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5.YATAN HASTA KALİTE ALGISININ SERVQUAL TEMELLİ ANALİZ İLE DEĞERLENDİRİLMESİ

3. Faktörlerin öz değerlerine dayalı olarak çizilen yamaç (eğim) grafiğinin (scree plot) incelenmesi: Grafikte dikey eksen öz değer miktarlarını, yatay

5.5. SERVQUAL Skorları

dos, de seda ou poliéster, de trama finíssima, superfície lisa, textura re- gular e leve nervura no sentido da tra- ma, utilizados principalmente para forro. É um dos mais antigos tecidos conhecidos pelo homem sendo feito originalmente em seda,. Na língua persa, a palavra entrelaçar ou tecer, se dizia “Taften” e depois “Taftah”. Esta terra, juntamente com a Chi- na, é considerada um dos berços da seda e dos tecidos. Depois este nome se transformou em cada época e em cada língua. Ver: failete e tafetá al- paseda.

Tear: máquina usada para fabricar

tecidos com linho e outras fibras. Fabrica-se um tecido em um tear, entrelaçando dois conjuntos de fios dispostos em ângulo reto. Os fios longitudinais chamam-se urdidura e os transversais, trama. Com exceção da seda, todas as fibras naturais têm um comprimento limitado e, por isso, precisam ser enoveladas para formar fios que possam ser tecidos. A fabricação de tecidos exige vários passos. Inicialmente, as fibras da ur- didura são colocadas no tear e tensio- nadas, formando uma superfície de fios paralelos muito próximos. Em um tecido simples, levanta-se um fio sim, outro não, e um dispositivo chamado lançadeira passa um fio da trama pelo buraco. Posteriormente, um pente aperta o fio da trama con- tra o da trama anterior para formar um tecido compacto. O tear manual é montado sobre um bastidor, que dá o suporte necessário para sustentar as peças móveis. O primeiro passo para a mecanização do tear foi a lan- çadeira volante, patenteada em 1733 pelo inventor britânico John Kay. Consistia num mecanismo de ala-

vancas que empurrava a lançadeira por uma pista.

Tecelagem e Tecimento: é o proces-

so efetuado para se obter um produto manufaturado, em forma de lâmina flexível, resultante do entrelaçamen- to, de forma ordenada ou desorde- nada, de fios ou fibras têxteis. O en- trelaçamento é o fato de passar uma ou vários fios de urdume por cima ou por baixo de um ou vários fios de trama. O entrelaçamento mais sim- ples entre estas duas direções de fios é a tela ou tafetá. A evolução dos fios de urdume poderá ser feita nas mais diversas formas obtendo assim, os mais complicados tipos de ligamen- tos. Os principais são: tela ou tafetá, sarja e cetim ou raso. A tecelagem compreende dois setores:

A preparação à tecelagem consiste em uma série de operações, seja por mudança de embalagem, por trata- mento físico-químico e outros, que colocam os fios em condições de so- frerem o processo de tecimento. A tecelagem propriamente dita é a transformação do fio em tecido, atra- vés de operações de tecimento.

Tecido: produto artesanal ou indus-

trial que resulta da tecelagem (entre- laçamento regular de fios verticais e horizontais) de fios de lã, seda, algo- dão, ou outra fibra natural, artificial ou sintética, e que é usado na confec- ção de peças de vestuário, de certos artigos domésticos ou decorativos, de embalagens, etc..Outros nomes: pano, fazenda, tela.

São diversos os métodos utilizados para a obtenção de tecidos. Os mais comuns são:

Pelo entrelaçamento de um fio con- sigo mesmo e ou com outros conjun- tos de fios, caso em que o tecido é

conhecido como de malha;

Pelo entrelaçamento de dois conjun- tos de fios conhecidos por urdume e trama, caso em que o tecido é conhe- cido por plano;

Por métodos menos convencionais como, por exemplo, o não tecido, que pode ser obtido por diversas ma- neiras: resinagem, agulhagem, fundi- ção, etc.

Quanto a coloração os tecidos se classificam em:

Tecidos Crus: são tecidos que não

sofrem acabamento a úmido após o tecimento. Apresentam-se como sa- íram das máquinas de tecer.

Tecidos Alvejados: são aqueles sub-

metidos ao processo de alvejamento/ branqueamento. Alguns fios colori- dos presentes (tecidos listrados ou de xadrez) permanecem em sua cor original.

Tecidos Tintos: são tecidos que por

meio de processos a úmido, recebem uma coloração única em toda sua ex- tensão.

Tecidos Mesclados: são obtidos pela

mistura de fibras ou de fios de dife- rentes colorações dispostos de forma irregular, sem formar padrões defini- dos.

Tecidos Listrados: podem ser listra- dos somente por urdimento, somen- te por tramas ou obtidos pela combi- nação dos dois (xadrezes).

Tecidos Estampados: são aqueles

que apresentam desenhos obtidos por meio da aplicação de corantes em áreas específicas.

