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1.4. Yönetim Teorilerinde Etkinlik ve Performans: Kavramsal Yapı ve Literatür

1.4.1. Yönetim Teorilerinde Etkinlik ve Performansın Arkaplanı

1.4.1.4. Modern Yönetim Teorileri

Como comenta Bolzani (2004): “A economia de energia, ou melhor, o cuidado com o desperdício, foi um dos principais determinantes do desenvolvimento dos sistemas de automação e gerenciamento de sistemas prediais. Durante as últimas décadas, os custos com energia cresceram mais dos que os com pessoal. Este fato levou os construtores, usuários e técnicos a serem mais sensíveis às vantagens que proporciona a organização inteligente das edificações”.

Há dois grupos de edifícios consumidores de energia: os pequenos e os grandes. Os pequenos consumidores podem ser classificados como: casas, hotéis e comércios. Os estabelecimentos grandes consumidores de energia são: edifícios governamentais, os edifícios corporativos, hospitais, terminais ferroviários, aéreos e de transporte terrestre, grandes estabelecimentos industriais, supermercados, etc. Para ambos os tipos de consumidores, as preferências e motivações para se implementar um sistema de controle inteligente podem ser resumidas como: redução de custos de operação e de manutenção; aumento nos padrões de qualidade e conforto; aumento no rendimento energético e capacidade de adaptação às mudanças tecnológicas (SCALITER et al,1999).

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Através da rede elétrica é possível fornecer os seguinte serviços: controle de cargas, sistema de distribuição, monitoramento de falhas, sistema de geração de emergência, tarifações setorizadas. Há também para o sistema elétrico o gerenciador eletrônico (dispositivos eletrônicos e softwares) que aliado a sensores e atuadores otimiza a utilização da energia elétrica com a eliminação do desperdício, gerando uma economia de até 20%.

Hoje a maioria de sistemas de gerenciamento da energia é focalizada somente nas operações do edifício. Isto inclui funções tais como diminuição da demanda, programação de prazos e otimização do sistema. Nos edifícios inteligentes há a análise do consumo de energia em tempo real e, em alguns casos, as decisões de gerenciamento de energia são tomadas considerando-se grupos de edifícios e não somente um único edifício. Controlando a energia de acordo com a utilidade, há a possibilidade de reduzir não somente o uso da energia, mas também de diminuir os custos financeiros. (EHRLICH, 2006). Nas indústrias há a cobrança diferenciada para o horário de pico do consumo da energia, fazendo com que a economia financeira seja alcançada com a programação das atividades de maior consumo energético para os horários de menores preços. Também para o setor residencial, há a tendência do preço da energia fornecido pela concessionária ser condicionado ao horário de consumo pelo usuário.

Com o início no Brasil da construção e uso de residências que utilizam equipamentos e sistemas com automação (e que empregam energia elétrica durante seu uso), além da crescente conscientização da população sobre a importância e a urgência de economia dos recursos naturais, tende a aumentar o número de residências com dispositivos alternativos de energia e também a utilização de sistemas autônomos da rede pública para o fornecimento de energia em caso de emergência. Bolzani (2004) argumenta que “Uma casa que agrega inúmeros dispositivos eletro-eletrônicos é altamente dependente da qualidade de energia elétrica proveniente da concessionária. Variações de sub ou sobretensão são altamente danosas ao microcontroladores existentes nos mecanismos inteligentes. Faltas ocasionais ou curto-circuitos deixam os sistemas inoperantes e o elevado nível de ruído na linha pode causar situações e comandos errôneos. Desta forma, é de extrema necessidade que se estabeleçam recursos adicionais de controle de qualidade e meios de reserva

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(backup) para que se diminuam as situações indesejáveis de conflito ou erro, as quais colocariam em risco a perfeita gestão da casa como um todo.”.

Vários setores de uma edificação necessitam da segurança de um fornecimento de energia ininterrupto (tais como: telefonia, circuito fechado de TV, alarmes, monitoramento, controle de acesso de pedestres e veículos, iluminação de segurança, detecção de gases, fumaça e calor, alarme de incêndio, sistemas de apoio ao combate de incêndios, elevadores). Para isso é necessário o uso de sistemas alternativos de energia e baterias que possibilitem a autonomia (e funcionamento) do sistema, caso cesse o fornecimento de energia pública.

Alguns técnicos defendem que o mundo esteja vivendo o final da era dos combustíveis fósseis, como o petróleo. A construção de novas hidrelétricas enfrentam oposição cada vez maior dos ecologistas (devido ao impacto ambiental causado por barragens e outras instalações necessárias para converter em eletricidade a energia da correnteza dos rios). Esses são alguns dentre os muitos motivos que tornam tão interessante e urgente o uso e a popularização de placas fotovoltaicas.

No Japão, a companhia OM Solar possui um sistema de aquecimento que pode ser incorporado ao projeto de qualquer tipo de casa. Segundo seus fabricantes, a instalação do produto aumenta em até 15% os custos de construção, mas, depois, levam a uma economia de 40 a 75% nas contas de eletricidade. “A energia solar é capaz de satisfazer as necessidades energéticas de qualquer residência. Os coletores solares térmicos, para fins de aquecimento, e as células fotovoltaicas, para suprimento de energia elétrica, são duas opções tecnicamente disponíveis nos dias de hoje”, afirma Roberto Zilles, coordenador do Laboratório de Sistemas Fotovoltaicos do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP.” (NAVARRO, 2002).

Zilles complementa dizendo que: “A casa do futuro poderá dispor de energia solar e manter-se conectada à rede de distribuição das concessionárias de eletricidade, utilizando seus serviços apenas durante a noite (quando a exigência de eletricidade é maior). Chega a ser possível até ser independente dessa rede com o uso de um acumulador, que atenderia aos períodos em que não há incidência de energia solar. Células fotovoltaicas, que convertem energia solar em eletricidade, podem ser incorporadas ao telhado ou à fachada, fazendo com

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que a casa do futuro seja uma unidade capaz de gerar toda a eletricidade necessária ao seu próprio consumo. Elas produzirão ainda um excedente, igual ao tanto de energia elétrica consumida no período noturno, bastando para isso que estoquemos este extra num acumulador”. Atualmente na Alemanha, o excedente de energia já pode ser vendido à própria companhia de eletricidade, que então utiliza a energia, distribuindo na própria vizinhança de onde foi gerado (NAVARRO, 2002).

FIGURA 10- Placas fotovoltaicas inseridas na

fachada (SCHIMITZ-GÜNTER, 1999)

Na FIGURA 10 contempla-se a integração das placas fotovoltaicas à fachada e ao partido arquitetônico.

Já na FIGURA 11 pode ser observado um corte esquemático relativo à distribuição da energia gerada por placas fotovoltaicas, assim como, a simultaneidade do sistema de abastecimento de energia por concessionárias.

FIGURA 11- Distribuição da energia gerada por placas fotovoltaicas

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