ÇALIŞMA YAŞAMINDA TOPLUMSAL CİNSİYET EŞİTLİĞİ
D. AYRIMCILIK YASAĞI ve TÜRLERİ
III. ULUSLARARASI ÇALIŞMA ÖRGÜTÜ SÖZLEŞMELERİNDE AYRIMCILIK YASAĞI
Como já evidenciado por Kleba e Wendausen (2009, p.742), os espaços de participação que se apresentam como estruturas mediadoras de processos de empoderamento se desenvolvem em arenas conflitivas que expressam, de maneira dinâmica, as relações de poder existentes. A ambiência para a qual convergiram atores que disputaram posicionamentos no campo da gestão pública participativa configurado pelo governo municipal, se caracterizou como um conjunto multifacetado de conflitos provenientes do confronto de interesses dos mais variados tipos e segmentos sociais. Considerando-se os limites e propósitos que delineiam as fronteiras da presente pesquisa, foram considerados apenas os relatos que
envolveram as relações conflitivas entre membros da sociedade civil, prefeitura e legislativo expressos nas entrevistas realizadas.
Durante a leitura flutuante, anterior à edição do Corpus, foi elaborada uma representação dos prováveis conjuntos de interesses, potencialmente geradores de tensão entre os atores, para ser confrontada com os resultados empíricos a serem encontrados na fase de tratamento do material e interpretação. Nessa representação hipotética, elaborada intuitivamente, os confrontos se apresentaram englobados em cinco arenas relacionadas a disputas por mudança de status quo da cultura de gestão pública e por serviços públicos; pelo controle da agenda executiva da prefeitura; por representatividade; por legitimidade e por outras disputas difusas vinculadas às dinâmicas do campo político eleitoral e partidário (Figura 15).
Figura 15-Representação Hipotética das arenas de conflitos vinculadas ao campo da gestão participativa configurado pelo governo municipal de Macapá
Fonte: Elaborado pelo autor
Convém mencionar que o conflito, no âmbito deste estudo, é compreendido como categoria semântica, extraída do Corpus e analisada no estudo, através da identificação de traços que indicam atitudes geradoras de tensões entre atores. Ao se considerar que essa categoria incorpora características que a distinguem através
de dimensões, níveis, intensidades e direcionalidades, capazes de serem traduzidas em suas formas latente ou manifesta, buscou-se trabalhar com os elementos conflituosos sob as perspectivas da atitude manifesta relatada e dos prováveis interesses subjacentes dos atores envolvidos.
Alguns relatos de atitudes geradoras de conflitos, identificados nos diálogos com os sujeitos do estudo, apontaram para uma ambiência geral não imune às disputas de interesses vinculados, explícita ou implicitamente, às agremiações partidárias durante a etapa de elaboração do planejamento, conforme narra um dos secretários municipais envolvidos no processo de mobilização social:
É lógico, havia conflito de interesses. Como eu falei pra você, tinham agremiações partidárias dentro. Tinham pessoas que tinham a intenção de fato de ‘melar’, de colar em alguns delegados e fazer o núcleo político dali, de cooptar lideranças pra ser seus cabos eleitorais. (Entrevistado D203)
As dinâmicas de relacionamento que incorporam conciliações e conflitos ligados às campanhas, formação de políticas públicas e gestão entre integrantes da comunidade política, envolvendo funcionários do governo e lideranças locais no exercício da “militância político-partidária”, são reconhecidas como características inerentes à gestão participativa68. As narrativas observadas sugerem que o confronto desses interesses se estabelece como um traço que permeou todas as arenas com graus variados, conforme o conjunto de atores envolvidos e a influência dos períodos eleitorais. Os demais relatos se relacionaram a três arenas distintas: uma arena de conflitos entre os próprios integrantes da prefeitura, outra entre os integrantes da prefeitura e os membros da sociedade, e outra entre os próprios membros integrantes da sociedade (Figura 16).
