2.2. Politika Formülasyonu ve Kanun Yapma
2.2.3. Yabancılar ve Uluslararası Koruma Kanunu
Segundo os livros de anatomia45, o sistema respiratório (figura 54) é formado por: vias aérea superiores – cavidades nasais, boca, faringe e laringe - e inferiores - traquéia, árvore brônquica e pulmões. As cavidades nasais são responsáveis pelo aquecimento, umidificação e filtragem do ar inalado, antes de sua chegada aos pulmões.
figura 54
Dentro dos pulmões (figura 55) temos os bronquíolos, os alvéolos pulmonares e o tecido elástico/intersticial (que permitirá a expansão dos pulmões até o ponto de cinco litros de ar, necessários para qualquer trombonista tocar com sobra de capacidade vital).
figura 55
45
JOHN E. HALL & ARTHUR C. GUYTON, Tratado de Fisiologia Médica (2006) – Respiração
SOBOTTA. ATLAS DE ANATOMIA HUMANA (2006) - PABST / PUTZ, PANAMERICANA ESPANHA.
NETTER, FRANK H., ATLAS DE ANATOMIA HUMANA (3ª Edição – 2004) , ARTMED, Porto Alegre.
Sistema respiratório
Como introdução, faremos-nos valer da seguinte afirmação de Denis Wick: “A respiração normal nos traz uma pequena lembrança daquilo que se exige de um trombonista de sucesso. Muitas pessoas somente respiram adequadamente em condições de extremo esforço físico. Para ser bem sucedido, o trombonista deve aprender a fazer isso como algo natural” 46. A respiração se exerce por meio de uma série de atos tais, que permitem a passagem do ar através das vias respiratórias.
É sabido que a primeira resistência que o ar inalado encontra é a epiglote, cuja função é permitir que apenas o ar passe para a traquéia, ou seja, impede que alimentos ou qualquer outro corpo estranho entre na traquéia. Seguindo o trajeto das resistências, iremos encontrar a laringe e, em seguida, as cordas vocais ou glote (que, em hipótese alguma deve emitir ruído durante o ato de tocar!) O ar é regulado por elas. A última resistência antes de chegar aos pulmões são a traquéia e os brônquios fonte, ou a primeira quando o ar for exalado.
Já dentro dos pulmões encontram-se os bronquíolos. Estes formam uma rede através do pulmão, levando o ar por caminhos cada vez mais estreitos até os alvéolos (figura 56 - estes, sim, armazenarão o ar inalado para, num momento seguinte, ser expelido). Os alvéolos pulmonares são o ponto final que o ar deve atingir. Os músculos abdominais pressionam o diafragma para que o ar armazenado seja expelido pelo caminho inverso ao da inspiração: bronquíolos, brônquios, traquéia, cordas vocais, laringe, faringe, nariz ou boca (figura 54).
figura 56 - alvéolos
46
Neste ponto, transcrevemos uma narrativa analisada sob o ponto de vista do trombonista Denis Wick, sobre o processo da respiração:
“Os pulmões funcionam como uma leiteira: deve-se se encher, primeiro, a parte mais baixa. Para realizarmos essa tarefa, o diafragma deverá ser contraído para baixo. Ao inspirar através dos cantos da boca, com o bocal posicionado, o movimento do diafragma deve ser feito em primeiro lugar, de modo que a abóbada pulmonar inferior possa encher-se e então, por último, a parte superior dos pulmões (expansão do tórax). O corpo e o tronco devem permanecer eretos e nunca curvados sob qualquer circunstância”47.
O músculo central do movimento respiratório é o diafragma. Este se situa logo abaixo da caixa torácica. Para que o ar entre, o diafragma abaixa contraindo-se e empurra o estômago para baixo, criando uma pressão negativa, aumentando o espaço para a expansão dos pulmões. Para expirar, num movimento de relaxamento, o diafragma volta à sua posição original, fazendo com que o ar saia passivamente.
Com toda a evolução tecnológica que conhecemos, tanto profissionais como alunos de trombone não conseguiram decifrar o quanto a velocidade do fluxo-de-ar interfere no tocar, principalmente na extensão do instrumento, pois o registro grave, em geral, necessita de velocidade menor e um maior volume, e, inversamente, a região aguda pede maior velocidade, porém, com um menor volume de ar. A velocidade — volume de ar que se emprega para tocar — é controlada através da contração dos músculos da parede abdominal e músculos intercostais.
Outra preocupação constante é a posição real, efetiva, do diafragma enquanto se toca. Constatamos, pelos livros de técnica de trombone, que no registro grave necessita-se de um diafragma um tanto dilatado, ampliado, para frente e para baixo, e, gradualmente este se elevará com o músculo do abdômen sendo tencionado na direção do estômago, ou seja, essa ação acontece ao se buscar a região aguda do instrumento.
Para ilustrar essa problemática ar x agudo, e o quão difícil é seu domínio, usaremos uma citação de Wick: “Tocar a nota Ré4 isoladamente, qualquer bom trombonista o faz sem nenhuma dificuldade. Porém, tocá-la dentro de uma passagem em ff , frase esta que se inicia num Lá1 e atinge um Ré3 antes de saltar para outra oitava, em “legato”, cria uma passagem muito difícil para muitos executantes. E para se criar dificuldade extra, deve-se manter o diafragma alto durante toda passagem!” (exemplo 1).
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Exemplo 1 - Richard Strauss “Also Spracht Zarathustra” (Assim falou Zarathustra)
Cogita-se que o término da frase deve ser concomitante ao esvaziamento total do ar existente dentro dos pulmões. Não acreditamos ser um erro pretender isso, contudo, o fato de estar completamente sem respiração (sem ar) ao final de uma frase deixará o instrumentista hesitante. A angustiante falta de controle que se verá nesse momento será decorrente dessa escassez de ar para o diafragma impelir de modo a exercer sua influência constante e segura. Melhor seria fazer uma inspiração extra num lugar não óbvio do que se arriscar a que isso aconteça.
A corrente de ar deve ser controlada apenas pelos músculos da respiração, e o ar deve ser soprado nas quantidades e durações que o músico necessita, e sem estar comprimido contra qualquer controle de racionamento.
Movimentos involuntários de diafragma atrapalham, e muito, o ato de tocar. O soluço acontece quando se engole muito ar. Há uma “irritação” do nervo frênico, que começa a emitir estímulos, causando contrações assincrônicas do diafragma. O problema da eructação48 é parecido com o do soluço, mas, além de se ter muito ar dentro do estômago, há também excesso de alimento. O estômago estando muito dilatado pressiona o diafragma, que por sua vez pressiona o estômago, obrigando-o a expelir o ar excedente... Nesse caso, o ar sai involuntariamente durante o ato de tocar. Há um consenso entre os trombonistas: a comida deve existir no estômago em pequena quantidade, para que não atrapalhe o ato de tocar.
Por todos esses aspectos, percebemos o quanto é difícil um posicionamento em favor de uma técnica ou exercício respiratório. Enquanto esse assunto já foi, e continua sendo, o mais debatido de todos, só nos resta sugerir, que melhor seria tentar aumentar ou desenvolver a capacidade pulmonar “independente” do instrumento, ou seja, primeiramente o corpo, e só depois de automatizado o processo, se experimentaria no instrumento.
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