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4.2.1.6. Çalışkanlık Değeri ile İlgili Bulgular SON YERİNDE
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Apêndice 1
Cronologia da vida de Helena Wladimirna Antipoff
Data Acontecimento
25 de março de 1892 Nasce em Grodno, Bielorússia Helena Wladimirna Antipoff
1909 Muda-se com a mãe e as irmãs para Paris na França 28 de julho de 1912 Dirige-se a Inglaterra onde passa férias de dois
meses trabalhando como preceptora de francês. 1911 Matricula-se na Sorbonne no curso de medicina 1912 Dirige-se para Genebra para fazer estágio no IJJR 1916 Dirige-se a Rússia em busca do pai desaparecido 1917 Eclode a revolução russa
1919 Nasce na URSS seu primeiro e único filho Daniel Iretzky Antipoff
1920 Preso seu esposo Vítor Iretzky por ser considerado contra o regime socialista
1921 Colabora com o professor Netschaieff, trabalha no Instituto Orchansky
1922 Inicia um trabalho de triagem no Reformatório de menores de Petersburgo
1922 Organiza um laboratório de Psicologia em Viatka 25 de novembro de
1924 Consegue autorização para ir à Alemanha onde se encontra com Vítor que estava exilado em Berlim 03 de março de 1926 Retorna a Genebra onde volta a trabalhar com seu
antigo professor Edouard Claparède
1928 É convidada para vir para o Brasil trabalhar na Escola de Aperfeiçoamento de Professores de Belo Horizonte. Antipoff declina do convite e Leon Walter do IJJR assume as atividades durante o ano de 1928. 06 de agosto de 1929 Chega ao Brasil onde é esperada por Lourenço Filho,
Noemi da Silveira Rudolfer e Leon Walter
1930 Publica seu primeiro trabalho acerca da criança brasileira ―Ideais e interesses das crianças de Belo Horizonte‖
1930 Recebe a visita de Edouard Claparède que permanece dois meses em Belo Horizonte
10 de novembro de
1932 Funda a Sociedade Pestalozzi 1936 Falece em Berlim Vítor Iretzky
1937 É designada representante do Brasil no 1° Congresso Internacional de Psicologia e Psiquiatria Infantil em Paris
1938 Daniel Antipoff muda-se para o Brasil 1939 Funda a Fazenda do Rosário
1946 Assume o COJ no Rio de Janeiro então Distrito Federal
1948 Participa de um congresso de Psicologia no Uruguai onde encontra-se com Mira e Lopes antigo colega de IJJR
26 de junho de 1951 Concedida a Antipoff a cidadania brasileira
27 de março de 1957 Nomeada primeira presidente da Sociedade Mineira de Psicologia
1962 Aposenta-se da cátedra de Psicologia Educacional da UFMG
26 de agosto de 1972 Professora emérita da Faculdade de Educação da UFMG
Apêndice 2
Folha de observação para as crianças das classes do 1° ano
(N.B.) – As respostas devem ser dadas o mais concretas possível, apoiadas pelos atos observados.
Grupo:
Classe da Professora:
Ano: Tipo da classe: Aluno:
Q.I.: Teste:
Estado físico (por exemplo: normal, saudável, alegre, tristonho, apático, muito
excitado, chora facilmente, etc.):
Motricidade (por exemplo: normal, movimentos muito lentos, marcha pouco
segura, cai facilmente, ao contrário44, todos os movimentos são rápidos, bem coordenados, etc.):
Habilidade manual (por exemplo: normal, jeitoso, ao contrário, mãos trêmulas,
deixa cair os objetos, pouca força muscular, etc.)
Linguagem (por exemplo: normal ou pronúncia defeituosa, não pronuncia
certas letras, gagueja), fala línguas estrangeiras:
Visão (por exemplo: normal ou muito míope, estrábico, enxerga mal, etc.):
Audição (por exemplo: normal ou dureza de ouvido, etc.):
Atenção (por exemplo: normal ou tem dificuldade de concentrar-se, distrai-se
por qualquer coisa, cansa logo, etc.):
Compreensão (por exemplo: normal, compreensão muito rápida ou tem muita
dificuldade em compreender mesmo as coisas mais simples, etc.):
Memória (por exemplo: normal ou tem grande dificuldade de reter, esquece
muito rapidamente, etc.) Revela memória acima do normal, conhece quantidade de trechos de cor.
