• Sonuç bulunamadı

3.2.1 EKONOMĐK SORUNLAR ( EĞĐTĐM, TESĐS VE YATIRIM EKSĐKLĐĞĐ)

3.2.2. TÜRKĐYE DE SPOR TESĐSLERĐ VE YATIRIMLAR

O pensar combina a forma com a matéria e a apresenta na conjunção dos dois impulsos. A força da beleza inspira o ingresso na humanidade no ganho auto-referente da própria racionalidade. Nela não se permite odiar, mas amar e transformar, quando a necessidade dos sentidos e a da razão obedecem ao impulso da beleza. “Os dois impulsos impõem necessidade do ânimo: aquele por leis da natureza, e este por leis da razão. O impulso lúdico, entretanto, em que os dois atuam juntos, imporá necessidade ao espírito física e moralmente a um só tempo” (CEEH: 63).

Se o objetivo do primeiro é a vida e do segundo, a forma, o objetivo do impulso lúdico é a forma viva, a beleza. A estética é o espaço da convergência da forma. Se o impulso da beleza vem a ser nato, nela vê-se reconciliado e reconduzido de novo à vida e à natureza. Na forma, por meio da beleza, o homem não é físico nem moral, por meio dela, estética, beleza, sentidos e razão são ativos ao mesmo tempo. O equilíbrio dos pratos da balança está em igual altura, sem estar vazio. Nesse ponto, acontece o estado estético, estado zero de pura determinabilidade. Nesse momento, se é verdadeiramente homem. Schiller compreende que a “beleza é força domesticada por si própria na limitação por meio de energia” (CEEH: 83). Se

é força domesticada, requer controle no presente indicativo e modos de aperfeiçoamento na cultura e na sucessão da mobilidade para não cair no esteticismo e sufocar o local do aparecer da beleza.

Quando o homem age nesse estado, no estado de beleza, ele age sem jugo, em nada é necessitado, ele se faz livre. Necessariamente está remetido sobre si mesmo, assim é. Ele mesmo precisa dar conteúdo ao seu agir e à sua ação, agir segundo princípios determinantes, princípios que ele mesmo se dá no mundo das suas idéias afora e no que lhe é oferecido. Ao homem, medida de todas as coisas, segundo o aforismo de Protágoras, vem ele a ser determinado senão por ele mesmo. “A beleza deve ser vista como cidadã de dois mundos, pertencendo ao primeiro por nascimento e ao segundo por adoção; ela recebe sua existência na natureza sensível e obtém seu direito de cidadania no mundo da razão”.20

Neste princípio sensível de beleza, encontra-se a melhor parte da nossa felicidade e não distante da moralidade. A tempo, o estado de moralidade falam na primeira pessoa do plural do presente do indicativo, aqui, agora e, no estado estético, na primeira pessoa do singular. Ambos conjugam a passagem do tempo presente. Na arte o tempo como que se ausenta e se deixa petrificar para além da matéria no tom da obra manifestante e a si abre a contemplação do fazer-se da cor e forma em figura viva da obra.

Se um fazer arte requer em princípio ser livre, necessita de ambas as necessidades sensíveis e formais, a fim de ingressar, por um lado, em domínios da natureza e, de outro lado, nos domínios da forma e do seu ânimo, também na moralidade. Ao fazer arte e obra, mostra-se, primeiramente, a forma impressa no suporte material, este é o estofo, e, por detrás do objeto e da forma, apresenta-se vivamente a forma. Ao avançar na feitura da obra, o feitor olha para si mesmo no interno do seu ânimo, nas marcas do sentimento belo e sublime e encontra as leis segundo as quais ele pode penetrar nos segredos da natura e afirmar-se no seu espírito em algo que não se extingue: a perene forma na móvel matéria faz aparecer a obra de arte e na autonomia moral caracterizada. A arte determina o seu aparecer na obra de arte na medida da direção e do sentido do homem.

Nos sentimentos puros, livres da cobiças sensíveis e inteligíveis, a arte, a liberdade, a beleza e a autonomia implantam-se na vida do homem para transformá-lo em obreiro no manejo da sensibilidade interna e externa. Primeiro, vence a si mesmo, apazigua as faculdades opostas, sentir e pensar, elas ofertam-lhe a mobilidade e fortalecem-lhe a autonomia e o ato de

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pensar puro, não saltitante de uma para o outro, mas capaz de transportar-se para além da substância transitória e alcançar a idéia. Ao artista que vê, que precede ao método, o som e a cor e o tom, a forma e a figura, o homem da arte recebe-as, primariamente, na sensibilidade do intuir e na racionalidade ao deduzir da sua sensibilidade na obra. Chega a cores e a sons, a materiais dos quais a pintura e a música se apoderam para o aparecer da forma de dentro afora objetivamente.

O ver junta-se com o ânimo e sai para fora e reúne-se com os objetos. O fato é que o fenômeno não está destacado do observador, mas, ao contrário, encontra-se entrelaçado e emaranhado em cuja individualidade se manifesta; o olho não pode ser apartado da luz, em que um é através do outro, o ver necessita ser mobilizado pela força da vontade, se precisar contribuir com algo, e isso não provém da organização do olho, mas de algo que o antecede no ânimo.

A vida do ânimo do músico e do pintor vem a ser alimentada por meio do olho e do ouvido; o pintar vem de fora e também a música. A última diz respeito à sensação em si, e a primeira fala do entendimento. Ambos recebem a forma que vem de dentro da idéia, por meio da percepção dos sentidos, que se podem dirigir diretamente para dentro ou mediados pela forma para fora e após para dentro. O olho não é idêntico ao ver, ver da imaginação e ver do entendimento. Se a arte torna viventes em si as forças criativas, a par das forças gerativas, vem a cor a ser afeto ritmado, movimento na alma do homem, conquanto a luz tenha em si o empenho de vir nata no olho, a luz tem amor em si, ela quer gerar uma criação no homem em arte na obra de arte, predicativa na primeira pessoa. Apresenta-se ao ver e sentir no fazer da mão.