BÖLÜM 2: YENİ BİR HAMİLİK ANLAYIŞI: TERSİNE HAMİLİK
3.3. Araştırmanın Bulguları
3.3.5. Araştırma Görevlisi – Danışman Arasındaki İlişkide Tersine
Foram utilizados os seguintes instrumentos:
4.7.1 - Roteiro estruturado: Elaborado pelos membros do Núcleo de Pesquisa em
Enfermagem Geriátrica e Gerontológica (NUPEGG) da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) para contemplar os dados para a caracterização sócio- demográfica dos idosos: sexo (masculino e feminino); idade (em anos completos);
Membros do NUPEGG – Luciana Kusumota; Idiane Rosset-Cruz; Sueli Marques; Rosalina Rodrigues; Suzele Fabricio-
estado civil (solteiro, casado, separado ou viúvo); renda familiar (em renda liquida em reais); escolaridade (em anos de estudo formais); número de filhos e com quem vivem (ANEXOS A e B).
4.7.2 - Mini Exame do Estado Mental (MEEM): Este teste ajudou a abordar os
idosos e avaliar as características cognitivas. Elaborado por Folstein et al. (1975), traduzido e validado para a língua portuguesa por Bertolucci et al. (1994) os quais observaram que o escore total dependia do nível educacional.
É composto por diversas questões agrupadas em sete categorias, em que cada uma está desenhada com o objetivo de avaliar diferentes funções cognitivas específicas: orientação para o tempo (5 pontos), orientação para local (5 pontos), registro de 3 palavras (3 pontos), linguagem (8 pontos) e capacidade construtiva visual (1 ponto). O escore pode variar de um mínimo de 0 até um máximo de 30 pontos; os pontos de corte sugeridos por Bertolucci et al. (1994) foram de 13 para analfabetos, 18 para escolaridade baixa / média e 26 para alta escolaridade.
Esta escala é de simples aplicação e pode ser facilmente administrada em 5-10 minutos pelo profissional de saúde (ALMEIDA, 1998; CANTERA, 2000; LAKS et al., 2003) (ANEXO C).
4.7.3 - Morbidades: Instrumento elaborado pelos membros NUPEGG da EERP – USP em 2006 para conhecer a presença de morbidades crônicas ou problemas de saúde auto-referidos. As morbidades descritas são: Anemia, ansiedade/transtorno do pânico, artrites, asma ou bronquite, audição prejudicada, câncer, enfisema/doença bronco-pulmonar, diabetes mellitus, depressão, derrame, doença cardíaca, doença gastrointestinal alta (ulcera, hérnia, refluxo), doença vascular periférica (varizes), doença neurológica (Parkinson / Esclerose), hipertensão arterial, incontinência urinaria e/ou fecal, obesidade, osteoporose, prisão no ventre, problemas de coluna, visão prejudicada (catarata/glaucoma) ou outras doenças (ANEXO D).
4.7.4 - Quedas: O instrumento foi elaborado por Schiavetto (2008) com avaliação de
Membros do NUPEGG – Luciana Kusumota; Idiane Rosset-Cruz; Sueli Marques; Rosalina Rodrigues; Suzele Fabricio-
juízes composto por médicos e enfermeiras da área de gerontologia; contém 68 questões relacionadas aos fatores intrínsecos e extrínsecos da queda, além de ingestão de bebida alcoólica, uso de medicamento antes de cair, causa da queda, se estava ou não acompanhado com alguém durante este evento, tipo de lesão causada e os resultados da conseqüência da queda.
O estudo contou com uma amostra de 515 idosos entre os 65 e 103 anos residentes em Ribeirão Preto – São Paulo, sendo a média de quedas nos idosos nos últimos 12 meses foi de 24,1% com uma média de 5,5 enquanto que a mediana foi de 1,0 quedas e o desvio padrão foi de 3,2 quedas. A maioria dos idosos não sofreu quedas e dos que sofreram entre uma a duas, a prevalência foi de 69,4% e a maioria ocorreu da própria altura correspondendo a 81,5% com predomínio dos fatores extrínsecos (SCHIAVETTO, 2008) (ANEXO E).
4.7.5 – Escala de Fragilidade de Edmonton (EFS): Utilizou-se a escala do grupo
do Canadá, Canadian Initiative on Frailty and Aging (CIF-A), de Rolfson et al. (2006) e validada para a língua portuguesa por Fabrício-Wehbe et al. (2009).
A confiabilidade da escala para a língua portuguesa foi avaliada por meio de três entrevistas com uma sub amostra de 137 idosos, sendo que as duas avaliações foram realizadas por dois observadores no período de 15 dias cada uma; o coeficiente de concordância kappa foi utilizado para avaliação da reprodutibilidade. Foi realizado um teste inter-observador com 103 idosos simultaneamente por dois observadores diferentes no mesmo dia, no mesmo período, porém em momentos diferentes obtendo um k = 0.81 (concordância muito boa) e intervalo de confiança de 0,61 – 1,00 e o teste intra-observador com 83 idosos sendo aplicada depois de 15 dias da primeira obtendo um k = 0.83 e o intervalo de confiança de 0,72 – 0,94 indicando uma boa confiabilidade. (FABRÍCIO-WEHBE et al., 2009).
Entre os idosos entrevistados 74,5% eram do sexo feminino, 42,3% viúvos, com idade média de 75,33 anos, o sexo feminino foi considerado mais frágil quando comparado ao sexo masculino; além dos idosos mais velhos (80 anos e mais), terem maiores índices de fragilidade comparados com idosos mais jovens (65 a 79 anos).
Esta escala avalia nove domínios representados por 11 itens: a) área cognitiva com o teste do relógio (1 item); b) estado geral de saúde (2 itens); c) independência funcional (1 item); d) suporte emocional (1 item); e) uso de
medicamentos (2 itens); f) nutrição (1 item); g) humor (1 item); h) continência (1 item); i) desempenho funcional levante e ande cronometrado para equilíbrio e mobilidade (1 item).
A escala tem uma pontuação máxima de 17 e representa o nível mais elevado de fragilidade e os escores para análise da fragilidade são: 0 – 4 não apresentam fragilidade; 5 – 6 aparentemente vulnerável; 7 – 8 fragilidade leve; 9 – 10 fragilidade moderada; 11 ou mais fragilidade grave (ANEXO F).
4.7.6 - Medida de Independência Funcional (MIF): Este instrumento foi
desenvolvido na década de 1980 por uma força tarefa norte-americana organizada pela Academia Americana de Medicina Física e Reabilitação e pelo Congresso Americano de Medicina de Reabilitação, com o objetivo de criar um instrumento capaz de medir o grau de solicitação de cuidados que o paciente com deficiência exige para realização de tarefas motoras e cognitivas.
Foi traduzida e validada em 2000 (RIBERTO et al., 2001; RIBERTO et al., 2004) em pacientes com lesão medular e lesão encefálica adquirida, além de testar sua sensibilidade às mudanças funcionais em pessoas sob reabilitação em ambiente ambulatorial.
Entre as atividades avaliadas estão o desempenho para a realização de 18 tarefas em conjunto referentes a escalas de autocuidado, transferências, locomoção, controle de esfíncteres, comunicação e cognição social que inclui memória, interação social e resolução de problemas (Figura 3).
Cada uma dessas atividades é avaliada e recebe uma pontuação que parte de 1 (dependência total) a 7 (independência completa), assim a pontuação total varia de 18 a 126 pontos (CANTERA, 2000; RIBERTO et al., 2001; RIBERTO et al., 2004). (Figura 4) (ANEXO G).