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3.4. Turizm Destek ve Teşvik Uygulamaları

3.4.11. Türk Turizminde Genel istihdam Durumu

No Brasil, os requisitos de desempenho de segurança contra incêndio são estabelecidos por decretos estaduais, que devem ser integralmente atendidos e consideram a seguinte seqüência de etapas possíveis no desenvolvimento do incêndio, no caso de um edifício habitacional (ABNT - Edifícios habitacionais de até cinco pavimentos – Desempenho, 2005):

• Início;

• Crescimento do incêndio no ambiente de origem;

• Propagação para outros ambientes (conflagração) da unidade habitacional de origem;

• Combate ao fogo;

• Evacuação do edifício;

• Propagação para outras unidades habitacionais ou outros edifícios;

• Risco de ruína parcial ou total do edifício.

Dessa forma, a segurança contra incêndio é pautada por alguns objetivos que, de acordo com a bibliografia utilizada, podem ser divididos em três principais:

• Garantir a incolumidade dos ocupantes;

• Assegurar e salvaguardar a estrutura e os bens materiais;

• Prevenir a conflagração do fogo para edificações adjacentes.

ROSSO (1975), além de considerar os três objetivos anteriores, acrescenta que a ação contra o fogo também deve permitir a recuperação da edificação. Para BUCHANAN (2001), a principal regra de proteção contra incêndio é limitar, em níveis aceitáveis, a probabilidade de mortes, ferimentos, e danos à propriedade em um incêndio inesperado.

Segundo ROSSO (1975), os riscos decorrentes do fogo não são somente queimaduras, mas também asfixia, envenenamento, contusões, colapsos, etc., decorrentes dos efeitos secundários do fogo, tais como radiação, falta de oxigênio, gases nocivos, fumaças,

dentre outros. Portanto, incolumidade significa a salvaguarda das vidas humanas contra o efeito fatal e nocivo de todos os riscos citados.

Dessa forma, esses objetivos são detalhados abaixo e seus fatores e influências encontrados no Quadro 2.1.

2.3.1

Segurança à vida

Todos os edifícios devem ser projetados de forma que, na ocorrência de um incêndio, os ocupantes possam permanecer no local onde estejam, evacuar para outra parte do edifício (lugar de segurança relativa), ou evacuar totalmente do edifício sem estarem sujeitos a condições insalubres, perigosas ou insustentáveis. A exigência de segurança à vida se aplica para dentro e fora do edifício (CIB W014, 2001).

No caso do incêndio, as causas principais de danos à vida são derivadas da fumaça e do calor gerados pelo fogo. Dessa forma, o risco de danos à vida ou a incidência de vítimas fatais ocorre nos compartimentos de incêndio ou em espaços em que já houve deflagração do fogo. Estes riscos podem ser expressos em termos do tempo requerido para atingir níveis perigosos de fumaça, temperatura e ou gases tóxicos, comparado ao tempo de escape dos ocupantes da área perigosa (SCHLEICH, et al, 1993). Dessa forma, é necessário alertar a população para o incêndio, prover saídas com escape suficiente e permitir que os ocupantes não sejam afetados pelo fogo ou fumaça enquanto efetuam a evacuação para um lugar seguro (PURKISS, 1996).

2.3.2

Segurança da propriedade

Por segurança da propriedade entende-se a proteção da estrutura do edifício e de todo seu conteúdo. Essa proteção deve ser também aplicada aos edifícios vizinhos (PURKISS, 1996). Normalmente não há riscos para o patrimônio no período anterior ao

flashover1. O risco de danos estruturais pode, portanto, ser expresso em termos do tempo para ocorrer o flashover no ambiente do incêndio, em relação ao tempo requerido para iniciar a ação do seu processo de extinção (SCHLEICH, et al, 1993). Se o flashover ocorrer, todo o material combustível entrará em ignição e o controle do fogo se torna mais difícil. Dessa forma, prevenir a ocorrência do flashover se torna uma maneira de garantir a segurança patrimonial.

A segurança da edificação está também intimamente ligada às propriedades dos materiais empregados. Dessa forma, o comportamento ao fogo dos materiais de construção empregados, depende não somente de sua natureza, como de sua aplicação.

2.3.3

Severidade do incêndio e risco de conflagração

Segundo SILVA (2001) e SCHLEICH, et al (1993), a probabilidade de maior ocorrência de um incêndio, assim como sua intensidade, duração e risco de conflagração estão associados a:

• Atividade desenvolvida no edifício, propriedades térmicas dos materiais e quantidade de material combustível – tecnicamente denominada carga de incêndio;

• Tipologia do edifício – número de pavimentos, área e compartimentação e condições de ventilação;

• Sistemas de segurança contra incêndio, denominados de proteção ativa.

