BÖLÜM 3: BULGULARIN DEĞERLENDİRİLMESİ
3.2. Bulgular ve Yorumlar
3.2.3. New Age ve Batıl İnançların Toplumsal İşlevsellik Açısından
Apresenta-se, neste item, a vertente econômica das teorias de internacionalização. Abordam- se, inicialmente, os conceitos gerais de seus autores e, em seguida, o posicionamento de outros autores, críticas, bem como a vinculação da teoria com as PMEs. Teorias econômicas que analisam o cenário da empresa, a indústria e o engajamento da Nação no comércio exterior não são tratadas neste item tendo em vista que são mais amplas que a empresa como unidade de análise. (CANNON, 1980; LEONIDOU; KATSIKEAS, 1996).
Dependendo do foco da empresa, a internacionalização, quando analisada sob o aspecto econômico, identifica aspectos relativos à vantagem e desvantagem dos custos. Assim, a primeira teoria a ser apresentada é a Teoria dos Custos de Transação (WILLIAMSON, 1975), que pressupõe que desde o instante que a empresa decide explorar o mercado estrangeiro na sua forma menos complexa, ou seja, por meio da exportação, ela enfrenta custos, sejam estes associados à busca de informação ou ao cumprimento de contratos. São os chamados custos de transação. Estes dois tipos de custos variam em sentido inverso. Quanto maior o custo na busca de informação, menor os problemas decorrentes do fechamento de um contrato e vice- versa. Quando a empresa decide entrar no mercado de forma mais comprometida, tal como uma aliança estratégica, subsidiária própria ou adquirida, surgem novos custos – os chamados custos de internalização. Tais custos estão relacionados à obtenção de melhor conhecimento do mercado; construção da empresa no exterior; custo de controle e coordenação das atividades; custos de flexibilidade e reversibilidade dos investimentos. Quando estes custos de internalização forem maiores que os custos de transação, a empresa decide não se instalar com subsidiárias no mercado e vice-versa. Portanto, a decisão da empresa em incrementar suas formas de internacionalização perpassa pelo trade-off dos custos de transação e internacionalização. Para autores como Anderson e Gatignon (1986), os custos de transação
visualizam os modos de entrada em países estrangeiros como uma transação individual que envolve um trade-off concomitante entre controle e recursos.
Não considerando somente os custos, mas focalizando a concentração do mercado, a teoria do Poder de Mercado preconiza, na visão de Hymer (1960/1976), que a empresa, nos estágios iniciais de seu crescimento, continuaria aumentando sua participação no mercado doméstico por aquisições ou aumento de capacidade produtora ou associações. Isto é, à medida que aumentasse a concentração industrial e o poder de mercado, a empresa melhoraria seu desempenho financeiro. O autor identificou a capacidade de firmas específicas, agindo sós ou em conluio, dominarem seus respectivos mercados e obterem maiores lucros, ou até mesmo ficando mais protegidas.
Quando o crescimento da empresa no mercado doméstico se estagnasse devido à impossibilidade de novas concentrações, a empresa utilizaria os lucros obtidos durante o período de alta concentração do poder no mercado doméstico em operações externas, iniciando, assim, um novo ciclo de crescimento via concentração crescente de poder em mercados estrangeiros. Hymer (1960/1976) apontou que operações internacionais ocorrem apenas sob condições especiais. Nem sempre seria possível prever, com precisão, a forma ou a extensão de tais operações, pois os mercados em que elas se desenvolvem podem ter natureza monopolística.
Já a teoria, a seguir exposta, a da Internalização, analisa os custos versus os benefícios decorrentes da internacionalização. Alguns autores fazem referência à Teoria da Internalização como inicialmente apresentada por um artigo de Coase (1937 apud CANTWELL, 1991; DIB, 2008), mas Buckley e Casson (1976) formalmente propuseram a teoria em que a empresa se internacionaliza passando do processo de exportação para outros modos de internacionalização mais complexos. Assim, os recursos e os conhecimentos compartilhados no exterior passam a ser de propriedade exclusiva da firma. A teoria analisa os benefícios versus custos, o que geraria um grau adequado de interação da empresa nas atividades internacionais.
