• Sonuç bulunamadı

C. Maddi Ceza Hukuku Açısından Karşılaştırmalı Bakış

2. Yasadışı Erişim (SSS madde 2)

O ensino em saúde consiste em uma tarefa complexa e requer dos implicados neste contexto, um olhar diferenciado e sensível à dinamicidade deste processo, que se apresenta com a necessidade de transformação dos conceitos e das práticas em saúde, buscando nortear o processo de formação destes profissionais com capacidade de compreender as ações relativas à integralidade do cuidado nas práticas em saúde.

Os PRMS/UFRN têm como uma de suas aspirações a integração do ensino- serviço-comunidade, em consonância com os objetivos do SUS, bem como a reorientação da formação profissional pautada na integralidade ao cuidado à saúde. Portanto, este diagnostico situacional sobre a inserção dos PRMS/UFRN nos serviços de Atenção Primária à Saúde teve como propósito o reconhecimento das contribuições efetivas e potenciais, além das fragilidades e desafios para a formação dos residentes, sob a ótica do trabalho multiprofissional e interdisciplinar para a atenção integral à saúde.

A partir das percepções trazidas por este estudo buscaremos traçar, juntamente com as demais coordenações dos PRMS/UFRN, estratégias para utilizar as experiências exitosas como modelos e estabelecer mecanismos para superação das dificuldades apontadas por este diagnóstico. Trazendo a tona reflexões sobre como poderíamos melhorar, sob o ponto de vista acadêmico e institucional a inserção desses residentes neste nível de atenção.

Promovendo debates sobre as práticas relativas à interação entre a educação e os processos de trabalho, a partir da realidade vivenciada, levando em consideração os conhecimentos e as experiências de todos. Além disso, incentivar a discussão sobre o papel do preceptor e dos demais trabalhadores na formação dos profissionais e saúde.

Nesta perspectiva de proporcionar um dialogo mais próximo com a rede de saúde e os PRMS/UFRN, com o objetivo de fomentar parcerias mais efetivas e eficazes que possam viabilizar uma rota de mão dupla, onde não só a rede receba esses residentes, mas que nós também, enquanto Universidade possamos contribuir

de alguma forma para o fortalecimento da implementação de práticas multiprofissionais e interdisciplinares, que promovam ações de promoção à saúde, bem como de integração da equipe de saúde e a qualificação do ensino destes profissionais para o SUS, tendo como rota todos os níveis de atenção à saúde.

Impactos do estudo: Curto prazo:

 Diante da avaliação das residentes sobre a falta de capacitação das preceptorias, relacionada à compreensão da função do residente no serviço. No final do ano de 2014, o MEC disponibilizou uma capacitação sobre educação interprofissional e preceptoria, através do SIG-Residência Multiprofissional, e as coordenações dos PRMS convidaram as preceptoras das UBS que recebem residentes para participar desta capacitação, tivemos a participação de algumas.

 Nas reuniões de planejamento deste ano sobre a inserção dos residentes, alguns achados deste estudo tornaram se ponto de pauta, visando à adequação do rodízio e evitando a replicação de práticas passadas, que não se mostraram tão efetivas no processo de ensino-aprendizagem desses residentes, como por exemplo, o tempo de duração e a forma de distribuição da carga horária, justificando a necessidade de uma maior imersão do residente neste cenário de prática.

 Realização de uma reunião em março de 2015, para sensibilizar algumas direções de Distritos Sanitários, de UBS e as tutorias de área profissional sobre a importância de inserir os residentes no serviço, mediante uma apresentação dos mesmos a equipe de saúde, com quem possam vir a trabalhar direta ou indiretamente e qual a importância do residente na rede de saúde.

 A apresentação deste diagnóstico situacional na Oficina de Planejamento das Residências Multiprofissionais/2015, onde será mostrado o panorama em que

está inserido o rodízio da APS, promovendo a discussão de proposições e metas a serem alcançadas para superação das dificuldades encontradas pelo estudo em questão, a fim de implantar melhorias nesse processo formativo. E o produto deste momento será incorporado ao relatório, que cada PRMS/UFRN elabora nesta oficina.

 Devido à identificação da percepção que o residente tem sobre esta vivência na atenção básica e a importância do conhecimento das políticas públicas relacionadas à saúde, para um melhor aproveitamento desta prática, pensamos na proposta de programar o módulo de Políticas de Saúde, o qual faz parte do eixo teórico do PPP, para ser disponibilizado antes destes residentes passarem pelas UBS.

