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Montessori Okul Öncesi Eğitim Programı

2.6. Dünyada Yaygın Olarak Uygulanan Okul Öncesi Eğitim

2.6.2. Montessori Okul Öncesi Eğitim Programı

“ Minha escola é m uit o linda e m uit o lim pa” . ( Paula, 9 anos,1o

ciclo)

“ As out r as escolas são m ais bagunçadas, essa escola é a escola m ais or ganizada, é a escola m ais bonit a da r egião, igual t odos falam .” ( Mar t a, 12 anos, 2o ciclo)

“ Ah, é um a escola or ganizada, um a escola lim pa, bem t r at ada pelos alunos. Tem alguns que não quer em saber de nada, só quer em bar bar izar a escola, e t al, m as novent a por cent o são educados, gost am da escola.” ( Silas, 15 anos, 3o

ciclo)

“ Eu j á est udei lá no [ nom e de um a escola est adual da

r egião] , igual os m eninos falar am , né, é t udo quebr ado. Aqui

é cheio de cor t ina, cheio de quadr o, cheio de plant inha.”

( Mar ia, 13 anos, 3o ciclo) 7

As obser vações de cam po e, especialm ent e, as ent r evist as, evidenciar am com o é int ensam ent e valor izado pelos alunos ( dos t r ês ciclos) est udar em um espaço lim po e or ganizado. A escola é, com efeit o, m uit o bem cuidada. É um espaço agr adável, a com eçar por sua localização em um pont o r elat ivam ent e alt o do bair r o. De quase t oda a escola t em - se um a m agnífica

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As falas cit adas são r elat ivas à seguint e quest ão- t em a: Com o você descr ev er ia sua escola par a um pr im o seu que m or a em out r a cidade?

vist a da Ser r a do Cur r al8 e t am bém de par t es do bair r o e r edondezas. I sso cr ia a im pr essão de espaço aber t o, am enizando a sensação de se est ar ent r e alt os m ur os.

O pr édio da escola possui quat r o blocos de dois andar es, sendo um deles bem m aior que os out r os. Os blocos são int er ligados por pát ios, no andar t ér r eo, e por passar elas no andar super ior . Há duas ent r adas: um a par a car ros, na lat er al da escola ( est acionam ent o de pr ofessor es e funcionár ios) e a por t ar ia pr incipal, com um a r am pa em declive, por onde ent r am os alunos. Est a ent r ada t em um por t ão elet r ônico com int er fone que, por quest ões de segur ança, per m anece fechado dur ant e o per íodo de aulas.

As salas com as quais pr im eir o se depar a, ao ent r ar na escola, são as da secr et ar ia, dir et or ia e coor denação. Consider o significat iva essa configur ação, pois r efor ça um a car act er íst ica da escola que é a facilidade de acesso a essas inst âncias. Nas par edes da sala da dir eção, painéis de fot os docum ent am a hist ór ia da const r ução da escola — o lot e, a obr a em andam ent o, a inaugur ação do pr édio —, um indício de valor ização da m em ór ia do est abelecim ent o e do pr ocesso vivido pela com unidade. Nest e m esm o bloco ( o m aior deles) , encont r am - se ainda, na par t e t ér r ea, sala de alm oxar ifado, r efeit ór io, cozinha, banheir os dos alunos e sala do Gr êm io. No segundo bloco funcionam , no t ér r eo, a sala dos pr ofessor es, sala de vídeo, banheir o dos pr ofessor es, sala e banheir o dos auxiliar es de ser viço, sala de depósit o de m at er ial, a “ cant ininha” ( onde se vendem balas, doces, salgados et c) e um a sala de aula. Os out r os dois blocos t êm quat r o salas de aula cada um , onde funcionam t odo o 1o ciclo e algum as t ur m as do 2o. Nos espaços ent r e os blocos do pr édio há pát ios cim ent ados r elat ivam ent e espaçosos. Nos pát ios encont r am - se dois gr andes bebedour os de alvenar ia, com seis t or neir as cada um . Há t am bém um a m esa de pingue- pongue e m esinhas com bancos, com t abuleir o de dam a/ xadr ez — t udo de alvenar ia. No chão, há pint ur as de “ am ar elinha” e out r os j ogos infant is. O est acionam ent o dos pr ofessor es e funcionár ios, um gr ande espaço cim ent ado, cer cado por ár vor es e j ar dins, t am bém é ut ilizado com o pát io.

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O nom e fict ício “ Escola Municipal Hor izont es” foi escolhido por m im logo na pr im eir a visit a à escola, m ot ivado pelo im pact o que m e causou a vist a par a a gr andiosa Ser r a do Cur r al ( cadeia de m ont anhas que cir cunda, com o um a m uralha nat ural, grande part e da cidade de Belo Horizont e) .