Tela: denominação para qualquer te-

cido com desenho tafetá, confeccio- nado com fios de origem vegetal (al-

godão, linho, juta, rami, cânhamo), denominação atualmente utilizada para muitos tecidos com desenho em tafetá, cujo aspecto é rústico. Tam- bém conhecida como construção de ligação do tecido plano, caracterizada pela simetria da distribuição dos fios na proporção 1 fio por 1 fio (entre ur- dume e trama). Esta construção em tela plana proporciona uma superfí- cie plana e regular. (Ver ligamento tafetá).

Têxteis: termo genérico aplicado ori-

ginalmente a tecidos, mas que é uti- lizado hoje também para filamentos e fios sintéticos, bem como para os materiais tecidos, fiados, acolchoa- dos, com feltro, trançados, unidos, rendados, bordados, que se fabricam a partir dos mesmos. Também se usa para materiais não tecidos pro- duzidos através da união mecânica ou química de fibras. A expressão fibras têxteis se refere àquelas que podem ser fiadas, ou utilizadas para fabricar tecidos através da tecelagem, trançado ou com feltro. No anti- go Egito, os primeiros têxteis eram feitos com linho; na Índia, Peru e Camboja, com algodão; na Europa meridional, com lã e, na China, com seda. Ver Fibra. No século XX teve início a produção artificial de fibras, como o raiom, conhecido no princí- pio como seda artificial. O náilon foi introduzido na década de 1930. Essa fibra, mais resistente que a seda, é amplamente usada na confecção de roupas de vestir, calçados, tecidos de pára-quedas e cordas. Depois de 1940, muitas outras fibras sintéticas alcançaram importância na indústria têxtil, como o poliéster (às vezes cha- mado dacron), o polivinil, o polietile- no e o acrílico. A primeira etapa na fabricação de têxteis é a produção da matéria-prima: plantas, animais ou produção química de fibras; depois, vem a fiação (a transformação das fi- bras em fios) e a utilização dos fios

para fazer o tecido. Após o tingimen- to e o acabamento, o material é ven- dido diretamente a um fabricante de produtos têxteis, ou a um varejista, que o vende a particulares para que confeccionem peças de vestuário ou roupas de cama, mesa e banho, bem como cortinas e tapeçarias. Para te- cer, utiliza-se o tear e os conjuntos de fios, denominados respectivamen- te urdidor (ou pé) e trama. Os fios do urdidor passam em volta do tear, enquanto os da trama vão em dire- ção transversal. A lançadeira, uma das peças do tear, entrelaça os fios da trama perpendicularmente com a urdidura. Os têxteis são utilizados também em produtos industriais como filtros para condicionadores de ar, barcos salva-vidas, capas, pneus de automóveis, piscinas, cascos de segurança ou ventiladores de minas.

Tingimento: processo no qual se

colorem fibras têxteis e outros ma- teriais, de forma que o corante se converta em parte integrante da fibra ou matéria, e não em mero revesti- mento superficial. As tinturas são composições químicas — a maioria orgânicas — que têm afinidade quí- mica ou física com as fibras. Tendem a manter sua cor apesar do desgaste e da exposição à luz solar, à água e aos detergentes. Os pigmentos são coran- tes insolúveis. O tingimento indireto é feito principalmente em caráter artesanal. O sistema mais simples consiste num tratamento prévio do tecido com uma solução fixadora chamada mordente, seguido da imer- são na tintura. Os têxteis podem ser tingidos em qualquer das etapas de fabricação. O fio é tingido para tecer telas com desenhos ou fabricar rou- pas de cores lisas de alta qualidade. Em tecidos lisos mais baratos, o tin- gimento é feito na peça, quer dizer, depois de ser tecido. Também é pos- sível formar tecidos coloridos em te- cidos já tingidos através de diversos

processos de tingimento seletivo.

Torção: é o numero de voltas dado

ao fio em torno do seu próprio eixo. Este processo é feito para dar ao fio para dar coesão às fibras e conse- qüentemente a resistência.

Trama: conjunto dos fios passados

no sentido transversal do tear, entre os fios da urdidura com auxilio de uma agulha ( também denominada navete). A trama é passada entre os fios da urdidura, por uma abertura denominada cala.

Urdume ou urdidura: conjunto de

fios previamente dispostos no tear paralelamente ao seu comprimento (longitudinal), e por entre os quais passam os fios da trama. Os fios de urdimento por serem os que sofrem maior tensão, tanto nas operações de tecimento, como nas que ante- cedem e, também no acabamento, devem ser de melhor qualidade, ou seja, mais resistentes, mais elásticos e mais lisos.

Viés: tira de pano cortada da peça,

em diagonal.

Xadrez: tecido com efeito de cores ou

de desenhos, que obtém o aspecto do tabuleiro de xadrez. É composto de quadros pequenos com contrastes de cores. Este efeito pode ser obtido das seguintes maneiras: Com fios tintos urdume e trama, com desenhos con- trastantes, com fios tintos e desenhos ou com o processo de estampagem.

* Fonte: Glossário de termos têxteis.

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