RUSYANIN KAMU PERSONELİ HİZMET DERECELERİ LİSTESİ 41 (1917 yılına kadar yürürlükte olmuştur)
A- ANAYASAL SİSTEM
As parábolas nos evangelhos segundo Mateus, Marcos e Lucas mostram as características e formas do pensamento de Jesus e as impressões são dadas no estilo da configuração da Palestina, no entanto a comparação sinótica mostra a presença da diferença entre os textos, sugerindo assim que fossem feitas várias alterações de caráter secundário.
Mesmo enfrentando a precisão histórica em questão de fidelidade à tradição dos textos sinóticos as parábolas são relatadas com fidelidade na característica de linguagem e pensamento de Jesus e na escrita palestiniana. Isto faz com que sejam mais fiéis e verdadeiras as palavras de Jesus.
Em Mt 22,6s:
“... os demais agarrando os servos dele maltrataram e mataram,
os mas rei ficou irado e enviando as tropas dele destruiu os assassinos aqueles e a cidade deles queimou...”,
há uma clara referência à destruição de Jerusalém. A motivação é encontrar os pontos de vista que levaram às mudanças, justamente o duplo sentido Sitz im
Leben52 das parábolas: que de um lado é parte da pregação de Jesus e do outro da
igreja primitiva. Para encontrar uma parábola autêntica e original é necessário extrair a causa das mudanças incentivadas a partir da situação da igreja primitiva, de sua vida e seus ensaios, suas esperanças e por sua ordem.
Segundo Hauck53, da mesma forma a parábola da ovelha perdida em Mt 18,12-14:
“... que vos parece? Se existir para certo homem cem ovelhas e
se desgarrar uma delas, não deixará as noventa e nove sobre
52Sitz im Leben é uma expressão alemã utilizada na exegese de textos bíblicos. Traduz-se em geral por “contexto vital”. De uma forma simples, o Sitz im Leben descreve em que ocasião uma determinada passagem da Bíblia foi escrita. Cf. Cássio Murilo Dias Silva. Metodologia de exegese bíblica, p. 186.
os montes e indo a procura desgarrada? E se acontecer encontrar a mesma, amém digo a vós que se alegra por ela mais do que por as noventa e nove não desgarradas. Assim não é vontade perante o Pai vosso em que céus pereça um só destes pequeninos...”,
parte do ensino dirigida à comunidade, tornando a comunidade o lugar do cuidado pastoral por excelência, anunciando a grande alegria de Deus frente a conversão do pecador.
Ainda segundo Hauck em geral, as parábolas são feitas para atender a necessidade de exortação eclesiástica e assim, a parábola escatológica de Lc 12,58s:
“... quando, pois, vais com o adversário teu para autoridade, no
caminho dá trabalho de ser libertado dele para não arreste a ti para o juíza, e o juiz te entregará ao carcereiro, e o carcereiro te lançará na prisão. Digo a ti: de modo nenhum sairás dali, até que pagues o último centavo...”,
torna-se uma admoestação a prontidão para reconciliação em Mt 5,25:
“... se bem disposto para com o adversário teu depressa,
enquanto estás com ele no caminho, para que não te entregue o adversário ao juíza e o juiz ao assistente na prisão sejas lançado...”,
torna-se uma exortação à reconciliação.
A missão da igreja bem sucedida aos gentios em Mt 22,9s:
“... ide portanto para as encruzilhadas dos caminhos e a todos
que encontrardes convidai para as bodas. E saindo os servos aqueles para os caminhos reuniram todos que encontraram, maus tanto quanto bom; e ficou cheias a festa de convidados...”,
faz adicionar uma segunda chamada em Lc 14,23 “... Respondeu-lhe o Senhor: Sai
pelos caminhos e atalhos e obriga a todos a entrar, para que fique cheia a minha casa...”, e que, por sua vez, o evangelista judeu cristão acrescenta uma parábola
que parece ser originalmente independente para quem não aparecer no banque sem o adorno de boas obras conforme Mt 22,11-13:
“... entrando o rei para ver os convidados viu ali um homem não
não tendo veste de festa? Ele ficou calado. Então o rei disse aos servos: amarra os pés e mão dele e lançai o mesmo na escuridão exterior; ali haverá o choro e o ranger dos dentes...”,
uma alerta sobre como se apresentar na festa do Reino de Deus.
Segundo Hauck, o “homem” em Lc 14,16 “... mas ele disse: certo homem fez
uma grande ceia e convidou muitos...”, torna-se “rei” em Mt 22,2 “... o Reino dos céus tornou-se semelhante a um rei o qual fez bodas para o filho...” e rei é Cristo
conforme o ladrão em Mt 24,43 “... sabei, porém, que se dono da casa soubesse a
que horas o ladrão vem, vigiaria e não permitiria ser arrombada a casa dele...” e as
palavras do “comerciante” no Mc 13,35 “... vigiai pois; não sabeis pois quando o
Senhor da casa vem, ou à tarde ou à meia-noite ou ao cantar do galo ou de manhã...” volta para Mt 25,23 “... disse-lhe o seu senhor: Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor...”
talvez tenham sido alterados para tornar-se palavras do Cristo da Parusia. Mas um teórico com desejo de obter parábolas estilisticamente puras não justifica em atribuir tudo a recursos alegóricos para a comunidade. Em relação à compreensão total da parábola de Mateus com aqueles peculiares de Lucas quase não contém nenhum recurso alegórico.
Segundo Hauck, em Lc 14,33 usa
ou[t wj ou=n
“assim, pois” “... assim, pois,qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo...”
para introduzir que certamente contém um ditado autêntico de Jesus. A questão da autenticidade surge com particular urgência nas duas que são contadas pelos evangelistas e definidos pela boca do próprio Jesus em Mc 4,13-20 (Mt 13,18-23; Lc 8,11-15: Parábola do Semeador) e em Mt 13,36-43 (parábola do joio). De acordo com Mc 4,10 “... quando ficou a sós, perguntavam a ele os doze ao redor dele sobre
as parábolas...”, e em Mt 13,36:
“... então, deixando as multidões foi para a casa. E
aproximaram-se dele os discípulos dele dizendo: explica para nós a parábola do joio do campo...”,
as parábolas são explicadas, a pedido dos discípulos, no seu círculo íntimo. Por trás dessas explicações está a ideia de como são todas as parábolas em geral, mesmo no contexto original, e precisam ser interpretadas, pois são como quebra-cabeças
que devem ser resolvidos, como em Mc 4,34 “... e sem parábola não falava a eles,
em particular mas aos próprios discípulos explicava todas as coisas...”.
Com explicações desses processos alegóricas pode-se deduzir que as parábolas não são originais. Além disso, um exame cuidadoso mostra em Mc 4,13- 20:
“... e diz a eles: não entendeis esta parábola, e como todas as parábolas entendereis? O semeador semeia a palavra, este são junto ao caminho; onde a palavra é semeada com eles...”,
usando um vocabulário estrangeiro para a língua de Jesus e os seus próprios, em vez da comunidade”, em Mt 13,36-43:
“... então, deixando as multidões foi para a casa. E
aproximaram-se dele os discípulos dele dizendo: explica para nós a parábola do joio do campo. E ele respondeu: O que semeia a boa semente é o Filho do Homem; o campo é o mundo; a boa semente são os filhos do reino; o joio são os filhos do maligno; ... Então, os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos ouça...”. 54