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C. Otoregresif DağıtılmıĢ Gecikme (ARDL) ve Doğrusal Olmayan ARDL

2. MENKUL KIYMET BORSALARI, GELĠġEN BORSALAR VE BRICS

2.3. GeliĢen Borsalar

2.3.1. Türkiye ve BRICS Ülkelerinin Borsaları

2.3.1.5. Çin Borsası

I.8.1 - Análise termogravimetria (TG) e análise termica diferencial (DTA)

Na análise termogravimétrica (TG) a massa de uma substância é medida em função da temperatura ou do tempo, enquanto a substância é submetida à programação controlada de temperatura.77,78,79 As medidas são feitas usando-se uma termobalança, a

qual consite de uma microbalança eletrônica, um forno de temperatura programável e

75 Ruzicka, J.; Hansen, E. H.; Flow Injection Analysis; 2a ed., John Wiley & sons; New York, 1988. 76 Facchin, I.; Pasquini, C.; Quim. Nova 1998, 21, 60.

77 Shriver & Atkins.; Química inorgânica, 4ed., Bookman : Porto Alegre 2008, Cap. 6. 78 Aiken, A. C.; DeCarlo, P. F.; Jimenez, J. L.; Anal. Chem. 2007, 79, 8350.

79 Fonseca, M. M.; Dissertação de Mestrado, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2002. Segmentador de solventes Bobina de Extração Segmentador de fases Fase A Fase B Fase A Fase B

um controlador que permite que a amostra seja simultaneamente aquecida e pesada (Figura 16). 77,80

Figura 16 - Diagrama de blocos da termobalança.80

O método de análise térmica mais empregado é a análise térmica diferencial (DTA). Nesta técnica a temperatura da amostra é comparada com a de um material de referência, enquanto ambas são submetidas ao mesmo processo de aquecimento.77

Durante a ocorrência de alguma transição de fase da amostra, sua temperatura (TA) não

varia e ela pode absorver energia em forma de calor (transformação endotérmica) ou liberar energia (transformação exotérmica). A medida da diferença de temperatura entre o material a referência durante transições de fase, é o principio básico de funcionamento de um equipamento DTA.80

I.8.2 – Difração de raios-x (DRX)

Este método permite a determinação inequívoca das posições dos átomos e íons que constituem um composto iônico ou sólido e, assim, permite a descrição das estruturas em termos de detalhes tais como comprimento de ligação, ângulos e posições relativas de íons e moléculas numa célula unitária.77

Na maior parte dos sólidos (cristais), os átomos se ordenam em planos cristalinos separados entre si por distâncias da mesma ordem de grandeza dos comprimentos de onda dos raios X. Ao incidir um feixe de raios X em um cristal, o mesmo interage com os átomos presentes, originando o fenômeno de difração. A difração de raios X ocorre segundo a Lei de Bragg (Equação 8) (Figura 17), a qual

estabelece a relação entre o ângulo de difração e a distância entre os planos que a originaram (característicos para cada fase cristalina):77,81

n λ= 2d sen θ Eq. (8) Onde n: número inteiro

λ: comprimento de onda dos raios X incidentes d: distância interplanar

θ: ângulo de difração

Figura 17 - Difração de raios X e a equação de Bragg.82

Existem duas técnicas de difração de raios X: o método do pó, no qual os materiais que serão analisados estão em uma forma policristalina, consistindo de milhares de cristalitos com dimensões de poucos micrômetros ou menos, e a difração de monocristal, onde o composto se apresenta como monocristal com dimensões de várias dezenas de micrômetros ou maior.79

Difração de raios X de pó: Este método é usado para identificação de fases e para determinação dos parâmetros e do tipo de rede. A amostra a ser utilizada encontra-se pulverizada e contendo um grande número de cristalitos muito pequenos, geralmente com dimensões de 0,1 a 10 µm e orientados aleatoriamente.79,81

Muitos dados de difração de pó de compostos orgânicos, organometálicos e inorgânicos foram compilados em um banco de dados pelo comitê Conjunto para padrões de Difração do Pó (JCPDS). Este banco de dados, que contém mais de 50.000 padrões individuais de difração de pó, pode ser usado como uma biblioteca de impressão digital para identificar um material desconhecido a partir somente do seu padrão de difração do pó.77

81 Albers, A. P. F.; Melchiades, F. G.; Machado, R.; Baldo, J. B.; Boschi, A. O.; Cerâmica 2002, 48, 34. 82 http://www.angelfire.com/crazy3/qfl2308/1_multipart_xF8FF_2_DIFRACAO.pdf, acessada em Abril 2010.

I.8.3 - Espectrometria de massas com ionização por electrospray (IES-EM ou Electronspray ionization – mass spectrometry: ESI-MS)

A espectrometria de massas é usada para identificação de compostos desconhecidos, quantificação de materiais conhecidos e elucidação das propriedades químicas e estruturais das moléculas. Um espectrômetro de massas é constituído por uma fonte de íons, um separador ou filtro de massas – na realidade, massa/carga (m/z) – e um detector.83,84

A etapa de ionização é aquela com maior número de possibilidades para obtenção de diferentes tecnologias com diferentes aplicações devido à grande variedade de tipos de amostras e espécies de interesse, sendo que as metodologias mais comuns são a ionização eletrônica e a ionização química. A técnica mais recente e utilizada é a denominada como ionização por “electrospray” que surgiu como uma alternativa para geração de íons em espécies pouco voláteis presentes em fase líquida. A produção dos íons se dá a partir da dispersão de gotas altamente carregadas à pressão atmosférica seguida de condições que permitam a evaporação da gota. Embora seja normalmente considerada como uma fonte de ionização, o “electrospray” é, na realidade, um processo de transferência de íons pré-existentes em solução para a fase gasosa.85 Basicamente são três as características que fazem com que a ionização por “electrospray” seja considerada uma técnica distinta das outras técnicas de ionização: i) a capacidade de produzir íons com carga elevada, reduzindo assim a razão m/z, possibilitando a análise de compostos com grandes massas moleculares; ii) as amostras analisadas são introduzidas em solução, possibilitando o acoplamento com várias técnicas de separação; iii) o “electrospray” é uma técnica de ionização suave o que preserva as interações covalentes das moléculas na fase gasosa.83,85

A principal vantagem do “electrospray” sobre estas outras técnicas é que a dessolvatação ocorre gradualmente em temperaturas relativamente baixas (tipicamente, de temperatura ambiente até 80 °C), de forma a não gerar fragmentos nem moléculas ionizadas. Assim, muitos dos íons gerados na fase gasosa mantêm exatamente a mesma estrutura e carga das espécies em solução, o que é perfeito para análise de espécies não voláteis e para estudos de especiação. 84,85

83 http://www.dqb.fc.ul.pt/docentes/fduarte/espectrometria_de_massa_de_elect.htm. acessada em Abril 2010. 84 Crotti, A. E. M.; Vessecchi,R.; Lopes, J. L. C.; Lopes, N. P.; Quim. Nova 2006, 29, 287.

Benzer Belgeler