Tem memória especial para:
Tem dificuldade particular para reter:
Leitura (Grau de desenvolvimento em leitura):
Quais são as dificuldades:
Escrita (só sabe letras soltas, palavras, faz cópias, ditados, etc.):
Quais são as dificuldades na escrita:
Aritmética (o que sabe fazer):
Quais são as dificuldades: .
Aptidões especiais: (por exemplo: não manifestou ou revela dons especiais
para desenho, modelagem, arte decorativa, música (indicar os instrumentos que toca), literatura (faz versos, escreve contos, etc); eloqüência, matemática, mecânica, trabalhos manuais (quais):
Sociabilidade (por exemplo: normal ou evita a companhia de outras crianças,
se isola, muito acanhado ou sempre briga, bate, denuncia, travesso, etc.) tem papel de líder, é muito apreciado pelos colegas ao contrário, as crianças cortam-no, caçoam dele. Prefere a companhia dos meninos, das meninas, é indiferente:
Caráter moral (por exemplo: normal ou revela tendência para a mentira, para
furtar, para a crueldade, para a impudicícia, etc.). Ao contrário revela tendências altruísticas, grande franqueza em dar opiniões, protege os fracos, revela sentimento de sacrifício, etc.):
Disciplina (por exemplo: normal ou muito indisciplinado, desobediente,
arrogante com a professora, ao contrário, auxilia e mantêm a disciplina, etc.):
Observações gerais sobre a criança:
Data:
Apêndice 3
Definições acerca das deficiências
ÉPOCA TERMOS E
SIGNIFICADOS VALOR DA PESSOA No começo da história,
durante séculos. Romances, nomes de instituições, leis, mídia e outros meios
mencionavam ―os
inválidos‖. Exemplos: ―A reabilitação profissional visa a proporcionar aos beneficiários inválidos...‖ (Decreto federal nº
60.501, de 14/3/67, dando nova redação ao Decreto nº 48.959-A, de 19/9/60).
―Os inválidos‖. O termo significava ―indivíduos sem valor‖. Em pleno século 20, ainda se utilizava este termo, embora já sem nenhum sentido pejorativo. Outro exemplo:
―Inválidos insatisfeitos com lei relativa aos ambulantes‖ (Diário
Popular, 21/4/76).
Aquele que tinha
deficiência era tido como socialmente inútil, um peso morto para a
sociedade, um fardo para a família, alguém sem valor profissional. Outros exemplos: ―Servidor inválido pode voltar‖ (Folha de S. Paulo, 20/7/82).
―Os cegos e o inválido‖ (IstoÉ, 7/7/99). Século 20 até ± 1960. ―Derivativo para incapacitados‖ (Shopping News, Coluna Radioamadorismo, 1973). ―Escolas para crianças incapazes‖ (Shopping
News, 13/12/64).
Após a I e a II Guerras Mundiais, a mídia usava o termo assim: ―A guerra produziu incapacitados‖, ―Os incapacitados agora exigem reabilitação física‖.
―Os incapacitados‖. O termo significava, de início, ―indivíduos sem capacidade‖ e, mais tarde, evoluiu e passou a significar ―indivíduos com capacidade residual‖. Durante várias décadas, era comum o uso deste termo para designar pessoas com deficiência de qualquer idade. Uma variação foi o termo ―os incapazes‖, que
significava ―indivíduos que não são capazes‖ de fazer algumas coisas por causa da deficiência que tinham.
Foi um avanço a sociedade reconhecer que a pessoa com deficiência poderia ter capacidade residual, mesmo que reduzida. Mas, ao mesmo tempo, considerava-se que a deficiência, qualquer que fosse o tipo, eliminava ou reduzia a capacidade da pessoa em todos os aspectos: físico, psicológico, social, profissional etc. De ± 1960 até ± 1980. ―Crianças defeituosas na Grã-Bretanha tem educação especial‖ ―Os defeituosos‖. O termo significava ―indivíduos com deformidade‖ (principalmente física). A sociedade passou a utilizar estes três termos, que focalizam as
deficiências em si sem reforçarem o que as
(Shopping News, 31/8/65).