QUADRO 2.1 - Fatores e influências sobre a severidade do incêndio, a segurança da vida e a segurança da propriedade.

Influência na: Fatores

Severidade do incêndio Segurança da vida Segurança do patrimônio

Tipo, qualidade e distribuição da carga de incêndio. A temperatura máxima de um incêndio depende da quantidade, tipo e distribuição do material combustível no edifício. O nível de esfumaçamento, toxidade e calor dependem da quantidade, tipo e

distribuição do material combustível no edifício.

O conteúdo do edifício é consideravelmente afetado por incêndios de grandes proporções.

Características da ventilação do compartimento

Em geral, o aumento da oxigenação faz aumentar a temperatura do incêndio e diminuir sua duração.

A ventilação mantém as rotas de fuga livres de níveis perigosos de esfumaçamento e toxidade.

A ventilação facilita a atividade de combate ao incêndio por evacuação da fumaça e dissipação dos gases quentes.

Compartimen- tação

Quanto mais isolantes forem os elementos de

compartimentação (pisos e paredes), menor será a propagação do fogo para outros ambientes, mas o incêndio será severo no compartimento.

A compartimentação limita a propagação do fogo, facilitando a desocupação da área em chamas para áreas adjacentes. A compartimentação limita a propagação do fogo, restringindo as perdas. Resistência ao fogo das estruturas

A resistência ao fogo das estruturas de aço, por serem incombustíveis, não afeta a severidade do incêndio. Às vezes o desmoronamento de parte da edificação (coberturas, por exemplo) aumenta a oxigenação e reduz a duração do incêndio.

A resistência ao fogo das estruturas tem pequeno efeito na segurança à vida em edifícios de pequena altura ou área, por serem de fácil desocupação. No caso de edifícios altos é essencial prever a resistência ao fogo, indicada na legislação ou em normas, para garantir a segurança ao escape dos ocupantes, às operações de combate e à vizinhança.

A resistência ao fogo dos elementos estruturais é fundamental para garantir sua estabilidade. Geralmente, o custo do conteúdo supera o custo da estrutura, mas o colapso estrutural pode trazes conseqüências danosas às operações de combate ou à vizinhança. Nesse caso há imposições legais ou normativas de resistência. Se o risco for mínimo, a verificação de resistência pode ser dispensada. Rotas de fuga

seguras

Rotas de fuga bem sinalizadas, desobstruídas e seguras estruturalmente são essenciais para garantir a evacuação e dependem do tipo de edificação. Em um edifício industrial, térreo, aberto lateralmente, a rota de fuga é natural. Em um edifício de múltiplos andares, podem ser necessários escadas enclausuradas, elevadores de emergência, etc.

Reserva de água Água e disponibilidade de pontos de suprimento são necessárias para extinção do incêndio, diminuindo os riscos de propagação e seus efeitos à vida e ao patrimônio.

QUADRO 2.1 - Fatores e influências sobre a severidade do incêndio, a segurança da vida e a segurança da propriedade (conclusão).

Influência na: Fatores

Severidade do incêndio Segurança da vida Segurança do patrimônio

Detecção de calor ou fumaça

A rápida detecção do incêndio, apoiada na eficiência da brigada contra incêndio e o corpo de bombeiros, reduzem o risco da propagação do incêndio.

A rápida detecção do início do incêndio, por meio de alarme, dá aos ocupantes rápido aviso da ameaça, antecipando a desocupação.

A rápida detecção do início do incêndio minimiza o risco de propagação, reduzindo a região afetada pelo incêndio.

Chuveiros automáticos

Projeto adequado e manutenção de sistema de chuveiros automáticos são internacionalmente reconhecidos como um dos principais fatores de redução do risco de incêndio, pois contribuem, ao mesmo tempo, para a compartimentação, a detecção e a extinção.

Hidrantes e extintores

Hidrantes, extintores e treinamento dos usuários da edificação, para rápido combate, reduzem o risco de propagação do incêndio e seu efeito ao patrimônio e à vida humana.

Corpo de Bombeiros

A presença de pessoas treinadas para prevenção e combate reduz o risco de início e propagação de um incêndio.

Além de reduzir o risco de incêndio, a brigada coordena e agiliza a desocupação da edificação.

A presença de brigada contra incêndio reduz o risco e as conseqüentes perdas patrimoniais decorrentes de um incêndio. Projeto de engenharia de incêndio

Um projeto de engenharia de segurança contra incêndio deve prever um sistema de segurança adequado ao porte e à ocupação da edificação, de forma a reduzir oi risco de início e

propagação de um incêndio, a facilitar a desocupação e as operações de combate. Dessa forma, reduz a severidade do incêndio, as perdas de vidas e patrimoniais.

FONTE: SILVA, 2001.