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Sinem Hun Başvurusu: Anayasa Mahkemesi’nin bugüne kadarki gelgitli ve bir ileri iki geri olarak mütereddit ve çekingen verdiği LGBTİ+

VE TÜRK HUKUKU AÇISINDAN İNCELEME

ANAYASA MAHKEMESİ’NE BİREYSEL BAŞVURU

E. LGBTİ+ Haklarıyla İlgili Anayasa Mahkemesi İçtihadı 62

10. Sinem Hun Başvurusu: Anayasa Mahkemesi’nin bugüne kadarki gelgitli ve bir ileri iki geri olarak mütereddit ve çekingen verdiği LGBTİ+

Depois de aplicado o experimento, os dados coletados foram classificados em uma tabela para serem analisados. Como dito anteriormente, cada atividade possuía um tempo previsto para sua realização, dessa forma, todos os sujeitos preencheram o formulário de coleta de dados com os tempos iniciais e finais de cada uma delas. Esses tempos que foram marcados foram tabelados obedecendo a seguinte fórmula: Tt = Tf – Ti. Em que Tt é o tempo total da atividade, Tf é o tempo final e o Ti é o tempo inicial.

Para iniciar a análise, foi selecionada a amostra de dados referentes às atividades de desenvolvimento de ambos os grupos na extensão leve. Na Tabela 6.7 estão representadas as médias de tempo das atividades de desenvolvimento. Por meio dessa tabela é possível tirar algumas conclusões como, o grupo que utilizou a extensão leve na primeira fase, demorou mais tempo para realizar as mesmas atividades que o grupo 2, que utilizou a extensão leve na segunda fase. Essa diferença pode ser explicada devido ao ganho de conhecimento de uma fase para a outra.

Apenas na atividade 1, o grupo da fase 2 reportou uma média maior do que a fase 1. Analisando os dados brutos, dois dos sujeitos apresentaram o tempo de 4 minutos, esses foram os dados que modificaram a média. Existem algumas variáveis que podemos levar em consideração, que são: O sujeito pode ter demorado um pouco mais para fechar o tempo da atividade fazendo alguma verificação e/ou pode ter levado um tempo a mais para organizar as ideias e começar a implementação.

De qualquer forma, a diferença não foi considerada grande o suficiente para invalidar as conclusões aqui apresentadas.

Como as atividades eram as mesmas, o grupo que desenvolveu com a extensão pesada na primeira fase já sabia o que desenvolver e já tinha uma base/aquecimento para desenvolver novamente as atividades da segunda fase com a abordagem leve.

Outro ponto é que o grupo 2 utilizando a extensão leve na fase 2 levou mais tempo em média para realizar as mesmas atividades que o grupo 1 utilizando a extensão pesada na fase 2. O grupo 1 que desenvolveu a leve na fase 1 levou em média 19,63% a mais de tempo do que o grupo 2, que utilizou a leve na fase 2.

Tabela 6.7 - Média de tempo das atividades de desenvolvimento (Leve).

Média de tempo das atividades de desenvolvimento

(Leve) Somatória das atividades Média Geral Atv 1 Atv 2 Atv 3 Atv 4 Atv 5 Atv 6

Grupo1 Fase1 3 4,28 8,14 18,71 10,57 5,57 50,27 46,14

Grupo2 Fase2 3,33 4,28 7 14,42 8,14 4,85 42,02

Na Tabela 6.8 é apresentada a média de tempo das atividades de desenvolvimento na extensão pesada. Notou-se que o grupo que utilizou a extensão pesada na fase 2 foi mais rápido 5,84% do que o grupo que utilizou a mesma extensão na fase 1. A mesma explicação que foi dada para a Tabela 6.7 também serve a essa análise, ou seja, acredita-se que há um ganho de conhecimento de uma fase para a outra, independente do mecanismo de extensão utilizado.

Tabela 6.8 - Média de tempo das atividades de desenvolvimento (Pesada).

Média de tempo das atividades de desenvolvimento

(Pesada) Somatória das atividades Média Geral Atv 1 Atv 2 Atv 3 Atv 4 Atv 5 Atv 6

Grupo1 Fase 2 2,28 3,57 4,57 6,57 4,66 3 24,65 25,37

Grupo2 Fase 1 2,85 3,71 5 6,85 3,85 3,83 26,09

Contudo, foi visto que no caso das atividades de desenvolvimento da leve a diferença foi de 19,63% e para a pesada foi de 5,84%. A justificativa para essa disparidade de valores se dá principalmente pela complexidade do código-fonte necessário para criar instâncias do KDM-AO leve. Dessa forma é possível concluir que independente da disparidade entre esses valores, a extensão pesada permite a criação de código-fonte mais rápida, em relação ao mecanismo de extensão leve.

As próximas tabelas a serem analisadas são referentes às atividades de manutenção em ambas as extensões. Na Tabela 6.9 são mostradas as médias de tempo das atividades 7 e 8, percebe-se que a fase 1 levou cerca de 45% a mais de

tempo para ser produzida do que a fase 2. Na Tabela 6.10, referente às atividades de manutenção com a extensão pesada, é possível analisar a diferença entre as duas fases em relação ao tempo. A diferença entre essas fases é de apenas 9,14%, ou seja, na fase 2 essas atividades foram realizadas mais rapidamente. Mais uma vez o ganho de conhecimento de uma fase para a outra pode ser usado como justificativa para essa diferença de valores.

Tabela 6.9 - Média de tempo das atividades de manutenção (Leve).

Média de tempo das atividades de manutenção

(Leve) Somatória das atividades Média Geral Atv 7 Atv 8

Grupo1 Fase 1 6,43 8,57 15 12,64

Grupo2 Fase 2 4,57 5,71 10,28

Tabela 6.10 - Média de tempo das atividades de manutenção (Pesada).

Média de tempo das atividades de manutenção

(Pesada) Somatória das atividades Média Geral Atv 7 Atv 8

Grupo1 Fase 2 2,28 3,33 5,61 5,38

Grupo2 Fase 1 2,14 3 5,14

Ao serem analisados os dados das tabelas, percebe-se que em geral a extensão pesada é mais rápida do que a extensão leve, isso ocorre devido à grande quantidade de código-fonte que precisa ser escrito para representar um trecho usando a extensão leve.

Figura 6.7 - Comparação das médias de tempo geral entre as duas extensões nas atividades de desenvolvimento e manutenção.

Na Figura 6.7 é apresentada outra perspectiva de comparação em que são confrontadas todas as médias de tempo das duas abordagens nas atividades de desenvolvimento e manutenção. Por meio desse gráfico é possível reafirmar que a

0,00 5,00 10,00 15,00 20,00 25,00 30,00 35,00 40,00 45,00 50,00 Leve X Pesada Pesada X Leve 46,14 5,38 25,37 12,64 M édi a g eral Desenvolvimento Manutenção

abordagem pesada permite a criação de modelos mais rapidamente, ou seja, é a abordagem mais produtiva. De acordo com as médias gerais apresentadas nas Tabelas de Tabela 6.7 à Tabela 6.10, de maneira geral, o mecanismo de extensão pesada agiliza em 81,86% a implementação de novas refatorações (Desenvolvimento) em modelos KDM-AO. Enquanto que a mesma extensão (pesada) agiliza a manutenção de refatorações de modelos em KDM-AO em 134,94%.