68A gestão participativa, institucionalizada nos municípios brasileiros, tem promovido a criação de comunidades composta por diversos atores que se misturam ente si com o propósito de integrar as camadas decisórias da política local. Wampler (2010, p. 398-404) distingue três comunidades criadas pelos processos participativos de gestão: 1) Comunidade de Políticas Públicas, composta pelos atores que influenciam a seleção e implementação de políticas (elite local, especialistas em políticas públicas, burocratas e funcionários do governo envolvidos no processo decisório); 2) Comunidades Associativas, compostas como redes de atores mais amplas (formadas por ativistas da sociedade civil e cidadãos) que podem ser reforçadas pela presença de espaços participativos; e 3) Comunidade Política, formada por militantes e funcionários do governo envolvidos em campanha, eleições, mobilizações, manifestações, etc.
Figura 16- Arenas de conflitos identificadas vinculadas ao campo da gestão participativa configurado pelo governo municipal de Macapá
Fonte: Elaborado pelo autor
Atitudes conflituosas previstas envolvendo atores do legislativo municipal com representantes do executivo, ou com representantes da sociedade civil, não foram identificadas. Entretanto, vale ressaltar que a não ocorrência de relatos dessa natureza não descarta a existência de conflitos reais entre esses atores, sendo recomendável estudos complementares que busquem descortinar com mais profundidade as dinâmicas de relacionamento do corpo de vereadores com a prefeitura e a sociedade, trazendo à tona disputas de interesse não observadas na atual pesquisa69.
Entre os atores representativos da prefeitura, nas narrativas houve destaque para a resistência inicial da equipe técnica de Planejamento em alterar a metodologia tradicional de elaboração do Plano Plurianual em função de uma nova proposta participativa de planejamento sugerida por membros da equipe de governo que assumiam a gestão municipal. Questões de ordem técnica frequentemente eram apontadas como justificativas frente à dificuldade de adequar, na peça de planejamento, o volume de demandas vindas do Congresso do Povo, conforme relata um dos secretários municipais.
A equipe teve essa sensibilidade. Essa era nossa grande preocupação, né, e sempre foi. Quando a gente ia conversar com os
69 Foram observados em municípios cearenses espaços de concorrência entre a Câmara de Vereadores e Conselhos Populares que atuavam como legitimadores de políticas advindas do executivo, e entre Câmara de Vereadores e Fóruns de Orçamento Participativo, por Barreira (2012, p.175-176; 179), e foram observadas por Palmeira (2012, p.206) competições entre vereadores e Conselhos Populares na formulação de propostas de políticas públicas em município do sertão de Pernambuco. Para uma análise preliminar sobre as características inerentes à atuação dos vereadores que integram as Câmaras Municipais e suas relações com o executivo e sociedade, recomendam-se os estudos de Lopes (2003); Lopez (2004); Kerbauy (2005); Siqueira (2009) e Pimentel, Teixeira e Araújo (2011).
técnicos da SEMPLA, eles ficavam às vezes até chateados com a gente: “não, mas a gente tá entendendo o que vocês tão fazendo, tá.
Mas a gente não quer só que você escreva que a escola tem que ter sala, tem que ter auditório, tem que ter..., não. A gente quer que vocês escrevam um pouco a emoção dessa pessoa que tá participando pra peça, como é que isso vai acontecer.”. Aí foi quando eles também disseram: “não, mas também tem um limite, nós não
podemos fazer isso porque isso aqui é uma peça técnica”. (Entrevistado D204).
O resultado desse conflito se fez perceber através de um processo mútuo de aprendizado e pela inclusão, no Projeto de Lei encaminhado à Câmara Municipal, de uma seção específica de detalhamento da metodologia com as principais demandas que foram aprovadas no Congresso do Povo, e pela elaboração de um documento oficial da SEMPLA (CONGRESSO, 2015), na qualidade de dossiê do processo, contendo os dados descritivos e as transcrições das atas das assembleias realizadas.
