BÖLÜM II: ESKİ ANADOLU TÜRKÇESİ VE TARİHÎ GELİŞİMİ
2.1. Tarihte Oğuzlar ve Oğuz Türkçesi
Evitar ou não o alto risco tecnológico quando do início do desenvolvimento de um novo produto é um ponto de decisão difícil para a organização no mercado automobilístico. A opção é dada segundo um balanço entre a necessidade ou retorno esperado no mercado e o nível de incerteza por ela representado. Não raro, disponibilizar uma nova tecnologia no mercado é um desafio a ser perseguido obrigatoriamente sob pena de obsolescência acelerada, como foi o caso dos veículos com tecnologia bi-combustível. Há ainda casos nos quais a organização opta por perder chances de sair à frente com uma nova tecnologia, mas não correr o risco a ela associado.
Consideremos o risco tecnológico como estando ligado à necessidade de aprendizado. O ponto que se pretende destacar é quanto ao nível de risco tecnológico (incerteza) gerenciável dentro de um processo padronizado como o PDP.
Se a organização assume por iniciar um novo programa de desenvolvimento com determinado risco, a discussão volta-se normalmente para a alocação especial de recursos e tempo. Por outro lado, a organização pode decidir por não aceitar o risco envolvido. Neste caso, destacamos a necessidade de um processo/estrutura que suporte a atividade de aprendizado que deva ocorrer antes do PDP. Esta proposta visa diminuir o risco associado a determinada tecnologia ou novo
conceito, tornando-a disponível para novos programas de desenvolvimento em uma fase de maior maturidade. Os casos abaixo ilustram esta realidade.66
Uma pesquisa individual realizada por um engenheiro sobre tendências tecnológicas e atividades dos centros de tecnologia da matriz trouxe à tona uma nova tendência no conceito empregado no sistema de bombeamento do líquido de arrefecimento do motor. O conceito vigente em todas as famílias de motor utiliza uma bomba mecânica, acoplada ao eixo virabrequim através da correia dentada. O novo conceito trazia uma bomba elétrica localizada fora do conjunto motor, fixada próximo à base do radiador. Tal evolução tecnológica objetivava melhorias de desempenho e economia do motor através de ganhos substanciais na precisão do controle de funcionamento do subsistema em questão. Dentre outras vantagens, uma bomba elétrica pode ser controlada individualmente pela central eletrônica, sem estar necessariamente atrelada à rotação do eixo virabrequim. Um outro ponto importante é a redução de perda de energia no sistema, uma vez que nos sistemas mecânicos existe uma válvula termostática que restringe o fluxo do líquido de arrefecimento enquanto o motor ainda se encontra abaixo da temperatura nominal de funcionamento.
Após uma apresentação formal às lideranças envolvidas, estas prontamente destacaram a importância da iniciativa e das melhorias potenciais. Embora o novo conceito tenha sido recebido com bastante expectativa, ele nunca veio a ser desenvolvido formalmente. Adicionalmente, não houve recursos para a realização de testes conceituais, evidenciando a importância de uma via formal para o desenvolvimento conceitual do sistema antes do PDP.
Uma outra inovação conceitual foi proposta no sistema de partida a frio de motores movidos a álcool.67 Quando o motor encontra-se frio, a explosão da mistura ar/álcool pode falhar de forma que o motor pode não ligar ou apresentar comportamento instável nos primeiros instantes de funcionamento. Nesta condição, o sistema injeta gasolina para manter o funcionamento adequado do motor até que se atinja determinada temperatura. Nos sistemas convencionais, a gasolina é injetada diretamente no coletor de aspiração através de uma bomba.
O novo conceito fora proposto em uma dissertação de mestrado de um engenheiro da área de desenvolvimento e utilizava um eletroinjetor adicional para a injeção de gasolina no motor,
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O primeiro caso refere-se ao sistema de arrefecimento do motor. Os princípios básicos de funcionamento deste sistema podem ser encontrados em <http://auto.howstuffworks.com/cooling-system.htm>. Acesso em 26 Dez. 2006. 67
Detalhes de funcionamento do sistema de partida a frio bem como da inovação proposta encontram-se em SALES (2001).
substituindo de forma mais precisa a eficaz o sistema com bomba e diminuindo as emissões de poluentes do veículo. Após conflitos de abordagem semelhantes ao caso anterior, o sistema veio a ser abordado por uma outra empresa, após vencimento da patente anteriormente gerada. Alguns anos após sua criação, contudo, a inovação veio finalmente agregada em um novo produto comercial da companhia. Contudo, houve projetos de menor teor de inovação que vieram a ser desenvolvidos diretamente dentro das fases do PDP. Em parte significativa de tais projetos observou-se dificuldades relevantes no controle de tempo, custo e qualidade de acordo com as fases deste sistema.
O estudo das disciplinas associadas ao gerenciamento de projetos sugere muitas vezes a forte alocação de recursos como solução para tarefas com tempo ou qualidade de execução em risco. É questionado aqui este ponto, principalmente quando o risco está associado a uma incerteza tecnológica. Como podemos ver nos casos citados anteriormente, o problema-foco da inovação também não estaria no exercício da criatividade. Tal afirmação contraria fortemente a perspectiva de alguns autores de países industrialmente desenvolvidos. Nos casos observados, as idéias existiram e partiram de iniciativas individuais somadas a características de ambiente favoráveis (perfil profissional, disponibilidade de recursos, alocação de tempo, incentivo à continuidade de educação formal, etc.). Embora a escolha dos perfis pessoais e o incremento das condições de ambiente possam contribuir, o que se conclui de fato é que faltou um elo entre a geração das idéias e a fase de amadurecimento das novas soluções conceituais.