuição do Estado no setor educacional. Nela são valorizados os mecanismos de mercado, apelo à iniciativa privada e a consequente redução dos investimentos públicos nos setores sociais. Muito diferente da proposta originada no âmbito da sociedade civil, embasada em diretrizes consideradas progressistas, não tendo vingado no percurso de tramitação na Comissão de Educação de Câmara. Notadamente, a sociedade civil desenvolveu seu papel juntamente com os representantes do Congresso, defendendo uma concepção de Estado de bem-estar social que, dentre outros aspectos, atribuía ao poder público fazer cumprir o direito à educação em todos os níveis e modalidades (CASTRO, 2004). A lei aprovada foi orientada pelos parâmetros do neoliberalismo, num contexto de crise do capitalismo, observando-se primórdios de ajustes no papel do Estado, em que se colocava como importante agente na administração da crise, mediante a criação de mecanismos de intervenção em outras instâncias, adequando-as às novas demandas (CABRAL NETO, 2012).

A expansão da educação superior na década de 1990 (terceira fase da expansão) foi observada em escala mundial, respeitando-se os parâmetros de maior ou menor intensidade, como o caso dos países em desenvolvimento, a exemplo do Brasil. Como estratégia de expansão foi instituída a diversificação institucional, como uma nova tendência a ser adotada nas políticas da educação superior e tem, segundo Correia, Amaral e Magalhães (2002), uma concepção descrita a partir da existência de diferentes formas de educação pós-secundária e

de conjuntos de instituições dentro de um Estado ou nação, imbuídas de diferentes missões e formas de instruções, diferentes na mesma lógica, quanto à organização e aos financiamentos. No que se refere ao ensino superior, o Art. 44 da LDB define o grau de abrangência ou de especialização, determinando que o ensino superior seja oferecido por meio de:

I) cursos sequenciais por campo de saber, de diferentes níveis de abrangência, abertos a candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos pelas instituições de ensino;

II) de graduação, abertos a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e tenham sido classificados em processo seletivo;

III) de pós-graduação, compreendendo programas de mestrado e doutorado, cursos de especialização, aperfeiçoamento e outros, abertos a candidatos diplomados em cursos de graduação e que atendam às exigências das instituições de ensino; IV) de extensão, abertos a candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos em cada caso pelas instituições de ensino (BRASIL, 1996).

Esse artigo possibilitou uma grande modificação no ensino superior e foi fundamental para a expansão e a criação de novos cursos, aumentando, dessa forma, o número de alunos matriculados tanto na rede pública quanto na particular. Esse artigo ressalta os princípios da flexibilidade e da diversificação que permitiram a criação de novos cursos, entre eles, os sequenciais por campo do saber, normatizados pelo Conselho Nacional de Educação – CNE.

Considerando o ambiente educacional dessa pesquisa, Escola Técnica cuja origem emerge da oferta de cursos profissionalizantes e médios ofertados predominantemente na modalidade presencial, faz-se mister destacar, nas prerrogativas do artigo 44 supramencionado, o critério de “diversificação” que permitiu que o IFPB nomenclatura atual se inserisse na oferta da educação superior. Nessa perspectiva, trabalhar o conceito de diversificação das instituições de educação superior torna-se relevante, e, na visão de Correia et al. (2002, p.32), observa-se o conceito de diversificação como sendo “um processo dinâmico pelo qual um sistema aumenta a sua diversidade, quer por aumento do número de espécies, quer por aumento da dispersão dos organismos pelas várias espécies”. Sguissardi (2000) chama a atenção, a esse respeito, para a percepção da universidade enquanto instituição social universal, construída a partir de inúmeros e diversificados conceitos e padrões, o que a torna vulnerável ao enfrentamento de desafios advindos de pressões ocasionadas pelas mudanças decorrentes desta diversidade, podendo colocar em confronto sua identidade construída ao longo do tempo, exatamente o que pode vir a ocorrer com o IFPB que não tem tradição nessa oferta e passará a ser avaliada de forma equivalente às universidades.

