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Serbest Bölgelerin Ülke Ekonomisine Katkıları

1.3. SERBEST BÖLGELERİN İŞLETMELERE SAĞLADIĞI AVANTAJLAR VE ÜLKE EKONOMİSİNE KATKILARI

1.3.2. Serbest Bölgelerin Ülke Ekonomisine Katkıları

Os resultados encontrados para a mineralogia das amostras encontram-se na tabela V.2. Tabela V.2 – Resultado da Análise Mineralógica das Amostras de Minério de Ferro

Amostras HE (%) HG (%) HM (%) GO (%) M (%) QI (%) QM (%) Outros A 3 45,5 39,7 6,5 2,6 1,8 0,5 0,4 B 41,9 46,6 4,1 0,1 0,9 5,9 0,5 0 C 18,3 26,7 44 4 3,4 3,1 0,5 0 D 28 27,9 29 9,7 1,8 3,4 0,1 0,1 E 0,2 73,6 14,3 1,7 2,9 6,9 0 0,4 F 1,7 75,3 7,1 0,9 4,2 10,3 0,1 0,4

A maior parte da constituição mineralógica do minério A está na presença da hematita granular e hematita martítica, sendo seus valores, respectivamente, de 45,5% e 39,7%. A goethita, a hematita especular, a magnetita e o quartzo inteiro estão presentes na amostra, com valores, respectivamente, de: 6,5%, 3%, 2,6% e 1,8%. Os outros minerais representam uma fração menor que 1% da composição total da amostra, sendo que a mesma não contém a presença de caulinita.

A maior parte da constituição mineralógica do minério B está na presença da hematita granular e hematita especular, apresentando valores próximos e, respectivamente, de 46,6% e 41,9%. O quartzo inteiro, a hematita martítica e a magnetita estão presentes na amostra, nas porcentagens de: 5,9%, 4,1% e 0,9. Os outros minerais representam uma fração menor que 1% da composição total da amostra, sendo que a mesma não contém a presença de gibsita, caulinita e óxido de manganês.

Em relação à amostra C, a maior parte da constituição mineralógica desse minério está na presença da hematita martítica, hematita granular e hematita especular, as quais apresentam, respectivamente, valores de 44%. 26,7% e 18,3%. A goethita, a magnetita e o quartzo inteiro estão presentes na amostra, nas porcentagens de: 4%, 3,4% e 3,1%. O quartzo misto representa apenas 0,5% da mineralogia total da amostra e os outros minerais, tal como a gibsita, a caulinita e o óxido de manganês não se encontram presentes na amostra.

A maior parte da constituição mineralógica do minério D está na presença da hematita martítica, hematita especular e hematita granular, assim como a distribuição do minério C. Além disso, pode-se afirmar que a proporção em que os mesmo aparecem é bastante homogênea, tal que seus valores são, respectivamente, de 29%, 28% e 27,9%. A goethita, o quartzo inteiro e a magnetita

estão presentes na amostra, em porcentagens de: 9,7%, 3,4% e 1,8%. Nota-se que entre os minérios supracitados, a amostra D possui a mais significativa proporção de goethita. Já o óxido de manganês e o quartzo misto representam apenas 0,2% da mineralogia total da amostra e os outros minerais, tais como a gibsita e a caulinita não se encontram presentes.

A maior parte da constituição mineralógica do minério E está na presença da hematita granular, representando 73,6%. A hematita martítica e o quartzo inteiro estão presentes na amostra com uma proporção significativa, quando comparada com os demais constuintes minerais. Os valores que representam as porcentagens desses minerais no minério estudado são respectivamente: 14,3%, e 6,9%. Já magnetita e a goethita representam, respectivamente, 2,9% e 1,7% da mineralogia total da amostra. Nota-se que, diferentemente das outras amostras, o minério E apresenta o menor valor para a presença da hematita especular: 0,2%. O óxido de manganês apresenta apenas 0,4% da composição total e os outros minerais, tais como a gibsita, a caulinita e o quartzo misto não estão presentes no minério em questão.

