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Lozan Barış Antlaşması’nda Azınlıklar Konusu

OSMANLI’DAN GÜNÜMÜZE TÜRK KÜLTÜRÜNDE AZINLIKLARIN KONUMU

3.3. Lozan Barış Antlaşması’nda Azınlıklar Konusu

Os balanços de vida de Edgar Wibeau e Thomas Linde, cada um, a seu modo, um rebelde, caracterizam-se pela avaliação de um passado mais ou menos distante no tempo. Como demonstramos no capítulo três, os protagonistas não se adaptam às condições de trabalho a que os membros de seu grupo estão sujeitos, ligam-se a mulheres comprometidas com homens socialmente bem integrados, buscam na arte e no estético um refúgio por meio do qual tentam dar sentido à vida e refletem sobre a morte, antes e depois de enfrentá-la. Os paralelos dessas trajetórias se estendem, muito além disso, a uma semelhança nos percursos da »geração integrada« da RDA e da »geração de 68« da Alemanha Ocidental, que se revela especialmente na rejeição dos valores vigentes, no desejo de emancipação e de mudar as relações sociais e pessoais, sendo que ambas, diferentes das gerações imediatamente anteriores, são marcadas por idealismo e certa euforia, como pudemos concluir a partir do capítulo quatro.

A morte, a partir da qual nasce o relato dos narradores, é consequência inevitável tanto para Wibeau como para Linde. O primeiro está em um beco sem saída, não existe qualquer possibilidade de futuro que não implique retorno pelo mesmo caminho da ida: após o fracasso do spray, voltar a Mittenberg e pedir desculpas por algo de que não se arrepende. Isso reflete a realidade extratextual, pois também não é possível construir uma alternativa às normas da RDA. O autor busca, portanto, operar sobre a sociedade, criando, através da história de Edgar, condições para que os jovens apressadamente rotulados como outsiders sejam compreendidos e atendidos em suas naturais necessidades de individuação. A personagem tem caráter exemplar e sua morte pode ser vista como sacrifício em favor de um futuro melhor para os jovens alemães orientais que se sentiam, como Edgar, limitados em sua liberdade pela rigidez do SED. A crítica de Ulrich Plenzdorf com Os novos sofrimentos do jovem W. não é a crítica de um dissidente, mas de um autêntico socialista. O autor deseja contribuir para a construção de uma Alemanha socialista melhor; sua escrita, embora experimental, não visa meramente refletir sobre a arte e a linguagem, não é auto-referencial, mas tem uma relação direta com a realidade. O clima de otimismo resultante da promessa de liberalização e renovação na RDA, com a Oitava Conferência do Partido, em 1971, parece viabilizar algumas das reivindicações de Edgar. Entretanto, os “patriarcas” temem que as coisas saiam de seu controle e impõem novas sanções contra cidadãos “rebeldes”. Volker Braun, na novela Unvollendete Geschichte (História incompleta), de 1975, observa, através da protagonista Karin, que o livro seria

perigoso se Edgar Wibeau fosse a fundo em suas críticas, mas que, diferente de Werther, ele se bate com os problemas apenas em sua superfície.1 O próprio Plenzdorf parece ter perdido a esperança de construir algo positivo na RDA: em kein runter, kein fern (é proibido sair e

olhar tv), de 1974, um garoto disléxico fantasia uma espécie de apoteose, em que sua mãe,

que fugira para o oeste, e os Rolling Stones, que supostamente estariam fazendo um show em Berlim Ocidental, o transportariam voando por cima do muro. A única saída para a tiranização doméstica sofrida sob o jugo do pai e do irmão seria uma fuga para o outro lado. O texto, que valeu ao autor um prêmio na Áustria, nunca foi publicado na RDA.

