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2. YÖNTEM

2.4. Veri Toplama Araçları

2.4.2. Yabancı Dil Olarak Türkçe Öğretiminde Yazma Becerisi Tutum Ölçeği

O trabalho foi realizado em campo aberto, no período de janeiro a junho de 2004, no Setor de Olericultura do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal da Paraíba, em Areia-PB, localizado na microrregião do Brejo Paraibano, a uma latitude 6º58’12”S, e longitude 35º42’ W Gr e com altitude de 574,62 m acima do nível do mar (GONDIM e FERNANDES, 1980). Conforme a classificação bioclimática de Gaussen, nesta área predomina o bioclima 3dth nordestino sub-seco, com precipitação pluviométrica médio anual em torno de 1.400 mm. Pela classificação de Koppen, o clima é do tipo AS’ que se caracteriza por ser quente e úmido, com chuvas de outono-inverno. A temperatura média anual oscila entre 23º e 24 ºC, com variações médias mensais mínimas (BRASIL, 1972).

Na Tabela 1, encontram-se os dados mensais referentes à temperatura máxima, mínima e média em ºC, umidade relativa do ar em % e a precipitação pluviométrica em mm/mês, durante a condução do trabalho.

Tabela 1. Dados climáticos de janeiro a junho de 2004, período de condução do

experimento. CCA-UFPB, Areia-PB, 2004.

Meses Tmáx Tmín Tm UR Prec Jan 31,2 18,8 23,1 89,0 471,5 Fev 28,8 19,0 23,0 88,0 266,6 Mar 29,2 18,0 23,1 63,0 151,2 Abr 27,2 20,3 22,9 89,0 204,6 Mai 28,4 18,0 22,1 91,0 273,4 Jun 24,1 18,9 20,8 92,0 292,5

O solo da área experimental foi classificado como NEOSSOLO REGOLÍTICO, Psamítico típico (EMBRAPA, 1999), textura franca-arenosa, com relevo local suave ondulado e regional forte ondulado e fase floresta subperenifólia (BRASIL, 1972), cujas características químicas de amostras coletadas a 20 cm de profundidade estão apresentadas na Tabela 2, sendo preparado para cultivo por meio de capinas, limpeza da área, levantamento de leirões e abertura de covas de plantio.

Tabela 2. Características químicas do solo, coletado a 20 cm de profundidade, no

local do experimento. CCA - UFPB, Areia, 2004.

Características Químicas

Variáveis Valores obtidos Interpretação

pH em água (1;2,5) 5,2 Moderadamente ácido P (mg/dm3 ) 24,69 alto K+ (mg/dm3) 31,20 baixo Na+ (cmolc/dm3) 0,03 baixo H+ + Al+3(cmolc/dm3) 1,73 baixo Al+3 (cmolc/dm3) 0,00 - Ca+2 (cmol c/dm3) 2,25 médio Mg+2 (cmol c/dm3) 0,90 médio

Matéria orgânica (g/dm3) 9,10 baixo

Análise realizada pelo Laboratório de Química e Fertilidade do Solo do Departamento de Solos e Engenharia Rural do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal da Paraíba, de acordo com a Embrapa (1997).

O delineamento experimental empregado foi de blocos casualizados, com três repetições em esquema de parcelas sub-divididas, com os tratamentos distribuídos em arranjo fatorial (6 x 3) + 1. Na parcela, foram avaliadas seis doses de esterco bovino (0, 10, 20, 30, 40 e 50 t ha-1), enquanto nas sub-parcelas as formas de aplicação do biofertilizante (ausência de biofertilizante, e biofertilizante via solo e via foliar. Também foi avaliado um tratamento adicional, onde o pimentão foi adubado

de forma convencional (adubação orgânica e mineral). A parcela foi constituída por 32 e a sub-parcela por 16 plantas, espaçadas de 1,00 x 0,50 m, sendo todas

consideradas úteis.

