BÖLÜM 4: STRATEJĠK PLANLAMA SÜRECĠNDE DĠKEY ENTEGRASYON
4.1. ĠBB‟nin Stratejik Planlama Sürecinde Dikey Entegrasyon
4.1.6. Ġstanbul 2010-2013 Bölge Planı ve ĠBB 2010-2014 Stratejik Planı
A seguir, é apresentada uma comparação entre o guia para síntese e análise da estrutura e gestão do PDP com cada empresa de alimentos. Com isso, as atividades do processo de desenvolvimento que ocorrem nas empresas pesquisadas são analisadas de acordo com a literatura, sendo apresentadas as semelhanças e diferenças encontradas.
No caso 1, ocorre na primeira fase (estratégia de produto e planejamento) uma atividade específica da empresa, que é o recebimento de pedidos dos clientes e, ou de eventuais sugestões de novos produtos da matriz. Os clientes da empresa 1 são empresas produtoras de bebidas. Portanto, os novos produtos desenvolvidos são encomendas de clientes. Existem também, em menor número, produtos que são sugeridos pela matriz da empresa, e outros que são desenvolvidos por iniciativa da própria empresa.
A análise financeira do projeto é realizada na segunda fase (criação, projeto e desenvolvimento do produto) e não na terceira fase (processo de produção, estratégia de marketing, garantia da qualidade, produto) como é apresentado pelo guia. Essa diferença ocorre porque o custo alvo do produto a ser desenvolvido é estabelecido
pelo cliente que encomendou o desenvolvimento do produto. Sendo assim, as idéias devem ser selecionadas e o produto deve ser conceituado de acordo com esse custo alvo. Essas atividades acontecem na segunda fase do PDP da empresa.
As demais atividades do PDP da empresa 1 se assemelham às atividades do guia. Na empresa, no entanto, a amostra do produto em desenvolvimento não é chamada de protótipo. A empresa envia ao seu cliente uma “amostra” do produto. Na indústria de alimentos, de uma maneira geral, as empresas não utilizam a palavra protótipo. Normalmente, elas utilizam somente a palavra amostra.
No caso 2, o processo de desenvolvimento segue uma seqüência de atividades bem característica da empresa. A pesquisa de mercado, realizada na primeira fase (assim como no guia), ouve o consumidor e determina as especificações do produto a ser desenvolvido. A decisão final, se o produto deve ou não ser desenvolvido é, muitas vezes, feita pela alta administração, uma vez que se trata de uma empresa familiar.
Na segunda fase, o protótipo é elaborado em laboratório e é avaliado sensorialmente na empresa. A avaliação sensorial também é feita por consumidores a fim de verificar se as especificações determinadas na pesquisa de mercado (primeira fase) foram atendidas. Posteriormente, se o protótipo estiver de acordo com as especificações dos consumidores, a produção do mesmo protótipo é realizada na linha de produção para nova avaliação dos consumidores.
Na terceira fase, ocorre a determinação das condições de processamento, determinação da vida de prateleira do produto, realização do APPCC, entre outras atividades comuns ao guia.
Assim como na empresa 1, na empresa 2 não ocorre a formulação do plano de desenvolvimento generalizado para os dez anos seguintes como parte das ações e decisões da primeira fase de desenvolvimento. Além disso, a análise financeira não é realizada na terceira fase, como apresentado no guia. Essa análise é feita na primeira fase, uma vez que seus resultados servem também como base para a decisão entre desenvolver ou descartar determinado projeto.
No caso 3, a primeira fase do PDP assemelha-se ao que é apresentado pelo guia, com exceção da realização da análise financeira. Assim como nos casos anteriores, no caso 3 a análise financeira é realizada na primeira fase de desenvolvimento. Além disso, as idéias são geradas e selecionadas ainda na primeira
fase. Outra diferença é que, assim como nos casos 1 e 2, não ocorre a formulação do plano de desenvolvimento para os dez anos seguintes como é apresentado em ações e decisões da primeira fase do guia.
A segunda fase é bastante específica para a preparação do projeto e conceituação do produto, o que na empresa 3 consiste na elaboração do briefing. O
briefing, que é elaborado pelo departamento de marketing, apresenta as características
sensoriais do produto, o objetivo do desenvolvimento e sua justificativa. Uma vez aprovado o briefing, é iniciado o desenvolvimento técnico do produto, ainda na segunda fase. Todo esse desenvolvimento até a elaboração da documentação técnica do produto (contendo sua vida de prateleira e outras especificações técnicas) está presente na mesma fase, pois até então não há processamento na linha de produção. As condições de processamento são determinadas apenas na terceira fase. Já no guia, as atividades de testes de produto, de embalagem, análise sensorial e determinação da vida de prateleira do produto estão presentes na terceira fase do PDP, pois, de uma maneira geral, já fazem parte do processo de produção do produto em desenvolvimento.
O estudo de marketing não ocorre na terceira fase, como no guia, pois já foi realizado na primeira fase, antes da criação e seleção de idéias.
Na última fase de desenvolvimento, o centro de desenvolvimento da empresa faz um acompanhamento da produção na unidade produtora por um período de três meses. A finalidade desse acompanhamento é verificar se a unidade produtora está produzindo como foi especificado durante o PDP. A atividade de estudo da eficiência da produção é apresentada pelo guia. No entanto, a forma como é realizada na empresa 3 é específica, pois a empresa possui um centro de desenvolvimento. O local de desenvolvimento e o local de produção não são os mesmos e, portanto, verificar se a unidade produtora está procedendo como especificado torna-se importante.
Ao contrário do guia, a empresa 3 não faz a previsão e planejamento do futuro do produto, não especificando quando o mesmo será retirado do mercado. O departamento de marketing realiza apenas o estudo do comportamento de compra e as atitudes dos consumidores.
6.2 Análise Geral do Processo de Desenvolvimento de Produto Alimentício Baseado