No andar super ior , o bloco m aior abr iga labor at ór io de ciências, audit ór io, bibliot eca e um a sala denom inada CRATE ( Cent r o de Refer ência de Ar t e- Educação) , que t em m últ iplos usos. Os out r os t r ês blocos t êm quat r o salas de aula cada um , onde funcionam o 3o ciclo e par t e do 2o. Um a das salas é ut ilizada com o Sala de Ar t es.

Nos dois pavim ent os, as por t as e j anelas das salas dão par a a par t e int er na da escola, sendo que, no andar super ior , há cor r edor es com sacada a m eia alt ur a.

A escola possui m uit as ár vor es: m angueir as, cast anheir as, am eixeir as e fícus, ent r e out r as. Algum as são bem gr andes — j á exist iam no t er r eno ant es da const r ução da escola — e o alt o dos seus galhos são um dos lugar es favor it os par a se br incar no r ecr eio. Há t am bém um j ar dim ao lado do est acionam ent o, além de cant eir os aj ar dinados que cir cundam quase t oda a par t e int er na do t er r eno, r ent e ao m ur o. Vasos de plant as est ão espalhados em vár ias par t es da escola.

Em bor a o pr édio sej a const r uído no padr ão da pr efeit ur a par a est abelecim ent os escolar es — ar quit et onicam ent e pobr e e com acabam ent o r úst ico — algum as int er venções feit as no espaço confer em per sonalidade ao am bient e. Sacadas e m eias- par edes for am pint adas de difer ent es cor es, quebr ando a sobr iedade da cor bege que envolve o pr édio. Painéis pint ados pelos alunos ( sem elhant es a quadr os, com as m oldur as pint adas na pr ópr ia par ede) est ão espalhados em vár ias par t es da escola. Gigant escos gr afit es super color idos, t am bém obr as dos alunos, decor am t oda a ext ensão de t r ês das par edes dos pát ios ext er nos. Um deles foi pint ado dur ant e o per íodo em que est ive na escola. Um gr upo de t r ês alunos apr esent ou à dir et or a a pr opost a do desenho e solicit ou a cessão de um a gr ande par ede ao lado da m esa de pingue- pongue. Após negociações, obt iver am a per m issão e t am bém as t int as. Esse episódio ilust r a o t ipo de r elação que os alunos est abelecem com a dir eção e com o pr ópr io espaço da escola.

Além dos gr afit es, há um painel que ocupa um a gr ande par ede de um dos pát ios int er nos ( est e encom endado a um ar t ist a) e que r epr oduz, em t ons de azul, um det alhe da obr a de Cândido Por t inar i exist ent e na I gr ej a de São Fr ancisco, na Pam pulha. Um gr ande painel de azulej os, na par t e ext er na do ginásio, exibe um t r abalho ar t íst ico — quase apagado pelo t em po — onde

alunos cr iar am pint ur as inspir ados nas for m as que car act er izam a obr a do ar t ist a Volpi.

Os am bient es int er nos t am bém sofr er am int er venções. A m aior par t e dos ar m ár ios, est ant es e ar quivos de m et al ( nas salas de aula e adm inist r at ivas) t eve a t r adicional cor cinzent a t r ocada por cor es m ais vivas com o azul, lar anj a e lilás.

As salas de aula com por t am apr oxim adam ent e 35 car t eir as ( r evest idas de fór m ica, com m esinha e cadeir a separ adas) . O quadr o- negr o fica ent r e dois painéis r evest idos de felt r o e, na par ede opost a, há um gr ande painel de azulej os, pr ópr io par a ser ut ilizado com o m ur al. Há ar m ár ios e/ ou est ant es de aço em vár ias salas e lixeir as ( t am bor es de m et al r eciclados) em t odas elas. As j anelas são do t ipo basculant e, com cor t inas de pano. A vent ilação das salas é boa, m as o m esm o não se pode dizer da acúst ica. I nt er fer ências de r uídos ext er nos e das salas vizinhas dificult am o t r abalho pedagógico. Nas salas dos dois pr im eir os ciclos encont r am - se expost os um a gr ande var iedade de car t azes, r ecor t es de j or nais/ r evist as, desenhos, r elat os de pr oj et os, ent r e out r os. É com um , ainda, a exposição de t r abalhos feit os pelos alunos t r anscender o lim it e de suas salas e ganhar dest aque nas par edes dos cor r edor es e pát ios.

