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4 1 ANAYASA DEĞİŞİKLİKLERİ

4.3. AB’NİN AZINLIKLAR KONUSUNDAKİ İSTEKLERİ

4.3.13. Swoboda Raporu – 3 Aralık

Nas últimas décadas, muito progresso foi feito no tratamento cirúrgico de várias patologias traumáticas, neoplásicas, neurológicas e degenerativas da mão e do punho. Os benefícios destes procedimentos devem ser avaliados, levando-se em conta a história natural de cada patologia. É importante determinar qual procedimento oferece o melhor resultado e é o mais confiável (Schuind et al., 2003).

Nos últimos anos, a avaliação funcional da mão e do punho foi alvo de interesse crescente. Os questionários são utilizados cada vez mais para avaliar o resultado funcional. Para a mão e o punho, é importante utilizar um questionário que teste a função do membro superior (Schuind et al., 2003).

Existem várias escalas que avaliam o resultado de tratamento, tais como DASH, PRWE, SF-36, o questionário do túnel do carpo, denominado Brigham and Women´s, a escala de Gartand e Werley e a escala de GeO (Changulani, 2007).

Vários estudos avaliam o resultado funcional de tratamento da FEDR através de escalas funcionais, tais como GeW, DASH, Hand Questionnaire, escore de Stewart, dentre

outras (Gerostathopoulos et al., 2007; Gruber et al., 2006; Kamiloski & Kasapinova, 2006). Os questionários centrados no pacientes, recentemente, passaram a ser mais utilizados, e alguns já foram validados, tais como o PRWE (Forward et al., 2007).

Várias escalas de avaliação de FEDR enfatizam a avaliação da disfunção. A escala de GeW é um exemplo desse tipo de instrumento. Esta escala foi modificada por Sarmiento e colaboradores com o acréscimo de avaliação da força de preensão e da perda da pronação (Sarmiento et al., 1975 e 1980). A avaliação é baseada em um sistema de decréscimo de pontos, ou seja, o paciente perde pontos à medida que ele é avaliado (Gartland & Werley, 1951).

A escala GeW resulta em um escore baseado na dor, na disfunção, na mobilidade, na força, nas complicações e nas alterações radiológicas. Esta escala não foi formalmente validada, mas o seu uso tem sido usual (Jupiter, 1991). A escala de GeW avalia vários parâmetros, como os objetivos, os subjetivos e os radiográficos, mas carece de dados mais objetivos. Por exemplo, os pontos de desmerecimento são atribuídos por um observador com base na avaliação de deformidade residual ou as alterações radiológicas, apesar da ausência de sintomas subjetivos ou de perdas funcionais. A avaliação objetiva não é quantitativa e não compara com o lado contra-lateral (Jupiter, 1991). Além disso, vários foram os investigadores que manifestaram sua preocupação de que a escala de GeW não fornece uma medida acurada do resultado final (Cohen et al., 2000).

Lucas & Sachtjen modificaram posteriormente a escala de GeW, acrescentando critérios mais específicos para disfunção da mão, incluindo compressão do nervo mediano, distrofia simpático reflexa e rigidez matinal (Lucas & Satchjen, 1981). Porter & Stockley desenvolveram um índice funcional que mede a força da preensão, o movimento angular e o rotacional da mão e do punho e os movimentos funcionais efetuados contra-resistência. Além disso, os pesquisadores, comparam as medidas semelhantes no punho contra-lateral. Mc Queen e Caspers ampliaram mais ainda a avaliação funcional e incluíram vários testes utilizados para interpretar destreza manual, força e resistência da preensão, AVDs, dor e parâmetros estéticos (Porter & Sotckley, 1987; Mc Queen & Caspers, 1988).

Outro sistema de pontuação existente é o de GeO, que surgiu em 1978. Inicialmente destinava-se a avaliação de resultado de tratamento cirúrgico de luxação do carpo. Sua utlização foi posteriomente ampliada para uso em outras patologias do punho e

também para avaliar pacientes com FEDR (Bradway et al., 1989; Ring & Jupiter, 1997; Rein et al., 2007).

A percepção do paciente é outro aspecto importante na avaliação clínica. O desenvolvimento de instrumentos que avaliam a disfunção do membro superior, como, por exemplo, o questionário que avalia a disfunção do membro superior, do ombro e da mão (DASH) ou o questionário que avalia a disfunção do punho (Patien Rated Wrist Evaluation – PRWE) tem permitido aos fisioterapeutas, especialistas em mão, obterem esta informação em instrumentos padronizados (MacDermid et al., 1998).

Outra forma de avaliar o paciente é através do uso de instrumentos genéricos que verificam o seu status de saúde. O Short Form-36 (SF36) é um questionário que avalia qualidade de vida. A vantagem do uso de um instrumento genérico é que ele avalia uma série de domínios da saúde do indivíduo e permite a comparação entre vários problemas de saúde, incluindo distúrbios mentais e físicos. Porém, há um entendimento entre os especialistas em mão de que estes instrumentos não são sensíveis às patologias específicas do membro superior (MacDermid et al., 2000).

A literatura contemporânea reconhece que uma interpretação exata do resultado após o tratamento de fratura do rádio distal deve levar em consideração uma multiplicidade de parâmetros que refletem uma compreensão aperfeiçoada da anatomia funcional e das necessidades funcionais individuais do paciente (Cohen et al., 2000).

A população idosa tem sido alvo freqüente e crescente dos investigadores interessados em avaliar o resultado funcional final de tratamento cirúrgico de FEDR. A avaliação da dor, a amplitude de movimento, a força de preensão e o emprego de escalas de avaliação, centradas na informação do pacientes, são comuns na literatura (Azzopardi et al., 2005; Kamiloski & Kasapinova, 2006; Jaremko et al. 2007).

A avaliação de resultado de tratamento considera critérios objetivos. Dentre estes, destacam-se parâmetros clínicos e radiológicos. Os critérios subjetivos são baseados na percepção do paciente da sua disfunção, na avaliação da dor, na capacidade de realizar AVDS e atividades de trabalho (Azzopardi et al., 2005; Kamiloski & Kasapinova, 2006; Jaremko et al. 2007).

A avaliação funcional pode ser realizada pela observação direta através de testes de desempenho ou de questionários auto-aplicados ou os aplicados através de entrevistas. Esses questionários são sistematizados por meio de uma série de escalas que aferem diferentes componentes relacionados à função. Essas escalas compõem o que se têm denominado na literatura “instrumentos de avaliação funcional” (Paixão Jr & Reichenheim, 2005).

No Brasil, as questões relativas ao envelhecimento começam apenas a ser pesquisadas. Na área da avaliação funcional especialmente, existe pouco em termos de adaptação de instrumentos funcionais para o contexto brasileiro – sendo este um tema que exige aprofundamento (Paixão Jr & Reichenheim, 2005).

2.5.2 Sistema de Pontuação DASH (Disabilities of Arm, Shoulder and Hand) –