Esta teoria foi baseada em evidências que mostram que as firmas maximizam lucros num mundo de mercados imperfeitos; quando os mercados em produtos intermediários são
imperfeitos, existe um incentivo para deles se desviar ao se criar mercados internos; e, ainda, a internalização de mercados através de fronteiras geográficas torna as empresas multinacionais (MNCs). A teoria apresentou a MNC como aquela que pretendia ser suficientemente poderosa para suportar projeções de longo prazo do crescimento futuro e da estrutura das empresas. (DUNNING, 2003).
Buckley e Casson (1976) apontaram que uma das características mais notáveis da multinacionalidade era sua representatividade entre empresas muito grandes, empresas grandes, problemas grandes, ou seja, o tamanho refletia parte dos problemas das empresas.
Segundo os mesmos autores, em 1976, as características das MNC eram as seguintes:
• a expansão das multinacionais ocorreu no período logo após a Segunda Guerra;
• o investimento internacional direto do pós-guerra aparentemente não apoiava a teoria segundo a qual o capital se move de países abundantes em capital para países com escassez de capital;
• a multinacionalidade tendia a ser maior quanto maior fosse a empresa;
• as MNEs eram mais frequentes em alguns tipos de indústrias caracterizadas por alta concentração e alta intensidade de pesquisa e capacitação. Nestas indústrias, as MNEs pesquisavam mais, empregavam mais empregados qualificados e obtinham taxas de retornos maiores do que as empresas não multinacionais;
• a maior parte das MNEs era diversificada horizontalmente (produziam o mesmo produto em várias fábricas diferentes). Muitas das grandes MNEs eram diversificadas verticalmente (produziam produtos intermediários que correspondiam a diferentes estágios na mesma sequência produtiva);
• as MNEs apresentavam certas características associadas à sua nacionalidade.
Para Buckley e Casson (1976), a internalização seria feita até o ponto adequado, ou seja, benefícios iguais aos custos. A localização desta firma integrada verticalmente seria determinada pela inter-relação de vantagens comparativas, barreiras ao comércio e incentivos regionais para internalizar. Quando esses fatores fossem ótimos, a firma se tornaria uma MNC. Os autores comentam que há fatores que podem tornar a operação ineficiente, sendo a comunicação o maior entrave. Os fatores são:
• fluxo de informações maior no mercado internalizado;
• necessidade de confidencialidade;
• visitas a locais dispendiosas para checar a informação.
Quanto maior a distância social, ou seja, diferença de cultura, idioma, costumes, regras, etc., maior seria o problema. Os autores mencionam quatro fatores que influenciam a decisão da internalização:
• fatores específicos da indústria: natureza do produto, estrutura do mercado externo,
relação entre as escalas eficientes mínimas dos distintos estágios;
• fatores específicos da região: distâncias geográficas e sociais;
• fatores específicos do país: relações políticas e fiscais entre os países;
• fatores específicos da empresa: nível de especialização do corpo gerencial.
Coase (1937 apud CANTWELL, 1991) asseverou, em seu artigo, que com aumento da complexidade do trabalho, pela internacionalização, por exemplo, o empreendedor seria uma força de integração, garantindo o crescimento da diferenciação econômica.
De acordo com Fina e Rugman (1996), os teóricos da internalização sugerem que o Investimento Estrangeiro Direto (IED) ocorre quando os benefícios da internalização superam os custos. Sendo assim, a teoria da internalização considera que as falhas de mercado, como custos de informação e o oportunismo, muitas vezes motivam a empresa a utilizar o investimento direto como modo de entrada em um mercado externo, internalizando sua atividade ao mercado externo. A Teoria da Internalização possui limitações que reduzem sua capacidade de explicar o comportamento dos negócios internacionais, colocando a minimização dos custos como a principal razão para a internacionalização. (MTIGWE, 2006; DIB, 2008).
