14. PARA VE MALĠYE POLĠTĠKALARININ NĠSPĠ ETKĠNLĠĞĠ
14.2. Açık Bir Ekonomide Para ve Maliye Politikalarının Etkinliği
Da mesma forma que o processo de negociação e diálogo, a divisão dos gastos e o controle financeiro relacionado ao consumo dos filhos também se mostrou, para as famílias pesquisadas, uma atividade desequilibrada. Na maioria dos casos no estágio nuclear, a prática da divisão dos gastos não foi evidenciada devido a uma série de imposições dos maridos (como impedir a mulher de trabalhar), ou pelas próprias imposições sociais, como a falta de oportunidade, menores salários, e a “obrigação” de dedicar-se integralmente aos filhos.
“Eu não gastava quase nada aqui dentro de casa quando eu estava casada. Minha parte, minha contribuição dentro de casa era só a feira, porque o meu trabalho ele dá o cartão de feira, né? Então eu ajudava dessa forma, mas outras contas não, e ele também nunca cobrou. Então ele assumia tudo. Eu tinha meu trabalho de dona de casa, né? De mãe. E ele entrava com o dinheiro” (MARIA).
“Não. Tudo era com ele. Era tudo com o pai” (JOELMA).
“Na medida do possível, né? Porque como era ele quem trabalhava né? Então, as coisas eram meio que encaixadinhas, então era dessa forma” (LOURDES).
“Eu não dividia porque eu não trabalhava. Então, a situação era complicada. Eu o ajudava no trabalho dele, mas eu não tinha renda. Então, a parte financeira realmente partia dele” (MARCELA).
Esse aspecto reforçou a característica paternalista das famílias pesquisadas, e a premissa de que “somente os homens deveriam ser provedores”. Além de corroborar com as ideias de Shoham e Dalakas (2005) ao indicarem que os casais costumam a tomar decisões em conjunto quando são mais novos e a esposa trabalha. Quando os casais já estão juntos por muitos anos e a mulher não está no mercado de trabalho, o marido tende a fazer maiores imposições sozinho.
Em um caso particular, observou-se a participação dos avós (paternos e maternos) na divisão dos gastos, pois ambos os cônjuges, por serem muito novos, não trabalhavam.
“A maior parte dos gastos realmente era do lado dos pais do meu ex-marido porque na época a gente não trabalhava. Então, o sustento vinha dos pais e maior parte era dos pais deles. Aí, a outra parte era com meus pais na medida
do possível, quando era necessário aqui em Patos19. Eu me lembro uma vez que eu vim aqui pra patos e meu filho tinha quatro meses. Ele teve uma crise de garganta muito forte e não tinha pediatra, nenhum hospital, aí não atendia pelo plano de saúde? Então, paga consulta, paga remédio... foram meus pais, eu não precisei ficar ligando pra ele [O ex-marido], mas a grande parte é tudo os pais dele também” (SABRINA).
Nesse caso, a divisão dos gastos e o controle orçamentário, por contarem com a presença de terceiros, evidenciaram novamente a condição de vulnerabilidade referente ao conflito entre opiniões das avós e das mães.
“Os pais do meu ex-marido compraram as coisas na época e eu fiquei muito estressada. Mas tudo bem, já passou, porque é aquela coisa de mãe de primeira viagem, porque, assim, eu queria tudo do meu jeitinho e não queria a intromissão de outra pessoa. Era assim com a mãe dele na época. Ela me ligava muito então eu me desgastava muito e ficava cansada. Mas, fora isso não, as outras partes meus pais compravam outras coisas também, já combinava com eles para ir a João Pessoa, e combinava com meu ex-marido quando tinha que ir comprar com os pais dele” (SABRINA).
Observou-se que a participação conjunta e equilibrada no controle financeiro e nas decisões de consumo não era uma característica forte das famílias pesquisadas em seu estágio nuclear. Contudo, por ainda contarem com duas pessoas engajadas, mesmo que minimamente, no controle financeiro e no acompanhamento do consumo, as famílias nucleares ainda eram menos endividadas que a família monoparental feminina.