A sala que é ut ilizada com o audit ór io é plana ( sem aspect o de anfit eat r o) , pint ada de azul, bem m aior que as out r as. Possui cadeir as e m esinhas solt as — que cost um am ser ar r anj adas, em pilhadas ou r et ir adas de acor do com a necessidade de ut ilização do espaço — e um pequeno palco desm ont ável ( t ablado sobr e ar m ação m et álica) . Um gr ande quadr o- negr o e bancadas com boj os de pia r evelam que o espaço t eve sua dest inação or iginal desviada, sendo adapt ado em função das dem andas da escola. No audit ór io acont ecem at ividades de diver sos pr oj et os da escola, assem bléias, apr esent ações ar t íst icas e r euniões de pais. O espaço t am bém é disponibilizado par a ser ut ilizado pelos pr ofessor es em suas aulas, o que acont ece com fr eqüência.

Clar a e ar ej ada, pint ada de am ar elo- clar o e com gr andes j anelas, a bibliot eca é um dos espaços m ais apr eciados pelos alunos da escola. Os livr os — lit er ár ios, par adidát icos, de r efer ência et c — est ão or ganizados por assunt o, com et iquet as nas pr at eleir as de pedr a ar dósia que cir cundam t r ês das par edes

da sala. Há um a seção dedicada ao pr ofessor , onde se encont r am algum as obr as de t em as ligados à educação e past as com t ext os pedagógicos e didát icos, or ganizadas por t em as. Há t am bém diver sas publicações da Secr et ar ia Municipal de Educação ( incluindo a sér ie de cader nos e m at er ial didát ico da Escola Plur al) e do MEC. Per t o da m esa do bibliot ecár io, há um a t elevisão com videocasset e, um cabideir o pr ópr io par a m apas e um ar m ár io de aço que abr iga a videot eca. Lá se encont r am fit as de diver sos gêner os: hist ór ias infant is, docum ent ár ios, vídeos didát icos e r egist r os de event os e pr oj et os da escola. Os apar elhos de som ( r adiogr avador es com CD player , por t át eis) t am bém são guar dados nesse ar m ár io. As m esas r edondas, r odeadas de cadeir as, t êm capacidade de acom odar um a t ur m a int eir a. Num dos cant os da bibliot eca, onde ficam os livr os infant is, há dois t apet es e algum as caixas ( caixot es par a fr ut as, r eciclados e decor ados) cheias de br inquedos. A bibliot eca é bast ant e ut ilizada pelos alunos, t ant o em at ividades colet ivas pr opost as pelos pr ofessor es com o par a leit ur as volunt ár ias. Tam bém é com um pr ofessor es desenvolver em aulas nesse espaço. Nas aulas que pr esenciei, as at ividades envolviam pesquisas no acer vo de livr os e r evist as, leit ur a em voz alt a de hist ór ias ( t ur m as de 1o ciclo) , leit ur as livr es individuais e seleção de obr as par a ser em lidas em casa.

A sala de vídeo t em o t am anho das out r as salas de aula. Tem cor t inas escur as, cadeir as ( sem as m esinhas) e um t apet e, sobr e o qual se acom odam os alunos que pr efer em assist ir aos vídeos sent ados no chão.

Na sala do CRATE r espir a- se ar t e. O chão e as par edes r eceber am t r at am ent o especial, com cor e t ext ur a difer ent es dos out r os am bient es. Ao r edor de t oda a sala, a m eia alt ur a, na par ede, est ão exibidas dezenas de quadr os em oldur ados com r epr oduções de obr as de ar t e de pint or es fam osos, em or dem cr onológica. Cir cundar est e espaço é fazer um a viagem pela hist ór ia da pint ur a. A sala é bast ant e espaçosa e possui poucos m óveis: um a pequena m esa com quat r o cadeir as, de design ar t íst ico — pr esent e de um ar t ist a à escola — e um apar ador envelhecido com pint ur a especial, sobr e o qual ficam expost as escult ur as, cer âm icas e out r os obj et os de ar t e. Am bos ocupam cant os da sala, de for m a que o espaço cent r al é livr e. O CRATE é ut ilizado par a difer ent es t ipos de at iv idades, em ger al envolvendo ar t e, m úsica e m ovim ent o cor por al.

Na sala dos pr ofessor es, encont r am - se um a gr ande m esa ov al e duas m esas r edondas, m enor es. As m esas t êm pint ur as feit as por um a ar t ist a plást ica, sob t am pos de vidr o, e são cir cundadas por cadeir as acolchoadas. Mur ais de azulej o r evest em t oda um a par ede e par t e de out r a. Os m ur ais são divididos em 4 set or es: um pr a cada um dos t r ês t ur nos e out r o par a infor m es do sindicat o. Neles são afixados quadr os de hor ár ios, av isos, infor m es e folhet os diver sos. Há t am bém um quadr o onde se lê: ” Deixe aqui sua sugest ão de invest im ent os par a a E. M. Hor izont es nest e ano” . Água — num filt r o de bar r o — , café e copos descar t áveis est ão sem pr e disponíveis. Os escaninhos dos pr ofessor es ser vem t am bém com o divisór ia, separ ando um a pequena ár ea ao fundo da sala, onde funciona o set or de m ecanogr afia. Mim eógr afos a álcool e a t int a são a alt er nat iva disponível par a os pr ofessor es, coor denação e dir eção. Nor m alm ent e cada pr ofissional pr epar a o pr ópr io m at er ial, post o que não há funcionár io disponível para essa t ar efa.9

