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4. TMMi (TEST MATURITY MODEL INTEGRATION) YAKLAŞIMI

4.9 TMMi Olgunluk Seviyeleri

4.9.5 Seviye 5:İyileştirilmiş(Optimization)

A plateia ao chegar depara-se com uma fita zebrada que delimita um espaço, o qual possuía uma fogueira acesa, uma instalação em uma árvore com arames e restos de concreto armado – em que foi trabalhada a metáfora de que tudo que é sólido se desmancha no ar.16 Em

meio a essa estrutura de concreto e arame, já gasta, em decomposição, encontrava-se uma televisão onde era possível ver fragmentos de filmes, desenhos, propagandas, enfim, uma bricolagem de imagens ícones de várias gerações.

A plateia aguardava o ―início‖ da encenação, e repentinamente, caminhando a passos lentos surgia uma persona toda de preto, com o rosto coberto. Possuía um espelho fixado na altura de seu estômago. A ideia do estômago nos remete a metáforas diversas. Sendo o estômago responsável pela digestão e absorção, não estaria nas entrelinhas nos sugerindo que o uso e assimilação das tecnologias digitais no teatro se encontram em processo digestivo? Ou ainda, o apetite por inovações no teatro? Seria um convite a degustar e posteriormente digerir o experimento ali proposto? Uma alegoria? Enfim, as leituras são as mais diversificadas, ficando a cargo do espectador valer-se de suas referencias e a partir daí iniciar um jogo de diálogo com a obra.

Efetuou um lento transitar por entre a plateia, ora se posicionando frente a frente com alguns espectadores e permanecendo imóvel por algum tempo. As reações eram as mais

16 Ver Berman (2007) e Bauman (1998; 2001).

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variadas. Após esse transitar, retirou-se assim como chegou, sem fazer alarde. Seguiu sua lenta caminhada a céu aberto, rumo ao infinito sombrio, delimitado por árvores, concreto e arames.

Surgiu então uma espécie de narrador, que após proferir seu texto, convidou a todos para adentrar no local delimitado pela fita zebrada dizendo: ―estamos todos nisso, e cada vez mais vamos estar nisso17‖. A plateia nessa ocasião portava-se diversificadamente, uns atendiam ao chamado prontamente, outros hesitavam; todos porém, acabavam cedendo e se acomodando no espaço, quase sempre de forma frontal, o que nos faz levantar questionamentos acerca dessa conduta. Trataria-se de um condicionamento, ou a encenação não criou mecanismos que explicitassem ou sugerissem outras ocupações e posicionamentos perante a cena?

Surgem então atores trabalhando seus enunciados de formas variadas, utilizando por vezes recursos mais comuns a uma estética do filme ou do vídeo, a exemplo: repetição, tanto do texto como de uma sequência de movimentos; simultaneidade; fragmentação do gesto; aceleração e desaceleração; elipse narrativa. A cena se dá em torno de uma fogueira, a qual ilumina o espaço com suas chamas. A concepção da iluminação nessa cena resume-se a essa

17 Fragmento do texto Estado de Sítio de Albert Camus. Imagem 26 – Profanações Cena e Contágio

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recurso. Os textos são densos e tratam de angústias, incertezas e questionamentos acerca do humano e do futuro do humano.

Diante da eloquência dos atores surge uma personagem com um cajado na mão, tornando-se o foco de atenção e conduzindo a plateia para um espaço adiante. Atua como porta voz do grupo e retoma a temática das angústias, medos, incertezas e possíveis soluções para o contexto de época ao qual vivem. Vê de forma pessimista os avanços da ciência e da tecnologia como apontado anteriormente.

Fala de forma acalorada e os demais permanecem estáticos, deslocando-se, vez por outra vagarosamente para visualizá-lo melhor. Tal personagem foi descrito no processo como ―Domedipoenico‖ por trazer em seu discurso fragmentos de Édipo Rei, de Sófocles, mesclados ao discurso da personagem Domenico do filme Nostalghia (1983) de Andrei Tarkovsky, texto que também integrou a superfície apresentada no Rio de Janeiro, porém de outra forma, como descrito anteriormente.

Não seria algo antagônico, mas algo que num crescente mescla teatro ritualístico a teatro contemporâneo, se utilizando de tecnologias digitais, não as hierarquizando, mas demonstrando que são recursos que estão postos, podendo ser usados associadamente ou simultaneamente a outros recursos cênicos, efetivando dessa forma um diálogo e auxiliando no processo criador. Ao mesclar recursos de épocas distintas propõe-se uma discussão acerca do uso e dos avanços da tecnologia, não as vendo apenas de forma otimista e tampouco pessimista, mas tentando perceber e problematizar questões éticas, estéticas e políticas que estão em torno de seus usos.