“Depende do que são essas coisas. Questão de saúde devido ao tratamento dele. Inclusive, até hoje, eu pago o tratamento dele. Eu me afundei financeiramente porque ele era só um bebê e tinha que tomar leite, ele não comia o que ele come hoje. Então, assim, realmente a gente se endivida mesmo, não tem pra onde correr. Tem que prover. A criança precisa e assim, não é coisa supérflua não. É coisa necessária mesmo” (ELISA).
Até mesmo os casos de endividamento por descontrole de um dos cônjuges conseguiam ser equilibrados pela presença de duas rendas. Logo, o endividamento conseguia ser superado por um valor fixo maior que eventualmente liquidava a dívida.
“Como existia um excesso meu financeiro, havia sim dívidas. Eu não tinha aquele controle financeiro familiar. Aquela coisa do vamos anotar, vamos ver quanto podemos gastar. Então, era sempre tudo muito descontrolado de minha parte. Dele, como ele era o responsável por contas de água, luz e outras coisas, sempre a parte de saídas, de lazer, essas coisas, ficava muito
comigo, porque eu gostava muito de usufruir disso. E ele, como tinha que ser o grosso a feira tudo, ele controlava mais nesse sentido financeiro” (PAULA).
“Eu me endividava em termos de material escolar. Assim, chegava o final do ano e você teria que como eram as duas e aí o material era um valor maior então aí a gente se endividava, mas era tudo sob controle” (THAIS).
“Não. Só material de escola, mas brinquedo essas coisas não” (LOURDES).
Após o divórcio, para a maioria das famílias estudadas, principalmente a divisão dos gastos passou a ser uma atividade realizada (quando realizada) somente por obrigação por parte dos pais, ou seja, sem o desejo voluntário de oferecer melhores condições de vida para os filhos.
“Sim. Sim. Com certeza. Não tinha livre espontaneidade nunca não. Teve que ser instituída a pensão pra que ele contribuísse. Foi uma sugestão dele inclusive do valor. Eu não optei, ‘ah! vai ser x’. Foi ele quem optou o valor, mas, sem nem um grãozinho pra nada. Quando às vezes a gente conversava e ligava e dizia ‘ah! vai ter comprar isso’, ou ele dizia: ‘vou, vou providenciar’. Mas, isso não acontecia. Ele não dizia não, mas também não dava. Então eu já conhecia a pessoa, né? Então eu já não contava. Eu já tomava a iniciativa porque nunca existiu isso” (DIANA).
Percebeu-se que a adoção desse comportamento estava fortemente associada aos sentimentos e aos estados individuais vivenciados como consequência da separação. Logo, não contribuir para o suprimento das necessidades de consumo da criança era uma espécie de mecanismo para atingir diretamente o outro cônjuge em questão.
“Sim. Depois do divórcio, tudo foi obrigado, né? Pela justiça. Não tinha mais a iniciativa de comprar, de agradar, porque, assim, o rancor e a mágoa vinham, e aí ele agia assim” (NATALHA).
“Nem todos. Porque, assim, o que ele dá na realidade eu só pago a escola, só! Entendeu? Então, as outras despesas são todas comigo. Tudo, tudo, tudo. E ele não admite se eu precisar de alguma coisa, e digo que tá precisando, porque ele nega. Ele não dá de jeito nenhum, embora ele tenha condições para isso. Mesmo sendo para os filhos ele nega” (ANA CLARA).
O aspecto de “obrigação”, em alguns casos, evidenciou ser uma colocação proposta pela própria família das mães, que inclusive reforçava a condição de vulnerabilidade quando, às vezes até de forma sarcástica, solicitava que as filhas “comprassem a briga” pela divisão dos gastos.