Como uma junção de várias teorias econômicas, Dunning (1988) desenvolveu, inicialmente, a teoria que explica a internacionalização da firma com foco no impacto nos países de origem e no hospedeiro. Partindo de princípios de economia, do conceito de custo de transação e da teoria da internalização, Dunning (1995) fez emergir o paradigma eclético da produção internacional. Trata-se de um modelo conceitual para internacionalização, que pretende
explicar a amplitude, a forma e o padrão da produção internacional, com base em três tipos de vantagens: a propriedade da firma (Ownership), vantagem de localização (Location) e vantagens de internalização (Internalization), também conhecida como a Teoria OLI.
A vantagem específica da Propriedade das Firmas (Ownership) concerne à produção no exterior. Essa vantagem advém das capacidades de gerenciamento e da utilização de seus recursos como um diferencial para competir com seus concorrentes no exterior. As vantagens da firma podem ser advindas das forças de trabalho, propriedades tecnológicas, economia de escala ou outros.
A atratividade da localização da produção no exterior (Location) é relacionada a fatores específicos de onde o negócio está localizado, relacionando-se ao macroambiente do país receptor. Se positivo, fatores específicos de localização não estão presentes, então exportar é a melhor estratégia de entrada. (DUNNIG, 1998). Os fatores específicos podem ser a busca de baixos custos de mão de obra e de matéria-prima; menores custos de transporte e comunicação em relação à exportação; maior adaptação ao mercado estrangeiro, reduzindo a distância física da cultura, do idioma e dos hábitos locais; e a capacidade de explorar o potencial de mercado. Estes três elementos (propriedade, localização e internalização - OLI) seriam fundamentais em cada decisão de produção de uma empresa atuando nos mercados internacionais via produção no exterior.
A propensão a internalizar mercados (Internalization) aborda a estrutura interna da empresa e a força necessária para processos superiores relacionados às operações internas da empresa.
Dunning (1988, 1998) ainda considera que as empresas são motivadas a se internacionalizar pelos seguintes motivos: a) busca de matérias-primas e mão de obra (resource seeking); b) atendimento ao mercado local (market seeking); c) busca da eficiência (efficiency seeking) para conquista de outros mercados por meio de especialização e localização; d) estabelecer melhores condições de competitividade no mercado importador (trade and distribution); e) evitar ou usufruir das políticas governamentais (comerciais, tributárias e de preços).
Uma limitação desta teoria era a de não considerar a evolução do processo de expansão global no longo prazo. Uma recente revisão da Teoria OLI, contudo, enfatiza as alianças e networks, dando mais peso para a evolução dos processos de internacionalização. (DUNNING, 2003).
Dunning defendeu que seu paradigma não deveria ser encarado como mais uma teoria, mas sim como um arcabouço teórico para o estudo da internacionalização. A principal contribuição da Teoria OLI, segundo Mtigwe (2006), foi aumentar a percepção de que uma empresa precisa construir e manter vantagens competitivas para ser bem-sucedida em mercados internacionais. Porém o autor apontou limitações a esta teoria, devido à ênfase dada no custo geral de se conduzir negócios internacionais, pois a Teoria OLI está focada em grandes empresas multinacionais. Para Mtigwe (2006), empresas de pequeno porte já são realidade nos negócios internacionais, as quais podem ou não possuir vantagens de propriedade e não são consideradas pela teoria.
Das classificações apresentadas por Dunning (1998), Cretoiu (2007 apud ALMEIDA, 2007) destaca que os objetivos mais comuns dos Investimentos Diretos no Exterior para as PMEs são Trade and distribution e o Marketing seeking. O primeiro é normalmente motivado por três forças: o desejo de aumentar a margem de lucratividade das operações; dificuldades relacionadas ao funcionamento do mercado e; por fim, a busca por diferenciação. Já o investimento marketing seeking pode se beneficiar da redução ou eliminação de custos de transporte, de incentivos governamentais à produção local e usufruir de preferências tarifárias geradas por acordos comerciais.