Os relatos mais frequentes de conflitos entre representantes da prefeitura e a sociedade, identificados nas entrevistas, foram relacionados à resistência dos participantes do Congresso do Povo em aceitarem a inviabilidade técnica de várias propostas apresentadas na etapa de elaboração do planejamento. As narrativas que melhor descrevem a ambiência dos conflitos relacionados aos debates sobre a viabilidade técnica das propostas na etapa de elaboração advêm de um diretor da prefeitura e de um dos delegados do Congresso do Povo que atuaram nas assembleias.
Então eu digo: num jogo a gente tem que falar a regra antes pra deixar tudo claro. Aí nesse sentido, deveria deixar bem melhor pra eles: “Olha, não é bem assim: ‘ah, o que eu quero...’. Não é. Então
vamos verificar o que pode, se dá.”. Se teria que ter sido esclarecido isso, porque eles muitas vezes pegavam como uma afronta, ‘Não,
não é dessa forma? Como não é dessa forma?’. (Entrevistado D201).
Realmente, na época muitos que estavam ali [eram] técnicos blefando propostas, tentando fazer também o deles. Por que é aquela questão, que cada um, cada setor, trazia pra gente aceitar o que eles queriam e a gente, muita coisa, a gente não aceitava. Então não conseguia, por que era através dali. Por exemplo, você tá fazendo o seu papel, então você quer um bom objetivo, então [...] eles levaram a proposta deles pra ver se a gente aceitava, por que era nós que tínhamos de fazer o planejamento, não eles. Eles não, nós vamos levar isso aqui por que é o povo. (Entrevistado D318).
Na etapa de execução do planejamento, as disputas relacionadas ao controle da agenda executiva e ao monopólio da gestão dos recursos públicos se mostraram como dois epicentros percebidos de conflitos entre membros da prefeitura e a sociedade. No primeiro epicentro, as disputas (protagonizadas, de um lado, por lideranças locais, delegados e conselheiros do Congresso do Povo, e, de outro, por técnicos e secretários municipais), buscavam definir o ordenamento da agenda de obras e serviços a ser implementado. Isso envolvia interesses no atendimento de demandas individuais específicas, em um extremo, e no atendimento de demandas institucionais mais generalizadas, em outro. Nas narrativas a seguir, do responsável pela Secretaria Municipal de Obras e de um dos conselheiros representantes de áreas setoriais tem-se a descrição que melhor expõe as tensões vivenciadas por esses atores.
Difícil, porque aí entram muitas demandas. Quando entra uma demanda do prefeito é uma prioridade do prefeito, que é a maior autoridade da cidade. Então você não pode deixar: “olha, prefeito,
vou fazer lá em julho.”. Então eu tento encaixar dentro das minhas
prioridades aquela prioridade do prefeito. Mas ele nos dá muita liberdade, e a gente trabalha. [...] Mas é claro que algumas vezes não tem como, porque o pessoal tá apertando ele lá na rua e ele não tem como se safar. E aí ele explica: “vamos terminar isso aqui.
Vamos fazer o negócio lá, mas depois a gente vem fazer isso aqui.”. E daqui a pouquinhos dias eu vou ter que fazer. (Entrevistado D212). É uma vergonha, 103 delegados dentro desse bairro, só a [nome da localidade] tem 90 delegados. Só a [nome da localidade] fez 90 delegados. Que é meu amigo [Nome do amigo], que é um cara de batalha. Um cara guerreiro mesmo, briga por qualquer coisa. E estas ruas que estão arrumadinhas hoje, a briga é dele. O senhor já ouviu falar nele. Né? Essa brigazinha é dele. Que prende máquina [...] maquina só sai quando endireita a rua. Se não endireitar a máquina não sai. (Entrevistado D304).