A vida de Thomas Linde, assim como a do jovem W., igualmente não tem saída para além da morte. A tensão de seu conflito, por um lado, com Aschenberger e, por outro, com Iris, se torna insuportável. A constatação de que gostaria de ter se mantido íntegro como o ex- companheiro e que se envergonha das concessões feitas a uma ordem social que rejeita não pode ser conciliada com seu amor por Iris nem com a gravidez dela. O modelo de pensamento da geração de 68 opõe-se, nesse esquema, ao da geração de seus filhos e é declarado ultrapassado na Alemanha pós-Reunificação. Uwe Timm, autor que pertence a essa geração, não crê mais na capacidade da literatura em mudar a sociedade, pressuposto a partir do qual produzia seus textos na década de setenta.2Mas, se reconhece que a literatura é um “supérfluo belo” (“Literatur ist ein schöner Überfluß”), não deixa de assinalar que aquele que lê toma nas mãos a liberdade de fazer sua própria leitura do mundo, estabelecendo com ele uma relação crítica. A esses leitores o autor se dirige com Vermelho, visando não transformação da realidade, como no início de sua carreira literária, mas da interpretação de 68. Timm mantém seu compromisso com a realidade, rejeitando uma literatura que se volta apenas sobre si mesma e revela-se um herdeiro de Walter Benjamin, em sua crença de que as verdadeiras histórias têm sua fonte na vida prática. Aleida Assmann detecta uma lacuna onde se achava o modelo de interpretação da realidade a partir de valores do Movimento Estudantil, pois ainda não foi proposto outro padrão para ocupar seu lugar. Uwe Timm pretende, ao apresentar ao leitor o conflito de Thomas Linde, propor uma reflexão sobre a necessidade de preencher essa lacuna com algo melhor, mais humano e totalmente novo, nem liberalismo indiferente nem paternalismo autoritário.

Reinhard Wilczek chama a atenção para o fato de que Uwe Timm tematiza continuamente o narrar nos romances da última década, mas que essa “auto-referencialidade”

1„Der [Werther] stieß sich an ihrem Kern [der Welt]. W. stieß sich an allem Äußeren [...]“ (BRAUN, 1977, p. 44)

difere muito da proposta teoricamente sobrecarregada de certos representantes da literatura pós-crítica dos anos sessenta e setenta – ele certamente se refere à Desconstrução –, que constantemente reflete sobre a impossibilidade de se dar conta da realidade através da linguagem. Ao invés disso, Timm partiria de uma visão positiva do narrar, ressaltando as possibilidades da subjetividade e sua capacidade de percepção.

Ulrich Plenzdorf une sua experiência social e um elemento concreto do mundo “real” – uma notícia de jornal sobre problemas de integração de um jovem em uma brigada– à sua experiência de leitura do Werther para elaborar Os novos sofrimentos do jovem W.. Da mesma forma, Uwe Timm também trabalha com conteúdo tirado da vida: a experiência do Movimento Estudantil e de uma geração. Já durante o trabalho artesanal na oficina de artigos de peles, durante a juventude, Timm ouvia, atento, histórias que eram contadas na casa paterna sob outra perspectiva. Nos últimos anos, ele vem elaborando textos que apresentam a relação de uma subjetividade condicionada por suas circunstâncias, por seus preconceitos, com a história nacional, dando destaque à ótica do cotidiano e o confronto com leituras, com outras vozes. O autor integra diversos discursos a seu próprio, como textos filosóficos, atas e documentos oficiais, cartas e diários de família, pesquisa sociológica. Nesses textos, o questionamento da sociedade não é dissociado do questionamento de si mesmo.

Nesse sentido, esta tese quis somar-se aos discursos que, embora conscientes de que não promoverão transformações sociais, visam contribuir para uma discussão mais atualizada a respeito das especificidades culturais alemãs no cenário acadêmico brasileiro, que muitas vezes se limita ou à Imigração Alemã no Brasil ou a causas e efeitos do Nacional-Socialismo. Ao explorar uma época mais recente da literatura e da história do século XX, que teve um papel decisivo na auto-imagem da sociedade alemã contemporânea, pretendo “dar um passo além”, divulgando, em nossa Universidade, um perfil da Alemanha que ultrapasse antigos estereótipos e corresponda melhor ao presente.

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