Hollenstein (2005) identificou, em seu trabalho sobre os determinantes das atividades internacionais e o porte das empresas, que para a PME a Teoria OLI poderia ser aplicada. Vantagens de Propriedade (Ownership) podem ser visualizadas nas características específicas das empresas e na capacidade de tornar a empresa superior aos concorrentes locais. Nessa vantagem, encontram-se o conhecimento do empreendedor ou dos executivos, patentes, capacidade de adpatação do produto e competência tecnológica. Como vantagem de Localização (Location) tem-se um ganho potencial que a empresa pode obter, otimizando suas atividades pela alocação na sua cadeia produtiva, principalmente quando realizada em países com diferentes fatores produtivos, como disponibilidade, qualidade e/ou preço, custo de transporte, diminuição de barreiras tarifárias ou não-tarifárias, entre outros. Já a vantagem de Internalização (Internalization) pode ser obtida pela internalização do mercado mediante fusões e aquisições ou formando parcerias e alianças. Com isso a empresa pode reduzir custos de pesquisa e de transação e mais segurança nos produtos chave para a empresa no mercado externo. O autor utiliza a Teoria OLI para explicar os resultados da sua pesquisa e identifica
que para a PME a vantagem de Localização é um fator determinante para evoluir no grau de internacionalização.
Algumas empresas localizadas em determinado país apresentam vantagens diferenciadas relativamente a outras empresas do mesmo setor, localizadas em outros países. Neste sentido, a localização é tratada por Porter (1990) como a Teoria da Vantagem das Nações. O autor identificou quatro atributos que podem explicar o “Diamante da Vantagem Nacional”:
• Condições dos fatores: neste atributo aparecem os fatores ligados à produção, como,
por exemplo, mão de obra qualificada e infraestrutura. Fatores específicos de produção que garantem a vantagem nacional são altamente especializados e relacionados com as necessidades de um setor, são escassos e difíceis de imitar.
• Condições da demanda: a composição, intensidade e natureza da demanda de um país
faz com que as empresas identifiquem antecipadamente, para os seus concorrentes internacionais, as necessidades dos consumidores. Este atributo pode gerar um importante fator para a inovação e padrões de qualidade devido à demanda intensa e sofisticada, permitindo a antecipação às necessidades globais.
• Setores correlatos e de apoio no país: fornecedores qualificados, que fornecem os
insumos com menor custo, maior rapidez e ainda apresentem as novidades do mercado global, permitem um benefício maior para a empresa local.
• Estratégia, estrutura e rivalidade das empresas: a competitividade do setor
específico em um país é decorrente dos modelos organizacionais mais praticados. Por exemplo, a tradição pode justificar o motivo de maior rivalidade de um setor em um determinado país. Neste atributo não há uma vantagem específica para determinada empresa ou para as empresas estrageiras.
A teoria de Porter (1990) tem como objetivo explicar os motivos pelos quais um país apresenta condições domésticas que garantem uma competitividade não baseada em custos, mas em qualidade, diferenciação e inovação.
Embora as teorias econômicas tenham gerado mais publicações, algumas limitações podem ser apontadas:
• abordaram apenas alguns aspectos da dinâmica da produção internacional;
• adotam a postura da tomada de decisão com foco na otimização dos custos;
• assumem que não existem restrições à racionalidade e que decisões “ótimas” poderiam ser alcançadas nas questões ligadas à internacionalização da firma. Ignoram o aspecto aprendizado e o papel do tomador de decisão e não consideram o network, mas que a empresa tomaria as decisões de maneira autônoma (WHITELOCK, 2002), apesar de considerarem (DUNNING, 1995; HYMER, 1976) a possibilidade de associações;
• na abordagem econômica, as empresas tornam-se internacionais muito tempo depois da sua formação, focalizando apenas empresas grandes (McDOUGALL et al., 1994). Para Etemad (2004, p. 1), tais teorias “têm oferecido pouca, se alguma, orientação teórica para as empresas de menor porte que aspiram internacionalizar-se.”