Na cant ina, r efeit ór io e cozinha são conj ugados, separ ados por um balcão, que deixa à m ost r a a m ovim ent ação das cant ineir as. Longas m esas e bancos de alvenar ia com põem o r efeit ór io, cuj as par edes são decor adas com pint ur as de fr ut as e legum es feit as pelos alunos. A m er enda é ser vida, sem dist inções, aos alunos no r efeit ór io e aos m est r es na sala dos pr ofessor es.

A escola possui duas quadr as espor t ivas. Am bas são pequenas, pouco m aior es que um a quadr a oficial de vôlei. Possuem t abelas par a basquet e e m ar cação par a vôlei, basquet e, fut sal e handebol. No nível t ér r eo, em fr ent e à sala dos pr ofessor es, encont r a- se o ginásio — um a quadr a cober t a e fechada, com alt as par edes de t ij olos fur ados e um gr ande por t ão de cor r er . O piso do ginásio é ir r egular e est ava bast ant e danificado, com bur acos e r achadur as, at é o per íodo das fér ias de j ulho ( 2001) , quando os bur acos for am t apados e as duas quadr as r epint adas.

A quadr a descober t a fica abaixo do t ér r eo, num desnível do t er reno. Tem - se acesso a ela descendo o bar r anco por um a r am pa de t er r a im pr ovisada, que em t em pos de chuva t or na- se bast ant e per igosa — m ais de um a vez pr esenciei alunos levando “ t om bos” ao descê- la. Essa quadr a fica ao lado do m ur o ext er no da escola, por isso foi necessár io cer cá- la com t ela e cobr i- la com

9 No final do m eu per íodo de obser vação na escola, havia sido adquir ida um a copiador a

xer ox, m as sua capacidade per m it iu um a cot a de apenas 120 cópias/ m ês por pr ofessor . Os m im eógr afos, por t ant o, cont inuar am funcionando a t odo vapor .

um a r ede, par a evit ar que bolas se ext r aviassem na r ua. Ao lado da quadr a fica um pequeno t er r eno cer cado por t ela de ar am e, onde são cult ivadas hor t aliças.

O m at er ial espor t ivo/ r ecr eat ivo é ar m azenado em difer ent es lugar es. Algum as bolas são guar dadas nos escaninhos de pr ofessor es, out r as na sala do Gr êm io. Há ainda um a sala onde fica out r o t ipo de m at er ial: colchonet es, bast ões, bam bolês, cor das, pneus et c, além de diver sos t r aj es de fant asia. Not a- se um cer t o descuido com a conser v ação do m at er ial e com a lim peza e ar r um ação dessa sala. O m at er ial usado no r ecr eio e as r aquet es de t ênis de m esa são guar dados na sala da coor denação, aos cuidados das coor denador as de t ur no. Um a das pr ofessor as de Educação Física afir m ou que as solicit ações de com pr a de m at er ial espor t ivo/ r ecr eat ivo feit as pelos pr ofessor es são sem pr e at endidas pela dir eção.

Os banheir os dos alunos são espaçosos e est ão sem pr e lim pos.10 Possuem quat r o boj os de pias, quat r o boxes com m ict ór io e/ ou vaso sanit ár io e quat r o chuveir os — alguns alunos t êm o cost um e de t om ar banho após as aulas de Educação Física. Possuem ainda vasos de plant as e um gr ande espelho. Os banheir os dos pr ofessor es são igualm ent e lim pos e or ganizados.

O espaço físico da escola r ecebe m udanças e m elhor am ent os com fr eqüência. Dur ant e o per íodo de r ealização da pesquisa de cam po, pr esenciei vár ias int er venções:

− r efor m a e pint ur a dos pisos da quadr a ext er na e do ginásio, pint ur a das par edes do ginásio e subst it uição das r edes das t r aves;

− pint ur a de um painel na par ede de um dos pát ios ( t r abalho ar t íst ico execut ado por t r ês alunos) ;

− fixação de quat r o t abelas de basquet e nas par edes ext er nas do ginásio, no pát io pr incipal;

− inst alação de m esinhas com t abuleir o par a dam a/ xadr ez em um dos pát ios;

− inst alação de por t ão elet r ônico no est acionam ent o.

10 As boas condições de conser vação e lim peza dos banheir os são bast ant e significat ivas par a

os alunos, t endo sido m encionadas por diver sos deles ( em ent r evist a) com o sendo um dos