No final da década de 50, foi fundada a Associação de Assistência à Criança Defeituosa – AACD (hoje denominada Associação de Assistência à Criança Deficiente). Na década de 50 surgiram as primeiras unidades da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais - APAE.
―os deficientes‖. Este termo significava ―indivíduos com deficiência‖ física, intelectual, auditiva, visual ou múltipla, que os levava a executar as funções básicas de vida (andar, sentar-se, correr, escrever, tomar banho etc.) de uma forma diferente daquela como as pessoas sem
deficiência faziam. E isto começou a ser aceito pela sociedade. ―os excepcionais‖. O termo significava ―indivíduos com
deficiência intelectual‖.
pessoas não conseguiam fazer como a maioria. Simultaneamente,
difundia-se o movimento em defesa dos direitos das pessoas
superdotadas (expressão substituída por ―pessoas com altas habilidades‖ ou ―pessoas com indícios de altas habilidades‖). O movimento mostrou que o termo ―os excepcionais‖ não poderia referir-se exclusivamente aos que tinham deficiência intelectual, pois as pessoas com
superdotação também são excepcionais por estarem na outra ponta da curva da inteligência humana.
De 1981 até ± 1987. Por pressão das organizações de pessoas com
deficiência, a ONU deu o nome de ―Ano
Internacional das Pessoas Deficientes‖ ao ano de 1981.
E o mundo achou difícil começar a dizer ou escrever ―pessoas deficientes‖. O impacto desta terminologia foi profundo e ajudou a melhorar a imagem destas pessoas.
―Pessoas deficientes‖. Pela primeira vez em todo o mundo, o
substantivo ―deficientes‖ (como em ―os
deficientes‖) passou a ser utilizado como adjetivo, sendo-lhe acrescentado o substantivo ―pessoas‖. A partir de 1981, nunca mais se utilizou a palavra ―indivíduos‖ para se referir às pessoas com deficiência.
Foi atribuído o valor ―pessoas‖ àqueles que tinham deficiência,
igualando-os em direitos e dignidade à maioria dos membros de qualquer sociedade ou país. A Organização Mundial de Saúde (OMS) lançou em 1980 a Classificação Internacional de
Impedimentos, Deficiências e
Incapacidades, mostrando que estas três dimensões existem simultaneamente em cada pessoa com deficiência. De ± 1988 até ± 1993. Alguns líderes de organizações de pessoas com deficiência contestaram o termo ―Pessoas portadoras de deficiência‖. Termo que, utilizado somente em países de língua
portuguesa, foi proposto para substituir o termo
O ―portar uma deficiência‖ passou a ser um valor agregado à pessoa. A deficiência passou a ser um detalhe da pessoa. O termo foi adotado nas
―pessoa deficiente‖
alegando que ele sinaliza que a pessoa inteira é deficiente, o que era inaceitável para eles.
―pessoas deficientes‖. Pela lei do menor esforço, logo reduziram este termo para
―portadores de deficiência‖.
Constituições federal e estaduais e em todas as leis e políticas pertinentes ao campo das
deficiências. Conselhos, coordenadorias e
associações passaram a incluir o termo em seus nomes oficiais.
De ± 1990 até hoje. O art.
5° da Resolução CNE/CEB n° 2, de 11/9/01, explica que as necessidades especiais decorrem de três
situações, uma das quais envolvendo dificuldades vinculadas a deficiências e dificuldades não-
vinculadas a uma causa orgânica.
―Pessoas com
necessidades especiais‖. O termo surgiu
primeiramente para substituir ―deficiência‖ por ―necessidades especiais‖, daí a expressão
―portadores de
necessidades especiais‖. Depois, esse termo passou a ter significado próprio sem substituir o nome ―pessoas com deficiência‖.
De início, ―necessidades especiais‖ representava apenas um novo termo. Depois, com a vigência da Resolução n° 2,
―necessidades especiais‖ passou a ser um valor agregado tanto à pessoa com deficiência quanto a outras pessoas.
Mesma época acima.
Surgiram expressões como ―crianças especiais‖, ―alunos especiais‖, ―pacientes especiais‖ e assim por diante numa tentativa de amenizar a contundência da palavra ―deficientes‖.