No segundo epicentro as tensões entre prefeitura e sociedade se relacionaram diretamente aos confrontos provenientes da busca de acesso aos órgãos da prefeitura pelos delegados do Congresso do Povo e da indisponibilidade de atendimento por parte da equipe da administração municipal, sendo este um ponto crítico observado tanto por integrantes da sociedade quanto por representantes do próprio governo, conforme se identifica nos relatos a seguir:
[...] outro erro: os secretários. Nem todos foram atenciosos com a gente. Houve muita mudança de secretário. Mudança de tanta gente ai, e cada um tem uma noção de trabalho, não é isso? E outros são
educados, outros mal-educado, um atende, outro não atende. Então isso gerou um conflito entre conselheiro, delegado e secretário. (Entrevistado D302).
[...] e a gente aprendeu no decorrer, que isso vai servir muito pra sua tese: “que não se dá participação popular por decreto!”. Não se faz participação popular por decreto, nem tão somente pela ideologia de um, de dois, do prefeito, ou de mais três secretários. Se dá também pelo trabalho coletivo. Então os delegados começaram a ter resistência de alguns secretários, que são muito, que eram muito bons, mas nunca tinham exercitado e passado por esse processo. Então também careciam de uma formação ideológica dessa área. Aí o delegado passou a investir de sua patente “Eu sou delegado, eu
quero resposta. Como é que tá minha rua?”. Crise! E aí, administra a crise. Dialoga com o secretário, chama, diz a importância [...]. (Entrevistado D203).
No que se refere aos relacionamentos entre os próprios representantes da sociedade foram identificados dois conjuntos de conflitos vinculados às dinâmicas participativas durante a etapa de elaboração do planejamento municipal. No primeiro conjunto de conflitos, as disputas com o intuito de assegurar o agendamento de serviços públicos para sua própria localidade permearam o clima de apresentação, avaliação e deliberação de propostas entre os participantes das Assembleias Populares e integrantes dos Grupos de Trabalho que foram desenvolvidos na Plenária Municipal do Congresso do Povo. O ambiente, mediado pela equipe técnica da prefeitura, e, em vários momentos, pelos próprios participantes, se caracterizou por um clima de intensos embates acompanhados por constantes diálogos e negociações visando a obtenção de consensos e acordos, conforme relata um dos técnicos responsáveis pela mobilização e um dos membros integrantes do CONPOP.
[...] eu vou usar um termo chulo aqui, mais é mais ou menos assim: “A farinha pouca, meu pirão primeiro!”. Todo mundo querendo prioridade pro seu. [...] Então, o maior problema que a gente tinha, é porque nós demos pra eles três prioridades das prioridades e assim mesmo eles queriam: “Não! Tem que ser pro meu ramal!”. Eles entre eles. São cinco delegados de um distrito só: “Não! Tem que ser pro
meu ramal! Não! Pro teu não, vai pro meu!”. Então, teve aquela briga
e a gente teve que chegar ao ponto de intervir pra que uma decisão fosse tomada. Então, esse foi o maior dilema, coisa que foi calorosa de ver. A agressão com o outro por conta disso. Mas graças a Deus a gente contornou tudo e a gente fez, e tá fazendo, aquilo de fato que a prefeitura pode. (Entrevistado D202).
Não, já viu caranguejos todos dentro de uma lata? É assim mesmo. Por que a gente debatia até conosco mesmo. Se a gente não
concordasse com aquela visão do colega, a gente debatia realmente. A gente ficava horas nessa confusão de tentar debater e fazer clarear um a mente do outro: “Não é só para o nosso bairro gente, é
pra população!” E se tirar o nosso eu, não é o meu bairro, é o povo. (Entrevistado D318).
O segundo conjunto de conflitos gravitou em torno de disputas vinculadas à questão da representatividade de participantes em geral (moradores, lideranças locais e delegados) e presidentes/representantes de associações comunitárias (por exemplo, Associações de Moradores/Comunidades/Bairros e ONGs). Essas disputas estavam relacionadas diretamente à indicação de nomes para assumir o papel de delegado do Congresso do Povo, gerando competições por posicionamento no espaço político entre todos os atores envolvidos. Sobre esse aspecto, um dos técnicos responsáveis pela coordenação da mobilização durante a etapa de planejamento municipal fez dois relatos que apontam para os contornos dessas disputas.
