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Em 2000, foi criada pela Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA), para as empresas com ações negociadas, uma lista segmenta como uma forma de incentivo para que as empresas seguissem aos princípios da boa governança corporativa. Para cada segmento da lista existe uma série de princípios, e, esses princípios são um conjunto de regras que disciplinam as relações empresariais e garantem o alinhamento de interesses entre companhia, acionistas, administradores, controladores, e demais partes interessadas.

A adesão às práticas de governança corporativa proporciona uma gestão mais transparente, o que atende ao propósito de nivelar o conhecimento e dar mais proteção aos investidores. Esses fatores levam a maximização na criação do valor de uma empresa e propicia, às partes interessadas, elementos para a uma melhor e mais segura relação.

As empresas possuem a opção de aderirem a este conjunto de regras, e à medida que ocorre esta adesão essa lista segmentada é divulgada ao mercado, sendo que, quanto mais bem conceituado nos níveis dessa lista um empresa está, mais ela é considerada, perante o mercado, confiável. Esses segmentos de listagem da Bovespa com níveis diferenciados de governança corporativa são: Nível 1, Nível 2, Novo Mercado e Bovespa Mais.

a) Nível 1 de governança corporativa:

Para que uma empresa possa ser enquadrada na lista como Nível 1 é necessário duas etapas:

Uma delas é a assinatura do contrato de adoção de práticas diferenciadas de governança corporativa Nível 1, que é celebrado entre: de um lado a empresa, os acionistas e

o acionista controlador desta ,e, do outro, a BM&F Bovespa.Com assinatura deste contrato a Bovespa se torna responsável por fiscalizar a empresa e , caso esta venha a descumprir algum requisito necessário para continuar sendo enquadrada como nível em práticas de governança corporativa, esta empresa será punida.

A outra etapa é uma série de requisitos que a companhia deve cumprir. A maior parte dos compromissos assumidos por estas empresas que são em relação aos investidores dizem respeito do fornecimento de informações que auxiliam na avaliação sobre o valor da própria empresa. Uma empresa aberta no Nível 1 tem como obrigações extras à legislação:

i. Melhoria nas informações prestadas, acrescentando às ITRs (documento que é enviado trimestralmente pelas companhias listadas à CVM e à Bovespa, disponibilizado ao público e que contém demonstrações financeiras trimestrais):

• Nas demonstrações financeiras consolidadas;

• Na abertura da posição acionária ao acionista que tiver mais de cinco por cento das ações de cada classe e espécie do capital social de forma direta ou indireta até o nível de pessoa física;

• Na demonstração dos fluxos de caixa da empresa e do consolidado;

• No volume de ações em circulação, por espécie e classe, e seu percentual em relação ao total das ações emitidas;

• Na quantidade e as características dos valores mobiliários de emissão da empresa retidos pelos grupos de controladores, membros do conselho de administração, diretores e membros do conselho fiscal;

• No crescimento da posição descrita acima em relação aos 12 meses antecedentes; • No relatório de revisão especial escrito por auditor independente.

ii. Melhoria nas informações em relação a cada exercício social, acrescentando às Demonstrações Financeiras Padronizadas (DFPs), que é um documento que é enviado pelas corporações á CVM a Bovespa no fim de março de cada ano, disponibilizado ao público e que contém demonstrações financeiras:

• Nas demonstrações financeiras relacionadas ao exercício encerrado e outros comentários considerados relevantes.

• Nas demonstrações dos fluxos de caixa da corporação e do consolidado, discriminadas em fluxos de operação, dos financiamentos e dos investimentos relativos ao exercício encerrado.

iii. Melhoria nas informações prestadas, adicionando às Informações Anuais (IANs) ,que é um documento que é enviado pelas companhias listadas à CVM e à Bovespa, disponibilizado ao público e que contém informações das empresas sobre:

• A quantidade e as características dos valores mobiliários de emissão da companhia detidos pelos grupos de controladores, membros do conselho de administração, diretores e membros do conselho fiscal.

• Crescimento da posição descrita acima em relação aos 12 meses passados.

