• Sonuç bulunamadı

İNTERMODAL DEMİRYOLU TAŞIMACILIĞI: TÜRKİYE İÇİN FIRSATLAR VE TEHDİTLER

D. Ali DEVECİ 1 Didem ÇAVUŞOĞLU 2

3. İNTERMODAL TAŞIMACILIK VE İNTERMODAL DEMİRYOLU TAŞIMACILIĞI

3.2. Türkiye’de İntermodal Demiryolu Taşımacılığı

dquiridos os lotes, as famílias proprietárias do terreno passam a ter a s.

pagos pelo governo do Estado através de am na sede da ATST e têm a função de mostrar para as famílias as cond

Temos que explicar para a pessoa: ‘Olha, seu terreno é declive’. A pessoa não entende o que é declive, então temos os projetinhos, uns modelos para que as pessoas possa pavimentos; olha vai ter tanto de recuo’, para as pessoas verem. (Sabrina Ricci, arquiteta responsável)

E explic

Tem muita gente que vem aqui e fala: ‘ah, mas eu não quero ter corredor na minha casa’, aí eu falo: ‘mas você sabe qual a importância disso?’. Então tudo isso a gente fala, da ventilação, que tem uma série de doenças que se você não tem um corredor a casa fica úmida e gelada, e ele

Além disso, cada família discute com o arquiteto o projeto de sua casa – excetuando- se aquelas famílias que moram nas áreas de vilas ou apartamentos, cujos projetos são padronizados.

Nós temos a filosofia de que a casa é a roupa da família. E que cada um tem direito à roupa que quer vestir. Nós acreditamos que a casa tem de ter identidade com a pessoa. Por isso, por mais trabalho que isso dê, a gente gosta de sentar um por um e discutir o

o escritório, suíte ou sala de TV; se quer sacada.

Também é pe tanto, é necessário q comunidade, antes da relacionado ao barulh

tenta-se chegar a um ac ciação local fecha a atividade e pede para o proprie

Tem gente que vem aqui sonhando, que quer ter um banheiro igual da novela; ou pede uma piscina na laje. Tem muitas pessoas que trazem o desenho, o rascunho de como

planta com autorização para

um sistema de palafitas embaixo, sem casa nenhuma, só as mesmo. Então faz a casa, a pessoa sai do aluguel e vai projeto da sua casa. (Zerbini)

Para o atendimento a cada família, existe um formulário que o arquiteto preenche durante a conversa com a família. Com o formulário, pretende-se saber quantas pessoas vão morar na casa; quantos andares deseja que a casa tenha; o número de quartos e banheiros que pretende ter; a previsão familiar; onde a família costuma se reunir – se na sala ou na cozinha (para pensar o tamanho dos dois cômodos) -; se quer algum recinto especial com

rguntado se a família pretende ter comércio ou oficina na casa. Para ue respeite a regra de limites de barulhos e ruídos determinado pela s 9hs e depois das 18hs. Se tiver qualquer tipo de problema posterior o, os vizinhos colocam o problema nas reuniões mensais das áreas e

ordo. No limite, a asso

tário mudar a área comercial ou a oficina para outra região.

deseja a casa, é um sonho. Os associados trazem esses desenhos e nós transformamos em planta. Muitas vezes tem modelos de plantas, que é o básico que muitos deles pedem, e nós já fornecemos para eles. Agora, quando eles querem algo diferenciado, um detalhamento, uma estrutura, então a gente estuda, vê o que dá para ser feito, para depois, em um segundo momento, a pessoa pegar a

construir (Sabrina)

Além disso, no atendimento, durante a conversa, também se procura saber a condição financeira da família.

Porque se a pessoa vai morar num terreno de declive, por exemplo, que gasta mais para construir, não faz

estruturas, faz a parte da casa

morar naquele porão, que dá para fazer de três a quatro cômodos e depois ela faz a parte de cima para chegar ao nível da rua. (Sabrina)

Caso a família não tenha idéia de como planejar a casa, os arquitetos mostram alguns modelos básicos já prontos.