Nos tratamentos com e sem biofertilizante, a adubação constou apenas da aplicação das doses de esterco bovino definidas no delineamento experimental, incorporadas nas covas, quinze dias antes do transplantio. No tratamento convencional a adubação seguiu recomendação laboratorial, segundo os resultados da análise do solo (Tabela 2) e as exigências da cultura, sendo fornecido no plantio 40 kg ha-1 de N, 150 Kg ha-1 de P

2O5 e 120 Kg ha-1 de K2O e em cobertura, 150 Kg

ha-1 de N e 180 Kg ha-1 de K2O, parcelados em partes iguais aos 30 e 60 dias após

o transplantio. Utilizou-se como fonte de N, P2O5 e K2O, sulfato de amônio,

superfosfato simples e cloreto de potássio, respectivamente. Também foi fornecido na adubação convencional, 30 t ha-1 de esterco bovino incorporadas nas covas,

também aos quinze dias antes do transplantio.

A primeira aplicação do biofertilizante nas covas foi realizada por ocasião do transplantio, sendo aplicado 500 mL/cova na concentração de 20% do princípio ativo. A cada quinze dias foram realizadas aplicações no solo e via foliar, num total de cinco. Antes da aplicação via foliar, o biofertilizante foi diluído e coado para evitar entupimentos no aplicador (pulverizador costal). A aplicação no solo foi realizada com vasilhame aferido para 500 mL.

O biofertilizante foi preparado conforme Santos (1992), onde consistiu na fermentação por trinta dias, em recipiente plástico, na ausência de ar, de uma mistura contendo esterco bovino fresco e água na proporção de 50% (volume/volume = v/v). Para se obter o sistema anaeróbio, foi colocado a mistura em uma bombona plástica de 200 litros deixando-se um espaço vazio de 15 a 20 cm no

seu interior, sendo fechada hermeticamente, e adaptada uma mangueira à tampa, mergulhando a outra extremidade, num recipiente com água com altura de 20 cm, para a saída de gases (Figura 1). As características químicas do biofertilizante, realizada após o processo de fermentação, encontram-se descritas na Tabela 3.

Tabela 3. Características químicas do biofertilizante. CCA - UFPB, Areia-PB, 2004. Características Químicas

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Macronutrientes

Variáveis Valores obtidos Interpretação

N (g/L-1) 0,76 Baixo P (g/L-1) 0,22 Médio K (g/L-1) 0,27 Baixo Ca (g/L-1) 0,21 Baixo Mg(g/L-1) 0,13 Médio S (g/L-1) 0,32 Bom Micronutrientes

Variáveis Valores obtidos Interpretação

Fe (mg/L-1) 88,91 Alto Cu (mg/L-1) 44,00 Alto Mn (mg/L-1) 14,95 Alto Zn (mg/L-1) 6,02 Alto Na (mg/L-1) 75,88 alto B (mg/kg) 71,82 Alto

Análise realizada pelo Laboratório de Química e Fertilidade do Solo do Departamento de Solos e Engenharia Rural do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal da Paraíba, de acordo com a Embrapa (1997).

No plantio foram empregadas mudas produzidas em sementeira convencional (FILGUEIRA, 2000), da cultivar All Big, pertencente ao grupo de cultivares denominado Casca Dura. Cerca de 45 dias após a semeadura, quando as mudas apresentaram em torno de oito folhas definitivas e alturas médias de 10 a 15 cm, foram transplantadas para o local definitivo.

Durante a condução do experimento foram realizados os seguintes tratos culturais: irrigação, pelo sistema de aspersão convencional, nos períodos de ausência de precipitação, procurando fornecer à cultura umidade suficiente para seu

pleno desenvolvimento; capinas manuais com o auxílio de enxadas, mantendo a cultura sempre livre da concorrência de plantas daninhas. Não foi realizado controle fitossanitário em decorrência da ausência de pragas e/ou doenças que viessem prejudicar o desenvolvimento do pimentão.

As colheitas em número de seis, foram realizadas a partir dos 57 dias após o transplantio, quando os frutos apresentavam coloração verde brilhante e boa consistência ao transporte. Os frutos colhidos foram transportados para galpão, para avaliação das características de produção e de qualidade. Para a avaliação dos frutos comerciais, foram consideradas apenas as cinco primeiras colheitas.