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Đşgören Eğitimi ve Personeli Güçlendirme ( Empowerment )

1.5. Đ nsan Kaynakları Yönetimi’nin Fonksiyonları

1.5.10. Đşgören Eğitimi ve Personeli Güçlendirme ( Empowerment )

O DNER considera como estradas vicinais toda estrada que se enquadre nas características correspondentes aos subsistemas rodoviários coletores (primário e secundário) e local. Esta definição decorre da classificação funcional das rodovias, que agrupa as rodovias em sistemas e classe de acordo com o tipo de serviço e funções que exercem. Segue abaixo uma breve descrição desta classificação:

O sistema arterial caracteriza-se por proporcionar alto nível de mobilidade para grandes volumes de tráfego, principalmente cidades acima de 10 mil habitantes. Sua função principal é atender o tráfego de longa distância.

Já o sistema coletor atende núcleos populacionais ou centros geradores de menor vulto, não servido pelo sistema arterial. A principal função é proporcionar mobilidade e acesso dentro de uma área específica, possibilitando ligação entre áreas rurais e centros municipais à malha arterial.

Ressalta-se que a classificação funcional baseia-se de acordo com a função que a rodovia desempenha enquanto que a classe de projeto é determinada a partir da estimativa de tráfego futuro da mesma.

Tabela 6- Relação entre a classificação Funcional e classe do projeto das rodovias

DNER, Classifiicação Funcional do Sistema Rodoviário do Brasil

Sistema Local IV Primário Secundário Sistema Coletor 0 e I II III Principal Primário Secundário Sistema Arterial

Atualmente, além do tráfego, a importância e a função da rodovia constituem elementos para seu enquadramento em determinada classe de projeto, podendo as estradas serem classificadas em: • Classe 0 (via expressa): rodovia do mais elevado padrão técnico, com controle total de acesso. O critério de seleção dessas rodovias será o de decisão administrativa dos órgãos competentes. • Classe I: as rodovias integrantes desta classe são subdivididas em estradas de Classe IA (pista dupla) e Classe IB (pista simples). A rodovia classificada na Classe IA possui pista dupla e controle parcial de acesso. Sua necessidade decorrerá quando os volumes de tráfego causarem níveis de serviço inferiores aos níveis C ou D, numa pista simples. O número total de faixas será função dos volumes de tráfego previstos para o ano-horizonte de projeto. Já as estradas pertencentes à Classe IB são caracterizadas por rodovias de alto padrão, suportando volumes de tráfego, conforme projetados para o 10o ano após a abertura ao tráfego, com Volume Médio Horário (VMH) > 200 veículos, bidirecionais, ou VMD > 1400 veículos, bidirecionais.

• Classe II: rodovia de pista simples, suportando volumes de tráfego (10o ano) compreendidos entre os seguintes limites: 1400≤VMD<700 veículos, bidirecionais.

• Classe III: rodovia de pista simples, suportando volumes de tráfego (10o ano) compreendidos entre os seguintes limites: 700≤VMD<300 veículos, bidirecionais.

• Classe IV: rodovia de pista simples, as quais podem ser subdivididas em estradas Classe IVA (veículos, bidirecionais) e estradas Classe IVB (VMD < 50 veículos, bidirecionais). Os volumes de tráfego também referem-se ao 10o ano 300≤VMD<50 veículos, bidirecionais. (Fonte:www.topografiageral.com/curso)

O conceito de estradas vicinais, apresentado pelo no 2o Manual de Rodovia Vicinais14, define aquelas estradas que:

ƒ Tenham um tráfego máximo de 200 veículos por dia, como média anual, no ano de abertura.

ƒ Demonstrem uma taxa interna de retorno de 10%, em termos econômicos, calculados de acordo com a metodologia descrita no manual.

ƒ Se destinem a canalizar a produção para o sistema viário troncal e centros de armazenamento, consumo, industrialização, comercialização e exportação, ou assegurar acessos rodoviários a grupos populacionais com baixa acessibilidade e a áreas inexploradas, passíveis de ocupação econômica.

O GEIPOT15,16 apresentava a definição básica do DNER de que rodovias vicinais apresentam as características de se enquadrar ao sistema coletor e local, correspondentes às estradas municipais e estaduais que possuem Tráfego Médio Diário (TMD) de 200 veículos para o ano de abertura e de 300 veículos no horizonte do projeto. Sendo sua área de influência estendida pelo espaço físico equivalente a uma zona de tráfego ou uma microrregião homogênea, de acordo com a conceituação do IBGE.

14

BNDE/DNER/BIRD 2o Manual de Rodovias Vicinais, Rio de Janeiro, 1979

15

. GEIPOT,Grupo de Estudos em Empresa Brasileira de Planejamento de Transportes, assessorava o Poder Executivo sob a orientação e aprovação do Ministério dos Transportes extinto em 2001 com a criação do Conselho Nacional de Integração de Política de Transportes Terrestres (CONIT), a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT).

16

De acordo com o Banco Mundial, as estradas vicinais são estradas rurais com baixo volume de tráfego em áreas predominantemente agrícolas. Estas estradas podem ser alimentadoras, estradas terciárias ou secundárias de caráter não – interurbano.

As diversas abordagens do conceito apresentadas convergem para uma definição da importância básica dessas estradas. Por isto, neste estudo, de acordo com Albuquerque (1983), serão consideradas como estradas vicinais, as estradas com características

técnicas mais modestas, não incluídas no sistema arterial, de acordo com a classificação do DNER, cujo principal papel é o escoamento da produção agropecuária das áreas rurais para os centros de consumo e de comercialização, através das rodovias do sistema arterial.

Outro fator importante a ser mencionado corresponde ao fato que no período entre safras, o volume de tráfego pode ficar dentro dos limites de patamares do DER. Porém, durante o período de safra estes patamares podem sofrer uma mudança expressiva. Desta forma, o tratamento a estas estradas vicinais, as quais apresentam forte sazonalidade no volume de tráfego, pode implicar em analíses específicas.