• Quantidade de ações em circulação, por espécie e classe, e sua porcentagem em relação ao total das ações emitidas.

iv. Realização de ao menos uma reunião pública anual, com analistas e outros interessados, para a empresa apresentar sua situação econômica financeira, projetos e perspectivas. O objetivo desses encontros é promover maior aproximação com os investidores.

v. Apresentação de um calendário anual, até o final de janeiro de cada ano, no qual conste a programação dos eventos corporativos, tais como: assembleias, divulgação de resultados financeiros trimestrais e anuais, reunião pública com analistas, reuniões do conselho de administração, dentre outros. O objetivo é facilitar o acompanhamento das atividades da corporação por parte dos investidores e outros interessados.

vi. Divulgação dos termos dos contratos feitos entre a companhia e partes relacionadas, cujos valores, em um único contrato ou em contratos sucessivos, atinjam os fixados no regulamento de Nível 1. O objetivo é fornecer dados para que os acionistas investidores avaliem esses contratos em comparação às condições normais de mercado.

vii. Divulgação anual, por parte da empresa ,das negociações de valores mobiliários e derivativos de emissão da companhia por parte dos acionistas controladores. E, o acionista controlador deve divulgar, mensalmente, quaisquer negociações relativas a valores mobiliários de emissão da companhia e de seus derivativos que venham a ser efetuadas. O objetivo é garantir transparência aos negócios de pessoas que possam ter acesso a informações privilegiadas.

viii. Manutenção em circulação de uma parcela mínima de ações, representando vinte e cinco por cento do capital social da empresa.

ix. Quanto a realização de distribuições públicas de ações, a empresa deve adotar mecanismos que favoreçam a dispersão do capital. Abaixo estão as regras de distribuição pública e dispersão:

• Para melhorar a liquidez e a pulverização das ações da companhia no mercado secundário, o regulamento impõe que a corporação mantenha um percentual mínimo de vinte e cinco por cento de ações em circulação. É importante salientar que ações em circulação são todas as emitidas pela companhia, exceto aquelas detidas pelo acionista controlador, por pessoas a ele vinculadas, por administradores da empresa, aquelas em tesouraria e preferenciais de classe especial que tenham como objetivo garantir direitos políticos diferenciados, sejam intransferíveis e de propriedade exclusiva do ente estatizante.

• Quando das distribuições públicas, a empresa deverá garantir esforços para alcançar a dispersão acionária com a adoção de métodos especiais de distribuição que podem ser, dentre outros, a garantia de acesso a todos os investidores interessados ou a distribuição a pessoas físicas ou investidores não institucionais de, no mínimo, dez por cento do total a ser distribuído. O procedimento de dispersão deverá estar descrito no prospecto de distribuição pública.

• Os prospectos de distribuição pública da companhia deverão obedecer aos requisitos do regulamento quanto às informações a ser divulgadas. Dentre as informações solicitadas, encontram-se, por exemplo, as descrições dos fatores de risco e dos negócios e os processos produtivos e mercados etc. Quanto mais informações forem abrangidas, maior será a precisão de análise sobre a empresa.

b) Nível 2 de governança corporativa

No Nível 2 de governança corporativa da BM&F Bovespa, as companhias listadas se comprometem, além das regras aplicadas ao Nível 1, a principalmente com transparência, dispersão acionária e equilíbrio de direitos. Tais compromissos referem-se à prestação de informações que facilitam o acompanhamento e a fiscalização dos atos da administração e dos controladores da companhia; e à adoção de regras societárias que melhor equilibram os direitos de todos os acionistas, independentemente da sua condição de controlador ou investidor. Essas práticas diminuem o risco e a redução deste gera melhor precificação das ações, o que, por sua vez, incentiva novas aberturas de capital e novas emissões, fortalecendo o mercado de ações como alternativa de financiamento às empresas.