“Foi obrigado. Ele foi obrigado a fazer isso. Até então, porque eu fui pressionada também. ‘Ele não te engravidou? Então ele vai arcar com tudo do seu filho’. Foi minha família. Ele foi obrigado a fazer isso” (JOELMA).
Esse processo de reajuste da divisão dos gastos e do controle orçamentário além do caráter obrigatório, também evidenciou ser mais complexo, justamente, na fase de caos, confusão e crise, confirmando os apontamentos da literatura quanto aos estágios dos rituais de passagem (BROWN, 2001).
“Com certeza, principalmente, nos cinco primeiros anos, tá e assim e dividia de forma não equivalente, vamos dizer assim. Ele dava um ‘x’ por mês e eu que me virasse com o resto. Então, realmente foi difícil nos primeiros anos de reestruturação, foram mais difíceis” (FERNANDA).
“No primeiro ano nem isso. Ele não deu nada. Aí depois quando eu entrei na justiça, com um ano quando eu entrei na justiça pra pensão aí ele aproveitou e fez o divórcio. A única coisa que você fica pensando é quantas coisas que você viveu e depois é como se nada tivesse acontecido” (SILVIA).
A vulnerabilidade nesse contexto pode estar associada ao pensamento de Amato e Fowler (2002) que, em linhas gerais, destacam o fato de que as crianças tendem a ter inclusive melhores opções de consumo quando os pais conseguem prezar pela relação minimamente calorosa e solidária; ou seja, aquela na qual se investe tempo com os filhos para monitorar suas preferências e hábitos de consumo, se estabelecem regras de compras, há o encorajamento da comunicação aberta sobre as condições financeiras, e as reações ao mau comportamento são gerenciadas com discussão ao invés da punição.
Para as mães que conseguiram gerenciar positivamente as atividades em questão, apesar do divórcio, percebeu-se que isso só foi possível porque elas conseguiam manter a comunicação apenas para esse fim, sem misturar os conflitos pessoais.
“Pelo menos comigo não. Até porque tudo é com o pai. O pai banca ele de tudo, né? Assim, todos os gastos é o pai. Eu só fiquei com a parte, assim, até hoje é assim, a parte da feira, o resto dos gastos é o pai. E, mesmo assim, nunca dá para o mês todo. Então, digamos que eu faça de 15 em 15 dias, mas aí quando eu não tenho eu recorro ao pai dele. Digo: 'olhe o lanchinho dele acabou antes do tempo'. Os eventos que tem na escola se forem numa época em que eu não tenha dinheiro, tanto faz se são 10 reais, ou besteira, ou 30, ou 40, recorro ao pai também” (MARIA).
“Meu filho recebe a pensão porque é um direito dele e, no caso, uma obrigação do pai. Da mesma forma como eu acho que seria uma obrigação minha se ele morasse com o pai, né? Eu não sei se ele faz por obrigação, porque ele nunca reclamou. Sempre tem o prazo certo no início do mês. O valor certo. E, ele nunca questionou não. Nunca tentou diminuir o valor da pensão. O valor da pensão já está estipulado até os 18 anos do meu filho, e
nunca teve isso de tentar reduzir nada não. A gente pode ir ajustando a pensão a medida em que vai aumentando as necessidades da criança?20
Não sei se pode, mas meu filho não tem isso não. Ele recebe um salário mínimo e um plano de saúde por fora, e quando ele completar cinco anos, o pai vai ficar responsável pelas mensalidades escolares. Pronto essa é a divisão” (SABRINA).
O conflito gerado pelo desequilíbrio na divisão dos gastos e no controle orçamentário evidenciou que o endividamento fez parte do período de ajuste das atividades de consumo da família monoparental, principalmente nas compras de material escolar (que exigiam parcelamentos consideráveis) e de aspectos de saúde.
“Sim. Com certeza, principalmente na parte da educação, para manter aquele padrão que você tinha e eu não tive coragem de chegar para os filhos e dizer ‘olhe, não vai dar, mamãe vai cortar isso e isso’. Então eu fui levando, levando, e isso aí ocasiona em endividamento” (NATALHA).
