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1589/1590 VE 1602/1603 MALÎ YILLARINA AİT MERKEZÎ HAZİNE GELİRLERİ

1.1. Mukataa Gelirleri

Ao f alar mos de logíst ica de aquisição, não podemos deixar de r ef er ir o Conselho de Logíst ica das For ças Ar madas.

Ao longo dos anos, a dist r ibuição dos r ecur sos f inanceir os pelos Ramos, por f or ma a que cada um administ r asse conf or me as suas necessidades, levou a que o r elacionament o ent r e Ramos f osse ext r emament e diminut o, em t er mos de logíst ica de aquisição.

Apesar de os r ecur sos ser em escassos, não se pr ocur ar am mecanismos por f or ma a obt er economias de escala, poupanças indir ect as der ivadas da gar ant ia de

har monização de r equisit os, maior r acionalização dos r ecur sos or çament ais disponíveis e evit ar duplicação de esf or ços bur ocr át icos.

A publicação do Decr et o-Lei n.º 47/ 93 (o qual apr ova a lei or gânica do MDN), como f oi r ef er ido ant er ior ment e, veio alt er ar , de cer t o modo, est a sit uação, impr imindo uma nova dinâmica de r elacionament o ent r e o MDN e os Ramos.

Nest a lógica, sur ge o despacho n.º 8/ MDN/ 94, que cr ia o Conselho de Logíst ica das For ças Ar madas, a f uncionar j unt o da Dir ecção-Ger al de Ar mament o e Equipament os de Def esa (DGAED), a quem compet em r esponsabilidades, bem def inidas, no âmbit o das aquisições conj unt as par a as FA.

No sent ido de complement ar o despacho n.º 8/ MDN/ 94, sur ge o despacho n.º 9/ MDN/ 94, que acr escent a que, o r egime de aquisições conj unt as inclui duas modalidades:

Aquisição at r avés de pr ocesso cent r alizado no MDN/ DGAED;

Aquisição at r avés de pr ocesso cent r alizado num dos Ramos das FA.

O despacho n.º 10/ MDN/ 94 vem alar gar o r egime de aquisições conj unt as de âmbit o do ar mament o e equipament o de def esa, par a aquisições de bens e ser viços de t ipo comum de int er esse par a as For ças Ar madas.

O balanço de 6 anos dest e r egime de aquisições conj unt as é alt ament e negat ivo. Segundo inf or mações r ecolhidas j unt o da DGAED, as aquisições conj unt as r esumir am-se a pneus, bat er ias e um pr oj ect o de ar már io par a pr aça (que não chegou a ser implement ado).

As r azões par a est e insucesso, segundo nos inf or mar am no MDN, r esidem nos int er esses cor por at ivos dos Ramos e nalguma f alt a de sensibilidade na nomeação de pessoal par a int egr ar em comissões de est udo par a os vár ios pr oj ect os.

No Anexo C apr esent amos o ciclo de Planeament o de Def esa Nacional e a sua r elação com a Lei de Pr ogr amação Milit ar .

CAPÍ TULO V

CONCLUSÕES

A Logíst ica de Pr odução, ou se pr ef er ir mos, as I ndúst r ias ligadas à Def esa, em Por t ugal, sit uam-se em dois pat amar es dist int os, const it uídos por :

• Os Est abeleciment os Fabr is das For ças Ar madas (Ar senal do Alf eit e; MM; OGFE; LMPQF e OGME);

• A empr esa "holding" EMPORDEF.

Os EFFA t iver am a sua or igem na necessidade de "…pr over as necessidades da def esa que não possam ser sat isf eit as por int er médio de empr esas pr ivadas…".

Acont ece que na época, em que f or am cr iados os EFFA, a r ealidade por t uguesa er a subst ancialment e dif er ent e da que é hoj e, podendo mesmo af ir mar -se que se encont r a complet ament e inver t ida. Ou sej a, os EFFA f or am cr iados par a desempenhar em uma f unção de pr odução que não exist ia no t ecido empr esar ial da época, const it uindo-se como aut ênt ica "cor r eia de t r ansmissão" do desenvolviment o indust r ial por t uguês.

Só que a r ealidade hoj e é muit o dif er ent e.

O "…desenvolviment o da economia, pr opor ciona diver sidade e qualidade de bens e ser viços ao apr ovisionament o milit ar …"30 e o poder polít ico est á at ent o à r ealidade dos EFFA. A Resolução do Conselho de Minist r os n.º 180/ 96, apont a como or ient ação par a os t r abalhos da CRACI D, "…as seguint es linhas de acção:

a) A f unção ar senal dever á cont inuar , em pr incípio, a ser pr osseguida no âmbit o das FA

30 Decr et o Lei n.º 253/ 93

b) Out r as act ividades com nat ur eza de apoio logíst ico apenas dever ão mant er - se no caso de não haver r espost a alt er nat iva na iniciat iva pr ivada.

c) As act ividades de apoio social dever ão ser enquadr adas pelos or ganismos vocacionados par a t al, designadament e o I nst it ut o de Acção Social das For ças Ar madas.

d) As act ividades de nat ur eza comer cial e indust r ial não abr angidas nas alíneas a) e b) devem ser pr osseguidas sob uma nat ur eza j ur ídica que coloque t ais ent idades f or a do âmbit o inst it ucional das FA".