Assim como no Nível 1 de governança corporativa, as empresas só podem adentrar o Nível 2 caso optem pela a adesão através que concretiza-se com a assinatura de um contrato entre a companhia, seus controladores, administradores e a BM&F Bovespa. Através do termo

de adesão, as partes acordam em cumprir o regulamento de práticas diferenciadas de governança corporativa Nível 2, que consolida todos os requisitos adicionais desse segmento, e também adotam a arbitragem para a solução de eventuais conflitos societários que possam surgir. Por isso, foi constituída pela Bolsa a Câmara de Arbitragem do Mercado que em caso de desistência do contrato por parte da companhia, ela desobrigaria dos compromissos assumidos e, como compensação, os acionistas investidores teriam o direito de receber uma oferta pública de aquisição por suas ações, no mínimo, pelo valor econômico desta.

A companhia aberta listada no Nível 2 tem como obrigações adicionais à legislação: i. Direito de voto às ações preferencias em:

• Avaliação de bens que levem ao aumento de capital. • Transformação, incorporação, fusão ou cisão da empresa.

• Desde que seja matéria de assembleia, a aprovação de contratos entre a companhia e o seu controlador ou outras sociedades em que o controlador tenha interesse.

• Escolha de empresa especializada para fixação do valor econômico da empresa, nos casos exigidos pelo Regulamento.

• Quando da venda do controle da companhia e de, no mínimo, oitenta por cento deste valor para os detentores de ações preferenciais, deverá haver extensão para todos os acionistas detentores de ações ordinárias das mesmas condições obtidas.

• A empresa não deve ter partes beneficiárias.

• O Conselho de Administração da empresa deve, no mínimo, ser composto por cinco membros com mandato no máximo dois anos.

• Em caso de fechamento de capital ou cancelamento do contrato do Nível 2, o controlador ou a companhia, conforme o caso, deve fazer uma oferta pública de aquisição das ações em circulação tendo por base, no mínimo, o valor econômico da companhia, determinado por empresa especializada e esta, deve ser escolhida, em assembleia geral, a partir de uma lista tríplice indicada pelo conselho de administração. Vale salientar que não se computam os votos em branco, e a escolha dar-se-á por maioria de votos dos acionistas das ações em circulação presentes na assembleia que, se instalada em primeira convocação, deverá contar com a presença de, no mínimo, vinte por cento do total das ações em circulação ou, se instalada em segunda convocação, poderá contar com a presença de qualquer número. ii. A divulgação de informações que auxiliam na avaliação sobre o valor da companhia.

iii. Ter informações adicionais nas Informações Trimestrais (ITRs), que são documentos enviados à CVM e à BM&F Bovespa. Nesse documento, além das informações econômicas e financeiras já obrigatórias por lei, deve-se incluir:

• Demonstrações financeiras consolidadas.

• Demonstração dos fluxos de caixa da companhia e do consolidado.

• Abertura da posição acionária, por espécie e classe, de qualquer acionista que detiver mais de cinco por cento das ações de cada espécie e classe do capital social, de forma direta ou indireta, até o nível de pessoa física.

• A quantidade e as características dos valores mobiliários de emissão da companhia detidos pelos grupos de controladores, membros do conselho de administração, diretores e membros do conselho fiscal.

• Crescimento da posição descrita acima em relação aos 12 meses anteriores.

• Número de ações em circulação, por espécie e classe, e seu percentual em relação ao total das ações emitidas.

• Relatório de revisão especial feito por auditor independente.

• Informação da existência e vinculação à Cláusula Compromissória de arbitragem. iv. Informações adicionais nas Demonstrações Financeiras Padronizadas (DFPs) que é um

documento que todas as empresas listadas devem enviar à CVM e à Bolsa até o final de março de cada ano, contendo demonstrações financeiras referentes ao exercício encerrado, as demonstrações dos fluxos de caixa da companhia e do consolidado, discriminadas em fluxos de operação, dos financiamentos e dos investimentos referentes ao exercício encerrado, bem como, no Relatório da Administração, a informação da existência e vinculação à Cláusula Compromissória de arbitragem e outros comentários considerados importantes.

v. Informações adicionais nas Informações Anuais (IANs) que se constitui de um documento que as empresas listadas entregam à CVM e à Bolsa até o final de maio, anualmente, que possui informações corporativas. Junto com o conteúdo já exigido pela legislação vigente, devem também apresentar os seguintes dados:

• O número e as características dos valores mobiliários de emissão da empresa retidos pelos grupos de controladores, membros do conselho de administração, diretores e membros do conselho fiscal.