“Algumas vezes. Com material escolar, roupa essas coisas. Brinquedo não porque já eram grandinhos, mas, assim, no caso computador que foi evoluindo essa coisa de internet, então realmente eu fiquei meio mal só nessa parte” (LOURDES)
“Não para comprar coisas. Mas, para pagar a escola. Porque quando passou esse ano, aí as coisas ficaram muito atrasadas. Aí quando acabava o ano, no início do outro que eu recebia o 13º aí eu pagava, então eu ainda fiz algumas dívidas, com certeza, porque para não pagar juros. Mas, acabei pagando mais nos empréstimos do que se eu fosse pagar com juro ou fazer acordo” (SILVIA)
“Muito, muito. Porque sempre esperava pelo apoio dele e quando não vinha eu tinha que partir pra quê? Pra me endividar, pra banco pra não deixar faltar as coisas. Mas assim, final de ano, vinha mais material pra elas, dar uma arrumada na casa e acabava se endividando mesmo. Peguei empréstimo sim” (THAIS).
Além disso, em alguns casos, as mães evidenciaram situações em que optaram por adiar planos pessoais para manter o padrão de vida dos filhos, ou certos investimentos na questão de educação, cultura e profissionalização.
“Sim. Também material escolar. Minha filha faz aula de música, e eu tive que... se bem que violão não é uma coisa cara, mas me endividei para comprar, assim, você ir parcelando para ir aos poucos pagando entendeu?
20 Segundo a Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002, ou seja, o Código Civil, no Art. 1.694: “Podem os parentes, os cônjuges ou companheiros pedir uns aos outros os alimentos de que necessitem para viver de modo compatível com a sua condição social, inclusive para atender às necessidades de sua educação. § 1o Os alimentos devem ser fixados na proporção das necessidades do reclamante e dos recursos da pessoa obrigada. § 2o Os alimentos serão apenas os indispensáveis à subsistência, quando a situação de necessidade resultar de culpa de quem os pleiteia”. Isso significa que a pensão é instituída de acordo com a avaliação das necessidades dos filhos, mas depois de definida, ela só pode ser alterada se a condição financeira de quem paga mudar, e não necessariamente se a necessidade de quem recebe sofrer alterações.
Para me adequar, deixei de fazer um curso que eu estava fazendo para pagar uma aula de música para a minha filha, tu tá entendendo? Coisas assim, que eu tenho que abrir mão, ou eu tenho que endividar pra poder atender ou manter. Assim, coisas que eu sei que valem a pena, tá valando a pena eu pagar uma aula de música para a minha filha. Não que eu vá me endividar para coisas supérfluas que não tenham retorno mais na frente” (ANA CLARA).
E, ainda, arcaram com as dívidas dos próprios ex-maridos.
“Não. Eu fiquei endividada na época muito endividada, porque ele não era uma pessoa controlada então me deixou assim com muitas coisas para pagar. Então, na verdade eu passei dois anos pagando coisas, negociando com fornecedores que ele devia, porque na época em que ele era meu marido eu confiava e acabava dando cheque. Ele usava algumas coisas minhas e eu fiquei com esse prejuízo. Eu tive que me organizar, passar dois anos sem gastar com nada. Então, foi bem complicado, mas, foi algo que me ensinou bastante” (DIANA).
Ressalta-se o caso da Elisa que, como explicitado na subcategoria anterior, vivenciou o processo de maternidade e divórcio em paralelo, o que lhe expôs a uma condição de dupla vulnerabilidade, externalizada nas atividades de consumo para o filho. Salienta-se a presença do próprio processo reflexivo quanto à condição de vulnerabilidade vivenciada, já que, hoje, ela provavelmente não adotaria o mesmo comportamento se tivesse outro filho.