Ainda muito importante, para a expansão do ensino superior é o Art. 45, mesmo tendo este dado vasão a uma orientação mercantilista da educação no Brasil, quando determina que

o oferecimento da educação superior seja suprido em instituições públicas e/ou privadas em diversos níveis de abrangência, cabendo aqui o entendimento da oferta de ensino em nível tecnológico, bacharelados e pela modalidade a distância. Esse artigo, ao tempo em que possibilita a expansão, também consolidada o ensino superior nas instituições privadas, subsidiadas em parte por verbas públicas a exemplo do FIES e PROUNI, programas de financiamento aluno e IES, oportunizou a expansão expressiva das matrículas nessa rede de ensino, tornando questionados os critérios dessa expansão. Em contraponto a esse cenário há de se considerar o que expõe Chaves (2010, p.482) quando assevera que “a privatização vem sendo utilizada com a finalidade de reduzir a presença do Estado tanto na área produtiva, quanto na área social” levando a sérias consequências em âmbito das políticas sociais dirigidas à população de baixa renda, que ao intentar reduzir a pobreza, não se aparta da promoção da desigualdade social e da pobreza.

É preciso considerar que a rede pública também teve uma expansão muito grande, mas, como já vinha sofrendo um grande déficit de atendimento, o seu crescimento ficou muito abaixo da rede privada. Segundo Barbalho e Castro (2012, p. 279), esse artigo inova quando cria a categoria de Centros Universitários, instituições pluricurriculares de educação superior, numa perspectiva de que proporcionar ensino de excelência.

Com as diversas estratégias criadas pela LDB nº 9.394/96, pode-se dizer que a década de 1990 foi uma época de significativa ampliação do acesso via crescimento do número de matrículas, do aumento e diversificação de cursos, do aumento da contratação de docentes, que serviram para compor um novo cenário para a educação superior no Brasil, porém não foi suficiente para cumprir as metas estabelecidas pelos planos e programas do Governo desse período. Nesse contexto, pode-se identificar uma forte utilização de estratégias mercadológicas, a exemplo da expansão da educação superior pela rede privada, de forma um tanto desordenada, chamando a atenção aos requisitos de qualidade como uma inquietação em função da falta de mecanismos de inspeção por parte do Governo Federal. É exatamente nesse ponto que nos valemos do que diz Brandão (2006), quando coloca que o desafio do acesso à educação superior não está no aumento do número de vagas totais para se alcançá-la, mas no aumento de vagas em instituições públicas de qualidade, garantindo, assim, a democratização ao acesso.

Posteriormente, os artigos referentes ao ensino superior foram normatizados pelo Decreto nº 2.207, de 05/04/1997, que regulamenta, para o Sistema Federal de Ensino, as

disposições contidas nos artigos 19, 20, 45, 46 e § 1º, 52, parágrafo único, 54 e 88 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e dá outras providências (BRASIL, 1997, n.p.). A saber:

Art. 19 – classificação das categorias administrativas das instituições de ensino dos diferentes níveis em pública e privada;

Art. 20 – categorias das instituições privadas de ensino em particulares, comunitárias, confessionais e filantrópicas;

Art. 45 – a educação superior será ministrada em instituições de ensino superior, públicas ou privadas, com variados graus de abrangência ou especialização;

Art. 46 – a autorização e o reconhecimento de cursos, bem como o credenciamento de instituições de educação superior, terão prazos limitados, sendo renovados, periodicamente, após processo regular de avaliação;

§ 1º – após um prazo para saneamento de deficiências eventualmente identificadas pela avaliação a que se refere este artigo, haverá reavaliação, que poderá resultar, conforme o caso, em desativação de cursos e habilitações, em intervenção na instituição, em suspensão temporária de prerrogativas da autonomia, ou em descredenciamento;

Art. 52 – as universidades são instituições pluridisciplinares de formação dos quadros profissionais de nível superior, de pesquisa, de extensão e de domínio e cultivo do saber humano, parágrafo único;

Art. 54 – no qual se encontra que as universidades mantidas pelo Poder Público gozarão, na forma da lei, de estatuto jurídico especial para atender às peculiaridades de sua estrutura, organização e financiamento pelo Poder Público, assim como dos seus planos de carreira e do regime jurídico do seu pessoal;

Art. 88 – a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios adaptarão sua legislação educacional e de ensino às disposições desta Lei no prazo máximo de um ano, a partir da data de sua publicação.