Se eventualmente alguém da família possuir alguma deficiência física e o tipo de terreno sorteado não é adequado por ser declive ou aclive, por exemplo, os arquitetos ajudam a família a trocar para um terreno plano.

Depois de feito este atendimento, o arquiteto desenha a casa e entrega a planta para a família, que assina um termo de compromisso de construção, com algumas determinações técnicas a serem seguidas1. A ATST determina que as casas devam ser de alvenaria e que os projetos acordados devem ser seguidos. Qualquer modificação pretendida posteriormente deve ser comunicada e autorizada pelos arquitetos.

Como os associados da ATST podem projetar suas casas de acordo com suas necessidades e desejos peculiares, há uma grande variedade de tipos. Assim, João dos Santos optou p

a que o marido trabalhe na fabricação de ferragens vendidas para os moradores vizinho

sua casa, mas conta com um “mutirão” espontâneo de parentes, amigos e vizinhos, que formam uma rede de solidariedade e um ambiente de cooperação e ajuda mútua.

As famílias sã contratados pelo mes

leitura da planta da casa, ensinam técnicas de construção, exercem a supervisão da obra e ajudam

se e

or fazer o cômodo melhor localizado para uma biblioteca-sala de estudos para a filha. Maria Helena preferiu diminuir a área de serviço proposta pela planta padrão e criar uma copa. Margarida construiu sua casa sem muros, porque, diz, por meio de sua participação na ATST, conhece todos os vizinhos e sente-se segura para não erguê-los. Em sua casa há ainda um espaço par

s que estão construindo suas casas. José Ayrton, utilizando sua experiência como construtor, ergueu em seu terreno um chalé em estilo bastante diferente da vizinhança, e deixou o pavimento inferior sem praticamente nenhuma divisão.

Para a construção da casa, o processo é de autoconstrução. Mas não uma autoconstrução em que cada morador providencia como pode, individualmente, uma casa. Cada família constrói a

o supervisionadas, durante a construção, por mestres-de-obra, também mo convênio de Assessoria Técnica. Os mestres-de-obra auxiliam na a solucionar alguns problemas técnicos que possam eventualmente acontecer. Isso permite o conhecimento técnico pelas pessoas sobre os elementos das casas e uma qualidade garantida na construção.

Eu acho que este é um avanço da própria melhoria da mão-de-obra, que aconteceu até naturalmente no processo. Quando o “mutirão” acaba, qual é o saldo? Têm- lideranças novas, que antes não havia e hoje há, e se tem mão-de-obra qualificada qu

hoje há e antes não havia, então este é o saldo, o resultado do processo (João Monteiro, coordenador da ATST, também mestre-de-obras).

É comum encontrarmos famílias em que um dos membros é pedreiro ou conhece alguém

envolvidos. O que a Associação faz é garantir, através da Assessoria Técnica, que a casa seja construída de maneira adequada e bem feita.

O que pudemos notar é que a maioria das famílias constrói um cômodo e um banheiro uguel. O dinheiro anteriormente gasto no aluguel passa a ser investido a construção do restante da casa.

Para as famílias que não conseguem recurso algum para a compra de material de constru

quipe de ajudantes (moradores de diversos loteamentos), que recebem apenas uma aj

m o coorde

ita a cada dois anos pelos morado

que seja. De qualquer forma, no mesmo termo de compromisso firmado com os arquitetos, a família se compromete a obedecer ao mestre-de-obras.

Os recursos para a compra de material de construção também são das próprias famílias. Novamente não há recursos da ATST

e mudam para sair do al n

ção, uma possibilidade indicada pela Associação é pedir um financiamento da Caixa Econômica Federal, através do programa Cesta Básica de Material de Construção, que financia oito mil reais com juros subsidiados.