[...] então assim, nem sempre tinha 50 pessoas que queriam ser delegados, né. [...] Mas teve área que teve. A disputa foi bem acirrada. Mas o que que nós fizemos: eu e o [nome de um outro integrante da equipe], que na época tava como assessor especial, nós nos envolvíamos no meio das lideranças todas que queriam ser candidatas e tentamos mediar isso, pra evitar um confronto de eleição, né. E a gente conseguia. A gente conseguia dialogar com todo mundo, trazer uma representação por bairro. (Entrevistado D204).
Houve uma “ciumeira” dos presidentes de Associação de Bairros com os delegados do Congresso do Povo, né. Então assim: houve outros espaços que você percebia que as pessoas começavam a se empoderar: “eu sou delegado do Congresso do Povo, eu sou
delegado do PPA”. (Entrevistado D204).
No que se refere ao segundo relato, o próprio desenho de acesso, propositalmente adotado pelo Congresso do Povo, induziu o aparecimento desses
ambientes conflituosos entre moradores/lideranças locais com os
presidentes/representantes de Associações Comunitárias, à medida que os critérios de eleição foram vinculados apenas aos presentes nas Assembleias Populares, independentemente dos vínculos que cada pessoa pudesse ter com entidades representativas de segmentos sociais70.
70A participação ampliada, utilizada como estratégia na configuração do Congresso do Povo para aumentar o acesso da sociedade e neutralizar as limitações provocadas por representantes de associações desgastados ou
Ainda sobre os conflitos circunscritos aos relacionamentos entre os próprios representantes da sociedade, identificaram-se relatos que apontaram para a ocorrência de disputas na etapa de execução do planejamento entre lideranças locais, delegados e conselheiros com o propósito de garantir legitimidade, dentro do próprio segmento, para influenciar a alteração (ou não) das agendas de execução dos serviços públicos da prefeitura. Isso pode ser apreendido no relato de um dos membros integrantes do corpo técnico ao lhe ser perguntado sobre como se desenvolveram os diálogos nos processos de execução das ações.
Existe sim, e isso é muito claro, muito forte e natural. Acredito [que] essa disputa, você sabe, tem os interesses individuais de cada um. Nem todo mundo tem esse sentimento de trabalhar pelo coletivo, mas sim pelos seus interesses individuais. [...] O que chama mais atenção, são as lideranças de um mesmo bairro, de uma mesma comunidade, mas que atropelam mesmo, usando essa expressão, tentando diminuir, enfraquecer o outro, o outro parceiro, a outra liderança, pra com isso ter o maior destaque. (Entrevistado D205).
A elucidação, mesmo que superficial, das ambiências conflituosas que integraram a implantação da experiência participativa em Macapá proporciona a percepção da fluidez e complexidade das mudanças ocorridas, à medida que as dinâmicas transformadoras são também associadas aos efeitos dos conflitos e possuem relação com os elementos definidores das diversas intencionalidades e das estruturas de poder que vinculam os atores dentro da realidade social. Os indicadores de ocorrência das atitudes geradoras de conflitos relatadas pelos entrevistados, e o conjunto de seus interesses subjacentes encontram-se descritos na Tabela 25 e Quadro 29 respectivamente.
“viciados”, induz o aparecimento de conflitos de representatividade gerados pelo esvaziamento do poder dos respectivos representantes de entidades nos processos participativos. Estes conflitos foram percebidos e discutidos por Bezerra (2012, p. 136-140) ao pesquisar a implementação de dinâmicas participativas em municípios do Rio de Janeiro.
Tabela 25- Indicadores de ocorrência/frequência das atitudes geradoras de conflitos relacionados às experiências participativas adotadas pelo Governo Municipal de Macapá.