Como t odas as or ganizações, de um pont o de vist a sist émico, os EFFA, nascer am, cr escer am, mas não sabem quando vão mor r er .

O AA concebido mais par a a const r ução do que par a a r epar ação t em vist o a sua act ividade desenvolver -se sobr et udo na ár ea da r epar ação. É sabido que as gr andes aquisições ef ect uadas pela Mar inha (único client e do AA) nos últ imos anos t êm sido ef ect uadas a est aleir os est r angeir os, embor a se per spect ive algum envolviment o do AA, f ace às PFN apr esent adas pela Mar inha, nomeadament e: início do pr ocesso de aquisição de 3 navios, aquisição de novas lanchas e pat r ulhas oceânicos par a a capacidade de f iscalização e aquisição de um navio de combat e á poluição.

A cr iação da NAVAL-ROCHA em 1999, ent r e a EMPORDEF, o Gr upo SOCARMAR, a LI SNAVE e os ESTALEI ROS NAVAI S DE VI ANA DO CASTELO, poder á const it uir uma boa opor t unidade par a o r elançament o do AA no sect or da const r ução naval.

Relat ivament e aos EFE, e f ace ao ant er ior ment e expost o podemos apr esent ar as suas car act er íst icas act uais:

• Exist ência de um único client e (Exér cit o); • Fr aca compet it ividade;

• Est r ut ur a or ganizacional não compat ível com as novas missões e r ealidades; • Desenvolviment o de act ividades de Depósit o e de Pr odução;

• Def icient e planeament o indust r ial; • Par que indust r ial envelhecido; • Fr aca capacidade f inanceir a;

• Alt a t axa de absent ismo por par t e do pessoal civil; • Pessoal desmot ivado por f alt a de Est at ut o de Car r eir a; • Ár ea de act ividade com cor r espondência em empr esas civis.

Os EFE t er ão em nossa opinião, uma cont inuidade a pr azo. É cer t o que cont inuar ão a desempenhar a f unção de Depósit o, mas par t e da sua act ividade indust r ial e comer cial dever á ser alienada, de acor do com as or ient ações do Gover no: "est as act ividades apenas dever ão mant er -se no caso de não haver r espost a alt er nat iva na iniciat iva pr ivada".

Mas ser á que par t e das act ividades desenvolvidas , por exemplo, pela MM e OGFE, poder ão ser desempenhadas por empr esas pr ivadas? Evident ement e que poder ão e com menor es cust os par a as For ças Ar madas.

Mas quem decidir , dever á t er em cont a que os EFE não podem ser vist os exclusivament e sob o pont o de vist a económico. À que t er em cont a out r as var iáveis, por vezes dif íceis de ser em quant if icadas.

Vej amos o caso da MM, que at r avés da sua implant ação t er r it or ial, dist r ibui víver es por t odas as unidades do Exér cit o. As empr esas pr ivadas poder iam per f eit ament e assegur ar os víver es em quant idade e qualidade às dif er ent es unidades.

Só que passar ia a f alt ar um element o ext r emament e car o par a nós milit ar es: a unif or midade. Como gar ant ir que o soldado do Regiment o de I nf ant ar ia N.º. 3 r eceber ia a mesma quant idade que o soldado do Regiment o de Cavalar ia N.º 4?

Como gar ant ir a qualidade dos pr odut os f or necidos às t r opas, sem um or ganismo que ef ect ue o cont r olo de qualidade?

Uma out r a ár ea, passível de ser t r ansf er ida, á a das messes milit ar es, que por sinal t ambém são cont empladas pelas or ient ações do Gover no, "as act ividades de apoio social dever ão ser enquadr adas pelos or ganismos vocacionados par a t al, designadament e o I nst it ut o de Acção Social das For ças Ar madas ". Com ef eit o, as Messes Milit ar es, const it uem, com os act uais pr eços pr at icados, um pesado encar go par a a MM e, haver ia t odo o int er esse em ser em colocadas na dependência do I ASFA.

As OGFE, que t êm como uma das act ividades pr incipais a ár ea das conf ecções, t ambém poder iam ser subst it uídas por empr esas pr ivadas nest e sect or de act ividade.