• Crescimento da posição descrita acima em relação aos 12 meses anteriores. • Informação da existência e vinculação à Cláusula Compromissória de arbitragem.

vi. Divulgação de informações financeiras em padrão internacional para aumentar sua visibilidade aos investidores estrangeiros, a empresa deve:

• Divulgar as demonstrações financeiras de acordo com padrões internacionais, aceitando-se o IFRS (International Financial Reporting Standards) ou US GAAP (United States Generally Accepted Accounting Principles).

• Elaborar as demonstrações financeiras trimestrais de acordo com os padrões internacionais ou divulgar as ITRs traduzidas para a língua inglesa.

vii. A empresa deve realizar ao menos uma reunião pública anual, com analistas e outros interessados, para apresentar a sua situação econômico-financeira, projetos e perspectivas. viii. A corporação deve também divulgar em janeiro o calendário anual no que deverá ter

as datas dos principais eventos corporativos.

ix. A companhia deve divulgar termos dos contratos firmados com partes relacionadas, cujos valores, em um único contrato ou em contratos sucessivos, atinjam os pré estabelecidos no Regulamento de Listagem, e, o acionista controlador deve mensalmente divulgar as negociações relativas a valores mobiliários de emissão da companhia e de seus derivativos que venham a ser efetuadas.

x. A empresa deve manter percentual mínimo de vinte e cinco por cento de ações em circulação.

xi. A empresa deve aderir à Câmara de Arbitragem do Mercado para resolução de conflitos societários.

xii. Quanto à distribuição pública, a empresa deverá garantir esforços para alcançar a dispersão acionária e observar os requisitos do regulamento quanto às informações que devem ser divulgadas.

xiii. Os controladores e administradores devem abster-se de negociar com ações de que eram titulares logo depois da referida oferta por um período de seis meses. Decorrido ainda esse período inicial, devem abster-se de negociar com sessenta por cento dessa posição por mais seis meses, salvo algumas exceções.

xiv. Por fim, nas hipóteses de fechamento do capital ou cancelamento do registro de negociação neste Nível a empresa deverá realizar uma oferta pública de aquisição de todas as ações em circulação, no mínimo, pelo valor econômico.

c) Novo Mercado

O Novo Mercado da BM&F Bovespa representa o mais alto dos níveis de segmentação da listagem de empresas que seguem os princípios da governança corporativa.

Para entrar nesse segmento de listagem é necessária a negociação de ações emitidas por companhias que se comprometam, voluntariamente, com a adoção de práticas de governança corporativa adicionais além do que é exigido pela legislação. O Novo Mercado, portanto está acima do Nível 1 e Nível 2. Sua diferença principal para o nível que o antecede, o Nível 2, refere-se à emissão de ações preferenciais, quer dizer: as empresas do Novo Mercado só possuem ações ordinárias enquanto que as empresas do Nível 2 têm ações preferenciais, apesar dos titulares delas tenham direito de voto em algumas matérias específicas.

Basicamente, as exigências do Novo Mercado são: i. Proibição de emissão de ações preferenciais;

ii. Disponibilização de balanço anual seguindo as normas internacionais de contabilidade do US GAAP ou IASC GAAP, seguindo uma tendência de harmonização contábil mundial. iii. Em caso de venda do controle acionário, o comprador estenderá a oferta de compra a

todos os demais acionistas, assegurando-se o mesmo tratamento dado ao controlador vendedor (Tag along).

iv. Em caso de fechamento de capital ou cancelamento do contrato do Novo Mercado, o controlador ou a companhia, conforme o caso, fará uma oferta pública de aquisição das ações em circulação, tendo por base, no mínimo, o valor econômico da companhia determinado por empresa especializada.