Ao fim de seu discurso, reaparece o narrador, e por um sinal já codificado pela plateia – o tilintar de um sino –, a conduz para um espaço que ladeia uma sala e que dá acesso a uma

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cerca de arame farpado que circunda uma reserva de mata atlântica. A plateia se mescla aos atores, esses, trabalham a enunciação ora intercaladamente, ora em coro.

Os fragmentos de textos são do escritor e dramaturgo alemão Heiner Müller (1993), que se caracteriza pela produção de textos para o teatro, não se restringindo ao universo da dramaturgia. Fernando Peixoto (MÜLLER, 1993, p. 09) na apresentação do livro

Medeamaterial e outros textos define sua obra como possuidora de ―[...] extraordinária riqueza temática estruturada mediante uma postura revolucionária em todos os seus aspectos. São narrativas que, muitas vezes, se apoiam, inesperadamente e deliberadamente, na noção de desestrutura [...]‖.

Com narrativas que por sua linguagem fragmentada, descontinuada, interrompidas, incompletas, muitas vezes associadas às temáticas do pós-guerra, evidenciam questões muito próximas ao contexto de época ao qual estamos vivendo, como o medo, a incerteza, a solidão, a paciência ou sua falta e as angústias do homem contemporâneo.

A partir dos fragmentos que compõem a dramaturgia podemos fazer analogia à metáfora da fina casca de gelo da qual Bauman (1998; 2001) se apropriou18 para ilustrar na

pós-modernidade a ―correria‖ à qual nos submetemos sem saber bem por que. Segundo o autor, sabemos apenas que é necessário corrermos pois, caso paremos, a casca de gelo se rompe e nós morreremos afogados. Para o autor, esse período retrata o despertar da consciência pós-moderna a partir da tomada de consciência do fracasso em relação à modernidade. Argumenta que a modernidade fracassou nas utopias que nos prometeu – da construção de um mundo simétrico, organizado e racional –, evidenciando que esse foi um longo processo. Definindo a pós-modernidade como um despertar maldito de um sonho colorido, o autor a apresenta, porém, como um momento de esperança que irá suplantar os problemas da modernidade.

Num rompante surge uma personagem que corre entre a mata como um fugitivo de guerra. A locação de fato nos remete a um campo de concentração, com arames farpados que o delimita; ouve-se um estrondo, um estampido e, o homem cai ao chão. Levanta-se lentamente e profere um texto. Os demais personagens, exceto o narrador, juntam-se a ele e correm em sentido contrário mata adentro. A plateia permanece e é conduzida pelo narrador até uma sala. Trata-se de uma sala de aula localizada no campus I da UFPB, situada no Centro de Informática – CCEN ao lado do LAVID.

Durante a temporada a universidade encontrava-se em greve, e a exigência, devido a questões técnicas de apresentarmos nosso experimento nessa localização acabou prejudicando nossa audiência, já que as atividades cotidianas da instituição encontravam-se suspensas, reduzindo assim a movimentação de possíveis espectadores. Pode-se apontar também como complicador, o difícil acesso ao local do experimento.

Ao se entrar na sala, estão visivelmente dispostas algumas cadeiras em forma de U, assim como cartazes com frases como as referenciadas anteriormente. Frases que refletem a proposta cênica, o processo, as inquietações dos integrantes, bem como, questões postas para reflexão dos espectadores. Ainda nessa sala, vê-se uma mesa caoticamente coberta por objetos e todo um aparato tecnológico que não faz a mínima questão de se esconder; ao contrário, muitas vezes evidenciados com faixa zebrada alertando ao público a sua existência, evitando assim acidentes. A plateia acomoda-se enquanto os atores chegam.

Diante da plateia os atores, que agora se encontram vestidos apenas com bases pretas, vestem seus figurinos que estão dispostos em uma arara no canto da sala. Tratam-se de roupas cotidianas como jeans, camiseta, casaco, etc. A partir da entrada na sala é possível observar uma mudança brusca em relação aos figurinos e a concepção estética. Na fase que antecede tal entrada, os figurinos são elaborados com lixo, resto, sobra de aparatos tecnológicos que já se tornaram obsoletos, construindo uma narrativa da aceleração tecnológica, tendo a

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encenação um ar ritualístico; já as cenas que se desenrolam na sala, são mediadas tecnologicamente.

O diálogo permanente entre o analógico e tecnológico na mesma encenação reafirma que o teatro pode se valer de recursos, dispositivos e suportes variados em suas proposições estéticas, abrindo novas frentes e possibilidades, enriquecendo o fazer teatral e suscitando reflexões e experimentações.