O Decreto nº 2.207, de 05/04/1997, foi alterado pelo Decreto nº 2.306, de 19 de agosto de 1997, que regulamentou o Sistema Federal de Educação – por meio do qual o governo normatizou as atribuições das instituições superiores privadas de ensino, admitindo de forma definitiva as instituições com fins lucrativos e estabelecendo a diversificação das instituições de ensino superior em cinco tipos: I – Universidades; II – Centros Universitários; III – Faculdades Integradas; IV – Faculdades; e V – Institutos Superiores ou Escolas Superiores.

Embora o Decreto nº 2.306/2007 tenha sido fundamental para a grande expansão da rede privada no ensino superior no Brasil, a consolidação desse processo deu-se por meio da instituição do Decreto nº 3.860, do dia 9 de julho de 2001, que alterou as regras de organização do ensino superior e da avaliação de cursos e instituições, definindo nova mudança na diversificação das instituições de ensino superior.

Uma das mudanças mais significativas desse Decreto foi transformar os cinco tipos de instituições em três: I – Universidades; II – Centros Universitários; III – Faculdades Integradas; Faculdades; Institutos Superiores e/ou Escolas Superiores. Observa-se, no entanto, que, de fato, não foi alterada a natureza das IES existentes, sendo apenas reagrupadas diferentemente.

Outros instrumentos legais, que podem ser destacados da educação superior, instituídos pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2006):

Decreto 4.914, de 11/12/2003 (dispõe sobre os centros universitários alterando o art. 11 do Decreto nº 860, de 9 de julho de 2001); Lei nº 10.861, de 14/04/2004 (que instituiu o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES); Lei nº 10.973, de 2/12/2004 (que dispõe sobre incentivos à inovação tecnológica); Lei nº 11.079, de 30/12/2004 (que institui a Parceria Público Privada - PPP); o Decreto Presidencial nº 5.225, de 1/10/2004 (que elevou os Centros Federais de Educação Tecnológica - CEFETs à categoria de Instituições de Ensino Superior); o Decreto Presidencial nº 5.245, de 18/10/2004 transformado na Lei nº 11.096/05 (que criou o Programa Universidade para Todos – PROUNI); o Decreto Presidencial nº 5.205, de 20/12/2004 (que regulamenta as fundações de apoio privadas no interior das IFES); o Decreto Presidencial nº 5.622, de 19/12/2005 (que regulamenta a educação à distância no Brasil e consolida a abertura do mercado educacional brasileiro ao capita estrangeiro); e mais recentemente o Decreto nº 5.773, de 9/05/2006 (que estabelece normas para as funções de regulação, supervisão e avaliação das instituições de ensino superior) e o Projeto de Lei nº 7.200/06, encaminhado pelo governo federal ao Congresso Nacional, em junho de 2006, que estabelece nova regulamentação para a educação superior brasileira (CHAVES, 2009, p.07).

Vale destacar o feito do ano de 2004, por meio do Artigo 1° do Decreto n° 5.225, alterado pelo Artigo 7° do Decreto n° 3.860 de 09 de julho de 2001, segundo o qual as Instituições de Ensino Superior, quanto à sua organização acadêmica, seriam classificadas como Universidades, Centros Federais de Educação Tecnológica e Centros Universitários.

Pela oportunidade de exploração dos caminhos da expansão da educação superior por das décadas de 1960 a 1990 e a partir dos textos analisados, pode-se concluir que o modelo proposto pela reforma universitária de 1968 permaneceu como norteador das políticas educacionais até a promulgação da LDB n° 9.394/96, período em que o setor público centrou esforços rumo à criação e à manutenção de universidades idealizadas sob a lógica de instituições de grande porte, utilizando-se da engrenagem da educação, associando o ensino, pesquisa e extensão.

2.4 Planos Nacionais de Educação (PNE 2001-2010 e PNE 2014- 2024): contribuições ao

Benzer Belgeler