―Pessoas especiais‖. O termo apareceu como uma forma reduzida da expressão ―pessoas com necessidades especiais‖, constituindo um
eufemismo dificilmente aceitável para designar um segmento
populacional.
O adjetivo ―especiais‖ permanece como uma simples palavra, sem agregar valor diferenciado às pessoas com
deficiência. O ―especial‖ não é qualificativo exclusivo das pessoas que têm deficiência, pois ele se aplica a qualquer pessoa.
Em junho de 1994. A
Declaração de Salamanca preconiza a educação inclusiva para todos, tenham ou não uma deficiência.
―Pessoas com
deficiência‖ e pessoas sem deficiência, quando tiverem necessidades educacionais especiais e se encontrarem
segregadas, têm o direito de fazer parte das
escolas inclusivas e da sociedade inclusiva.
O valor agregado às pessoas é o de elas fazerem parte do grande segmento dos excluídos que, com o seu poder pessoal, exigem sua inclusão em todos os aspectos da vida da sociedade. Trata-se do
empoderamento.
Em maio de 2002. Frei Betto escreveu no jornal O Estado de S.Paulo um artigo em que propõe o termo ―portadores de direitos especiais‖ e a sigla PODE.
Alega o proponente que o substantivo ―deficientes‖ e o adjetivo ―deficientes‖ encerram o significado de falha ou imperfeição enquanto que a sigla PODE exprime capacidade.
O artigo, ou parte dele, foi reproduzido em revistas especializadas em assuntos de deficiência. ―Portadores de direitos especiais‖. O termo e a sigla apresentam problemas que
inviabilizam a sua adoção em substituição a
qualquer outro termo para designar pessoas que têm deficiência. O termo ―portadores‖ já vem sendo questionado por sua alusão a
―carregadores‖, pessoas que ―portam‖ (levam) uma deficiência. O termo ―direitos especiais‖ é contraditório porque as pessoas com deficiência exigem equiparação de direitos e não direitos especiais. E mesmo que defendessem direitos especiais, o nome ―portadores de direitos especiais‖ não poderia ser exclusivo das
pessoas com deficiência, pois qualquer outro grupo vulnerável pode
reivindicar direitos especiais.
Não há valor a ser agregado com a adoção deste termo, por motivos expostos na coluna ao lado e nesta.
A sigla PODE, apesar de lembrar ―capacidade‖, apresenta problemas de uso: 1) Imaginem a mídia e outros autores escrevendo ou falando assim: ―Os Podes de
Osasco terão audiência com o Prefeito...‖, ―A
Pode Maria de Souza manifestou-se a favor...‖, ―A sugestão de José
Maurício, que é um Pode, pode ser aprovada hoje...‖ 2) Pelas normas
brasileiras de ortografia, a sigla PODE precisa ser grafada ―Pode‖.
Norma: Toda sigla com mais de 3 letras
pronunciada como uma palavra deve ser grafada em caixa baixa com exceção da letra inicial.
De ± 1990 até hoje e além.
A década de 90 e a
primeira década do século 21 e do Terceiro Milênio estão sendo marcadas por eventos mundiais, liderados por organizações de pessoas com deficiência. A relação de documentos produzidos nesses ―Pessoas com
deficiência‖ passa a ser o termo preferido por um número cada vez maior de adeptos, boa parte dos quais é constituída por pessoas com
deficiência que, no maior evento (―Encontrão‖) das organizações de pessoas com deficiência, realizado no Recife em 2000,
conclamaram o público a adotar este termo. Elas
Os valores agregados às pessoas com deficiência são:
1) o do empoderamento [uso do poder pessoal para fazer escolhas, tomar decisões e assumir o controle da situação de cada um] e
2) o da responsabilidade de contribuir com seus talentos para mudar a
eventos pode ser vista no
final deste artigo. esclareceram que não são ―portadoras de deficiência‖ e que não querem ser chamadas com tal nome.
sociedade rumo à inclusão de todas as pessoas, com ou sem deficiência.
SASSAKI, 2009
Apêndice 4
Autores citados por Helena Antipoff no volume III “Educação do Excepcional” da Coletânea das Obras Escritas de Helena Antipoff
Autor Página Texto – citação
Alfred Adler (1870-1937) 1 Psiquiatra vienense, criador da escola da ―Psicologia Individual‖.