v. O conselho de administração da companhia deve ser composto por, no mínimo, cinco membros, com mandato unificado de, no máximo, dois anos.

vi. A companhia não deve ter partes beneficiárias.

vii. Extensão para todos os acionistas das mesmas condições obtidas pelos controladores quando da venda do controle da companhia (não apenas 80% como no Nível 2).

d) Bovespa Mais

O segmento BOVESPA Mais da BM&F Bovespa foi criado pensando beneficiar especialmente empresas de pequeno e médio porte com interesse de adentrar no mercado de ações de maneira gradativa. Este segmento torna o mercado de ações mais acessível a um maior número de empresas e proporcionar às mesmas, criação de valor e captação de recursos ainda que seja em volumes menores.

Vale salientar que as empresas estão sujeitas a regras semelhantes às do segmento do Novo Mercado, portanto, propicia melhores conceitos a essas empresas perante os investidores e transparência com o mercado.

Quadro 1 - Comparativo dos Níveis de Governança Mercado

Tradicional Bovespa Mais Nível 1 Nível 2 Novo Mercado

Características das Ações Emitidas Permite a existência de ações ordinárias e preferenciais (conforme legislação) Somente ações ordinárias podem ser negociadas e emitidas, mas é permitida a existência de preferenciais Permite a existência de ações ordinárias e preferenciais (conforme legislação) Permite a existência de ações ordinárias e preferenciais (com direitos adicionais) Permite a existência somente de ações ordinárias Percentual Mínimo de Ações em Circulação (free float)

Não há regra 25% de free float até o 7º ano de listagem, ou condições mínimas de liquidez No mínimo 25% de free float No mínimo 25% de free float No mínimo 25% de free float Distribuições

públicas de ações Não há regra Não há regra Esforços de dispersão acionária Esforços de dispersão acionária Esforços de dispersão acionária Vedação a disposições estatutárias (a partir de 10/05/2011)

Não há regra Não há regra Não há regra Limitação de voto inferior a 5% do capital, quorum qualificado e “cláusulas pétreas” Limitação de voto inferior a 5% do capital, quorum qualificado e “cláusulas pétreas” Composição do Conselho de Administração Mínimo de 3 membros (conforme lesgislação) Mínimo de 3 membros (conforme lesgislação) Mínimo de 3 membros (conforme lesgislação) Mínimo de 5 membros, dos quais pelo menos 20% devem ser independentes

Mínimo de 5 membros, dos quais pelo menos 20% devem ser independentes Vedação à acumulação de cargos

Não há regra Não há regra Presidente do conselho e diretor presidente ou principal executivo pela mesma pessoa (carência de 3 anos a partir da adesão) Presidente do conselho e diretor presidente ou principal executivo pela mesma pessoa (carência de 3 anos a partir da adesão) Presidente do conselho e diretor presidente ou principal executivo pela mesma pessoa (carência de 3 anos a partir da adesão)

Obrigação do Conselho de Administração

Não há regra Não há regra Não há regra Manifestação sobre qualquer oferta pública de aquisição de ações da companhia Manifestação sobre qualquer oferta pública de aquisição de ações da companhia Demonstrações Financeiras Conforme legislação Conforme legislação Conforme legislação Traduzidas para o inglês Traduzidas para o inglês

Reunião Pública Anual e

Calendário de Eventos Corporativos

Facultativo Facultativo Obrigatório Obrigatório Obrigatório

Divulgação Adicional de Informações

Não há regra Não há regra Política de negociação de valores mobiliários e código de conduta Política de negociação de valores mobiliários e código de conduta Política de negociação de valores mobiliários e código de conduta Concessão de Tag Along 80% para ações ordinárias (conforme legislação) 100% para ações ordinárias 80% para ações ordinárias (conforme legislação) 100% para ações ordinárias e preferenciais 100% para ações ordinárias Oferta pública de aquisição de ações no mínimo pelo valor econômico Conforme legislação Obrigatoriedade em caso de fechamento de capital ou saída do

Benzer Belgeler