Assim procuramos a Secretaria de Educação a Distancia (SEDIS) para fazer este curso por educação à distancia (EaD) no ano passado. O que desta forma nos daria liberdade para organizarmos o início do módulo de acordo com o cronograma de rodízio dos residentes e não em função da disponibilidade do professor em ministrar este módulo, como encontra-se atualmente, pois o curso ficaria gravado em formato digital.

 Participação em Fóruns para discutir a inserção da academia na Rede de Saúde, o qual foi instituído pela gestão passada da SMS/Natal, onde as coordenações dos PRMS, em todas as reuniões se faziam presentes, levantado às problemáticas encontradas neste estudo, no intuito de sensibilizar e tornar a gestão nossa parceira nesta causa.

Médio prazo:

 Com o módulo de Políticas de Saúde pronto e gravado (APÊNDICE D), a turma piloto esta sendo finalizada em abril de 2015. Assim em 2016 poderemos disponibilizá-lo para os R1, logo no início da residência antes de iniciarem os seus rodízios nas UBS.

 Também será proposta uma capacitação/curso de preceptoria em EaD, que poderá ser adaptado ao que uma colega do Mestrado Profissional em Ensino na Saúde (MPES) executou e teve como produto do sua pós-graduação. Procurando fazer algumas adaptações, como o acréscimo de dois módulos, um sobre a educação interprofissional e outro sobre preceptoria para residentes. A estratégia do curso em EaD é proposta devido a possibilidade em atingirmos um público maior, pensando na perspectiva de preceptorias em potencial e também não seria necessário os profissionais se ausentarem de seus ambientes de trabalho.

 Criação de mecanismos mais efetivos para a consolidação destas práticas integrativas educacionais da pós-graduação entre os gestores e preceptores da SMS/Natal e a Universidade (PRMS).

 Mediar à execução e acompanhar as metas estabelecidas, em conjunto pelos PRMS/UFRN durante a Oficina de Planejamento das Residências 2015, de acordo as implicações geradas por este diagnóstico situacional a serem implantadas.

Longo Prazo:

 Promover mudanças na concepção da formação dos profissionais da saúde, buscando fortalecer o trabalho em equipe interprofissional e almejando proporcionar ferramentas para a prestação da assistência integral a saúde, por esses futuros servidores do SUS.

 Esses quando voltarem para a rede de saúde, como servidores, possam produzir transformações no seu ambiente de trabalho, em função da formação multi e interprofissional e de integração entre o ensino-serviço-comunidade proposta pela Residência Multiprofissional, com uma visão ampliada das políticas públicas de atenção à saúde, onde os profissionais estejam “interligados” para que o objetivo

principal das práticas de saúde seja alcançado, a saúde integral do indivíduo.

 Diante deste contexto de compromissos e desafios, que este diagnóstico situacional cumpra o seu papel para a reorientação na formação de profissionais na área da saúde, repercutindo positivamente na construção de novos perfis profissionais. E que as possíveis mudanças iniciadas por este estudo criem as bases para o sucesso no futuro.

6. REFERÊNCIAS

1. Brasil. Constituição,1988. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado, 1988.

2. _______. Lei nº 8080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o

funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Diário Oficial da União. Brasília (DF). 1990 19 set.;seção 1.

3. Haddad AE, Campos FE, Freitas MSBF, Brenelli SL, Passarela TM, Ribeiro TCV. Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde - PET-Saúde. Cad. ABEM. 2009;5:6-12.

4. _______. Portaria Interministerial nº 2.118, de 3 de novembro de 2005. Institui parceria entre o Ministério da Educação e o Ministério da Saúde para cooperação técnica na formação e desenvolvimento de recursos humanos na área da saúde. Diário Oficial da União. Brasília (DF). 2005 04 nov.; seção 2.

5. Ministério da Saúde (BR). Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Departamento de Gestão da Educação na Saúde. Residência

Multiprofissional em Saúde: experiências, avanços e desafios. Série B. Textos Básicos de Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.

6. Brasil. Lei nº 11.129, de 30 de junho de 2005. Institui o Programa Nacional de Inclusão de Jovens – Pro Jovem; cria o Conselho Nacional da Juventude – CNJ e a Secretaria Nacional de Juventude; altera as Leis nº 10.683, de 28 de maio de 2003,10.429, de 24 de abril de 2002 e dá outras providências. Diário Oficial da União. Brasília (DF). 2005 30 jun.; seção 1.

7. LOBATO CP. Formação dos trabalhadores de saúde na residência

multiprofissional em saúde da família: uma cartografia da dimensão política. [Tese]. Londrina: Universidade Estadual de Londrina; 2010.