Blackout. Chega até a sala uma voz amplificada, a qual podemos identificar como

sendo a de uma atriz que se encontra deslocada do espaço cênico visível. Sua imagem é captada em tempo real e projetada nas paredes da sala, assim como sua voz, também captada em tempo real com auxílio de microfone e direcionada para a sala com uso de caixa amplificadora portátil. Pavis (2010, p. 179) aponta que o uso de microfones confere ao ator outra tonalidade emocional na medida em que ―não apenas aumentam o volume de sua voz, mas que também lhe retrabalham, reverberando ou distorcendo, a voz, mixando-a no conjunto da paisagem sonora‖.

A referida personagem, definida no processo como ―oráculo‖ faz previsões, profere textos instrutivos, interage com os demais atores e, após sua reaparição repentina some da mesma forma, assim como no início da encenação, porém, dessa vez com o rosto à mostra. Acendem-se as luzes e inicia-se a cena que antecede a interação (via web) com o Phila7, na qual a personagem ―Domedipoenico‖ morre de forma simbólica e poética.

Imagem 32 – Profanações Cena e Contágio Imagem 33 – Profanações Cena e Contágio

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Nesse momento já havia um feedback via bate-papo, que é um sistema que possibilita a comunicação entre os controladores do Articulador, Codificador e Decodificador previsto na

Arthron e/ou telefonia móvel do ponto em que se encontravam os atores do Rio de Janeiro,

sendo por vezes necessário aos atores de João Pessoa improvisarem cenas de interação com a plateia até o momento exato em que atores do Rio de Janeiro e João Pessoa contracenassem.

Abre-se a conexão. Os atores dirigem-se à mesa citada anteriormente. Projetado na parede ao fundo uma mesa que se encontra deslocada espacialmente e é complementada com a imagem captada da mesa que compõe a cenografia. As projeções unem-se e formam a partir de um jogo de câmera, uma única mesa.

3.2.3 Jogo de presenças: interação Phila7 (Rio de Janeiro/RJ) / Cena e Contágio (João Pessoa/PB)

Dispostos na mesa, encontram-se os atores das superfícies do Rio de Janeiro e de João Pessoa. O diálogo é estabelecido. Cria-se uma terceira via que mescla realidade com realidade virtual, estabelecendo o compartilhamento do espaço cênico ao espectador. Tal recurso vale- se da ferramenta Arthron e de uma rede de alta velocidade exclusiva para sua execução. Utilizada para transmissão dos pacotes por meio de streaming de áudio e vídeo, minimiza dessa forma falhas na transmissão do audiovisual e constitui um diálogo em tempo real entre os espaços cênicos distantes geograficamente.

Na proposta ora apresentada, a mídia abandona uma função ilustrativa, propondo novos olhares. O vídeo live não se apresentava indispensável, porém, o seu uso se apresenta como forma de discutir desdobramentos e possíveis usos das tecnologias digitais na cena contemporânea, tematizando um dos elementos centrais de discussão na encenação – a presença do ator.

Durante o processo foram experimentadas possibilidades cênicas com mediação, em se trabalhando estados de presenças do ator e ―brincando‖ com os equipamentos disponíveis. Assim, foi se descobrindo possibilidades de dialogar com o performático e o imprevisto das tecnologias. A busca se deu na perspectiva de solucionar cenicamente esses jogos de presenças possíveis entre atores deslocados geograficamente, possibilitados a partir da interface cena/tecnologia, visando uma potência no ver e no dizer em relação a esses atores.

Como representar essa interação dando-lhe a potência necessária para que seja percebida como em tempo real? Quais recursos buscar para que o pacto entre encenação/vídeo

apresentam como impulsionadoras de outros processos. Questões que podem aparecer de formas variadas de acordo com as proposições estéticas e políticas abordadas por quem as discute, inseridas em um terreno permeado por incertezas e possibilidades infindas.

Durante nosso processo, a partir das interações entre os grupos envolvidos, surgiu a ideia de solucionar cenicamente a cena mediada tecnologicamente promovendo um banquete. Ora, os banquetes eram por excelência lugares de encontro. Na Grécia antiga eram destinados a discussões filosóficas e se apresentavam como instrumento de formação dos indivíduos e das relações afetivas, se caracterizando também como lugar de divertimento, solidariedade e fortalecimento de relações de amizade; regado a vinho, música e dança, transitando do sagrado ao profano.

Outra temática possível de se abordar junto ao banquete é a do processo civilizador, como ele nos condiciona e nos regra. Como nos portamos ao ingerir algo, mesmo que de forma simbólica? Em nosso banquete optamos por ―servir‖ aos olhos e a imaginação taxonomias e enumerações (im)possíveis de objetos que representam o mundo valendo-se de uma liberdade poética em referência as obras do artista brasileiro Arthur bispo do Rosário e a ópera 100 Objetos para Representar o Mundo do britânico Peter Greenaway.

A ―degustação‖ inicia-se com um diálogo entre os atores do Cena e Contágio localizados em João Pessoa/PB e os atores do Phila7 localizados no Rio de Janeiro/RJ, ou seja, dos atores que se encontram em presença física com os atores que chegam em fluxos de imagens, processo que possibilita o tráfego dos atores de um lugar ao outro criando um não território.