Alfred Binet (1857-1911) 26 Psicólogo francês, estudioso da inteligência humana.
Alice Descoeudres (1877-1963)
27 Pedagoga suíça, especializou-se na educação especial.
Anna Freud (1895-1982) 1 Educadora e psicanalista vienense, filha de Sigmund Freud, criou a técnica da
psicanálise infantil. Mina Audemars (1882-
1971)
1 Educadora suíça, fundadora e co-diretora da Maison dês Petits do Instituto
Rousseau. Baden Powel (1857-
1941)
1 Tenente-coronel do exército britânico, criador do escotismo.
Ovide Décroly (1871- 1932)
6 Psicólogo e educador belga, especializou- se na educação especial através do método dos centros de interesse.
John Dewey 1859-1952 1 Filósofo e pedagogo americano, defende a concepção funcionalista e pragmática e a educação para a democracia.
Simund Freud (1856- 1939)
1 Psiquiatra austríaco, criador da psicanálise, com influência importante cultural do século 20.
Victor Henri (1872-1940) 1 Psicólogo francês, primeiro aluno e co- editor de trabalhos científicos junto com Alfred Binet.
Jean Marie-Gaspard Itard (1775-1838)
3 Pioneiro no estudo da deficiência mental através do caso célebre do ―selvagem de Aveyron‖.
Jean Piaget (1896-1980) 1 Biólogo e epistemólogo suíço, com vasta contribuição à psicologia da criança e à educação no século 20.
Louise Lafendel (1872- 1971)
1 Educadora genebrina, co-diretora da Maison de Petits do Instituto Rousseau entre 1912 e 1932.
(1874-1917) individuais, criado do método da ―experimentação natural‖ para estudo da personalidade.
Lippman, Otto (1880-?) 1 Psicólogo e psicotécnico alemão, estudioso da educação especial.
Lombroso, Cesare (1835-1909)
1 Médico italiano, criminologista. Klein, Melanie (1882-
1960)
1 Psicanalista, austríaca, criou método de análise de crianças.
Meumann, Ernst (1862- 1915)
1 Psicólogo, estudou com Wundt e tornou-se líder na psicologia educacional na Alemanha.
Mira y Lopez, Emílio (1896-1964)
3 Psiquiatra espanhol, fundador do ISOP no Brasil.
Montessori, Maria (1870-1952)
12 Médica italiana criou um método de educação especial.
Moreno, Jacob Levy (1889-1974)
2 Médico romeno, psicoterapeuta, criador do psicodrama e da sociometria.
Ombredanne, André (1898-1958)
1 Médico e psicólogo belga, professor de psicologia na Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro, entre 1939e 1944.
Parsons, Talcott (1902- 1979)
2 Sociólogo americano, criador da teoria estrutural-funcionalista em sociologia, teria sido influenciado pela perspectiva interacionista de Jean Piaget.
Pestalozzi, Johann Heinrich (1746-1827)
3 Educador e pensador suíço do século XVIII, precursor da Escola Ativa.
Ribot, Théodule (1839- 1916)
2 Filósofo e psicólogo francês, estudioso da memória e suas relações com a personalidade.
Rousseau, Jean- Jacques (1712-1778)
1 O famoso ―cidadão de Genebra‖, patrono do Instituto Rousseau por sua obra de filosofia social e educacional.
Séguin, Édouard (1812- 1880)
5 Pioneiro no estudo do retardo mental, assistente de Séguin no tratamento do ―selvagem de Aveyron‖.
Terman, Lewis M. (1877-1956)
4 Psicólogo americano, PhD Clark Univ., adaptou os teste s Binet-Simon para a população americana (Escala Stanford- Binet).
Simon, Théodore (1873- 1961)
12 Psiquiatra francês, co-autor da escala Binet-Simon.
Pernambucano, Ulysses (1892-1943)
6 Psiquiatra formado no Rio de Janeiro, funda escola para excepcionais e serviço de medidas escolares em Recife, nos anos
de 1920. James, William (1842-
1910)
2 Filósofo e psicólogo Americano, criador do pragmatismo e do funcionalismo como abordagens teóricas.
Wallon, Henri (1879- 1962)
1 Médico psiquiatra francês, estudioso da