8. Rosa SD, Lopes RE. Residência Multiprofissional em saúde e pós-graduação lato sensu no Brasil: apontamentos históricos. Trab. educ. saúde [Internet]. 2009 [acesso em 2014 nov 10];7(3):479-498. Disponível em:

<http://www.scielo.br/pdf/tes/v7n3/06.pdf

9. Brasil. Portaria Interministerial nº 1.077, de 12 de novembro de 2009.Dispõe sobre a Residência Multiprofissional em Saúde e a Residência em Área Profissional da Saúde e institui o Programa Nacional de Bolsas para Residências Multiprofissionais e em Área Profissional da Saúde e a Comissão Nacional de Residência

Multiprofissional em Saúde. Diário Oficial da União. Brasília (DF). 2009 13 nov.; seção 1.

10. _______. Portaria Interministerial nº 1.124, de 3 de outubro de 2012.Altera a Portaria Interministerial nº 1.077, de 12 de novembro de 2009 e a Portaria Interministerial nº 1.320, de 11 de novembro de 2010, que dispõem sobre a

Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde - CNRMS. Diário Oficial da União. Brasília (DF). 2012 04 out.; seção 1.

11. Ceccim RB. Residências em saúde: as muitas faces de uma especialização em área profissional integrada ao SUS. In: Fajardo AP. Rocha CMF, Passini VR. (Org.). Residências em saúde: fazeres & saberes na formação em saúde. Porto Alegre: Hospital Nossa Senhora da Conceição, 2010.

12. Nascimento DDG, Oliveira MAC. A política de formação de profissionais da saúde para o SUS: considerações sobre a Residência Multiprofissional em Saúde da Família. Rev. Min. Enf. 2006;10(4):435-39.

13. Nascimento DDC, Oliveira MAC. Competências profissionais e o processo de formação na residência multiprofissional em Saúde da Família. Saúde Soc. [Internet]. 2010 [acesso em 2014 dez 22];19(4):814-27. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-

12902010000400009&lng=en&nrm=iso.

14. Dallegrave D, Ceccim RB. Residências em Saúde: o que há nas produções de teses e dissertações?. Interf. (Botucatu) [Internet]. 2013 [acesso em 2015 fev

8];17(47):759-76. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/icse/v17n47/aop4113.pdf 15. Medeiros RHA. Residência integrada em cenas: a torção no discurso

universitário para a formação do profissional em saúde. [tese]. Porto Alegre: Faculdade de Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul; 2011.

16. Dallegrave D. No olho do furacão, na ilha da fantasia: a invenção da residência multiprofissional em saúde. [dissertação]. Porto Alegre: Escola de

Enfermagem,Universidade Federal do Rio Grande do Sul; 2008.

17. Pimenta CP. Os signos da integralidade no cotidiano em uma Residência em Saúde da Família. [dissertação]. Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro; 2005.

18. Dallegrave D, Kruse MH. No olho do furacão, na ilha da fantasia: a invenção da Residência Multiprofissional em Saúde. Interf. Com.Saú. Edu.[Internet]. 2009 [acesso em 2013 jan 13]; 13(28):213-37. Disponível em:

<http://www.redalyc.org/redalyc/pdf/1801/180114106018.pdf

19. Ceccim RB, Feuerwerker LCM. Mudança na graduação das profissões de saúde sob o eixo da integralidade. Cad. Saúde Pública [Internet]. 2004 [acesso em 2014 nov 10];20(5):1400-10. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/csp/v20n5/36.pdf 20. Bourget MMM, Organizador. Programa Saúde da Família: guia para o

planejamento local. São Paulo: Martinari; 2005.

21. Melo MC, Queluci GC, Gouvêa MV. Problematizando a residência

multiprofissional em oncologia: protocolo de ensino prático na perspectiva de residentes de enfermagem. Rev. Esc. Enferm. USP. [Internet]. 2014 [acesso em 2015 jan 22];48(4):706-14. Disponível em:

22. Botti SHO, Rego STA. Docente-clínico: o complexo papel do preceptor na Residência Médica. Physis. [Internet]. 2011 [acesso em 2014 jan. 26];21(1):65-85. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/physis/v21n1/v21n1a04.pdf

23. Pizzinato A et al. A integração ensino-serviço como estratégia na formação profissional para o SUS. Rev. Bras. Educ. Méd. [Internet]. 2012 [acesso em 2015 jan 28];36(1):170-77. Disponível em:

<http://www.scielo.br/pdf/rbem/v36n1s2/a25v36n1s2.pdf

24. Santos JR VJ, Bagrichevsky M. Como e por que as desigualdades sociais fazem mal à saúde?. Cad. Saúde Pública. [Internet]. 2011 [acesso em 2015 jan

27];27(4):821. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/csp/v27n4/23.pdf

25. Canônico RP, Brêtas ACP. Significado do Programa Vivência e Estágios na Realidade do Sistema Único de Saúde para formação profissional na área de saúde. Acta Paul. Enferm. [Internet]. 2008 [acesso em 2015 jan 27];21(2):256-61.

Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ape/v21n2/a04v21n2.pdf

26. Brasil. Portaria nº 648 de 28 de março de 2006. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da atenção básica para o Programa Saúde da Família (PSF) e o Programa Agentes Comunitários de Saúde (PACS). Diário Oficial da União, Brasília (DF). 2006 29 mar.; Seção 1:10.

27. Mendes LC, Matos LP, SCHINDLER MF, Tomaz M, Vasconcelos SC. Relato de experiência do primeiro ano da residência multiprofissional hospitalar em saúde, pela ótica da Psicologia. Rev. SBPH. [Internet]. 2011 [acesso em 2014 nov

10];14(1):125-41. Disponível em:

<http://pepsic.bvsalud.org/pdf/rsbph/v14n1/v14n1a08.pdf

28. Maia DB, Sousa ETG, Gama RM, Lima JC, Rocha PCF, Sassaki Y. Atuação interdisciplinar na Atenção Básica de Saúde: a inserção da Residência

Multiprofissional. Sau. &Transf. Soc. [Internet]. 2013 [acesso em 2015 jan 29];4(1):103-10. Disponível em:

<http://incubadora.periodicos.ufsc.br/index.php/saudeetransformacao/article/view/18 25

29. Lira-Batista MMS, Ribeiro JV, Pauletti HO, Rospendowiski AMG, Oliveira GN, Souza EG. A experiência dos residentes multiprofissionais em atenção hospitalar na atenção básica. Rev. Ciênc. Ext. [Internet]. 2012 [acesso em 2015 jan 27];8(1):170- 77. Disponível em:

<http://ojs.unesp.br/index.php/revista_proex/article/viewArticle/501

30. Ceccim RB. “Ligar gente, lançar sentido: onda branda da guerra” – a propósito da invenção da Residência Multiprofissional em saúde. Interf. Com.Saú. Edu. [Internet]. 2009 [acesso em 2013 jan 14];13(28):213-37. Disponível

em:<http://redalyc.uaemex.mx/redalyc/pdf/1801/180114106022.pdf

31. Biblioteca Virtual em Saúde (BIREME). DeCS – Descritores em Ciências da Saúde. [Internet]. [acesso em 2015 jan 22]. Disponível em: <http://decs.bvsalud.org

32. BIREME/OPAS/OMS. Serviço de Apoio ao Usuário DeCS. Terminologias e Classificações em Saúde via Internet. [email protected] [Inclusão de descritor] [citado 9 mar. 2015]. E-mail para Elaine Cristina Alves

([email protected]).

33. Malheiros BT. Metodologia da pesquisa em educação. Rio de Janeiro:LCT, 2011. 34. Minayo MCS. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 8ª ed. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Abrasco; 2004.

35. Ventura MM. O Estudo de Caso como Modalidade de Pesquisa. Ver. SOCERJ. 2007. [Internet]. 2007 [acesso em 2014 dez 4];5:383-86. Disponível em:

<http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/residencia_multiprofissional.pdf 36. Brasil. Resolução n° 196, de 10 de outubro de 1996. Aprova as seguintes diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Conselho Nacional de Saúde. [Internet]. 1996 [acesso em 2013 fev 20].Disponível em: <http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/1996/Reso196.pdf. (Revogada) 37. ________. Resolução n° 466, de 12 de dezembro de 2012. Aprova as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Conselho Nacional de Saúde. [Internet]. 2012 [acesso em 2013 out 25]. Disponível em: <http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/Reso466.pdf

38. Borges CD, Santos MA. Aplicações da técnica do grupo focal: fundamentos metodológicos, potencialidades e limites. Revista da SPAGESP. 2005 [Internet]. 2007 [acesso em 2015 maio 20];6:74-80. Disponível em:

<http://www.unisc.br/portal/upload/com_arquivo/aplicacoesdatecnicadogrupofocalfun damentosmetodologicospotencialidadeseli.pdf