Mas, t al como a MM, o Exér cit o deixar ia de t er um est abeleciment o que gar ant isse a qualidade dos pr odut os j unt o dos seus client es, por um lado e, por out r o, o Exér cit o deixar ia de poder cont ar com a f lexibilidade que as OGFE lhe pr opor ciona, no sent ido de f acult ar aquisições r ápidas, uma vez que f unciona como empr esa pr ivada e por t ant o, dispensada das f or malidades legais.

O LMPQF é, dos EFE analisados, em nossa opinião, aquele que se encont r a em melhor sit uação par a enf r ent ar os desaf ios f ut ur os, embor a desenvolva a sua act ividade numa ár ea alt ament e concor r encial, não sendo por isso de est r anhar que num f ut ur o pr óximo possa sair da t ut ela do Exér cit o e f icar na dependência dir ect a do MDN.

As OGME, ao invés do LMPQF, não t êm concor r ência no mer cado civil, sendo o seu único client e, o Exér cit o. A r elação client e-f or necedor não se encont r a mat er ializada num cont r at o de pr est ação de ser viços, como sucede ent r e a Mar inha e o AA. O planeament o indust r ial é f eit o f undament alment e com base nas act ividades de manut enção pr ogr amadas. Est e cont r at o de pr est ação de ser viços ser ia desej ável, na medida em que per mit ir ia ef ect uar um melhor planeament o indust r ial.

A For ça Aér ea j á não possui Est abeleciment os Fabr is, uma vez que as OGMA per t encem à "holding" EMPORDEF. Tal como na Mar inha, par t e das compet ências e

r esponsabilidades exer cidas pelos EFE, na For ça Aér ea est ão concent r adas na Dir ecção de Abast eciment os do Comando Logíst ico e Administ r at ivo da For ça Aér ea (CLAFA), except uando como é óbvio a f unção de Depósit o e Pr odução.

Ou sej a, se um dia, por det er minação super ior31 o Exér cit o deixar de t er est abeleciment os f abr is, isso poder á implicar á a passagem de uma Logíst ica por Ser viços par a uma Logíst ica por Funções, uma vez que na act ual est r ut ur a logíst ica do Exér cit o não descor t inamos nenhuma ent idade ou ór gão com capacidade par a desempenhar as act ividades acima r ef er idas.

Face ao at r ás expost o af igur a-se-nos dif ícil a sobr evivência dos EFE sem vult uosos invest iment os de modo a t or nar em-se novament e viáveis como empr esas.

Consequent ement e, em nossa opinião, os EFFA (EFE e AA) não est ão vocacionados nem t êm pr esent ement e capacidade par a desempenhar em o papel de pólo aglut inador par a uma Logíst ica Conj unt a de Pr odução. Ou sej a, a Logíst ica Conj unt a de Alt o Nível, em nossa opinião, não passa pelas For ças Ar madas.

Mas ser á que passa pelo out r o pat amar que consider amos ant er ior ment e, a EMPORDEF?

A EMPORDEF, é uma empr esa r ecent e, cr iada pelo Gover no em 1996 par a assegur ar uma gest ão empr esar ialment e r acional, t endo em vist a o f inanciament o e a viabilidade económica do sect or e, que pr ocur a ainda o seu pr ópr io espaço de desenvolviment o.

Não deve ser consider ada indúst r ia de def esa, mas sim, ligada à def esa. A dimensão do nosso mer cado e a envolvent e ext er na obr igam que as empr esas pr oduzam pr odut os vir ados par a as necessidade das For ças Ar madas, mas t ambém int egr ados nout r o t ipo de pr odut os, denominados de duplo uso.

As empr esas dest a "holding" são a pr ova dest a nova r ealidade. Num ext r emo t emos apenas uma das indúst r ias t r adicionais de def esa que é a I NDEP, cuj o pr odut o é t ipicament e milit ar : munições e explosivos. Mas at é a I NDEP pr ocur a ent r ar nout r os campos que são o das For ças de Segur ança e o das munições par a ar mas de caça e despor t o. No out r o ext r emo encont r amos as OGMA, t ipicament e indúst r ia de def esa, mas com mais de met ade de vendas em mer cados civis.

Apesar de Por t ugal não possuir uma cult ur a de invest iment o em I &D-d, é de r ealçar o empenho das empr esas associadas da EMPORDEF, no sent ido de colabor ar em em pr oj ect os de par cer ias int er nacionais, t endo em vist a a sua moder nização cient if ica32.

Concluindo sobr e a Logíst ica de Pr odução, não par ece, em nossa opinião, que o f ut ur o da Logíst ica conj unt a passe por est a modalidade.

Em nosso ent ender o element o f ulcr al par a uma Logíst ica Conj unt a r eside essencialment e ao nível da aquisição.

Como vimos ant er ior ment e, decor r ent e do Ciclo Bienal de Planeament o de For ças, a Lei de Pr ogr amação Milit ar é o inst r ument o legal adequado par a est abelecer os r ecur sos f inanceir os indispensáveis par a o r eequipament o das For ças Ar madas.