A maior parte da constituição mineralógica do minério F está na presença da hematita granular, representando 75,3%. O quartzo inteiro e a hematita martítica, também, estão presentes na amostra com uma proporção significativa quando comparada com os demais constuintes minerais. Os valores que representam as porcentagens desses minerais no minério estudado são respectivamente: 10,3%, e 7,1%. Já a magnetita, a hematita especular e a goethita representam, respectivamente, 4,2%, 1,7% e 0,9% da mineralogia total da amostra. Nota-se, assim como a amostra E, que o minério F também apresenta um pequeno valor para a proporção de hematita especular na amostra. O óxido de manganês e o quartzo misto não representam 1% da composição total e os outros minerais, tais como a gibsita e a caulinita não estão presentes no minério em questão.

Em relação à análise mineralógica, também foram observadas as porcentagens monocristalina e policristalina dos grãos e seus tamanhos. O gráfico da figura V.13 mostra os valores encontrados para os minérios estudados.

2 94 1,5 25 0,5 1 98 6 98,5 75 99,5 99 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 A B C D E F MINÉRIOS % Monocristalinas Policristalinas

Figura V.13: Porcentagens monocristalina e policristalina dos grãos

Observa-se que, excetuando o minério B, todos os outros apresentam uma maior proporção de partículas policristalinas, sendo quase insignificante a quantidade de partículas monocristalinas. O minério D possui uma distribuição de tamanhos menos discrepante, quando comparado com as demais amostras. Quando se compara este gráfico com o da figura V.9, do Kb dos minérios, observa-se que o minério D apresenta um menor valor para o Kb medido e, ao contrário do esperado, a maior proporção de partículas monocristalinas no minério B não implica em um valor menor de moabilidade, indicando a importância de se levar em conta outras variáveis.

É importante mencionar que a hematita martítica observada é sempre policristalina, porque a magnetita original foi oxidada por intemperismo/meteorismo, gerando cristais menores de hematita. Constatou-se que a hematita granular observada também é policristalina, provavelmente porque a magnetita original foi oxidada por hidrotermalismo, gerando diversos cristais de hematita.

Em relação à amostra A observa-se que é composta, principalmente, por hematitas granular e martítica, tal que a primeira é preferencialmente policristalina e liberada, com morfologia granular dos cristais e contatos sinuosos entre os mesmos. Às vezes, ela ocorre em partículas monocristalinas dispersas. A hematita martítica, também liberada, tem textura em rede preservada. Pode-se dizer que a hematita especular é predominantemente monocristalina e, raramente, policristalina. No que se refere à goethita, a mesma está associada às hematitas martítica e granular em grãos mistos, porém raramente acimentados.

A magnetita da amostra A é parcialmente martitizada e, às vezes, aparece como relictos nas hematitas martítica e granular. Os cristais de quartzo são predominantemente liberados e, quando em partículas mistas, estão associados com óxidos de ferro. O manganês, quando presente, ocorre na forma de criptomelana, em partículas liberadas, e a caulinita e a gibsita ocorrem como traços (0,5% em volume).

A amostra B é constituída, principalmente, por hematitas especular e hematita granular. A hematita especular é majoritariamente monocristalina, grosseira e apresenta, às vezes, diminutas inclusões de quartzo. Já a hematita martítica também é monocristalina, porém, às vezes policristalina. Raramente ocorre associada à hematita granular, a qual exibe, com pouca freqüência, relictos de magnetita.

Observa-se que a hematita granular é preferencialmente monocristalina, com morfologia granular dos cristais, onde estes mostram contatos lisos e retos entre si. Com freqüência, a mesma está associada à hematita especular. O quartzo é liberado, tem morfologia ovóide e, raramente, possui aparência de lascas. São poucas as partículas mistas de hematitas com quartzo.

