BÖLÜM 1: MARKA VE MARKA YÖNETİMİ
1.6. Markanın Çeşitleri
O objetivo deste tópico é delimitar conceitos-chave que formam o ambiente da empresa e os desdobramentos na vivência da qualidade de vida no trabalho. Vivência como modo de pensar, agir e perceber em termos individuais, grupais e organizacionais.
O fenômeno básico das dimensões humana e organizacional é o significado do trabalho e o que pode significar para qualidade de vida das pessoas. Este é um tema constante entre filósofos, pesquisadores e trabalhadores. A definição de Marx (1890) para trabalho é a atividade que caracteriza-se pelo esforço planejado sobre a manipulação ou transformação da natureza.
Além do esforço físico e mental o trabalho representa para a pessoa a própria identidade e integração social. A compreensão do significado do trabalho. Dejours et allii (1993) analisam trabalho de forma mais simbólica:
“Atividade profissional não é só um modo de ganhar a vida - é também uma forma de inserção social onde os aspectos psíquicos e físicos estão fortemente implicados. O trabalho pode ser um fator de deterioração, de envelhecimento e de doenças graves, mas pode, também, constituir-se em um fator de equilíbrio e de desenvolvimento. A possibilidade da segunda hipótese está vinculada a um trabalho que permita a cada indivíduo aliar as necessidades físicas, o desejo de executar a tarefa.”
Hoje, a flexibilização dos postos de produção traz a valorização da competência, que inclui o saber, o sentir e o fazer. Isto é, no know-how adquirido, de forma integral, pelo indivíduo em sua relação com o objeto de produção (Pagés, 1987), com autonomia de decisão sobre o planejamento da produção e a ênfase no trabalho em equipe. Esta performance pressupõe qualidade pessoal.
Essa nova realidade provoca mudanças na relação do homem com a organização e também nas relações interpessoais e demanda trabalhos em equipe e a necessidade de mais autonomia e responsabilidade dos trabalhadores.
A qualidade pessoal é formada por pelo menos três aspectos fundamentais: necessidade de formação profissional-educacional diferenciada para o exercício da competência, busca de patamares que permitam esta capacitação e competitividade para a qualidade e superação das necessidades básicas de sobrevivência.
Leser de Mello (1988) afirma: “A dignidade pessoal do ser humano é frágil.” E ressalta que os aspectos tradicionais do reconhecimento social associados à força e a dignidade nem sempre são percebidos nos diversos níveis sociais, especialmente nos níveis mais oprimidos em que apenas “os reflexos mais pálidos” das luzes da cidade chegam aos que constróem o brilho e a durabilidade das civilizações.
Apresentam-se dessa forma três níveis de compreensão da Qualidade de Vida no Trabalho:
• nível individual por meio da expressão das necessidades pessoais, em uma nova condição de ética e expectativa de condições de trabalho;
• nível grupal, na dinâmica da interação em equipes, da familiarização com novos processos e tecnologias;
• nível organizacional, mediante construção da cultura organizacional com todas suas implicações relativas à gestão do potencial humano, visando
ao desempenho e aos resultados competitivos. Para ser competitiva a empresa deve lidar:
a) Nível individual
Ao celebrar o contrato de trabalho, a pessoa, com sua identidade formada por fenômenos subjetivos e de relacionamento, acata normas e padrões organizacionais e passa a pertencer àquele sistema social de relações de produção. Expectativas da empresa freqüentemente focalizam a busca da produtividade. Produtividade obtida com investimento de energia física e psíquica sobre operações, tarefas e responsabilidades, que é a força de trabalho. Firma-se o contrato psicológico de trabalho, que é um comprometimento de acordo mútuo, silenciosamente definido pelas expectativas do empregador e do empregado (Meyer, in Bergamini, 1988), que pode ser mais bem visualizado na Figura 1.1.
Envolvem-se pessoas e grupos que se comprometem com o destino e o sucesso da empresa. Esse envolvimento deve estar em consonância com suas crenças, normas, valores. Estilos e critérios de comunicação institucional, localização dos poderes formais, alocação funcional e práticas gerenciais são os processos que mobilizam a dimensão humana do referencial da empresa.
O envolvimento para a obtenção de qualidade mobiliza desde a formação profissional-educacional diferenciada para o exercício da competência até a busca de patamares que permitam esta capacitação e competitividade.
Ferreira (1995) afirma que o envolvimento dos funcionários na implantação da Certificação ISO 9000 é um aspecto muito importante: “Devem participar e ser estimulados para isso”. No entanto, não se pode esperar que as pessoas
continuem contribuindo com suas idéias se não forem recompensadas por isso” (Osterman, in Tolovi, 1994).
Existe certa “miopia” no momento de se avaliarem as condições de vida no trabalho. É raro encontrar metas que envolvam melhorias efetivas das condições de trabalho, padrões de preservação da saúde física e mental, tecnologias que priorizem a adaptação do trabalho ao homem. Reais capacidades que muito provavelmente estão ligadas a potenciais intelectuais e emotivos, que sofrem constantes negações e sanções a partir de interações pessoais que, embora em nome da produtividade, pouco têm a ver com ela" Spink (1991). A nova visão de ser humano chega a ser ignorada ou percebida como um conceito imaginário de algo que vai ajustar espontaneamente. Isso raramente acontece.
Em vez de envolvimento há desmotivação, que, segundo Meyer (1988), pode surgir em seis fases: confusão, raiva, esperança subconsciente, desilusão, falta de cooperação e partida. A desmotivação (Meyer, 1988) surge especificamente por falta de feedback construtivo, falta de informações significativas, falta de sensibilidade às necessidades individuais, falta de apoio comportamental ou psicológico, intromissão no trabalho (ou falta de autonomia). As soluções segundo a mesma autora são expandir plano de carreira, ampliar programas de treinamento, rever condições legais de desligamento, melhoria no bem-estar, por meio dos sistemas previdenciários e atenção aos avanços tecnológicos.
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