39. Bardin L. (2006). Análise de conteúdo. (L. de A. Rego & A. Pinheiro, Trads.). Lisboa: Edições 70. (Obra original publicada em 1977) [acesso em 2013 jan 13]. Disponível em:

<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S1415- 6555201100040001000003&lng=pt

40. Caregnato RCA, Mutti R. Pesquisa qualitativa: análise de discurso versus análise de conteúdo.Texto contexto - enferm. [Internet]. 2006 [acesso em 2013 jan

22];15(4):679-84. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/tce/v15n4/v15n4a17.pdf 41. Bauer MW. Análise de conteúdo clássica: uma revisão. In: Bauer MW, Gaskell G. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. Petrópolis: Vozes; 2002.

42. Brasil. Resolução n° 2, de 4 de maio de 2010. Dispõe sobre a organização, funcionamento e as atribuições da Comissão de Residência Multiprofissional

(COREMU) das instituições que oferecem programas de residência multiprofissional ou em área profissional da saúde. [Internet]. 2010 [acesso 2014 dez 6]. Disponível em: <http://www.ufsj.edu.br/portal2-repositorio/File/resenf.pdf

7. ANEXOS

ANEXO D – Carta de Anuência da MEJC.

8. APÊNDICES

APÊNDICE A - Termo De Consentimento Livre e Esclarecido

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE

MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO NA SAÚDE

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

Este é um convite para você participar voluntariamente da pesquisa “Diagnóstico

situacional da inserção e das potencialidades da Residência Integrada Multiprofissional Em Saúde: Um estudo na Atenção Primária” realizado pela aluna do

Mestrado Profissional em Ensino na Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Elaine Cristina Alves, sob orientação da Prof. Dr. Antônio de Lisboa Lopes Costa.

A pesquisa será realizada com residentes dos Programas de Residência Integrada Multiprofissional em Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (PRIMS/UFRN), campus Natal/RN, estes programas têm como pilar orientador o processo de aprendizagem por ensino em serviço e seguindo os princípios norteadores do Sistema Único de Saúde (SUS) baseado na integralidade da atenção à saúde.

Assim, o presente projeto busca traçar um panorama situacional da inserção desses residentes na atenção primária à saúde, no município de Natal/RN e identificar as atividades de integração ensino-trabalho em potencial a serem desenvolvidas nas comunidades, onde os próximos residentes dos PRIMS/UFRN possam atuar com preceptoria adequada a sua formação.

Os dados serão obtidos através de um questionário semiestruturado e de grupos focais. Você, como parte desta pesquisa, estará convidado a participar do grupo focal do seu programa de residência multiprofissional.

Todas as informações obtidas serão somente de conhecimento da mestranda e do orientador, sendo mantido sigilo de sua identidade, respeitando sua privacidade.

Os riscos associados à participação neste estudo são mínimos, o fornecimento de dados poderá gerar algum constrangimento que tomaremos o máximo de cuidados para evitar. Esclarecendo os possíveis constrangimentos, estes podem ocorrer do fato de você disponibilizar dados pessoais referentes à sua formação e expressar sua opinião em relação aos rodízios na atenção primária à saúde, no município de Natal/RN. Afirmamos que o armazenamento dos dados é seguro assim os riscos serão minimizados. Nos arquivos da pesquisa não haverá identificação das pessoas, usaremos pseudônimos ou códigos e a divulgação dos resultados será feita de forma a não identificar os voluntários. Ao final da pesquisa todo o material será mantido em arquivo, por pelo menos 5 anos, conforme Resolução Nº 196/96, revisada atualmente pela Resolução N°466/2012, do Conselho Nacional de Saúde (CNS).

As medidas de proteção para minimizar possíveis riscos serão realizadas mediante a autorização prévia da instituição, já concedida, assim como a assinatura deste Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) pelo participante e pesquisador o qual lhe será entregue uma cópia.

Você não receberá nenhum benefício diretamente, no entanto, com esta pesquisa, estará contribuindo para definir estratégias para a melhoria acadêmica dos Programas de Residência Integrada Multiprofissional em Saúde da UFRN, ao que tange os rodízios na atenção primária à saúde. Se você tiver algum gasto que seja devido à participação nesta pesquisa, será ressarcido, caso solicite. Em qualquer momento, se sofrer algum dano comprovadamente decorrente desta pesquisa, terá direito a indenização.

Sua participação neste estudo é totalmente voluntária, podendo recusar-se a fazer parte do mesmo ou interromper sua participação se julgar conveniente, sem que isso lhe traga nenhum prejuízo ou penalidade.