Imagem 35 – Profanações Cena e Contágio

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Por meio de uma ―Catalogação dos objetos do mundo‖, fez-se uma alegoria visando representar a sintaxe do mundo, que se apresenta de forma fragmentada em alusão ao contexto de época no qual estamos inseridos. A partir dos objetos selecionados e expostos nas mesas, busca-se por meio da subjetividade aliada ao jogo de cena, transfigurar em metáforas renovadas do mundo os objetos. Dessa forma, os atores criavam sucessivamente, a partir de improvisações, ―legendas‖ para os objetos selecionados, a exemplo de: gaiola – condomínio privê do homem contemporâneo; sutiã – uma revolução; penico – chapéu dos pseudo- intelectuais.

Essa dinâmica abria margem para que a presença no tráfego digital fosse percebida e sentida como presença, porém, observamos que nem sempre ocorria essa efetivação da potência. É preciso ter em mente, e isso se apresenta como um desafio para o ator, que nesse tipo de proposta ele precisa trabalhar enquanto elemento de encenação no espaço cênico visível, como também no fragmento mediado, tendo consciência de que apesar de não estar exclusivamente a serviço da câmera, trabalha em espaços conectados e precisa se adequar a algumas especificidades exigidas pela estética adotada.

Após a catalogação, inicia-se um diálogo a respeito de questões filosóficas, éticas, estéticas e políticas. A cena composta por um grande banquete fica aberta para os espectadores, que nem sempre percebem essa possibilidade ou se sentem à vontade para participar. Os objetos são comidos simbolicamente após sua catalogação, sendo posteriormente degustados/digeridos e utilizados para construir imagens. Construídas no decorrer da cena, essas imagens por vezes buscam recuperar o que foi dado como lixo, como obsoleto, por meio de sua reutilização na construção de uma narrativa visual.

As presenças mediadas tecnologicamente, que é um dos pontos centrais na proposta, não é forjada, ficando evidente a partir de elementos que constituem a cena como a iluminação e a cenografia, que não são idênticas, buscando admitir essas presenças que coexistem na atualidade ao invés de tentar falseá-las. Essa possibilidade de presença mediada tecnologicamente, trabalhada no experimento, ora se efetiva ora não.

Aos atores que ousam trabalhar com essa metamorfose corporal, em que a presença física transpõe o espaço imediato, chegando em tempo real a outros espaços, cabe criar técnicas e mecanismos para comandar esse corpo que está presente e em fluxos, gerando uma ampliação do diálogo e buscando uma outra concepção de corpo. ―A esse estágio do saber e da tecnologia corresponde um desejo de corpo renovado, fantasiado de modo diverso, fonte de gestos e de emoções rejuvenescidos, não é impossível que um outro corpo nasça da espuma dos números‖. (COUCHOT; TRAMUS apud PAVIS, 2003, p. 42)

Durante um bom tempo é projetada a imagem da mesa, os atores na maioria do tempo pareciam atuar sem estar conscientes da câmera, ficando a cargo da mesma captar seu objeto, criando uma ambiência naturalista ou documentária. Porém, apesar de aparentemente ignorar a captação, os atores estão conscientes da existência das câmeras e esforçam-se para cumprir suas exigências técnicas.

Em um dado momento, essa câmera se torna fluida, se desmancha a imagem inicial da mesa e o cameraman capta algumas imagens sem pretensão a exaustividade, o que podemos descrever valendo-nos de Pavis (2010) como ocorrendo ―uma intrusão planejada na intimidade cênica, ali onde normalmente se pode olhar, mas nunca de tão perto‖ (PAVIS, 2010, p. 197). Abre-se espaço para a poética da câmera, que aos olhos da plateia ―brinca‖ captando imagens diversificadas, utilizando conceitos estéticos de mídias diferentes, a exemplo do vídeo e do cinema em um novo contexto.

Em João Pessoa, após a interação os atores saem da sala. As imagens advindas do espaço cênico expandido permanecem sendo projetadas, os atores aguardam na parte externa até a plateia perceber que a encenação chegou ao fim. Na medida em que saem, eles são aplaudidos. No Rio de Janeiro, o final assemelha-se ao de João Pessoa, porém, os atores não aguardam a plateia sair da sala e, por vezes, permanecem no ambiente vários dos performers.

Outras superfícies foram desenvolvidas conjuntamente com os processos descritos. Tão importantes e necessárias para o desenvolvimento, concepção e realização do projeto proposto. Descreveremos de forma sucinta, por não serem o fulcro das discussões propostas nesta dissertação.

Imagem 37 – Profanações GAG Phila7 Imagem 36 – Profanações Cena e Contágio

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