Cont udo, segundo o Tenent e-Gener al Far ia Ravar a33, nest e pr ocesso de planeament o, não est á ainda expr esso o conceit o de "obj ect ivo de ar mament o"34, apesar dos Ramos das For ças Ar madas especif icar em o ar mament o e equipament o par a supor t e e f undament o dos pr ogr amas ger ais incluídos na LPM.

32ANEXO F - PARTI CI PAÇÃO PORTUGUESA NA I NVESTI GAÇÃO E DESENVOLVI MENTO DE DEFESA NO QUADRO DO

WEAG.

33Tenent e-Gener al Rui Lobat o de Far ia Ravar a, Memor ando n.º 1/ RR/ 00 - Def inição de Obj ect ivos de Ar mament o, pag.1 (não

publicado).

34Par a o Tenent e-Gener al Far ia Ravar a, por "obj ect ivos de ar mament o" são ent endidos "os sist emas de ar mas e equipament os

necessár ios às For ças Ar madas par a at ingir os obj ect ivos de f or ças f ixados e as capacidades milit ar es necessár ias par a dar cumpr iment o às missões at r ibuídas".

Out r o aspect o impor t ant e que podemos r et ir ar dest e pr ocesso de planeament o, segundo o mesmo aut or , é que, não obst ant e o ciclo de planeament o de f or ça NATO est abelecer obj ect ivos de f or ças num hor izont e de seis anos e r equisit os (capacidades expr essas em t er mos de t ecnologias) de longo pr azo (Long Ter m Requir ement s - LTR), "as def inições dos pr ogr amas de ar mament o e equipament o das f or ças ar madas, decor r ent es dos Obj ect ivos de For ças Nacionais, est ão a ser est abelecidos em f unção de vulnerabilidades e carências exist ent es a suprir na ópt ica do curt o prazo"35. Com ef eit o, except uando a For ça Aér ea, que como r ef er imos no capít ulo ant er ior , apr esent a um planeament o a longo pr azo (at é 2030) e quase na t ot alidade em concor dância com o planeament o NATO, a Mar inha e o Exér cit o apr esent am PFN, que r ef lect em apenas em par t e, o planeament o de f or ças NATO e dest inam-se ao complet ament o do Sist ema de For ças Nacional. Ou sej a, "compr a-se amanhã o que nos f azia f alt a ont em".

Não se pr ospect iva a longo pr azo. Dest e modo, como ser á possível o envolviment o das indúst r ias nacionais ligadas à def esa no r eequipament o das For ças Ar madas, conf or me as gr andes or ient ações do Gover no?

Não nos podemos esquecer que o pr ocesso genét ico dos sist emas de ar mas, não se coaduna com planeament o a cur t o e médio pr azo. A indúst r ia nacional e a comunidade cient íf ica e t ecnológica devem poder avaliar as suas possibilidades e conveniências de par t icipar no pr ocesso, sej a no inicio da f ase de concepção e desenvolviment o do pr oj ect o, ou na pr odução do mat er ial, ou só na f ase do concur so de aquisição.

Deve-se per mit ir aos ór gãos de decisão compet ent es a possibilidade de equacionar as hipót eses e vant agens de ader ir , em alt er nat iva a pr oj ect os de cooper ação int er nacionais de concepção, desenvolviment o, pr odução e aquisição dos

meios a obt er , de modo a pr opor cionar uma avaliação global e a uma melhor pr ogr amação f inanceir a das despesas com a obt enção dos meios.

Por out r o lado, o r eequipament o das For ças Ar madas não pode ser encar ado por si só. Tem que ser compat ibilizado com a obt enção e f or mação de r ecur sos humanos e com a cr iação de inf r aest r ut ur as.

Nest e est ado act ual, af igur a-se-nos ext r emament e dif ícil um pleno envolviment o da indúst r ia nacional, como aliás se const at a na LPM 1998 - 200336. O que é de cer t a f or ma cur ioso, sabendo que as despesas milit ar es são consider adas, pela gr ande gener alidade da população, por ignor ância ou f alt a de sensibilização, como um f ar do par a a economia do país.

Ser ia, pois, ext r emament e benéf ico par a a imagem das For ças Ar madas, um maior envolviment o da indúst r ia nacional, na medida em que gr ande par t e dos invest iment os na def esa f icar iam no país, passando assim a exist ir a per cepção de que as For ças Ar madas t ambém cont r ibuem ef ect ivament e par a o desenvolviment o económico do país.

Ur ge, por t ant o, def inir com o máximo de obj ect ividade possível, aquilo que quer emos ser daqui a 10 ou 15 anos, de modo a pr epar ar mo-nos e encont r ar o melhor