A mostra C é constituída, principalmente, por hematitas martítica e hematita granular. A hematita martítica é majoritariamente monocristalina e apresenta textura em rede preservada. Quando em partículas policristalinas, está associada à hematita granular, a qual é liberada e tem morfologia granular dos cristais. As partículas predominantes são policristalinas, onde os contatos entre os cristais variam de sinuosos a lisos e retos.

Quanto à hematita especular, pode-se falar que ocorre, preferencialmente, em partículas policristalinas. São comuns, também, partículas monocristalinas dispersas. A goethita está liberada, às vezes cimentando as hematitas e, raramente, associada ao quartzo, o qual tem morfologia ovóide e ocorre tanto liberado quanto associado às hematitas. Já a magnetita está liberada e parcialmente martitizada.

Em relação à amostra D, observa-se que a mesma é composta por hematitas e goethita. A hematita martítica é preferencialmente monocristalina e tem textura em rede preservada. Quando em partículas policristalinas, é comum estar associada à hematita granular, a qual apresenta relictos de magnetita. Quanto às partículas policristalinas, pode-se dizer que são, na maioria, constituídas pelos três tipos de hematita, isto é, especular, martítica e granular. Os cristais desta última são granulares, e os contatos entre eles variam de lisos e retos a sinuosos.

A hematita especular é preferencialmente monocristalina, embora ocorra também em partículas policristalinas, associada à hematita granular. A goethita está preferencialmente liberada,

raramente cimentando hematitas ou associada ao quartzo. Já a magnetita, quando presente, é parcialmente martitizada. E por fim, observa-se que o quartzo está liberado, tem morfologia ovóide, ou ocorre em partículas mistas com hematitas, mas raramente, com goethita.

A amostra E é constituída, preferencialmente, por hematita granular, embora também estejam presentes a hematita martítica e o quartzo. A hematita granular está em partículas policristalinas, com morfologia granular dos cristais, com contatos muitas vezes sinuosos. Às vezes, ocorrem partículas monocristalinas liberadas e dispersas. Quanto à hematita martítica, observa-se que está liberada e tem textura em rede preservada. A goethita está liberada, e raramente cimenta hematitas e a magnetita, parcialmente martitizada, está liberada. Já o quartzo é liberado, com morfologia ovóide e, raramente, apresenta inclusões/associações.

A amostra F é composta, preferencialmente, por hematita granular e quartzo. A hematita granular ocorre majoritariamente em partículas policristalinas, com morfologia granular dos cristais e, raramente, apresentam relictos de magnetita. Os contatos entre os cristais variam de sinuosos a lisos e retos. São comuns partículas poliminerálicas, constituídas de hematita granular, goethita e quartzo. A hematita martítica é liberada e tem textura em rede preservada. Raramente, está associada ao quartzo. Quanto à hematita especular, sabe-se que quando presente ocorre em partículas policristalinas, associada à hematita granular e, raramente, em partículas monocristalinas dispersas. Já a goethita está associada às hematitas e raramente ao quartzo e a magnetita está liberada e parcialmente martitizada.

O quartzo está liberado e às vezes ocorre em associações/inclusões com hematitas e, raramente, com goethitas.

Amostra (A) nicóis semi cruzados. Aumento 600 x. Hematita Granular (HG).

Amostra (B) Hematita Granular (HG) e Quartzo (QZ), com contatos lisos e retos. Aumento 600 x.

Amostra (C) Visão geral da

amostra.Aumento 600 x. Hematita Especular (HE), Hematita Martítica (HM) e Quartzo (QZ).

Amostra (D) Visão geral da amostra Aumento 400 x. Hematita Especular (HE), Hematita Martítica (HM), Quartzo (QZ) e Goethita (GO).

Amostra (E) Hematita Granular (HG), com contatos sinuosos. Aumento 300 x.

Amostra (F) Hematita Granular (HG), com contatos sinuosos.

Aumento 300 x.

Figura V.14: Fotomicrografias dos minérios de ferro das amostras de A a F

HM HE QZ HM HE HG QZ HG HG QZ GO

5.5 Resultado da Avaliação diâmetro médio e de Superfície específica via Método de Adsorção