Dunning (1988) considerou ainda a necessidade de integração das teorias econômica e comportamental da firma para um melhor entendimento da firma multinacional, em especial deveriam ser identificados e avaliados padrões sistemáticos de tais comportamentos.
Entre a teoria econômica e o modelo comportamental (apresentado no próximo item) está a obra de Penrose (1959), que por meio de sua teoria do conhecimento e mudanças dentro da firma contribui com a Teoria da Internacionalização. O crescimento da firma está diretamente vinculado à aquisição de conhecimento, que é um processo evolutivo baseado no acúmulo da experiência da firma. A visão de firma para Penrose (1959) difere da dos economistas tradicionais por não se limitar a um produto, já que é definida por uma unidade administrativa que pode produzir mais de um produto. Difere ainda ao não identificar como único objetivo da firma a maximização de lucros, pois defende que a firma deseja lucros com o objetivo de se expandir. Assim sendo, crescimento e lucro são fatores com o mesmo peso ao tomar decisões de expansão. (BARNEY, 1991; MILLS et al., 2002).
A firma cresce quando transfere habilidades inimitáveis, como, por exemplo, de marketing, produção e pesquisa de uma linha de negócios para outra, mas é o gerenciamento destas que vai permitir o crescimento continuado. Conforme as empresas crescem, elas desenvolvem técnicas para usar os recursos humanos de modo mais eficiente, e esses recursos ganham mais experiência. Como resultado, Penrose (1959) propôs que os recursos gerenciais cresceriam um pouco mais rápido do que o tamanho da empresa, o que atualmente pode ser justificado
pelas pesquisas sobre o empreendedorismo nas PMEs. (KNIGHT; CAVUSGIL, 2004; OVIATT; McDOUGALL, 1994; CALOF, 1993).
Penrose (1959) afirma em sua obra que tudo é escasso, menos o conhecimento. A experiência desenvolveria um conhecimento crescente de possibilidades para ação e das maneiras pelas quais ações poderiam ser operacionalizadas pela firma. Este aumento de conhecimento causaria a mudança nas oportunidades produtivas de uma empresa.
Na visão de Penrose (1959), empreendedores teriam um papel crucial a desempenhar na interpretação das informações de resposta do ambiente, para entender e integrar serviços produtivos. As capacitações do pessoal gerencial existente na firma colocariam, necessariamente, um limite para a expansão daquela firma em certo período de tempo, visto que tal gerenciamento não poderia ser contratado no mercado rapidamente. (KNIGHT; CAVUSGIL, 2004; PENROSE, 1959). Os trabalhos sobre PMEs abordam essa importância para a expansão internacional das empresas, sendo esta uma das vantagens das PMEs sobre as MNCs. (HOLLESTEIN, 2005; TODD, 2006).
As contribuições de Penrose são apresentadas na definição de competência (item 2.3), pois, ao definir a Teoria dos Recursos da Firma, a autora explica a importância dos recursos tangíveis e dos recursos humanos nos processos de internacionalização; o desenvolvimento de competências essenciais e a manutenção delas para serem competitivas. O conceito de Penrose também foi utilizado por Johanson e Vahlne (1977) para distinguir dois tipos de conhecimentos: o conhecimento objetivo, ou seja, que pode ser ensinado; e o conhecimento experiencial, que pode ser apenas aprendido pela experiência pessoal. Os autores do Modelo de Uppsala (JOHANSON; VAHLNE, 1977, 1990; JOHANSON; WIEDERSHEIM-PAUL, 1975) utilizaram este conceito e o vincularam à expansão internacional lenta e gradual, considerando que o conhecimento experimental exige tempo para ser adquirido e, assim, apresentaram o Modelo que faz parte da teoria comportamental da internacionalização.