“Sim. Porque eu quis realmente preparar a chegada dele. Então assim, ele chegou como um reizinho mesmo. Eu comprei um quarto muito legal pra ele, o enxoval. Ele ganhou também muita coisa, porque muita gente se sensibilizou, né? No meu trabalho. Hoje eu não trabalho mais lá. Mas, no meu trabalho, na faculdade, entre amigos pessoais, muito chá de bebê, mas ai pra mim ainda era pouco eu queria mais, muito sapatinho, muito adereço para decoração, e era muito “massa”, era um sonho. A gente se endivida depois, e eu hoje não faria isso com um segundo filho” (ELISA).
O processo de divórcio e os conflitos gerados na divisão dos gastos e do controle orçamentário, muitas vezes, foram responsáveis pelo desenvolvimento do sentimento de frustração ou incapacidade para manter o padrão antigo de vida dos filhos. Confirmando-se, consequentemente, a discussão previamente trazida pelo referencial teórico, na seção 2.5 (o divórcio e seus efeitos sobre a família e o consumo).
“É. A gente se sente incapaz. Porque mesmo que você, eu creio que mesmo você tendo condições mesmo há um desajuste. Aí você não mantém de maneira nenhuma. Até porque eu vejo muito isso, as estatísticas, e até pessoas que tem condições mesmo ficam totalmente desequilibradas, você não consegue mais manter os padrões antigos” (NATHALIA).
“Me senti incapaz, por algum momento. Porque assim, nós tínhamos um padrão e hoje eu tenho outro entendeu? Mas, assim, eu converso muito com meus filhos e eles entendem. Eu digo ‘filha, filho, mainha não pode agora. Mas, quando mainha puder a gente faz, eu lhe dou’, e eles entendem. Eles compreendem. As vezes eu saio com meu filho, ele tem 6 anos e ele quer comprar determinada coisa, aí eu digo ‘amor, não pode, mainha não pode comprar esse aqui agora, você quer esse?’ Então, eles compreendem porque eles sabem da minha situação. Eles tem entendimento” (ANA CLARA). “Completamente incapaz. Até porque quando teve a separação judicial os meninos passaram um tempo comigo, e como eu percebi pela situação que como eu fiquei sem pensão nenhuma, eu não tinha como priorizar o conforto, as coisas deles, ficou meio complicado. Eu me senti completamente incapaz pela situação financeira em que eu me encontrava” (MARCELA).
As mães pesquisadas que vivenciaram pouco ou nenhum sentimento e estado de incapacidade evidenciaram esta realidade devido à característica individual, aparentemente mais desenvolvida, para lidar com as finanças e a educação para o consumo.
“Não. Porque eu tenho muito os pés no chão. Assim, eu sempre estou mostrando pra ela o que a gente pode e o que a gente não pode. Não é porque fulano tem que você também tem que ter. Fulano tem porque fulano tem certa situação financeira, então, você não tem porque a minha situação financeira é assim, então também não faço das tripas coração pra dar nada a filho não. Eu dou aquilo que eu posso. Dentro das minhas limitações” (VANUZA). “Não. Eu nunca me senti incapaz, e eu terminei melhorando o padrão de vida das minhas filhas. Mas, isso teve um preço, eu tive uma carga, eu me impus uma carga de trabalho bastante elevada pra conseguir realizar e melhorar o que a gente já tinha. Eu recebi uma orientação psicopedagógica pra tratar disso com as meninas depois da separação. E o que a psicóloga disse é que eu mudasse o menos possível a rotina delas e eu consegui manter a rotina delas, exatamente como era, não houve uma perda de padrão de vida, pelo contrário, um ano depois um ano e meio depois houve um ganho no padrão de vida delas, isso ficou bastante perceptível, inclusive pra elas, elas sabiam disso” (FERNANDA).
E estes fatores, novamente, pareceram ser afetados pelo nível de escolaridade e a classe social na qual as famílias já estavam anteriormente inseridas.