• Sonuç bulunamadı

Döner Sermeye İşletmeleri

2.BÜTÇENİN MAHİYETİ, TANIMI VE GELİŞİMİ

5. GENELLİK VE BİRLİK İLKESİNDEN SAPMALAR VE TÜRKİYE UYGULAMASI Daha önce de belirttiğimiz gibi tüm kamu gelir ve giderlerinin tek bir bütçede gösterilmesine, tek

5.4. Döner Sermeye İşletmeleri

Os contratos antigos, que abrangem cerca de 11,5 milhões de usuários, não foram extintos com o novo sistema legal implementado pela Lei dos Planos de Saúde. Assim, com relação a eles, passou a haver duas possibilidades, a critério do consumidor: ou serão adaptados ao novo sistema ou permanecerão em vigor por prazo indeterminado. A adaptação é opção do consumidor e aplicável aos contratos antigos, que são os celebrados antes da vigência da LPS (02 de setembro de 1998) e os celebrados no período compreendido entre 02 de setembro de 1998 e 1º de janeiro de 1999, lapso de tempo em que, não obstante à vigência da nova lei, admitiu-se, nos termos do artigo 19, § 5º, a comercialização de planos diversos dos nela estabelecidos.

A adaptação não pode ser imposta nem negada, não havendo prazo determinado para ser feita, podendo ser providenciada a qualquer tempo, a critério exclusivo do consumidor, que deverá solicitá-la, assumindo a obrigação de pagar eventuais diferença de preço. Será formalizada em termo próprio, assinado pelos contratantes (artigo 35, caput e parágrafos 1º e 4º, da Lei), não autorizando nova contagem de carência, nem dos prazos referidos nos artigos 30 e 31 (artigo 35, § 3º).

É admitido o aumento da contraprestação em razão da adaptação, caso em que a composição da base de cálculo do novo valor deverá ficar restrita aos itens correspondentes ao aumento de cobertura e ficar disponível para verificação pela ANS (artigo 35, § 2º da Lei).

A Resolução nº 4, de 03 de novembro de 1998, do CONSU, fixou condições e prazo para a adaptação dos contratos antigos e alterações posteriores da LPS vedaram a fixação de prazo para tal.

No que tange às condições para a adaptação, estabelece a mencionada Resolução nº 4, do CONSU, que: a) não é permitido o aumento da contraprestação pecuniária em função da cobertura a doenças e lesões preexistentes; b) os contratos em vigor há cinco anos ou mais e os que não possuam cláusulas de exclusão de doenças e lesões preexistentes, doenças específicas e/ou outras coberturas estabelecidas nos artigos 10 e 12 da Lei 9656/98, não são passíveis de exclusões nem de cobertura parcial temporária (pela qual se admite, num prazo determinado, a suspensão da cobertura de eventos cirúrgicos, leitos de alta tecnologia e procedimentos de alta complexidade, definidos na Resolução RDC, nº 41, de 14 de dezembro de 2000, da ANS, e relacionados às exclusões estabelecidas nos contratos a serem adaptados; c) os contratos em vigor a menos de cinco anos, que possuam cláusulas de exclusão, são passíveis de cobertura parcial temporária, conforme o tempo de vigência, ou seja: os que tenham dezoito meses ou mais de vigência, na data da adaptação, estarão sujeitos a um período máximo de seis meses de cobertura parcial

temporária, a partir da adaptação e os que tiverem menos de dezoito meses de vigência, estarão sujeitos a cobertura parcial temporária de, no máximo, vinte e quatro meses, contados a partir da vigência da contratação.

Nos termos do artigo 1º, § 2º, da Resolução nº 17, do CONSU, as operadoras são obrigadas a oferecer o agravo (acréscimo no valor da contraprestação paga ao plano de assistência à saúde), para todos os seus novos contratos de todos os planos em operação, como alternativa (a critério do consumidor) à cobertura parcial temporária, estabelecendo que as despesas que irão compor o cálculo para agravar as contraprestações, devem limitar-se àquelas que são excluídas temporariamente na cobertura parcial temporária. A metodologia adotada para os cálculos deve contemplar a diluição do impacto econômico-financeiro pelo universo de consumidores assistidos pelo plano de assistência à saúde e, quando solicitado pelo Ministério da Saúde, as operadoras devem demonstrar os cálculos e informar o método utilizado. Cumprido o prazo da cobertura parcial temporária, a cobertura passará a ser integral, devendo o valor da contraprestação ser idêntico ao praticado pela operadora para os contratos referentes à segmentação, reduzindo-se o valor, se houver agravo.

Ao analisar se deve ou não adaptar seu contrato às novas regras deve o consumidor agir com muita cautela, pois muitos dos direitos expressos na nova lei já são consagrados pela jurisprudência; haverá provavelmente custos para a adaptação; os contratos antigos são todos

hospitalares e ambulatoriais; nos contratos antigos a variação por faixa etária ia no máximo até 100 % e hoje os planos são fragmentados, com grande possibilidade de apresentarem problemas. Ademais, a maioria dos contratos antigos não prevêem reajustes por mudança de faixa etária de maneira expressa e definitiva o que pode tornar ineficaz eventual cláusula com este teor.

Ainda com relação aos contratos antigos, são importantes as Portarias nº 4/98 e 3/99 da Secretaria de Direito Econômico (órgão ligado ao Ministério da Justiça), que consideram abusivas cláusulas que estabeleçam prazos de carência em caso de impontualidade das prestações ou mensalidades; que imponham limites ao tempo de internação hospitalar; que determinem aumentos de prestações nos contratos de planos e seguros de saúde, firmados antes da Lei nº 9.656/98, por mudança de faixas etárias, sem previsão expressa e definida; que imponham nestes contratos (antigos) limites ou restrições a procedimentos médicos contrariando prescrição médica. Estas questões, tratadas nas referidas Portarias, já estão definidas na Lei nº 9.656/98, sendo vedadas tais práticas

A manutenção dos contratos antigos é direito personalíssimo do titular do plano de assistência à saúde e de seus dependentes já inscritos, permitindo-se, contudo, a inscrição de novo cônjuge e filhos, sendo expressamente vedada a transferência da titularidade a terceiro (artigo 35, § 5º). Os contratos mantidos, isto é, aqueles cujos titulares não optarem

pela adaptação, permanecerão em operação por tempo indeterminado, apenas para seus beneficiários, não mais admitindo-se sua comercialização (artigo 35, § 6º).